quinta-feira 11 2016

Como esquecer um amor que não deu certo?



Estar apaixonado é uma maravilha, certo? Principalmente se o sentimento é correspondido, pois assim tudo fica bem e termina com uma música bonitinha, como naqueles filmes a que você assistia na adolescência. Tudo vai bem até o momento em que o filme passa a ser “Ele não está tão a fim de você”. Depois de um fim de namoro ou de uma desilusão amorosa antes mesmo de qualquer coisa começar, todo mundo parece ter uma receita infalível: é preciso esquecer.
Você sabe o que fazer nesses casos? Sabe esquecer? Será que tem como sofrer um pouco menos? A boa notícia é: tem. Então, se você está numa pior, sofrendo com seu coraçãozinho aos pedaços, antes de qualquer coisa, sorria. Sua avó estava certa: para tudo na vida há um jeito. O portal io9 ouviu a opinião de algumas pessoas com moral suficiente para falar de alguns casos de amores não correspondidos. Confira a seguir quais são as dicas dadas por quem entende do assunto.

A mágica do esquecimento

Fonte da imagem: Reprodução/PodPirralho
Você geralmente resolve tirar alguém do seu coração – ou da sua cabeça? – quando seus sentimentos não são correspondidos ou quando a pessoa, ainda que esteja ao seu lado, trata você não muito bem. É lógico que existem outros motivos, mas esses dois são os mais comuns. Nesses casos, você pode se questionar se é possível ter algum tipo de controle a respeito do sentimento que você quer esquecer.
É como o filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, no qual os personagens passam por um processo maluco de simplesmente deletar tudo relacionado à outra pessoa, como se nosso cérebro tivesse uma tecla mágica que, uma vez acionada, apagasse tudo e acabasse com o sofrimento. Se você já assistiu ao filme, é bem provável que já tenha sentido vontade de fazer o mesmo, não é?

Vício

Fonte da imagem: Reprodução/HealthMeup
Uma pesquisa em neurologia descobriu, recentemente, que qualquer um tem autonomia para escolher esquecer um amor. Uma das responsáveis pelo estudo, a antropóloga Helen Fisher, explicou que sua equipe analisou o comportamento cerebral de uma pessoa superapaixonada.
Eles descobriram que o amor intenso ativa uma área do cérebro chamada de núcleo accumbens, associada com recompensas e, consequentemente, com o prazer e até mesmo com o vício. Para se fazer uma comparação, é essa região do cérebro que é ativada quando alguém viciado em bebida sabe que irá beber em breve, por exemplo.
Levando em consideração esse fator viciante, Fisher recomenda que, se você quiser esquecer uma pessoa, deve tratá-la como o paciente que quer deixar um vício de lado e livrar-se de tudo o que possa fazer com que você se lembre do(a) ex, além, é claro, evitar ligar e vasculhar cada passo dele(a) no Facebook. É a mesma lógica do alcoolista que, se quer parar de beber, deve tirar a garrafa de vinho de perto.

Controlando pensamentos

Fonte da imagem: Reprodução/Ekapija
Essa é uma das coisas mais difíceis de fazer, mas não impossível. Quem falou a respeito disso foi o psicólogo da Universidade de Oklahoma, nos EUA, Robert Sternberg. De acordo com ele, se você não conseguir deixar de pensar na pessoa, deve se lembrar sempre dos maiores defeitos dela.
Você também precisa levar em consideração que um relacionamento só dá certo se as duas partes estiverem devidamente conectadas e quiserem isso. Se a pessoa com a qual você estava não quer mais ficar ao seu lado, esse é um direito dela, e provavelmente é o melhor a ser feito, já que não seria justo se apenas você estivesse de cabeça na relação, certo?
Você pode encontrar outra pessoa, já pensou nisso? Há muita gente por aí e talvez aquela que estava ao seu lado antes não seja a melhor. Porém, é preciso ficar sempre atento para não acabar apenas usando alguém para preencher o posto de quem não está mais com você. Pode ser também que essa pessoa nova seja passageira e você vai precisar reconhecer isso.
E lembre-se, sempre, de se manter ocupado, seja estudando, trabalhando, indo à academia ou fazendo qualquer coisa que não permita que seu cérebro fique ruminando os últimos acontecimentos. Isso ajuda bastante. Sempre tente alguma coisa nova, aleatória e criativa. Nada de ficar dando indiretazinhas em redes sociais – isso é feio.

