terça-feira 27 2013

A Letter From Fred - "Oh Sweet Lorraine" An Amazing Song Written by 96 y...



...

Décadas de som amor como esta: 'Oh Sweet Lorraine " (A Letter From Fred - "Oh Sweet Lorraine" An Amazing Song Writt...)



(CNN) - Fred Stobaugh de Peoria, Illinois, escreveu duas canções em seus 96 anos. Um deles era sobre Branson, Missouri. A outra é sobre o seu infinito amor por sua esposa, Lorraine.
Green Shoe Studio Peoria Stobaugh introduzido ao mundo em um blog a partir de junho. Ele descreve como o estúdio recebeu um envelope contendo uma carta manuscrita e uma página da letra de uma canção intitulada "Oh Sweet Lorraine" dele como uma entrada em seu concurso de cantor / compositor online.
A carta descreve como a esposa de Stobaugh faleceu em abril, encerrando sua quase 75 anos de romance, e suas razões para escrever a canção.
Membros do estúdio ficaram tão comovidos com a história e música, eles decidiram reunir-se Stobaugh. Eles também decidiram gravar profissionalmente a música e fazer um pequeno documentário sobre o assunto. O estúdio colocou o documentário no YouTube em julho e em sua página do Facebook , onde foi notada por fãs e amigos, mas passou despercebido até recentemente.
Nos últimos dias, tem sido destaque em jornal britânico Daily Mail e na televisão australiana. Ele também fez a primeira página da plataforma de compartilhamento social reddit .
Verde Shoe estúdio não respondeu imediatamente a uma mensagem pedindo comentários.
O vídeo apresenta fotos antigas da família de Fred e Lorena, assim como a letra. Mas ele é definitivamente a estrela do show.
"Ela era a garota mais bonita que eu já vi .... eu caí no amor com ela ali mesmo", diz ele no vídeo.
"Depois que ela faleceu, eu estava sentado na sala da frente uma noite sozinha, e ele só veio direito a mim quase. Eu só ficava cantarolando e cantando. Ele só encaixar ela", diz Stobaugh.
Perto do final, o público começa a sentar-se com ele enquanto ele ouve a versão gravada da canção pela primeira vez. Ele enxuga as lágrimas, e seus olhos parecem fixos em um lugar distante.Finalmente, ele responde calmamente: "É maravilhoso. Simplesmente maravilhoso".
"Wonderful" também é a resposta a história está ficando de audiências online.
"Se você estiver indo para assistir a este", Frank M. postado no YouTube, "ter um lenço à mão."
Reddit usuário sad_little_turtle compartilhou: "Meu avô faleceu no início deste ano, depois de passar mais de 60 anos com ele, ouvi minha avó uma noite conversando com sua imagem, 'Oh John, por que não pode me levar com você? É tão solitário aqui sem você e eu aposto que onde quer que você é, é muito melhor do que este lugar solitário. " Tão triste como essas histórias / momentos são eles fazem-me desejar que eu tenho a oportunidade de partilhar uma vida inteira com alguém especial. "

