sábado 03 2013

Celso Amorim, Eduardo Paes, Garibaldi Alves, Guido Mantega, Henrique Alves, Renan Calheiros e Sérgio Cabral brigam na enquete pelo troféu de julho

Começou a votação na enquete que apontará o ganhador do título de Homem sem Visão de Julho. Inscritos voluntariamente ou por determinação dos leitores-eleitores, sete campeões estão na briga por uma vaga na finalíssima de dezembro.
Celso Amorim
Ex-chanceler de Lula, o ministro da Defesa do governo Dilma Rousseff ainda não conseguiu enxergar a revista – com a participação de cães farejadores – que o companheiro Evo Morales mandou fazer na aeronave que o traria de Santa Cruz de La Sierra para o Brasil. No momento, avalia o que é pior: um pito do neurônio solitário ou um jantar à meia-luz com o Lhama-de-Franja.
Eduardo Paes
Prefeito do Rio de Janeiro, enxergou na visita do papa um momento perfeito para botar os políticos na fila do confessionário. Até domingo, quando termina a visita do pontífice, promete construir uma segunda Campus Fidei para enterrar na lama mais alguns milhões de dinheiro público. Também viu a França no topo do ranking da vadiagem mundial.
Garibaldi Alves
Ministro da Previdência Social e primo de Henrique Alves, é um dos fregueses mais fieis da FABTur. Em 30 de junho, seguiu o exemplo do parente ao usar um dos jatinhos da companhia para ir de Morada Nova (CE) para o Rio de Janeiro assistir à final da Copa das Confederações.
Guido Mantega
Ministro da Fazenda, botou na cabeça que o Brasil é uma Suíça com praia. Continua a enxergar no horizonte próximo uma inflação dois graus abaixo de zero e um PIB maior que o da China. Promete dar um tomate de presente para cada leitor-eleitor que cravar seu nome na enquete.
Henrique Alves
Presidente da Casa dos Horrores, disputa com Renan Calheiros, presidente da Casa do Espanto, a liderança no ranking de milhagens da FABTur. Em 30 de junho, marcou um almoço com Eduardo Paes para justificar a ida ao Rio de Janeiro para assistir à final da Copa das Confederações a bordo de um dos jatinhos da menos lucrativa das companhias aéreas.
Renan Calheiros
Presidente da Casa do Espanto, enxergou um compromisso oficial no casamento da filha mais velha do senador e colega de partido Eduardo Braga (PMDB-AM) e decolou para Trancoso, no litoral da Bahia, nas asas da FABTur.
Sérgio Cabral
Governador do Rio de Janeiro, viu na frota de helicópteros do Estado o meio de transporte privado que um integrante da Turma do Guardanapo merece. Se ganhar o troféu, promete usar os brinquedos voadores para levar à cerimônia de premiação a mulher, os filhos, os amigos dos filhos, 50 vizinhos, as babás e, claro, o cachorro Juquinha.
Por não terem atingido o número mínimo de votos, ficaram fora da enquete Aloizio  Mercadante e Alexandre Padilha. Evo Morales também foi citado, mas a candidatura foi impugnada porque o estatuto do HSV proíbe a inscrição de estrangeiros.
A batalha de julho está fervendo, leitores-eleitores! É pior que briga de foice no escuro! Que vença o pior!

Paes e Mantega enfrentam os craques da farra aérea na disputa pelo troféu de julho

“O chefe acha que foi coisa de campeão enxergar na visita do papa um momento perfeito para botar os políticos na fila do confessionário”, confidenciou um dos 219 assessores de Eduardo Paes depois de oficializar a inscrição do prefeito do Rio na disputa do título de Homem sem Visão de Julho. De acordo com a mesma fonte, Paes já havia decidido concorrer ao troféu do mês quando viu a França no topo do ranking da vadiagem mundial.
Para acusar os franceses de folgarem mais que os brasileiros, Paes desconsiderou os dias úteis engolidos por feriadões. “Ele acha que, por ser um monumento à criatividade, o feriadão merece até ser tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. O assessor negou que o chefe tenha arrumado uma confusão com a França só para provocar Sérgio Cabral, que nunca convidou o prefeito para vadiar em Paris com a Turma do Guardanapo.
Sempre a bordo de cálculos e porcentagens que transformam o Brasil numa Suíça com carnaval, Guido Mantega pousou mais uma vez na jaula das feras que lutam com ferocidade pelo título de julho. “O chefe acha que a inflação vai chegar a dois pontos abaixo de zero em dezembro”, revelou um dos 171 assessores do ministro da Fazenda. “Ele diz que não aceita ser despejado pela Dilma sem ter virado HSV”, contou o assessor. Para conquistar o troféu, Manteva vai anunciar nos próximos dias que, no Natal de 2014, o povo brasileiro vai ganhar de presente um pibão maior que o da China.
A disputa pelo troféu de julho está chegando à reta final, leitores-eleitores! A briga de foice na enquete começa no dia 26! Quem merece vencer? A turma da farra aérea, representada por Henrique Alves, Garibaldi Alves, Renan Calheiros, Sérgio Cabral e Celso Amorim? Ou Guido Mantega, o vidente doidão? Ou Eduardo Paes, comandante da guerra contra a França? Não perca a chance de participar da única eleição que permite votar sem remorso em gente que ninguém merece! Que vença o pior!

