segunda-feira 12 2015

Benefícios do quiabo

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O quiabo é um vegetal de origem africana que foi trazido para o Brasil pelos escravos, e está presente em pratos típicos e também na singela comida caseira do dia a dia. Estamos falando do frango com quiabo, caruru, quiabo ao forno, godó de banana,quiabo refogado, etc.
Tem sabor suave e agrada muitos paladares, exceto pela baba característica que desgosta alguns. Vamos ver quais são os benefícios do quiabo e, para quem quer, como diminuir a baba. Vem comigo!

O que que o quiabo tem

Tem vitamina A, C, E , K e as do complexo B, além de cálcio, fósforo, potássio, ferro e cobre.
Não podemos nos esquecer da alta concentração de fibras e da baixa caloria: cada 100gr tem apenas cerca de 35 calorias!

Os benefícios do quiabo

O quiabo é um aliado do bom funcionamento do organismo. É rico em antioxidantesque combatem os radicais livres, prevenindo doenças relacionadas com o processo oxidativo do corpo, além do envelhecimento precoce.
Acredita-se que seu consumo contribua para a saúde óssea, da visão, da pele e docoração, bem como fortaleça o sistema imunológico, previna a hipertensão e ajude a reduzir o colesterol e o açúcar no sangue.

Cuidado com o excesso

O quiabo apresenta grande concentração de oxalatos, o consumo excessivo pode contribuir para problemas nos rins, vesícula e formação de cálculos renais.

Quiabo para diabetes?

O quiabo tem sido associado ao controle da diabete, acredita-se que a água de quiabo, que consiste em deixar 4 quiabos cortados ao meio dentro de 1 copo com água durante a noite e tomada pela manhã, ajude a reduzir os níveis de glicose no sangue.
A Sociedade Brasileira de Diabetes alerta que ainda não existe pesquisa que assegure a eficácia do quiabo como remédio natural. A orientação é que o paciente nunca deixe de tomar a medicação e seguir as prescrições médicas. Como coadjuvante no tratamento, entretanto, o método parece não apresentar contra indicações.

Como reduzir a baba do seu quiabo

Para reduzir a baba, coloque algumas gotinhas de limão ou vinagre quando estiver refogando ou cozinhando. Prepará-lo assado também diminui consideravelmente a baba do seu quiabo!
Na hora da compra, escolha os de cor vibrante e consistência firme (não dura), a dica é dobrar a pontinha, se ela quebrar, está bom, se dobrar, está murcho.
Conhece o canal do Lar Natural no Youtube? Lá temos vídeos de alguns artigos publicados no site, todos originais feitos exclusivamente para você.

Conheça o Povo Que Parece Sempre Jovem e Vive 120 Anos



Já imaginou um mundo onde alguém com 85 anos parece apenas ter 40? Ou então um mundo onde mulheres podem ter filhos já depois de idosas, sem que isso seja um problema?

Sabemos que parece mentira ou invenção, mas trata-se apenas da realidade que acontece no Vale de Hunza.

Situado nas montanhas do Himalaias, o sítio tem vindo a ser estudado desde que foi descoberto, em 1916, por inglesas que faziam o reconhecimento da sua antiga colónia.

O local foi chamado de "Jardim do Éden", por representar para aqueles ingleses o paraíso na Terra e a prova de Deus.

O Vale do Hunza tem apenas 30 mil habitantes, a mais de 2500 metros de altitude. O idioma é próprio e não tem derivações de qualquer outra língua conhecida pelo Homem.

O que deu mesmo fama ao local foi a alegria do seu povo, a simpatia e por imensas pessoas chegarem, tranquilamente, aos 120 anos. Isto, sem sofrer doenças ou problemas de saúde relevantes.

Para além disso, parecem não envelhecer. Pessoas de 40 anos mantêm a aparência de um adolescente e os idosos não parecem ter mais do que 50 anos. 

Olhos muito claros, límpidos e uma beleza incomparável fazem deste povo um dos mistérios do mundo.

A receita para esta longevidade, dizem os especialistas, parece estar na prática de desporto constante, falta de stress, comer muito mesmo muito pouca proteína e alimentos de origem animal e manter a descontracção no dia a dia. Para além disso, tomam banhos de imersão em água extremamente fria, o que para aquela população é algo banal.

Tudo isto, tendo também em conta a total ausência de poluição, legumes transgénicos ou animais alimentados com rações de crescimento.

5 Formas de Aprender uma Língua Mais Rápido


Certamente que sabe que um adulto  tem muito mais dificuldade de aprendizagem de uma nova língua do que uma criança. Isto porque a nosso cérebro se modifica, passa a ser programado para a resolução de problemas, enquanto numa criança a tendência é a de aprender a comunicar.

