sábado 11 2017

Em Tempos do PT de Lulalaaaa... Aneel admite que consumidores pagaram R$ 1,8 bi a mais nas contas de luz em 2016


Agência informou nesta sexta (10) que encargos operacionais de Angra 3 foram incluídos indevidamente no cálculo das contas de luz; Aneel diz que valores cobrados a mais serão devolvidos.
A agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) admitiu nesta sexta-feira (10) que, por causa de uma falha, os brasileiros pagaram mais do que deveriam nas contas de luz no ano passado, informou reportagem exclusiva do Jornal Hoje. O valor dessa cobrança indevida é de R$ 1,8 bilhão.
A Usina de Angra 3, no Rio de Janeiro, deveria ter começado a entrar em operação em janeiro de 2016. No entanto, as obras do empreendimento estão atrasadas e ainda não há previsão para que a usina comece a fornecer energia elétrica.
Mesmo assim, as projeções de custos de encargos operacionais de Angra 3 foram bancados pelo consumidor. Ou seja, foram parar na conta de luz de todas as regiões do Brasil.
A cobrança indevida veio à tona porque o presidente do Instituto de Cidadania de Formosa (GO), Geraldo Lobo, ingressou com uma ação popular questionando o cálculo da conta de luz.
Nesta sexta, a Aneel reconheceu que, realmente, houve uma falha no momento em que as contas de luz foram calculadas. Encargos operacionais da usina nuclear inacabada foram incluídos no cálculo indevidamente.
Segundo a agência, o erro foi baseado em informações da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Ainda de acordo com a Aneel, por conta desta falha, os consumidores acabaram pagando R$ 1,8 bilhão a mais nas contas de luz ao longo de 2016.
Restituição do dinheiro
A Agência Nacional de Energia Elétrica afirmou que os valores cobrados a mais serão devolvidos aos consumidores por meio de reajustes menores nas tarifas de energia elétrica na medida em que forem vencendo os prazos de revisão tarifária de cada distribuidora.


A previsão da agência é de que os reajustes nas contas de luz devem ficar até 1,2 pontos percentuais menores para compensar os valores cobrados indevidamente dos usuários.

quarta-feira 08 2017

O que é o Treinamento de NR-35

1 – O que é o Treinamento de NR-35 ? 
treinamento de trabalho em altura NR 35 - 2
Este treinamento apresenta os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o Trabalho em Alturaenvolvendo o planejamento, a organização, e a execução de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.
2 – Qual a carga horária do Treinamento de NR-35 ?
O Treinamento de NR-35 tem a carga horária de 08hs, divido em 04hs de aula teórica e 04hs de aula prática. E tem a carga horária de 16hs, divido em 08hs de aula teórica e 08hs de aula prática.
3 – Qual a validade do Treinamento de NR-35?
O Treinamento de NR-35 tem validade de 24 meses.
4 – Qual a Carga horária exigida para a Reciclagem de NR-35
A carga horária deve ser de 08hs.
5 – Qual a quantidade de alunos necessários para formar uma turma de NR-35?
A turma de NR-35 deve ter no mínimo 5 alunos.


Qualquer dúvida, entre em contato. 

quinta-feira 02 2017

'Eu era o bobo da corte do governo', disse Marcelo Odebrecht em depoimento.

Empreiteiro depôs nesta quarta-feira ao TSE na ação que pode cassar a chapa Dilma-Temer
 Marcelo Odebrecht chega para depor ao TSE
Brasília - Em depoimento à Justiça Eleitoral, Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal, segundo relatos colhidos pelo Estado.
Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos que não desejava e bancar repasses às campanhas eleitorais sem receber as contrapartidas que julgava necessárias.
Marcelo Odebrecht foi preso em junho de 2015, no âmbito da Lava Jato, e pelo seu acordo de colaboração premiada deve permanecer na carceragem da Polícia Federal em Curitiba até o final deste ano.
Marcelo detalhou que tinha contato frequente com o alto escalão do governo – como o ex-ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff, com quem negociava repasses eleitorais.  “Eu não era o dono do governo, eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo”, disse Marcelo Odebrecht, conforme foi relatado ao Estado. Ele também se mostrou incomodado por divergências com seu pai, patriarca e presidente do Conselho de Administração do Grupo Odebrecht, Emilio Odebrecht, quanto a projeto em que a empresa apoiava o governo.
O ex-presidente da empreiteira foi ouvido pelo ministro Herman Benjamin, relator da ação que tramita no Tribunal Superior Eleitoral e investiga a chapa formada por Dilma Rousseff e Michel Temer na campanha eleitoral de 2014.
No depoimento, Marcelo Odebrecht fala sobre a “naturalidade” do caixa 2 em campanha eleitoral, defende a legalização do lobby e deixa claro que a Odebrecht não era a única empresa a usar doações para conquistar apoio político. De acordo com ele, o uso de dinheiro de caixa dois em campanhas eleitorais é algo “natural”, mas que de alguma forma envolve também propina. Sobre pagamentos de propina, Marcelo Odebrecht disse saber que os empresários da empresa precisavam fazer “acertos” para poder atuar.