Casado cerca de 66 anos, Ohio casal morre no mesmo dia

Por Allie Malloy, CNN
atualizados 8:59 EDT, ter 27 agosto de 2013
(CNN) - Eles se conheceram na escola primária, começou um romance durante a II Guerra Mundial, e não muito tempo depois se casou. Eles tinham uma devoção ao longo da vida um do outro como marido e mulher, que durou cerca de 66 anos - e um dia no início deste mês morreram, apenas 11 horas de intervalo.
Seus filhos chamam de seu "ato final de amor."
Harold Knapke, 91, e sua esposa, Ruth, 89, morreu 11 de agosto, no Centro de Saúde do lar de idosos na Rússia Versailles, Ohio, porta-voz da Teresa Pohlmon disse.
Os filhos disseram que foram nove dias antes de seu aniversário de casamento 66.
"É consolar-nos que eles foram juntos", disse sua filha, Margaret Knapke. "Por um lado é difícil de perder ambos os pais de uma vez quando você não vê-lo chegando ... mas é muito consolador que eles tem que ir junto."
De acordo com Margaret, a saúde de seu pai vinha se deteriorando mais rapidamente do que a de sua mãe por cerca de um ano.
"Gostaríamos de perguntar: 'Por que ele ainda está aqui?'", Disse Margaret. "E a resposta foi que ele estava aqui para a mamãe."
"Ele a amava muito caro. Ele era extremamente leal. Ele queria estar aqui com ela", acrescentou. "Ele iria dormir o dia todo até o final, mas quando ele acordar, a primeira coisa que ele pedir é:" Onde está sua mãe? Como está sua mãe? "
Margaret disse Ruth contraiu uma infecção rara, pouco antes de sua morte, e estava claro que ela não ia se recuperar. Quando Margaret e seus irmãos disseram que seu pai a notícia, ela lembrou, ele tomou com calma, mas eles viram um "shift" nele.
Poucos dias mais tarde, Margaret e uma de suas irmãs percebeu que seu pai parecia estar muito doente, disse ela.
"Minha irmã disse: 'É quase como se ele estivesse tentando pegar a mamãe."
Três dias depois, Harold morreu, às 7h30
"Acho que ele percebeu o que estava acontecendo e queria abrir o caminho para ela," o filho do casal, Ted Knapke, disse.
Depois que o pai morreu, os filhos Knapke cercado sua mãe - que não estava lúcido - e disse-lhe: "Papai está lá em cima esperando Eles pegaram o jogo de cartas indo e é hora que você tem lá em cima Não fique por perto para nós.. ", disse Ted Knapke.
Ruth Knapke morreu naquela noite, às 6:30
"Eu acho que, certamente, quando duas pessoas estão perto de 66 anos a se tornar muito em sincronia mentalmente. Portanto, independentemente de seu estado Acho que eles perceberam que estava na hora", disse Ted Knapke.
Ruth e Harold Knapke se conheceram quando eram estudantes na mesma escola primária em Ohio, mas foram separados quando a família de Harold mudou-se várias cidades de distância, de acordo com Carol Romie, outra filha do Knapkes.
"Meu pai era um ano à frente da mamãe e eu me lembro mãe nos dizia: 'Eu tinha uma queda por seu pai, quando eu estava na terceira série," Margaret Knapke disse.
Não foi até Harold estava servindo na Segunda Guerra Mundial e estacionados na Alemanha que seu relacionamento começou. Ruth brother-in-law Steve, que também servia, ouviu que Harold era do mesmo município em Ohio como Ruth e sugeriu que Harold escrever para ela.
O relacionamento deles cresceu a partir daí, de acordo com a sua filha Gina Reindl.
"Minha mãe sabia quem ele era imediatamente", disse Margaret Knapke de reação de sua mãe ao pé da letra. Os dois continuaram a escrever uns aos outros até que Harold voltou da guerra, em 1945.
O casal se casou dois anos depois, em 20 de agosto de 1947, e teve seis filhos juntos: Carol, Pat, Margaret, Ginny, Ted e Tim.Harold trabalhou no sistema escolar Recuperação Forte de Ohio como um diretor, professor e treinador e Ruth tornou-se uma secretária da escola.
"Eu acho que para mim, a parte mais importante da história foi sua dedicação ao outro - direito leal até o fim", disse Romie. "Apoio e protetores uns dos outros, e essa era a parte bonita. Eles trabalharam por ter sido casado por 65 anos. Isso não aconteceu por acaso. Entraram com a idéia de que isso era para sempre, e ele foi. Eles fizeram isso dessa maneira. "
Os dois foram sepultados juntos em um funeral conjunto.
"Mamãe e papai eram pessoas comuns", disse Reindl. "Eu acho que se as pessoas podem aprender com a nossa história é que não há amor que dura, e isso é uma coisa boa."

http://www.cnn.com/2013/08/26/us/ohio-elderly-couple-dies/index.html?sr=sharebar_facebook

Ganho de massa muscular – qual a melhor dieta?