No entanto, nem tudo está perdido. Existem muitos adultos capazes de atingir o nível de proficiência de um nativo e de aprender a língua rapidamente.

Se precisa de saber os truques para atingir este patamar, ficam aqui os cinco mais eficazes.

1. A técnica da repetição espaçada

A ideia é que a informação adquirida seja revista variadas vezes em intervalos de tempo espaçados.
Um conhecimento novo precisa de ser revisto variadas vezes mais constantemente, várias vezes ao dia, e a partir daí ir aumentando o intervalo de tempo, para uma vez por dias, de dois em dois dias ou de semana a semana.

A Doulingo é uma aplicação que o pode ajudar neste espaçamento de dias.

2. Estude antes de dormir

Quando dormimos, o cérebro transfere a informação mais recente para um "arquivo", onde a informação fica guardada. Dormir depois de estudar pode ajudar a reter mais informação.

3. Praticar todos os dias

A melhor forma de estudar é praticar todos os dias e não reservar apenas um dia da semana para o fazer. Quando a informação é muito pesada e muito repentina, pouca coisa será armazenada de forma permanente, mas ao estudar um pouco todos os dias, terá mais capacidade de memorizar.

4. Estude o conteúdo e não a língua

Muitas escolas ensinam uma língua através da gramática e interpretação de textos. Mas estudos provam que a compreensão é mais fácil quando os vocábulos são colocados no seu contexto específico.
Por exemplo, ir a uma aula de culinária francesa, dada na língua, é muito mais eficaz do que aprender todos os alimentos em francês.

5. Misture novas informações com conceitos interiorizados

Repetir sempre o mesmo não ensina nada de novo, isso é óbvio. O ideal na aprendizagem de uma língua é que se vão colocando novas palavras ou tempos verbais em textos, escritos ou falados, onde predominam conceitos interiorizados e bem sabidos.

Os 20 Conselhos de Dalai Lama Para Uma Vida Mais Feliz

 

1. Grandes amores e grandes conquistas têm grandes riscos;

2. Se por um acaso perderes, tira proveito do que aprendeste com a derrota;

3. Lembra-te dos três “R”:
Respeita-te a ti mesmo
Respeita os outros
Responsabiliza-te pelas tuas acções;

4. Lembra-te que às vezes, não conseguir o que queremos pode ser um maravilhoso golpe de sorte;

5. Aprende as regras e aprende a usá-las no momento certo;

6. Não deixe que uma pequena discussão afetar um grande relacionamento;

7. Quando descobrires que cometeste algum erro, tenta corrigi-lo o mais breve possível;

8. Fica algum tempo sozinho, sente-te bem com a tua companhia;

9. Aceita as mudanças mas nunca abandones os teus valores;

10. Lembra-te de que às vezes o silêncio é a melhor resposta;

11. Tenta viver com plenitude e muita honra;

12. Vive o presente intensamente pois quando ficares mais velho e te recordar do passado, poderás desfrutar as alegrias vividas novamente;

13. Vive num ambiente de amor no teu lar. Isso é a base da vida;

14. Quando discutires com alguma pessoa querida, evita fazer referências de fatos do passado, preocupa-te com a questão atual;

15. Divide o teu conhecimento com os outros, é uma forma de garantires a tua imortalidade;

16. Preserva a O Meio Ambiente;

17. Pelo menos uma vez por ano, visita algum lugar que nunca tenhas ido antes;

18. Lembra-te que a melhor relação é aquela em que o amor mútuo é maior do que a necessidade mútua;

19. Julga o teu êxito por aquilo que tiveste de renunciar para conseguir atingi-lo;

20. Ama e trabalha com absoluto empenho.


http://www.chiadomagazine.com/2015/01/os-20-conselhos-de-dalai-lama-para-uma.html

O pacote anticorrupção marqueteiro de Dilma

Congresso

Presidente reeleita prometeu enviar ao Congresso medidas para endurecer o combate à corrupção. Mas faltou dizer que propostas semelhantes estão esquecidas no Congresso há uma década