Marcelo Odebrecht depõe em ação de Dilma e Temer no TSE

Imagem relacionada

O empreiteiro Marcelo Odebrecht depôs durante quatro horas nesta quarta-feira (1º), em Curitiba, como testemunha na ação de cassação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014.
O depoimento era aguardado com grande expectativa pelas defesas: como delator, o empresário poderia afirmar se houve ou não caixa dois na arrecadação da campanha presidencial de 2014, e se o dinheiro tinha origem ilícita, como propina de obras da Petrobras.
O teor do depoimento, porém, é sigiloso –segundo os advogados, o executivo repetiu o que disse em delação premiada, que ainda está em segredo de Justiça. Em mãos, tinha uma planilha e alguns documentos que integram a delação.
Nem os advogados da Odebrecht, nem os de Dilma e Temer puderam comentar o teor da audiência ou dos documentos.
"Ele falou o que deveria falar e poderia falar", afirmou Luciano Feldens, advogado da Odebrecht.
"É prematuro fazer uma avaliação por enquanto; há temas a serem aprofundados com novas testemunhas", disse Gustavo Bonini Guedes, advogado de Temer.
A defesa da ex-presidente Dilma saiu sem falar com a imprensa.
O depoimento foi acompanhado pelo ministro Herman Benjamin, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), relator do processo, que foi movido pelo PSDB.
A audiência começou às 14h30. Quatro manifestantes estavam em frente ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Paraná, pedindo para que Marcelo "contasse tudo" e defendendo a investigação da Lava Jato.
O TSE ainda deve ouvir nos próximos dias outros quatro delatores da Odebrecht: os executivos Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Fernando Reis irão depor como testemunhas nesta quinta (2), no Rio de Janeiro.
Na sequência, Claudio Melo Filho e Alexandrino Alencar serão ouvidos na próxima segunda (6), em Brasília.
Melo Filho relatou em delação que Temer pediu, em uma reunião no Palácio do Jaburu, R$ 10 milhões em doação ao PMDB na eleição de 2014.

