quinta-feira 19 2013

Visitas superficiais e trapaça prejudicam as inspeções de fábricas estrangeiras

| Por Stephanie Clifford e Steve Greenhouse- The New York Times News Service/Syndicate
veja.com
Inspetores iam e voltavam de uma fábrica certificada pelo Walmart na província de Guangdong na China, aprovando a sua produção de mais de 2 milhões de dólares de artigos especiais que iriam parar nas prateleiras do Walmart dentro do prazo para o Natal.



Visitas superficiais e trapaça prejudicam as inspeções de fábricas estrangeiras
Inspetores iam e voltavam de uma fábrica certificada pelo Walmart na província de Guangdong na China, aprovando a sua produção de mais de 2 milhões de dólares de artigos especiais que iriam parar nas prateleiras do Walmart dentro do prazo para o Natal.
Contudo, sem o conhecimento dos inspetores, nenhum dos artigos divertidos, inclusive fantasias de renas e roupas da Mamãe Noel para cães, que foram fornecidos para o Walmart tinham sido produzidos na fábrica. Em vez disso, operários chineses costuraram as mercadorias – que tinham sido encomendadas pelo Grupo Quaker Pet, uma empresa com sede em Nova Jersey – em uma fábrica fraudulenta que não tinha passado no processo de certificação estabelecido pelo Walmart para o trabalho, segurança do trabalho ou qualidade, segundo documentos e entrevistas com as autoridades envolvidas.
Para receber aprovação de envio para o Walmart, um subcontratante da Quaker simplesmente transferia os artigos para uma fábrica aprovada, onde eles eram apresentados aos inspetores como se tivessem sido costurados lá e nunca tivessem saído das instalações.
Logo depois da mercadoria chegar às lojas do Walmart, ela começava a cair aos pedaços.
A aproximadamente 2.414 quilômetros a oeste, a fábrica Rosita de Artigos de Malha no noroeste de Bangladesh – que fazia suéteres para empresas em toda a Europa – passou em uma inspeção da auditoria com altas notas. Uma equipe de quatro monitores deu a fábrica centenas de vistos de aprovação. Em todas as 12 principais categorias, inclusive de horas trabalhadas, compensação, práticas de gestão de saúde e de segurança, a fábrica recebeu a maior nota para "bom". "Condições de Trabalho – Nenhuma queixa dos trabalhadores", escreveram os auditores.
Dez meses após essa inspeção, as funcionárias da Rosita devastaram a fábrica em fevereiro de 2012, vandalizando suas máquinas e acusando a gerência de renegar aumentos prometidos, bônus e pagamento de hora extra. Algumas alegaram que foram assediadas sexualmente ou que apanhavam dos guardas. Nenhum indício dessas queixas foi relatado na auditoria.
Enquanto as empresas ocidentais esmagadoramente recorrem aos países de salários baixos longe das sedes corporativas para a produção de roupas baratas, de eletrônicos e outros produtos, as inspeções das fábricas tornaram-se uma ligação vital na cadeia de fornecimento da produção estrangeira.
Zaichun Ye, right, a consultant at the monitoring group Verite, checks if a worker is wearing chain mail gloves while operating a fabric cutter at a textile factory in Yuhang in Zhejiang province, China, Aug. 2, 2013. While some audits at overseas factories are performed in depth, retailers often choose “check the box” inspections that fail to uncover substandard conditions and outright fraud. (© Jonathan Browning/The New York Times)
Um exame minucioso feito pelo New York Times revela como o sistema de inspeção feito para proteger os operários e garantir a qualidade da fabricação é cheio de falhas. As inspeções frequentemente são tão superficiais que elas omitem as salvaguardas mais fundamentais do local de trabalho como saídas de incêndio.
E mesmo quando os inspetores são rígidos, os gerentes das fábricas encontram maneiras de enganá-los e esconder violações sérias, como o trabalho infantil ou portas de emergências trancadas. Condições perigosas citadas nas auditorias frequentemente levam meses para serem corrigidas, muitas vezes com pouca aplicação da lei ou acompanhamento para garantir a conformidade.
Dara O'Rourke, especialista da cadeia global de fornecimento da Universidade da Califórnia, Berkeley, disse que pouco tinha melhorado em 20 anos de monitoramento de fábricas, especialmente com o maior uso de inspeções 'marque a caixinha' mais baratas em milhares de fábricas. 'Os auditores recebem maior pressão por velocidade, e eles não são capazes de acompanhar o que realmente está acontecendo na indústria têxtil', declarou. 'Vemos fábricas e marcas passando nas auditorias porém falhando com os trabalhadores das fábricas'.
Ainda assim, grandes empresas como o Walmart, a Apple, a Gap e a Nike recorrem ao monitoramento não apenas para verificar se a produção não está atrasada e com qualidade adequada, mas também para projetar uma imagem corporativa que visa garantir aos consumidores que elas não usam fábricas exploradoras como na obra de Dickens. Além disso, as empresas ocidentais dependem das inspeções para descobrir condições de risco no trabalho, como más instalações elétricas ou escadas bloqueadas, que expuseram algumas corporações a acusações de irresponsabilidade e exploração após desastres em fábricas que mataram centenas de trabalhadores.
O desabamento da Fábrica Rana Plaza em Bangladesh, que matou 1129 trabalhadores em abril, intensificou a investigação internacional do monitoramento das fábricas, e pressionou os maiores varejistas a assinar acordos para endurecer os padrões das inspeções e para melhorar as medidas de segurança.
Enquanto muitos grupos consideram os acordos um avanço significante, alguns auditores de longa data e grupos de trabalho externam ceticismo de que sistemas de inspeção sozinhos possam garantir um ambiente de trabalho seguro. Afinal, dizem, o número de auditorias nas fábricas de Bangladesh tem aumentado constantemente já que o país se tornou um dos maiores exportadores de vestuário do mundo, e mesmo assim, 1800 trabalhadores morreram em acidentes no ambiente de trabalho nos últimos 10 anos.
'Fazemos auditorias nas fábricas de Bangladesh há 20 anos, e eu me pergunto, 'Por que essas coisas não estão mudando? Por que as coisas não estão melhorando?'' perguntou Rachelle Jackson, a diretora de sustentabilidade e inovação da Arche Advisors, um grupo de monitoramento sediado na Califórnia.