Laryssa Borges e Marcela Mattos, de Brasília
A presidente Dilma Rousseff participa de um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (22). Rousseff falou sobre as realizações de seu governo em 2014 e o escândalo de corrupção na companhia petrolífera estatal Petrobras
A presidente Dilma Rousseff participa de um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto. Rousseff falou sobre as realizações de seu governo em 2014 e o escândalo de corrupção na companhia petrolífera estatal Petrobras(Evaristo SA/AFP)
O ano era 2005. O Congresso Nacional ainda tentava assimilar as primeiras denúncias do escândalo do mensalão quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou para votação na Câmara a proposta de transformar o enriquecimento ilícito em crime. O tema fervilhava diante das suspeitas – comprovadas adiante pelas investigações – de que deputados federais recebiam uma mesada para votar projetos de interesse do Palácio do Planalto. Ao longo dos anos, outras propostas similares foram apresentadas por parlamentares, mas nenhuma delas jamais foi votada. Em comum, o desinteresse dos congressistas em levar o tema adiante. 
O ano é 2014. Acuada diante de sucessivas denúncias de corrupção envolvendo um esquema bilionário de lavagem de dinheiro na Petrobras, a então presidente-candidata Dilma Rousseff, ameaçada pela mais imprevisível disputa eleitoral da história, promete a moralização da política brasileira e um ataque ferrenho a corruptos e corruptores. Como se não soubesse da existência do projeto bancado pelo próprio padrinho político, ela anuncia um “pacote anticorrupção”. Em 1º de janeiro, no discurso de posse no Congresso Nacional, volta ao tema e vaticina: “A luta que vimos empreendendo contra a corrupção e, principalmente, contra a impunidade, ganhará ainda mais força com o pacote de medidas que me comprometi durante a campanha, e me comprometo a submeter à apreciação do Congresso Nacional ainda neste primeiro semestre”. 
O pacote anticorrupção dilmista, anunciado com pompa e circunstância na cerimônia de posse, não é novidade para os parlamentares e, de quebra, reúne temas bem familiares aos petistas. Além de prometer punir com rigor agentes que enriquecem ilicitamente – o então ministro da Casa Civil Antonio Palocci deixou o governo após crescimento suspeito de seu patrimônio –, o conjunto de propostas pretende tornar crime a prática de caixa dois, o velho ilícito utilizado como argumento pelo PT ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar escapar das duras penas no julgamento do mensalão. Mais: depois de utilizar os mais variados recursos judiciais para atrasar a execução do destino dos mensaleiros, o governo endossa agora a intenção de agilizar o julgamento de processos de desvio de recursos públicos e ainda acelerar investigações e processos movidos contra autoridades com foro privilegiado. Por fim, ainda promete encampar a criação de uma nova espécie de ação na Justiça para permitir o confisco de bens adquiridos de forma ilícita ou sem comprovação. 
Nenhuma das propostas elencadas por Dilma é inovadora. Projetos idênticos ou com o mesmo propósito permaneceram esquecidos nos quatro anos de seu primeiro mandato. Projetos, diga-se, de autoria até de parlamentares governistas. Mas preocupada em conduzir um governo moldado em interesses outros – a contabilidade criativa é apenas o exemplo mais visível em 2015 – a presidente nunca mobilizou sua base aliada na Câmara e no Senado para aprovar definitivamente nenhum dos temas que hoje chama de pacote anticorrupção.
A ideia de transformar o enriquecimento ilícito em crime, por exemplo, foi amplamente discutida por uma comissão de juristas no Senado, entre eles o ex-ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que colaborou na reformulação do Código Penal. Na avaliação do grupo, há uma lacuna na Lei de Improbidade, que tipifica atos como corrupção e peculato, mas não especifica o crime de enriquecimento. O grupo tipificou o crime como “adquirir, vender, emprestar, alugar, receber, ceder, utilizar ou usufruir de maneira não eventual de bens ou valores móveis ou imóveis, cujo valor seja incompatível com os rendimentos auferidos pelo servidor público, ou por quem a ele equiparado, em razão de seu cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo, ou por outro meio lícito”, e definiu a pena de dois a cinco anos de prisão, além do confisco dos bens – outro projeto alardeado em tom de novidade pela presidente Dilma, mas que jamais recebeu seu empenho pessoal para sair do papel.
A comissão que discute o novo Código Penal também aprovou em seu parecer final a criminalização do caixa dois. Atualmente, a legislação prevê apenas punições como a desaprovação das contas do partido, o cancelamento do registro da candidatura ou, no limite, a cassação do diploma do eleito. Para os juristas, acostumados a lidar com brechas legais que acabam levando à impunidade, aqueles que recebem ou aceitam doações ilegais ou deixam de fazer o registro do montante recebido devem ser penalizados com dois a cinco anos de prisão. O texto discutido por eles traz ainda o endurecimento para outros crimes de corrupção, como o enquadramento da corrupção como crime hediondo, está à espera de votação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Paralelamente às discussões da comissão discutiu a reforma do Código Penal, o senador Jorge Viana (PT-AC) também já havia apresentado há quase dois anos proposta de criminalização do caixa dois, com pena de prisão de cinco a dez anos, além de multa. “O caixa dois eleitoral viola a isonomia entre os candidatos concorrentes, afetando diretamente no processo eleitoral e no resultado das eleições”, diz o autor da proposta.
Também incluído no supostamente inédito pacote anticorrupção, desde 2011 aguarda votação um projeto de lei do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), que estabelece prioridade para o julgamento de processos criminais contra autoridades que tenham foro privilegiado. O tema não é nenhuma novidade nos corredores do governo. Ao longo dos governos de Lula e Dilma, os congressistas apresentaram propostas para acabar definitivamente com o foro por prerrogativa de função, e para agilizar, por diversos mecanismos, o julgamento de processos contra autoridades com foro. Como os demais itens do pacote anticorrupção dilmista, nada saiu do papel.
Por fim, ainda que não completamente idêntica à promessa anunciada pela presidente reeleita, projeto apresentado por deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES) em 2007 guarda semelhança com a sugerida por Dilma, que defendeu a aceleração dos julgamentos de processos de desvios de recursos públicos. No texto, o deputado quer deixar claro - e minimizar interpretações jurídicas - que políticos devem, sim, responder por crimes de improbidade administrativa, além de propor que julgamentos que envolvam esse ilícito recebam tratamento prioritário na Justiça. 