Thinkstock
Aumentar músculos e perder gordura. Quem não quer? Para atingir esse objetivo é necessário conciliar a alimentação correta e atividade física devidamente orientada. O papel do exercício será de estimular as fibras musculares, resultando no aumento da massa muscular (hipertrofia).
O corpo precisa da presença equilibrada de alguns nutrientes para funcionar bem. Ele necessita de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais, fibras e água. As proteínas, como indica a origem grega do nome, são os alimentos “de primeira importância”. São compostas por aminoácidos, que funcionam como “tijolinhos” que constroem tecidos (músculo, órgãos, pele, cabelo, unha), além de enzimas, hormônios e secreções. Como a proteína tem esse papel construtor, é comum encontrarmos pessoas que exageram na ingestão de proteínas, acreditando que esse aumento do consumo resultará na hipertrofia muscular.
O que é importante saber é que o corpo aproveitará até certo ponto a proteína ingerida e a partir de certo momento esse excedente será transformado em gordura ou açúcar no organismo. O excesso do consumo proteico pode implicar na sobrecarga do organismo, especialmente para as funções dos rins e fígado.
O consumo de carboidratos é fundamental. Se não os consumirmos adequadamente, o organismo começará a quebrar a proteína armazenada nos músculos para obter energia, ou seja, não é um bom negócio. Assim, os carboidratos ajudam a preservar as proteínas que formam parte da massa muscular. As proteínas também são fontes de energia, são equivalentes aos carboidratos e fornecem quatro calorias em 1 grama. Mas, são consideradas mais caras, é uma energia de “luxo”. Para ilustrar, é como utilizar um sabonete delicado de rosto para lavar o chão.
O que você precisa saber para aumentar a massa muscular:
1- Sempre faça um lanche antes do exercício. Isso ajudará não somente a garantir a energia necessária para a atividade física, como também o estoque de energia armazenado no músculo (glicogênio muscular) para a prática da atividade.
Sugestões: carboidratos de fácil digestão como pães (sem recheios), bolos simples (sem cobertura e recheio), torradas, biscoitos salgados, sucos de frutas, frutas sem casca e água de coco.
2- Devem compor o cardápio: frutas e vegetais (verduras e legumes) que também são fontes de carboidratos, além de oferecer o mineral potássio que é perdido na atividade física.
3- Após o treino, o recomendado é consumir em até 1 hora uma refeição que tenha carboidrato (pão, massa, cereais, raízes, batata) e proteínas (clara de ovo, frango, peixe, carne vermelha magra, leguminosas, iogurte). Essa combinação ajudará a dar o suporte necessário ao organismo para repor a energia gasta no exercício, recuperar o armazenamento do glicogênio (reserva de energia muscular), repor proteína utilizada na execução do exercício, fornecendo a proteína que é essencial para o ganho da massa muscular.
4- É importante lembrar que os alimentos proteicos devem fazer parte da alimentação diária, e não somente nos dias de treino.
- Proteínas de alto valor nutricional (apresentam todos os aminoácidos essenciais em quantidades adequadas ao crescimento e manutenção da saúde humana), de origem animal: clara de ovo, iogurte, leite, queijos, carnes magras, aves, peixes.
- Proteínas com valor nutricional menor, mas também importantes: leguminosas (soja, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico).
5- Evitar o consumo de lanches, pois esses são menos densos em nutrientes comparados com refeições completas.
6-  Deve-se evitar pular refeições e priorizar a alimentação a cada 3 horas para não acelerar a perda da massa muscular.
7- Caso o tempo de exercício ultrapasse 1 hora, é importante o consumo de carboidratos (bebida isotônica, carboidrato em pó diluído em água ou gel de carboidrato), para assim contribuir com a reserva do glicogênio muscular e açúcar no sangue (glicemia).
8- A alimentação do dia seguinte ao treino também deverá ser equilibrada, para favorecer a manutenção da massa muscular adquirida.
9- A hidratação deverá ser prioritária, o exercício favorece perdas importantes de água e sais minerais pelo suor, e a reposição torna-se fundamental para evitar a desidratação do organismo. Os músculos são constituídos também por água.
10- A ingestão adequada de proteínas pode ser facilmente conseguida com o aumento do valor energético da dieta dos praticantes de atividade física, já que muitas fontes de carboidratos também fornecem boas quantidades de proteínas. Desta forma, para a maioria dos indivíduos a ingestão de proteína adicional não é necessária.
11- Quanto à suplementação proteica, é fundamental buscar a opinião de um médico especializado e/ou um nutricionista para avaliar a real necessidade, e a partir daí estabelecer o produto mais indicado, bem como a quantidade e horários para o consumo.