Empresas de monitoramento de fábricas estabeleceram um negócio florescente nas duas décadas desde que a Gap, a Nike, o Walmart e outras empresas manchadas pelas revelações de que as suas fábricas internacionais empregavam trabalhadores menores e se envolviam em outras práticas abusivas no ambiente de trabalho.
A cada ano, essas empresas de monitoramento avaliam mais de 50.000 fábricas no mundo inteiro que empregam milhões de trabalhadores. Só o Walmart encomendou mais de 11.500 inspeções no ano passado. Impulsionado pela demanda elevada de monitoramento, o preço das ações de três das maiores empresas de monitoramento de capital aberto, a SGS, a Intertek e o Bureau Veritas, subiu cerca de 50 por cento comparando-se a dois anos atrás.
As inspeções têm uma importância enorme para os proprietários das fábricas, que podem ganhar ou perder milhões de dólares em encomendas dependendo de suas classificações. Com tanto em jogo, consta que os gerentes das fábricas já tentaram enganar ou trapacear os auditores. Ofertas de suborno não são inéditas. Frequentemente, notificado com antecedência sobre a visita de um inspetor, os gerentes das fábricas destrancam as portas de saída de emergência, desbloqueiam escadas obstruídas ou pedem aos trabalhadores menores para não irem trabalhar naquela semana.
Greg Gardner, o presidente e diretor executivo da Arche Advisors, disse que os varejistas ocidentais e as marcas frequentemente buscam diferentes níveis de auditorias. Alguns, como a Levi's e a Patagonia, querem auditorias rigorosas – e caras, enquanto outros preferem auditorias limitadas e não dispendiosas que não prejudiquem os relacionamentos com os fornecedores preferidos.
Auret van Heerden, presidente e diretor executivo da Associação de Trabalho Justo, um grupo sem fins lucrativos que a Apple utiliza para monitorar as suas fábricas Foxconn na China, declarou que muitas das inspeções são demasiadamente corridas.
'Muitos estão fazendo uma fábrica por dia, e muitos auditores, mais de uma fábrica por dia', disse. 'Estão no avião e vão para uma nova cidade no dia seguinte. Eles não têm muito tempo para pensar no assunto ou desenvolvê-lo'.
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Americano cria copo que detecta presença de "Boa noite, Cinderela"