Prevenção

Fonte da imagem: Reprodução/Iamchiq
O psiquiatra da Universidade de São Francisco, Thomas Lewis, afirma que o amor, assim como o álcool, faz parte de um processo que envolve intoxicação, fator que se confirmou em pesquisas de neuroimagem. Esses estudos observaram que, quando a pessoa está apaixonada, algumas áreas cerebrais ficam suprimidas: as responsáveis por julgamentos críticos e por emoções negativas. Aquela história de que “o amor é cego” talvez faça sentido, então.
Lewis acredita que futuramente teremos neurobloqueadores disponíveis, em forma de comprimidos, com a finalidade de impedir que nos apaixonemos e também de interromper a paixão. Segundo ele, é possível pensar nisso, já que já existem substâncias em fase de teste para inibir o desejo por álcool. Será que funcionaria?
A boa notícia para quem quer esquecer um amor é que todos os especialistas procurados afirmaram ao io9 que dificilmente são questionados a respeito de como fazer isso. Pelo contrário: parece que muita gente quer saber como manter a paixão por mais tempo. E aí está a boa novidade para você, que acabou de voltar para a ala dos solteiros: a paixão dura pouco. Portanto, em breve, é possível que você ache um absurdo ter sofrido tanto por causa daquela pessoa. O jeito é esperar um pouquinho e logo você estará livre desse sofrimento todo.
FONTE(S) 

4 características de personalidade que são difíceis de mudar



Todos nós temos imperfeições que nos definem tanto quanto os nossos pontos positivos, não é verdade? Por isso, a maior parte do crescimento humano não é só reconhecer essas falhas, mas fazer algum esforço para corrigi-las.
Entretanto, essa não é uma meta tão fácil de ser alcançada, pois muitas características de nossa personalidade são difíceis de controlar, sendo que, muitas vezes, nem nos damos conta de que algumas delas realmente são prejudiciais em nossa vida.
Por essa razão, é importante se observar a fim de constatar se algo está atrapalhando a sua evolução devido a essas características, seja no trabalho, na escola, em casa, na vida afetiva etc. A capacidade de reconhecer que a mudança pessoal é necessária é o primeiro passo para reverter esses estados. Confira abaixo quais os traços de personalidades que são mais difíceis de ser alterados, mas não impossíveis.

4 – Ser tímido

Com certeza, você conhece alguém que era muito tímido quando era mais novo e agora é bastante extrovertido ou vice-versa. É fato também que existe muita gente que mantém a timidez desde criança até quando se torna adulto. Essa característica pode realmente mudar com o tempo, mas depende de vários fatores, como ambiente no qual a pessoa vive, família, amigos, problemas etc.
Mesmo assim, quem vence a timidez pode se considerar um campeão. Isso porque esse é um traço difícil de mudar, porque a sua mente está constantemente lhe dizendo que é mais seguro se manter mais quieto, recluso, longe da multidão. Um estudo de 2010 identificou alguns aspectos da timidez:
  • Algumas pessoas nascem com uma inclinação para a timidez. Mas esse fator não é uma condenação eterna a desviar os olhos dos outros. Segundo o pesquisador do estudo, isso depende muito também da criação que a pessoa tem;
  • Mais timidez é adquirida através de experiências de vida;
  • Existe uma neurobiologia da timidez, sendo pelo menos três centros cerebrais que interpõem o medo e a ansiedade e que organizam a resposta de todo o corpo com o que reconhecemos como timidez;
  • A incidência de timidez varia entre os países. Israelenses parecem ser os menos tímidos habitantes do mundo. Um importante fator contribuinte são os estilos culturais de atribuir elogio e culpa para as crianças.

3 – Guardar rancor

Você é uma pessoa rancorosa e guarda ressentimento por alguém ou algo que aconteceu por anos a fio? Todo mundo sabe que isso só faz mal, podendo até afetar a sua saúde, e o melhor a fazer é deixar esse sentimento de lado. Com isso, você libera o seu cérebro para pensamentos mais positivos e produtivos, dedicando também a sua energia para o que lhe faz bem. Cada caso é um caso e sabemos que é fácil falar, mas na prática é mais difícil. No entanto, não custa tentar.
Um estudo de 2000 demonstrou que perdoar parece ser melhor para as pessoas do que guardar rancor, pelo menos em termos de efeitos negativos sobre o corpo. "Quando as pessoas pensam sobre os seus infratores de forma implacável, elas tendem a experimentar emoções negativas mais fortes e maiores respostas fisiológicas de estresse", disse a líder do estudo Charlotte vanOyen Witvliet ao WebMD.
A pesquisa demonstrou que, quando essas mesmas pessoas pensam de forma mais tolerante sobre quem lhe causou algum sofrimento, elas pareciam experimentar um sentimento mais positivo, maior controle percebido e menos stress.