EUA apostam em 'senso comum' para justificar ação na Síria

Por BBC, BBC Brasil



Em meio a debates sobre uma ação americana contra a Síria, alguns congressistas dos EUA querem ter o mesmo direito concedido a parlamentares britânicos - o de votar se o país deve ou não promover uma ofensiva militar em resposta ao suposto uso de armas químicas contra civis sírios.
A possibilidade de um ataque ganhou força nesta terça-feira, quando o secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, afirmou à BBC que as Forças Armadas americanas estão prontas para um ataque à Síria caso a ordem para o início da operação militar seja dada pelo presidente Barack Obama.
O congressista republicano Justin Amash tuitou que o gabinete presidencial só pode passar por cima do Congresso e ir à guerra no caso de uma emergência nacional - ainda que isso já tenha sido feito antes.
É possível que Obama não tivesse dificuldades em conseguir autorização para uma ação militar, mas talvez a imprensa seja o único fórum em que uma eventual decisão seja debatida.
O secretário de Estado, John Kerry, e o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, lançaram ambos o mesmo argumento: de que o 'senso comum' indica ao mundo que houve um ataque com armas químicas na Síria, perpetrado pelo presidente sírio, Bashar al-Assad.
'Circunstancial'
'O aparente número de vítimas, os supostos sintomas dos que foram mortos ou feridos, os relatos em primeira mão de organizações humanitárias em campo, como os Médicos Sem Fronteiras e a Comissão de Direitos Humanos da Síria - todos indicam fortemente que tudo o que essas imagens já nos dizem é verdadeiro: que armas químicas foram usadas na Síria', declarou Kerry.
'Além disso, sabemos que o regime sírio guarda essas armas químicas. Sabemos que eles têm a capacidade (de lançá-las) com foguetes', prosseguiu o secretário de Estado. 'Sabemos que o regime está determinado a varrer a oposição dos locais onde os ataques ocorreram.'
Tudo isso é circunstancial e joga um grande peso sobre o 'senso comum'. Ainda há questionamentos quanto à força das provas necessária para que uma resposta militar seja adotada.
Kerry está correto em pensar que muitos americanos compartilharão da mesma opinião que ele ao assistir às imagens televisivas das supostas vítimas dos ataques químicos.
Alguns, entretanto, exigirão provas mais contundentes do episódio, sobretudo levando em consideração que dados falhos de inteligência foram usados como justificativa para a Guerra do Iraque.
Obama liberou um relatório de inteligência para divulgação nos próximos dias, com uma análise mais detalhada do caso.
Congressistas americanos e parlamentares britânicos aguardam respostas mais contundentes - e o público aguarda um alto nível de escrutínio.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

EUA dizem que Síria ofereceu "tarde de mais" acesso a local de ataque

 Por Reuters, Reuters



Por Mark Felsenthal e Susan Cornwell
WASHINGTON, 25 Ago (Reuters) - Uma resposta militar dos EUA a supostos ataques com armas químicas na Síria parecia mais provável neste domingo depois de Washington ter desprezado a oferta do governo sírio de permitir a inspeção da ONU nas áreas afetadas, dizendo que ela veio "tarde demais para ter credibilidade."
Um alto funcionário do governo dos EUA disse que não havia dúvidas de que o governo sírio havia usado armas químicas contra civis nos subúrbios de Damasco na semana passada e que o presidente Barack Obama estava avaliando como responder.
Um ano atrás, Obama disse que o uso de armas químicas na guerra na Síria seria uma "linha vermelha" para os Estados Unidos. No entanto, Obama tem se mostrado relutante em intervir na Síria, e funcionários EUA ressaltam que ele ainda tem que tomar uma decisão sobre como responder.
Parlamentares norte-americanos de ambos os partidos pediram uma resposta militar limitada, com mísseis de cruzeiro, por exemplo. Um democrata sênior, o senador Jack Reed, advertiu que qualquer movimento realizado por Washington não deve ser unilateral.
O senador Bob Corker, o principal republicano no Comitê de Relações Exteriores, disse que havia discutido o assunto com o governo na semana passada e acredita que Obama pedirá ao Congresso autorização para a intervenção uma vez que os parlamentares voltem do recesso em 9 de setembro.
"Eu acho que nós vamos responder de forma cirúrgica e espero que o presidente, assim que voltarmos para Washington, peça autorização do Congresso para fazer algo de uma forma muito cirúrgica e proporcional", disse a ele à rede Fox News.
Os americanos se opõem fortemente à intervenção dos EUA na guerra civil da Síria e acreditam que Washington deve ficar fora do conflito, mesmo que sejam verdadeiros os relatos de que o governo do presidente sírio Bashar al-Assad usou armas químicas, segundo mostrou uma pesquisa Reuters/Ipsos.
Cerca de 60 por cento dos entrevistados na pesquisa disseram que os Estados Unidos não devem intervir, ou seja, Obama teria que fazer uma defesa convincente para o público americano em relação a qualquer ação que ele decidisse realizar.
A Rússia advertiu os Estados Unidos neste domingo, pedindo que não repetissem na Síria "erros do passado", dizendo que qualquer ação dos EUA não deve ignorar as Nações Unidas.
O Irã, um aliado chave de Assad, disse que Washington não deve cruzar uma "linha vermelha" ao atacar a Síria, enquanto que o ministro de Informações da Síria disse que qualquer ação militar dos EUA iria "criar uma bola de fogo."
OFERTA INADEQUADA
O Ministério das Relações Exteriores da Síria disse neste domingo que concordou em permitir que inspetores da ONU acessem locais nos subúrbios de Damasco onde os supostos ataques químicos teriam ocorrido na semana passada.
Um oficial sênior dos EUA deixou claro o movimento do governo sírio era inadequado, dizendo que se os sírios não tinham nada a esconder deveriam ter deixado os inspetores entrar há cinco dias, após o ataque ter sido relatado pela primeira vez.
"Neste momento, qualquer decisão tardia por parte do regime de Assad para conceder acesso à equipe da ONU seria considerada demasiado tardia para ser digna de crédito, inclusive porque a evidência disponível foi significativamente danificada como resultado de persistentes bombardeios e outras ações intencionais do regime nos últimos cinco dias", disse o funcionário.
"Com base no número relatado de vítimas, nos relatos de sintomas daqueles que foram mortos ou feridos, relatos de testemunhas e outros dados recolhidos por fontes abertas, pela inteligência dos EUA e por parceiros internacionais, há muito poucas dúvidas neste ponto de que uma arma química foi usada pelo regime sírio contra civis neste incidente", disse o oficial à Reuters.
"Continuamos a avaliar os fatos para que o presidente possa tomar uma decisão informada sobre como responder a este uso indiscriminado de armas químicas", disse o funcionário.
Andrew Tabler, especialista em Síria no Instituto Washington para a Política do Oriente Próximo, avaliou que Obama teria que fazer uma forte argumentação para justificar aos americanos qualquer intervenção.
"Ele (Obama) não preparou a opinião pública americana para as questões estratégicas que estão vindo da Síria", disse ele. "Eu acho que alguma coisa vai mudar quando ele fizer isso."
(Reportagem de Mark Felsenthal; reportagem adicional de Robert Rampton, Lesley Wroughton, David Morgan, Caren Bohan e David Brunnstrom)