Inovação

Ainda em fase de desenvolvimento, os produtos, que além de copos incluem canudos, mudam de cor caso alguma substância seja adicionada à bebida

Alerta: listras vermelhas aparecem no copo caso alguma droga seja adicionada à bebida
Alerta: listras vermelhas aparecem no copo caso alguma droga seja adicionada à bebida (Divulgação)
Uma ideia financiada por meio do crowdfunding (financiamento coletivo) pode ajudar a evitar casos do conhecido golpe "Boa noite, Cinderela": copos e canudos que mudam de cor quando detectam a presença de drogas na bebida. Esse tipo de crime consiste em drogar a vítima sem que ela perceba, adicionando alguma substância entorpecente em sua bebida, deixando-a vulnerável a roubos ou violência sexual.
Em 2010, Mike Abramson, que hoje é o fundador da DrinkSavvy ("beba com consciência" em tradução livre), empresa que está desenvolvendo os produtos, ficou desacordado após tomar seu primeiro drinque em uma festa de aniversário. Ele despertou sem se lembrar do ocorrido e, felizmente, sem nenhum ferimento. Sua suspeita é ter sofrido uma tentativa de roubo ou ter consumindo uma bebida destinada a outra pessoa.
As "rapes drugs" (drogas de estupro, em tradução livre), nome dado a drogas anestésicas ou sedativas utilizadas para dopar pessoas para depois estuprá-las ou roubá-las, não apresentam cor, sabor ou cheiro, sendo muito difíceis de detectar pelas vítimas. Por essa razão, Abramson teve a ideia de unir as substâncias capazes de acusar a presença dessas drogas com os próprios recipientes em que elas são colocadas. O projeto está sendo desenvolvido por ele, em parceria com John MacDonald, que tinha sido seu professor de química no Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos.
Em menos de dois meses de campanha no site IndieGogo, especializado neste tipo de financiamento, o DrinkSavvy ultrapassou os 50.000 dólares da meta de arrecadação, totalizando 52.089 dólares.
Os primeiros produtos serão enviados para as pessoas que contribuíram com a arrecadação no final de novembro. Serão produzidos no momento canudos, mexedores de bebida e copos de plástico, mas a empresa pretende avançar para copos de vidro, garrafas e latas no futuro. Os produtos detectam os três tipos de rape drugs mais comuns: GHB (ácido gama-hidroxibutírico), cetamina e flunitrazepam.

Células embrionárias serão testadas em humanos pela primeira vez no Brasil

Células-tronco

Um tratamento para cegueira em idosos, parceria entre Unifesp e Universidade do Sul da Califórnia, deve ser testado no país no próximo ano