Pautado exclusivamente em projetos já em tramitação no Congresso, o pacote anticorrupção de Dilma é um caso notável de descumprimento da promessa de "ideias novas" apresentada pela então candidata na corrida presidencial e se resume a mais um de exemplo do recorrente "corta-e-cola" das políticas adotadas pela gestão da petista. Em um governo que, aficcionado pela propaganda, se especializou em reciclar políticas em andamento, batizar empreendimentos já iniciados, lançar programas de aceleração do crescimento com obras paralisadas e renomear projetos de adversários, não será novidade se, pelas mãos do ministro do Marketing João Santana, o velho pacote contra corruptos se tornar o novo mote da "Pátria Educadora".

domingo 11 2015

Marcha contra atentados toma as ruas de Paris

França

De acordo com a imprensa francesa, cerca de 1,5 milhão de pessoas participaram da manifestação na capital francesa

Milhares de pessoas participam de Marcha contra o terrorismo em Paris, neste domingo (11)
Milhares de pessoas participam de Marcha contra o terrorismo em Paris, neste domingo (11) - Yves Herman/Reuters
Líderes mundiais desfilam ao lado do presidente francês François Hollande durante a marcha republicana de homenagem às vítimas do terrorismo
Líderes mundiais desfilam ao lado do presidente francês François Hollande durante a marcha republicana de homenagem às vítimas do terrorismo - Philippe Wojazer/Reuters
(Atualizado às 16h20)
A manifestação histórica e em homenagem às vítimas dos ataques que deixaram dezessete mortos nos últimos dias levou cerca de 1,5 milhão de pessoas às ruas de Paris neste domingo. Em toda a França, 3,3 milhões de pessoas marcharam pela liberdade de expressão, de acordo com os números contabilizados pela agência France Presse com base em informações dos organizadores e da polícia francesa. A capital francesa não via tantas pessoas ganharem as ruas em uma manifestação pública desde a vitória da França na final da Copa da Mundo de 1998, quando outros 1,5 milhão tomaram a cidade. 
Pouco antes das 15h (12h de Brasília), horário marcado para o início da marcha, a Place de la République, de onde partiram os manifestantes, estava repleta de pessoas segurando cartazes, flores, canetas e lápis para o ato em favor da liberdade de expressão. Cerca de 1 milhão de pessoas eram esperadas para a caminhada no sentido Place de La Nation. De acordo com a imprensa francesa, cerca de 50 líderes mundiais haviam confirmado presença no ato, que tem a segurança feita por mais de 2.200 homens, além de helicópteros, cães farejadores e câmeras de monitoramento. 
ado de autoridades como a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o ex-presidente Nicolas Sarkozy, seguiu com a passeata pouco depois de seu início, por volta das 15h30 (12h30 no horário de Brasília). No bloco de autoridades estavam líderes como o italiano Matteo Renzi, o espanhol Mariano Rajoy, o britânico David Cameron e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. O embaixador brasileiro na França, José Bustani, seria o representante de Dilma Rousseff na marcha. 
As autoridades caminharam por 200 metros, de braços-dados e, em seguida, deixaram a manifestação e se dirigiram ao Palácio do Eliseu. A marcha, liderada pelas famílias das vítimas dos ataques, seguidas por políticos, sindicalistas, autoridades religiosas e a população francesa, se direcionou para a Place de La Nation.  
Outras cidades — Em apoio à manifestação parisiense, a população de várias cidades do interior da França também saiu às ruas neste domingo. De acordo com a imprensa francesa, ao menos 700.000 pessoas marcham em cidades como Lyon (entre 150.000 e 200.000 manifestantes), Bordeaux (100.000 pessoas), Marseille e Rennes (cerca de 115.000 manifestantes) ou Grenoble (70.000 pessoas). Ao todo, milhões de franceses fizeram manifestações pela liberdade de expressão no país.

GLOBO REPÓRTER CHEGA DE SOFRER ( NÃO TENHA MAIS DOR)