Sérgio Cabral ganha a eleição de julho e dedica o troféu ao cachorro Juquinha

veja.com

“Dedico o troféu ao melhor amigo do homem: o meu, o seu, o nosso cachorro Juquinha”, empolgou-se Sérgio Cabral ao ser oficialmente informado da conquista do título de Homem sem Visão de Julho. O governador do Rio de Janeiro fez questão de sobrevoar a cidade de helicóptero antes de aterrissar a 50 metros do local na festa de premiação. Como de praxe, a aeronave fez outras cinco viagens para trazer a mulher de Cabral, os filhos, os amigos dos filhos, as babás dos filhos e, claro, Juquinha, a grande estrela da noite.
Graças ao apoio de 6.124 eleitores (33% do total de 18.318), Cabral conseguiu a maior votação da história do HSV e chegou 2 mil cabeças à frente do segundo colocado Eduardo Paes (16% do total). “O chefe está tranquilo porque sabe que até a Olimpíada terá muitas oportunidades de lutar pelo troféu”, revelou um dos 470 assessores diretos do prefeito do Rio de Janeiro. “A lambança que ele fez com a visita do papa foi coisa de campeão. E vocês ainda não viram nada”.
O terceiro lugar ficou com o insistente Guido Mantega (2.439 votos, ou 13%), seguido por Celso Amorim (2.282 votos, ou 12% ), Henrique Alves (1.956 votos, ou 11% ) e Garibaldi Alves (1.945 votos, ou 11%). “O chefe não se contém de alegria por ter encostado no primo”, revelou um dos 123 assessores comissionados do Ministério da Previdência Social. “Ele tem certeza que deve o bom desempenho a seu bonito sorriso”.
A lanterninha do mês ficou com um inconsolável Renan Calheiros (633 votos, ou 3%). “Perder do Garibaldi foi humilhante demais”, disse um amigo do presidente da Casa do Espanto. “Se resolver concorrer em agosto, ele vai estender o programa Passe Livre na FABTur a todos os parentes de senadores”.
Foi uma eleição de tirar o fôlego, leitores-eleitores! Mais uma comovente demonstração de civismo e discernimento! A disputa pelo troféu de agosto já começou! Que vença o pior!

Uma aventura visual no Velho Oeste

veja.com

Neste fim de semana, a coluna convida o leitor a viajar pela pequena cidade de Deadwood, no estado americano de Dakota do Sul, ponto de convergência de figuras míticas do Velho Oeste. Divirta-se na companhia de índios, vilões, xerifes e cowboys.
Mineiros em busca de ouro
Aldeia da tribo indígena Lakota
Cowboy
Caçador no inverno, entre os anos de 1877 e 1888
Engenheiros responsáveis pela construção da ferrovia de Deadwwod
Mineiros em busca de ouro
Carruagem no Velho Oeste
Índios Cheyenne
Hotel Minnekahta, em Hot Springs, Dakota do Sul
Carruagens no Velho Oeste
Aldeia da tribo indígena Lakota
Interior de uma serralheria em Terraville, no território de Dakota do Sul
Time chinês vencedor da corrida chamada hub-and-hub, em 4 de julho de 1888
Único cavalo sobrevivente do massacre de Custer, em 1876
Infantaria do exército americano
Aldeia da tribo indígena Lakota
Exército americano acompanha dança indígena
Carros de boi no caminho para Black Hills, Dakota do Sul, em 1890
Engenheiros de mineração festejam em um acampamento improvisado
Ferrovia em Black Hills, Dakota do Sul
Índio de tribo nativa em seu cavalo
Cowboys capturam um bison
Caciques e oficiais do governo em Pine Ridge, Dakota do Sul