Teste clínico: no próximo ano, quinze pacientes selecionados pela Unifesp devem receber o tratamento experimental
Teste clínico: no próximo ano, quinze pacientes selecionados pela Unifesp devem receber o tratamento experimental(Thinkstock)
O Brasil deve iniciar em breve seus primeiros testes com células-tronco embrionárias, segundo revelou o jornal Folha de S. Paulo, nesta quarta-feira. O projeto, uma parceria entre a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, vai avaliar a segurança da terapia com células-tronco em pacientes com degeneração macular relacionada à idade, a principal causa de cegueira em idosos.
A doença ocorre quando “restos celulares”, subprodutos das células, deixam de ser eliminados corretamente e vão se acumulando sobre a mácula, região localizada no centro da retina, que contém células fotorreceptoras e é responsável pela percepção dos detalhes. Os pesquisadores descobriram que as células-tronco embrionárias, que são capazes de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo, podem assumir com facilidade o papel das células do epitélio pigmentar, que é a região colada à retina responsável por eliminar esses “restos” de células.
Cooperação – A técnica poderá ser testada no país graças ao oftalmologista brasileiro Rodrigo Brant, da Unifesp, integrante do estudo feito na Califórnia que desenvolveu a terapia, além de um acordo entre o estado americano e o CNPq, órgão brasileiro de financiamento de pesquisas. Não serão utilizados, porém, células obtidas a partir de embriões descartados no Brasil.
A Unifest deverá recrutar 15 pacientes e submetê-los, no próximo ano, a um procedimento cirúrgico para a colocação dessas células no olho, com objetivo de avaliar a segurança do tratamento. Alguns testes com essas células já foram realizados nos Estados Unidos e, segundo Brant, estudos com animais feitos no Brasil apresentaram resultados animadores.
Detalhes do projeto serão anunciados em uma reunião da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), que tem início nesta quarta-feira, na cidade de Caxambu, Minas Gerais.

PF prende 17 em ação contra fraude em prefeituras

Operação Miquéias

Carros de luxo e uma lancha foram apreendidos com os detidos; esquema teria desviado 300 milhões de reais em um ano e meio

Polícia Federal apreende iate durante Operação Miquéias, contra criminosos que desviaram R$300 milhões de previdências municipais em 15 cidades do Brasil
Polícia Federal apreende iate durante Operação Miquéias, contra criminosos que desviaram R$300 milhões de previdências municipais em 15 cidades do Brasil (Divulgação/PF)
A Polícia Federal (PF) prendeu, até o momento, dezessete pessoas envolvidas com desvio de recursos de entidades previdenciárias públicas e lavagem de dinheiro dentro da Operação Miquéias, deflagrada na manhã desta quinta-feira. Segundo o balanço parcial divulgado pela PF, também foram apreendidos quinze carros – entre eles uma Ferrari e um Lamborghini –, uma moto e uma lancha. Quatorze pessoas foram presas no Distrito Federal, duas no Rio de Janeiro, e uma em Goiás. Dez mandados de prisão preventiva ou temporária ainda restam ser cumpridos.  
Os detidos devem responder por crimes de gestão fraudulenta, operação desautorizada no mercado de valores mobiliários, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica. 
Esquema –A operação tem o objetivo  de desarticular duas organizações criminosas: uma de lavagem de dinheiro e outra de má gestão de recursos em entidades previdenciárias de quinze prefeituras no país. São elas: Manaus, Ponta Porã (MS), 
Porto Murtinho (MS), Queimados (RJ), Formosa (GO), Caldas Novas (GO), Cristalina (GO), Águas Lindas de Goiás (GO), Itaberaí (GO), Pires do Rio (GO), Montividiu (GO), Jaru (RO), Barreirinhas (MA), Bom Jesus das Selvas (MA) e Santa Luzia (MA).
Iniciada há dezoito meses, a investigação concluiu que prefeitos e gestores de regimes próprios de Previdência Social eram aliciados por lobistas para aplicarem verbas em fundos de investimento administrados pela própria quadrilha. Esses fundos eram constituídos por papeis podres de empresas à beira da falência. Os servidores públicos recebiam uma renumeração sobre o valor investido nos títulos pouco atrativos. Daí configurava-se o golpe de desvio de dinheiro público.
A PF também descobriu que os criminosos usavam contas bancárias de empresas de fachada, abertas em nome de laranjas, para lavar os recursos obtidos. Os valores circulavam pelas contas até serem sacados em espécie. No período de dezoito meses, os investigadores concluíram que a quadrilha movimentou 300 milhões de reais. Dessa quantia, 50 milhões vinham dos cofres das previdências municipais, segundo informações da Agência Brasil.
As falsas empresas eram constantemente trocadas para não chamar a atenção da fiscalização. Ao todo, foram utilizadas mais de sessenta empresas de fachada e laranjas para realizarem a lavagem de dinheiro. A quadrilha também contava com a “proteção” de policiais civis do Distrito Federal. 
Trezentos policiais participaram da operação, que teve apoio do Ministério da Previdência Social e da Comissão de Valores Mobiliários. No total, a PF cumpre 102 mandados judiciais no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Amazonas e Rondônia.