2 – Mentir

Quem aí tem a síndrome do Pinóquio? Acho que todo mundo tem um pouco de mentiroso, não é verdade? A mentira está presente na vida de praticamente todas as pessoas do mundo, principalmente aquelas inverdades consideradas inofensivas utilizadas até mesmo sem que a gente se dê conta.
O grande problema é quando a mentira é prejudicial e provoca sofrimento a você e outras pessoas, mina a sua credibilidade, atrapalha os seus estudos, o seu trabalho e os seus relacionamentos. Aí é um caso sério, sendo necessário corrigir essa característica.
E você sabia que existem até horários do dia em que mentimos mais? De acordo com um estudo divulgado nessa semana, os pesquisadores da Universidade de Harvard e de Utah realizaram alguns experimentos sobre mentira, traição e até roubo que mostraram que essas ocorrências eram mais altas na parte da tarde.
Segundo eles, na parte da manhã estamos mais descansados e, por isso, mais honestos. A falta de descanso faz com que haja um declínio em nosso autocontrole e na capacidade de tomar decisões, tornando a mentira um caminho mais fácil.

1 – Se fazer de vítima

“Eu não tenho dinheiro, não tenho amor, não tenho casa, ninguém curte minhas postagens no Facebook ...” Quem nunca se pegou fazendo algum drama desse tipo? Antes de qualquer coisa, não estamos tirando o direito de ninguém reclamar da vida. Mas, se você tem saúde, comida, família e um teto para se abrigar, já é um bom começo.
A receita mais infalível para acabar com o sentimento prejudicial de se fazer de vítima o tempo todo é olhar a sua volta. Há pessoas que só desejam viver, vencer uma doença, ter algo para comer ou um lugar para morar. Pode parecer piegas, mas é a realidade.
A desvantagem para corrigir esta falha de personalidade é que, geralmente, as pessoas só percebem o que está acontecendo quando já estão no fundo do poço, que ela própria acaba criando. Compreender verdadeiramente a diferença entre essas perspectivas pode mudar sua vida, mesmo que leve anos de esforço.
http://www.megacurioso.com.br/comportamento/39833-4-caracteristicas-de-personalidade-que-sao-dificeis-de-mudar.htm?utm_source=SaibaMais&utm_medium=MegaCurioso

quarta-feira 10 2016

Lava Jato: STF nega liberdade a ex-deputado Argôlo

O ex-deputado Luiz Argôlo se calou diante da CPI da Petrobras
O ex-deputado Luiz Argôlo, preso em Curitiba(Vagner Rosario/VEJA)
Relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki negou na sexta-feira pedido de habeas corpus em que a defesa do ex-deputado Luiz Argôlo pedia a soltura do ex-parlamentar, condenado a 11 anos e 11 meses de prisão pelo juiz federal Sergio Moro. Argôlo está preso desde abril do ano passado. Segundo as investigações, o ex-deputado recebeu pelo menos 1,47 milhão de reais em dinheiro sujo no escândalo do petrolão. Em um dos casos, Argôlo recebeu 250.000 reais de uma só vez em propina do esquema de fraude em contratos e desvio de recursos de obras das Petrobras. Para os investigadores da Lava Jato, ele pode ser classificado "quase como sócio" de Alberto Youssef em negócios ilícitos. Foram mapeadas 78 visitas do ex-parlamentar aos escritórios de Youssef - pelo menos quarenta visitas (93 trechos aéreos) entre 2011 e 2014 pagas pela Câmara ao custo aproximado de 55.000 reais. Ele foi o terceiro político condenado por Moro nos processos relacionados ao propinoduto na estatal. (Da redação)

Moro decide que documentos da Suíça poderão ser usados em processo contra Odebrecht


Juiz deu razão ao MPF e manteve documentos referentes a offshores controladas pela empreiteira nos autos que investigam corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa


O JUIZ SERGIO FERNANDO MORO: seu mundo discreto começou a virar pelo avesso em 11 de julho de 2013, quando ele autorizou a polícia federal a fazer “escuta telefônica e telemática” contra um obscuro doleiro
Moro observou em seu despacho que a Odebrecht busca "ganhar tempo"(Laílson Santos/VEJA)
O juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato em Curitiba, decidiu hoje que as provas coletadas via acordo de cooperação com a Justiça suíça poderão ser utilizadas no processo que investiga pagamento de propinas pela Odebrecht no exterior. Os pagamentos foram feitos por meio de empresas offshore controladas pela empreiteira e se destinavam a diretores da Petrobras, que também usavam offshores para receber os valores. O ex-executivo da Odebrecht Márcio Faria, preso na 14ª fase da Lava Jato, pleiteava a retirada dos documentos referentes às contas e depósitos bancários do processo que investiga corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, enquanto o Ministério Público Federal defende o uso das provas.
Em seu despacho, o juiz federal questionou retoricamente se "há ou não decisão da Corte Suíça obstaculizando a utilização dos documentos?", respondendo negativamente em seguida. Sergio Moro ressalta que, apesar de reconhecer um erro procedimental do Ministério Público suíço, a "Corte suíça não proibiu as autoridades brasileiras de utilizar os documentos, nem solicitou a sua devolução. Pelo contrário, denegou expressamente pedido nesse sentido da Havinsur/Odebrecht". Segundo o juiz, "o erro procedimental não é suficiente para determinar a ilicitude da prova" porque ela não foi produzida por meio de "violação de direitos fundamentais do investigado ou do acusado".
Moro ainda observou que a Odebrecht busca, por meio de seus executivos e advogados, "apenas ganhar mais tempo", e restabeleceu o prazo para as alegações finais da defesa da empreiteira no processo, suspenso na terça-feira da semana passada. A partir de amanhã, a Odebrecht terá dez dias para tomar conhecimento da decisão de Moro e, depois da ciência, mais sete dias para apresentar sua defesa final a respeito das provas obtidas via Suíça.
Na semana passada, por considerar a questão "relativamente complexa", Moro havia suspendido o processo para que o MPF se manifestasse. A decisão do magistrado havia ocorrido após a Justiça suíça ter considerado "irregular" o procedimento de envio de provas obtidas no país europeu contra a Odebrecht à Procuradoria brasileira. Embora tenha apontado a falha, a corte suíça entendeu que o Brasil não tinha de devolver os documentos bancários enviados, conforme havia pedido a Odebrecht na intenção de anular as provas levantadas no exterior.
O recurso que motivou a decisão da Justiça suíça foi impetrado pela Hanvisur S/A, offshore por meio da qual a Odebrecht pagou, em março de 2010, 565.000 dólares à Milzart Overseas Holdings, sediada em Mônaco e controlada pelo ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque. Além de Duque, o MPF informou que receberam propina da empreiteira os ex-diretores de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, da área Internacional, Jorge Zelada e Nestor Cerveró, e o ex-gerente da Diretoria de Serviços, Pedro Barusco.

terça-feira 09 2016

Dez dicas para administrar o tempo segundo Leandro Karnal





Leandro Karnal é professor Doutor na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) , desde 1996. Graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS) e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Possui pós doutorados pela UNAM, México, e pelo CNRS de Paris. Sua formação cruza História Cultural, Antropologia e Filosofia. É autor de livros que tratam sobre a história dos países, como História dos Estados Unidos (Contexto, 2007) e sobre o ensino de História, como História na sala de aula – conceitos, práticas e propostas (Contexto, 2003) e Conversas com um jovem professor (Contexto, 2012). É membro do conselho editorial das principais publicações acadêmicas da área na UNICAMP (revistas Ideias, Cadernos Pagu e História Social) e da UNISINOS (revista História).




"ANDRÉ" É O ELO DA TRIPLO X COM O PETROLÃO

Brasil  11:55



André Luiz de Souza, que avalizou a compra das debêntures que financiaram o Solaris e o Altos do Butantã, foi o pivô da prisão de Marcelo Odebrecht.
Ele é o "André" citado em mensagens de Marcelo com executivos da Odebrecht que mencionam sobrepreço no contrato de operação de sondas da Petrobras.
Foi por causa dessas mensagens que Sérgio Moro mandou prender MO.
A PF achava que "André" era funcionário da empreiteira ou o banqueiro André Esteves, mas a Odebrecht confirmou à Folha, em matéria publicada no ano passado, que o "André" dos e-mails é André Luiz de Souza.
Além da Sscore, que atuou no FGTS, André é dono da Ask Capital, consultoria com atuação na área de petróleo e gás.
Eis o que disse a reportagem: "Essa consultoria, na versão da empreiteira, representava grandes empresas interessadas em se instalar num polo industrial na Bahia ao redor do estaleiro Enseada Paraguaçu, que pertence a Odebrecht, UTC e OAS."
Quando os e-mails foram escritos, em março de 2011, André ainda fazia parte do comitê de investimentos do FI-FGTS. Ele batalhava para liberar o dinheiro para o estaleiro, mas o negócio miou após a troca de diretoria promovida já no governo Dilma.

Esquema movimentou R$ 3 bilhões

Brasil  11:36


A Sscore Soluções foi alvo em 2012 de investigação da CGU sobre a compra de R$ 3 bilhões em títulos emitidos por incorporadoras imobiliárias, como a OAS.
A empresa que analisava as garantias oferecidas pelas empreiteiras pertence a André Luiz de Souza, ligado à CUT e ao PT. Souza foi o coordenador do projeto "Moradia" do Instituto da Cidadania, de Lula.
André Luiz de Souza chegou ao conselho curador do FGTS por indicação da CUT e participou da criação do FI-FGTS. São seus sócios na Sscore a ex-funcionária da Caixa Marcelina Marinho e Celso Petrucci, ligado ao Sindicato da Habitação de São Paulo.