Secretário de Defesa dos EUA diz que tropas estão prontas

Por BBC, BBC Brasil



Secretário de Defesa dos EUA diz que tropas estão prontas
""
Em entrevista à BBC, o secretário americano de Defesa, Chuck Hagel disse que as forças armadas dos Estados Unidos estão prontas para um ataque à Síria caso a ordem para o início da operação militar seja dada pelo presidente Barack Obama.
Hagel disse que o equipamento militar necessário a um ataque já está posicionado.
O secretário de Defesa reforçou as declarações do secretário de Estado, John Kerry, de que está cada vez mais claro que o governo sírio está por trás do ataque com armas químicas realizado na semana passada, mas acrescentou que os Estados Unidos vão aguardar até que os fatos sejam confirmados, com a conclusão dos trabalhos de inteligência.
Os EUA disseram que há provas 'irrefutáveis' de que houve um ataque químico no país.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, interrompeu suas férias e convocou extraordinariamente o parlamento, que se encontra em recesso, para uma reunião de emergência na quinta-feira para discutir uma possível resposta aos 'ataques químicos' ocorridos na Síria.
Um porta-voz do premiê britânico disse que a Grã-Bretanha está fazendo planos de contingência para uma ação militar na Síria.
Na segunda-feira, o chanceler britânico, William Hague, disse ser possível um ataque militar à Síria mesmo sem aprovação unânime do Conselho de Segurança da ONU.
O porta-voz da chancelaria russa, Alexander Lukashevich, pediu à comunidade internacional 'prudência' quanto à crise e respeito à lei internacional.
'Tentativas de desconsiderar o Conselho de Segurança mais uma vez criando desculpas artificiais sem embasamento para uma intervenção militar na região vão produzir mais sofrimento na Síria e consequências catastróficas para outros países do Oriente Médio e Norte da África', ele disse num comunicado.
A Rússia e a China reforçaram nesta terça-feira seus alertas contra uma intervenção militar na Síria, e Moscou disse que a ação teria consequências catastróficas para a região.
A declaração do governo russo foi feita horas antes do ministro do chanceler da Síria, Walid Muallem, ter negado com veemência que o governo sírio tenha usado armas químicas, causando a morte de centenas de civis, de acordo com denúncias feitas na semana passada.
Encontro
Na segunda, segundo assessores de Cameron, o premiê britânico conversou com o president russo, Vladimir Putin, que teria dito que não há provas de que a Síria usou armas químicas contra os rebeldes.
O governo sírio e os rebeldes acusaram-se mutuamente sobre os ataques da última quarta-feira.
A organização Médicos Sem Fronteiras disse que três hospitais em que opera em Damasco trataram cerca de 3,6 mil pacientes com sintomas neurotóxicos, dos quais 335 morreram.
Os EUA dizem que há 'pouca dúvida' de que o governo do presidente Bashar al-Assad conduziu o ataque.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.