Eddie Vedder




Eddie Vedder - Last Kiss, Elderly Woman... (acoustic) live at Bridge Sch...





Alimentos parecidos com órgãos do corpo

 Por Melissa Setubal, www.personare.com.br

Formato das comidas dá pistas sobre seus benefícios


Formato das comidas dá pistas sobre seus benefícios - 1 (© Personare)
Você já notou que alguns alimentos possuem um formato parecido com certos órgãos do corpo humano, como a noz e o cérebro, por exemplo? Existe uma sabedoria por trás dessa lógica, que pode nos ajudar a simplificar o jeito de comer mais saudável. A Medicina Tradicional Chinesa explica que essa "coincidência" faz todo sentido, e algumas pesquisas científicas atuais têm comprovado o que já havia sido observado há milênios.

Confira alguns alimentos e seus benefícios para nosso organismo, de acordo com seu formato.

Nozes e cérebro

Esta é a comparação mais comum e faz todo sentido. Nosso cérebro é composto de cerca de 70% de gordura. Não é a toa que a noz, um dos alimentos mais ricos em gorduras monossaturadas e Ômega, é uma excelente opção para nutrir esse órgão do corpo. Além disso, ela também é rica em nutrientes essenciais para o bom funcionamento dos neurônios, nervos e músculos, como tiamina, vitamina E e magnésio.

Feijão e rins


Formato das comidas dá pistas sobre seus benefícios - 1 (© Personare)

É só se lembrar da ilustração do livro de ciências do ensino fundamental, que você logo verá a semelhança. Nos rins estão localizadas as glândulas suprarrenais, que produzem diversos hormônios e neurotransmissores, inclusive a adrenalina e o cortisol, responsáveis diretos pelos nossos mecanismos de sobrevivência. Exatamente pela mesma razão que a Medicina Tradicional Chinesa diz que nos rins residem nossa energia vital, o chi. Os feijões são fontes leves de proteínas, que acalmam nossas suprarrenais superestimuladas pelo estresse da vida moderna, e ajudam a regular a pressão arterial, por serem ótimas fontes de magnésio e potássio.

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Batata-doce e pâncreas 

O pâncreas é responsável, entre outras coisas, pela produção de insulina - hormônio que converte a glicose ingerida nos alimentos em energia para o corpo funcionar. A batata-doce, além de ser uma raiz rica em carboidratos, é também muito rica em fibras, o que significa que é uma ótima fonte de energia estável, mantém os hormônios e o apetite mais calmos, e ainda ajuda a controlar os níveis de glicose e insulina do sangue.

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Aipo e ossos 

Esse vegetal longo e comprido, bem similar à estrutura dos ossos dos nossos membros, também é conhecido como salsão. Muitos de nós pensamos apenas em cálcio para oferecer uma boa saúde dos ossos. No entanto, o aipo é uma excelente fonte de sílica, mineral responsável por deixar os ossos mais fortes e resistentes.

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Abacate e útero 

Não é possível ter hormônios equilibrados e um sistema reprodutivo saudável sem boas fontes de gordura. E o abacate, justamente por ser uma maravilhosa fonte desse nutriente essencial, mantém os níveis de estrogênio controlados, ajuda na perda de peso após a gestação, e ainda previne o câncer nos órgãos femininos. Além disso, a fruta é rica em folato, nutriente importantíssimo para um colo do útero e uma gestação saudáveis. Uma curiosidade: o abacate leva 9 meses para amadurecer, desde a sua floração, o mesmo tempo da gestação humana.