sexta-feira 24 2017

Partidos delatados vão pedir fim de sigilo a relator no STF

Dirigentes de partidos da base do governo Michel Temer articulam ir, na próxima semana, ao gabinete do ministro Edson Fachin, novo relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), defender o fim do sigilo de delações premiadas. O movimento une a cúpula do Congresso e conta com o apoio do Planalto.
O alvo principal do pleito é o acordo de colaboração premiada firmado por 77 executivos da Odebrecht. Ele foi homologado pela presidente do Supremo, Cármen Lúcia, no último dia 30, mas ela decidiu manter os depoimentos sob sigilo.
Segundo o presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), citado em delações da Lava Jato, ao menos três siglas manifestaram interesse em conversar sobre o assunto com Fachin: a dele, o PSDB e o PSD. "Como dirigente de partidos muitos me procuraram no sentido de ir ao STF, ir ao Fachin, conversar sobre a situação", disse.
O argumento de Jucá e de uma série de políticos que passaram a pregar o fim do sigilo é de que está em curso uma espécie de "linchamento público" de citados com base no vazamento de informações.
Nos bastidores, a avaliação é que a abertura dos depoimentos diluiria o impacto de notícias negativas, evitando que cada integrante do Congresso ou do governo tomasse "um tiro por dia".
TEMER
O fim do sigilo da delação firmada pela Odebrecht já foi defendido publicamente pelo presidente Michel Temer. Ainda em dezembro, quando citações ao nome de Temer na delação de um lobista da empreiteira foram publicadas pela imprensa, o presidente enviou um requerimento ao Ministério Público Federal.
No texto, pedia que os depoimentos (àquela época ainda não homologados) fossem remetidos "ao juízo competente para análise e eventual homologação e divulgação por completo". "Com isso, a eventual responsabilidade criminal dos investigados será logo aferida", concluiu.
Esta semana, após a &Folha* revelar que executivos da empreiteira baiana disseram aos investigadores que Aécio Neves (PSDB-MG), quando governador de Minas, participou de uma reunião para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa, o hoje senador publicou nota na qual também cobrava o fim do segredo de Justiça. Ele chamou as afirmações da empreiteira de "falsas" e "absurdas".
O material da Odebrecht está sob análise da Procuradoria-Geral da República. Caberá ao órgão pedir diligências e eventuais aberturas de inquéritos contra políticos mencionados. A praxe é que o Supremo só decida sobre fim de sigilo após a Procuradoria fazer um pedido neste sentido.
Jucá se tornou o porta-voz deste pleito no Congresso ao anunciar que apresentaria um projeto de lei que prevê o fim do sigilo sobre delações homologadas e sobre ações penais ou de improbidade administrativa que envolvam agentes públicos.
CAMINHO
À Folha, o senador do PMDB afirmou que entrou em contato com integrantes do Ministério Público Federal para abrir caminho ao debate da proposta.
"Ninguém quer atrapalhar as apurações. E sabemos que alguns processos têm que correr em sigilo para preservar dados e o avanço da investigação. Evidentemente, nesses casos, tem que permanecer em sigilo", disse Jucá.
Ele afirmou ainda que o projeto não tem como alvo apenas a delação da Odebrecht, mas combater o que chama de "um sistema de acusações sem contrapeso e sem transparência".
"O que há hoje é a antecipação do julgamento. Há o vazamento seletivo e uma condenação na opinião pública. Quando o devido processo legal, que se desenrola lá na frente, chega ao fim, já houve o linchamento público", argumenta.
Líder do governo no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP) endossa o discurso. "Veja, a Folha divulga o conteúdo de uma denúncia e depois escreve que ela está em segredo de Justiça. Muitas vezes não são sequer delações, mas roteiros. Na verdade, o que se tem é um segredo de polichinelo."
"Acho preferível a abertura dos dados ao segredo de polichinelo e ao vazamento ilegal", disse o tucano.
Um dos primeiros caciques do Senado a encampar a tese foi o senador Renan Calheiros (AL), hoje líder do PMDB. Ele é alvo de oito inquéritos baseados na Lava Jato. 

A importância da Lava-Jato


Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira
Operação Lava Jato (Foto: Montagem blog do Noblat)
1)Na base do sistema político brasileiro opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do estado e grandes partidos políticos. (Em meu ultimo artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. A diante me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)
2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no legislativo, no executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.
3) No executivo ele opera via o superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e as empresas estatais.
4) No legislativo ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.
5) O mecanismo existe a revelia da ideologia.
6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.
7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.
8) No sistema político brasileiro a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar politicas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.
9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele tem poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.
10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que tem valores incompatíveis com a corrupção tendem a serem eliminados do sistema politico brasileiro pelo mecanismo.
11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.
12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)
13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.
14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em cheque o funcionamento do mecanismo.
15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.
16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.
17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.
18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.
19) Embora o mecanismo não possa conviver com um estado eficiente, ele também não pode deixar o estado falir. Se o estado falir o mecanismo morre.
20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal...
21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)
22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes rígida, competente e com bastante sorte.
23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.
24) O Brasil atual esta sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantêlo funcionando.
25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.
26) Sem forte mobilização popular é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.
27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.
José Padilha é cinesasta

quinta-feira 23 2017

MORANGO NA JANELA - PLANTE!