Amar é nunca saber do dia seguinte

O homem só tem duas obrigações na vida, quer dizer, três:
1)Amar e zelar pela mãe;
2) ir para a guerra se for preciso e,
3) principalmente, tornar um momento único o amor pelas mulheres que o encante, porque esta hora é mais religiosa, a mais bonita.
Donde dou, qual um Tim Maia do amor, motivo, para justificar, solamente, o terceiro tópico desta crônica, a devoção pela nega, não nego, sigo, obsessivo sujeito, prático, por supuesto, sincero até o amarelado-brega-final do crepúsculo.
Bora nessa.
Episódio de hoje:
No que concerne ao olho masculino nas visões matutinas.
Vixe. Acordar diante de uma mulher, até mesmo quando você não a ama ainda, é a acontecência. Talvez não exista nada mais bonito. Talvez nem o ato do encorajado homem entrar para dentro do dia com sua calça pega-marreco tão curta para o tamanho da passada existencial e inevitável.
Quando ela acorda, ela, só ela, aquelas marquinhas no corpo feitas pela noite, atrito de peixes que passeiam nos subterrâneos dos lençóis de modo a marcá-lá  como se ela vivesse as 20 mil léguas submarinas do viejo Verne.
Nada como uma mulher quando acorda.
Ela acorda, eu morro, petite mort, como no gozo dos franceses. Vá entender gozar como morte. Pior é que eu entendo.
Nada mais bonito do que uma mulher quando dorme e nada mais extraordinário quando uma mulher quando acorda.
Os primeiros sinais… Uma mãozinha que arrisca o anestesiado esticamento… Uns incompreensíveis dizeres ainda do sonho, como se blasfemasse contra tudo e contra todos uns restos de filmes de Buñuel, o cara do obscuro objeto do desejo.
Donde repito: os sonhos das belas mulheres são restos de filmes não usados pelos melhores cineastas mortos.
Ela acorda, cabelos feitos algas doidas, o seu incômodo mais bonito; algum tédio diante da reabertura do mundo chato, ela se espreguiça, ossinhos que estalam sob a réstia do sol do mundo sério que atravessa a cortina, os barulhos do mundo, os mascates, o tiro no coco de Getúlio que ouvimos a cada manhã no Catete.
Agora ouço o barulho do mijinho dela, música ao longe aqui do quarto. Paudurescência da aurora; ensaio um gozo-memória, nostalgia precoce, como se a danada tivesse ido embora num teletransporte de fio terra; ela volta ainda mais manhosa, quase um gato a reinventar botes câmera lenta num sashimi da véspera.
Ella Fitzerald, uma das peixas do seu aquário, está mais viva do que nunca.
O pau toca a sua bundinha sem a pressa da foda, quase como fossem feitos um para o outro e tivessem todo o tempo do mundo. As almas já se entendem, os corpos quase, ela pensa “qualé a desse cara?”.
Tudo uma coisa assim Manuel Bandeira, de quem roubo esse dizer todo da madruga.
Arriamos, o cansaço matando lindamente os interesses imediatos. O estranhamento da manhã talvez não vos interesse.  Amar é nunca saber do dia seguinte.
http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/2013/07/29/amar-e-nunca-saber-do-dia-seguinte/

Justiça agora diz que ex-integrantes não podem usar marca da Legião Urbana



LUCAS NOBILE
DE SÃO PAULO
A Justiça do Rio cassou na última quarta-feira (31) a liminar que dava aos músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá --que, ao lado de Renato Russo (1960-1996), formavam a banda Legião Urbana-- o direito de usar a marca com o nome do grupo.
Segundo Dado e Bonfá, a família de Renato os proíbe de usar o nome, por isso eles recorreram à Justiça.
No mês passado, o juiz Fernando Cesar Ferreira Vianna, da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, havia dado os direitos aos ex-integrantes da banda em caráter liminar.
Com a decisão tomada agora pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o filho e herdeiro de Renato, Giuliano Manfredini, que representa a empresa Legião Urbana Produções Artísticas, volta a ter exclusividade sobre o uso da marca da banda.
Villa-Lobos e Bonfá ainda podem recorrer da decisão. O julgamento do mérito ainda não tem data definida.
Divulgação
Marcelo Bonfá, Renato Russo e Dado Villa-Lobos, última formação da Legião Urbana
Marcelo Bonfá, Renato Russo e Dado Villa-Lobos, última formação da Legião Urbana
Segundo a liminar expedida no mês passado, Villa-Lobos e Bonfá poderiam agendar shows e eventos que contem a história do grupo. Os dois afirmavam estar sofrendo prejuízo financeiro ao deixar de participar desses encontros.
"Era esperada uma defesa deles, a natureza é assim: quando o escorpião se vê acuado, ele se mata com o próprio veneno", disse o baterista Marcelo Bonfá.
No mês passado, o músico havia dito que a família de Renato Russo tentou por diversas vezes "excluir" os dois integrantes de projetos envolvendo a história da banda.
Procurado pela reportagem, o guitarrista Dado Villa-Lobos não respondeu aos pedidos de entrevista.
A empresa Legião Urbana Produções Artísticas foi criada em 1987 para proteger os direitos autorais dos membros do grupo. Como a legislação indica que apenas uma pessoa física ou jurídica pode ter propriedade sobre uma marca, Renato Russo se tornou o sócio majoritário da empresa e os outros, sócios minoritários.
Na época, a banda entrou com pedidos de registro da marca Legião Urbana no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. No entanto, os direitos sobre a marca só foram obtidos depois que Dado e Bonfá já haviam deixado a sociedade, e a a empresa passou aos cuidados da família de Renato Russo.
"Eles podem se apresentar como ex-integrantes, mas não podem usar a marca. Quem foi o fundador da Legião Urbana foi o Renato Russo", disse Sérgio Nery Maia, advogado da Legião Urbana Produções Artísticas.
"Quando foi constituída a empresa, em 1987, Dado e Bonfá tinham apenas 2%, cada um, do capital. Logo depois, deixaram a empresa. Agora eles se acham no direito de copropriedade 27 anos depois? Nunca houve proibição para que eles se apresentassem e fizessem projetos, mas tem de haver um controle, não pode ficar solto assim", completou o advogado.

Morre o jornalista Luiz Paulo Horta, membro da Academia Brasileira de Letras

DO RIO

Morreu na madrugada deste sábado (3) o jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) Luiz Paulo Horta, 69, após sofrer um infarto fulminante em casa, no bairro de Botafogo, zona sul do Rio. A informação foi confirmada à Folha pela assessoria de imprensa da ABL.
Horta era escritor, teólogo e crítico de música clássica do jornal "O Globo". Ocupava a cadeira 23, a mesma de Machado de Assis, desde agosto de 2008, sucedendo a Zélia Gattai.
A morte súbita do acadêmico pegou de surpresa seu colegas de ABL. "Recebi um e-mail dele ontem, ele estava muito feliz porque estava programando para o dia 14 de agosto sua festa de 70 anos, que seria celebrada com uma missa na PUC", disse o imortal Antonio Carlos Secchin. "Ele era duplamente novo, em termos de idade, em relação à média da Academia, e por estar há pouco tempo lá. Era muito querido por todos."
TV Brasil/Creative Commons
O jornalista Luiz Paulo Horta
O jornalista Luiz Paulo Horta
"Quando um acadêmico ilustre me confirmou, eu não acreditei. Foi uma grande tristeza, uma grande perda", disse a escritora Nélida Piñon. "Era um companheiro formidável, um homem generoso e muito culto. Era um grande crítico musical, Villa-Lobos era sua grande paixão. Era também um teólogo que dominava o sentido transcendente e vital das religiões, discorria sobre literatura em vários aspectos. Era um coração amável, uma grande perda para a academia e para a cultura brasileira."
Carioca, Horta foi o primeiro crítico de música a fazer parte da ABL, ineditismo que ressaltou em seu discurso de posse, no qual disse que sua eleição satisfazia um desejo de Manuel Bandeira --este afirmara, em crônica de 1969, que "estava na hora de termos, na Academia, um representante da música".
"Que eu tenha sido o primeiro a ser chamado para representar a música na vossa egrégia assembleia é fato que me enche de alegria e de um sentimento de responsabilidade quase esmagador", disse Horta na ocasião.
No mesmo discurso, citou "outra paixão da minha vida", o jornalismo, no qual se iniciou em 1963, no jornal "Correio da Manhã", após abandonar a faculdade de direito na PUC-RJ. Trabalhou ainda no "Jornal do Brasil" entre 1964 e 1990, a partir de quando se transferiu para "O Globo".
"Acho que conheci todos os aspectos da profissão, e aprendi a amar esse trabalho tantas vezes áspero, onde pode haver deslizes, claro, mas onde somos chamados permanentemente a um exercício de objetividade. Os filósofos discutem sobre o que é a verdade. No jornalismo, temos de decidir sobre isso todos os dias, se queremos prestar um bom serviço."
O jornalista também dirigiu, em 2000 e 2001, um grupo de estudos bíblicos no Centro Loyola da PUC-RJ, além de ter sido membro da Comissão Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Em 2010, recebeu a Medalha do Inconfidente do Governo de Minas Gerais.
"Além de especialista em teologia, ele era um dos maiores conhecedores de música erudita do país, sempre com uma visão crítica e generosa", disse Secchin. "Mas a cultura dele não se restringia à música clássica. Nas reuniões da academia, demonstrava muito conhecimento sobre filosofia, literatura, sociologia, sempre participava com muita presença."
O velório do jornalista está marcado para as 15h deste sábado na ABL. O enterro será entre 10h e 11h de domingo (4) no mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio.

Renato Rocha do Legião Urbana morador de rua - 25-03-2012 parte 2