Morango que a gente pega no pé, e que tem a certeza de poder comer sem medo de agrotóxico, isso é bom demais, não? Aprenda a cultivar morangosVeja abaixo as dicas principais e se prepare para ter seu morangueiro delicioso.
O morangueiro (Fragaria spp) é uma planta que não dá trabalho - você põe a muda no local definitivo, deixa espaço, rega direitinho, mantem a terra alimentada e terá morangos gostosos por até 5 anos. Sim, 5 anos de morangueiro produzindo para você.  Olha, é fácil cultivar morangos - essa frutinha gostosa aceita bem vasos, canteiros, jardins verticais, tubo de pvc, saco de terra pendurado, enfim, dá em todo lugar.
No Brasil há diversas variedades de morango. Escolha as que melhor se adaptarem às suas vontades e região. Sim, porque tem morangueiro que precisa de muita luz, outros nem tanto, morango para comer fresco, congelar e fazer polpa ou mesmo aqueles que são ornamentais (mas que se pode comer a frutinha, com gosto, com certeza) e até tem o moranguinho nativo, que é uma graça. Uma coisa é certa: todo morangueiro, para dar seus frutos, gosta de um friozinho firme à noite e de um sol gostoso durante o dia.
Bom, o básico é você decidir se vai plantar por semente (aí é bom fazer um viveirinho para que elas brotem direitinho) ou por muda. Claro que as mudas são mais caras mas, se forem de boa qualidade (sem folhas marrons, que é indicativo de fraqueza, fungos, etc), vão dar morangos antes das produzidas por sementes. Enfim, a decisão é sua e é fácil cultivar, tanto de um jeito como de outro.

Cultivar morango por semente

Compre um pacotinho de sementes de boa procedência, da variedade escolhida. Prepare um daqueles vasos compridos, ou então uma caixa de ovos, ou copinhos, com uma terra bem adubada e bem drenada - ponha pedrisco no fundo do recipiente, faça um montão de furinhos nos lados - e semeia 3 sementinhas a cada 15cm, recobrindo-as com uma fina camada de terra.
É necessário que a semeadura já seja feita na terra molhada, úmida, mas não encharcada. Cubra o vaso com um filme plástico (para preservar a umidade do solo) e coloque em um local resguardado do vento, que seja quentinho (se você decidir fazer suas mudas durante o inverno, ponha esse vaso dentro de casa, numa janela que pegue sol). Vigie a terra, diariamente, para prevenir ressecamento. O mais importante é a terra se manter úmida e ter luminosidade (6 horas por dia, em média).
Quando brotarem as sementes, retire o filme plástico e continue cuidando da umidade da terra - porque, se falhar, o morangueiro morre. As mudas produzidas em viveiro serão transplantadas para os vasos ou canteiros quando estiverem com 10 cm de altura, com todo o cuidado para não prejudicar as raízes da planta.

Cultivar morango em vaso

Você até pode plantar suas sementes diretamente no vaso (e fazer os procedimentos de cuidados indicados acima) mas, quando estas brotarem, rareie-as, quer dizer, deixe só a mais forte porque, um morangueiro precisa de espaço para se espalhar. O vaso não precisa ser fundo, morangueiro tem raízes bem superficiais mas, essa planta passa a vida jogando ramos para os lados e criando outras plantinhas - se espalha mesmo, então, dê terra e superfície livre a cada pé.
Mas, quando as raizes do seu morangueiro começarem a sair pelos buracos do vaso, então chegou a hora de trocar a planta para um vaso maior.

Na vertical, pendurado, também fica bom

Se você tiver uma parede onde bate o sol, que tal fazer um arranjo de vasos pendurados com seus morangueiros? Ou então, uma prateleira mais alta: pode por vasos, ou até plantar os morangueiros em um saco de terra boa, deitado. Também existem vasos que são como escadas (um sobre o outro, com os buracos para as plantas. Veja nas fotos.
É prático, economiza espaço e fica bonito que só. 

Adubar é preciso

De mês em mês você deverá adubar sua terra (que antes foi bem preparada com adubo orgânico, cinzas) com uma colher de sopa de torta de mamona ou adubo orgânico bem curtido, levemente incorporada, mexida. Se os morangueiros começarem a ficar com as folhas de um verde muito mais claro, quer dizer que está faltando hidrogênio na terra - espalhe alguns grãos de café no vaso que eles vão ajudar.

A água dos morangueiros

Bom, o morangueiro gosta de água todos os dias mas, o morango não. Então, molhe suas plantinhas sem molhar os frutos que brotam. Talvez você possa plantá-los em um vaso daqueles que se põe a água por baixo, ou mergulhar o vaso numa tina com água, ou regar com cuidado, com o regador, diretamente na terra.

A terra dos morangos

Morangueiro gosta de terra meio ácida, com o pH entre 5,5 e 6,5 então, para ter mais certeza, meça a acidez da terra que você tem (nas lojas você encontra uns kits fáceis de medir o pH, experimente).
Boas colheitas e melhores saladas de fruta!
https://www.greenme.com.br/como-plantar/3650-morango-na-janela-plantar