sábado 25 2014

Will Smith homenageia seu 'tio Phill' em rede social

Televisão

Ator publicou uma mensagem em memória do ator James Avery, morto no último dia 31 de dezembro, com quem atuou na série 'Um Maluco no Pedaço'

James Avery
James Avery (Mark Mainz/Getty Images)
Will Smith prestou uma homenagem nesta segunda-feira ao ator James Avery, morto no último dia 31 de dezembro, aos 65 anos. A mensagem, publicada em seu perfil no Facebook, foi acompanhada por uma foto de parte do elenco de Um Maluco no Pedaço, série na qual os dois contracenaram entre 1990 e 1996. Segundo Smith, a imagem foi feita na última vez em que eles se encontraram.
“Uma das maiores lições sobre atuação, sobre a vida e sobre ser uma pessoa de respeito aprendi com James Avery”, escreveu o ator. Na sitcom, Avery fazia o papel de Phillip Banks, tio milionário de Smith. Tio Phill acolhia o sobrinho em sua mansão em Bel-Air, nos Estados Unidos, para que ele, criado em um bairro humilde na Filadélfia, pudesse ter uma vida digna. “Todo jovem precisa de um tio Phill. Descanse em paz”, completou Will Smith.
James Avery morreu enquanto tentava se recuperar de uma cirurgia no coração. Ao longo da carreira, além de Um Maluco no Pedaço, o ator fez participações em séries como CSI, Eu, a Patroa e as Crianças e That '70s Show. No cinema, emprestou sua voz à animação O Príncipe do Egito e a filmes como Dr. Dolittle 2.
Will Smith
Ator/Diretor · 58.293.229 curtidas

Some of my greatest lessons in Acting, Living and being a respectable human being came through James Avery. Every young man needs an Uncle
Phil. Rest in Peace

"This photo was the last time we were together"


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Phil. Rest in Peace
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Os ministros que ninguém viu

Veja.Com

Marcelo Crivella


Justiça seja feita. Marcelo Crivella tem cumprido exatamente a missão que o levou ao governo: garantir ao PRB, controlado pela Igreja Universal, uma fatia da Esplanada dos Ministérios. Em troca, o partido mantém o apoio ao governo Dilma. Já a Pesca propriamente dita é um detalhe. "Não sei colocar minhoca em anzol", confidenciou Crivella. Sorte que os pescadores nunca dependeram dos burocratas para sobreviver.

Tereza Campello

A ministra do Desenvolvimento Social comanda o principal programa do governo, o Bolsa Família. Mas teve um desempenho apagado desde o início do mandato. Em maio do ano passado, enfim, surgiu a oportunidade de demonstrar capacidade de eficiência: boatos levaram milhares de pessoas a agências da Caixa Econômica Federal. Os rumores eram que o Bolsa Família seria extinto. De Tereza Campello, esperava-se uma reação frme. Mas a ministra não se incomodou: saiu de férias.

Moreira Franco

No início do governo, o peemedebista foi alocado na Secretaria de Assuntos Estratégicos, criada anos antes pelo governo Lula para acomodar Roberto Mangabeira Unger. Sem qualquer poder efetivo, o ministro de Dilma passou em branco todo o seu período à frente da pasta. Em março de 2013, foi realocado para a Secretaria de Aviação Civil. Ninguém sabe dizer se isso foi castigo ou promoção.


Luiz Sérgio















O caso é parecido com o de Moreira Franco: Luiz Sérgio conseguiu mostrar sua opacidade em duas pastas distintas. Ele começou o governo como ministro das Relações Institucionais. Sem poderes para negociar em nome da presidente, virou chacota entre os parlamentares. Foi realocado para o Ministério da Pesca. De lá, acabou desalojado quando Dilma Rousseff resolveu dar um cargo ao PRB, de Marcelo Crivella.

Pepe Vargas

Ele assumiu o cargo em março de 2012, depois que Afonso Florence foi demitido por mau desempenho. Mas, ofuscado pelo Ministério da Agricultura e sem grande autonomia para implementar programas de reforma agrária, não conseguiu tirar a pasta da irrelevância.

RPM Acustico Show Completo





Os ministros enrolados de Dilma

Veja.Com

Antonio Palocci


O ministro mais poderoso do governo também foi o que menos durou: Palocci caiu em junho de 2011, após sucessivas revelações sobre as nebulosas consultorias prestadas pelo petista quando ele coordenava a campanha eleitoral de Dilma Rousseff e já era visto como futuro ministro da Casa Civil. O patrimônio de Palocci aumentara 25 vezes em um período de quatro anos. O governo tentou blindá-lo, mas a pressão da opinião pública tornou-se insustentável.

Moreira Franco

No início do governo, o peemedebista foi alocado na Secretaria de Assuntos Estratégicos, criada anos antes pelo governo Lula para acomodar Roberto Mangabeira Unger. Sem qualquer poder efetivo, o ministro de Dilma passou em branco todo o seu período à frente da pasta. Em março de 2013, foi realocado para a Secretaria de Aviação Civil. Ninguém sabe dizer se isso foi castigo ou promoção.

Luiz Sérgio























O caso é parecido com o de Moreira Franco: Luiz Sérgio conseguiu mostrar sua opacidade em duas pastas distintas. Ele começou o governo como ministro das Relações Institucionais. Sem poderes para negociar em nome da presidente, virou chacota entre os parlamentares. Foi realocado para o Ministério da Pesca. De lá, acabou desalojado quando Dilma Rousseff resolveu dar um cargo ao PRB, de Marcelo Crivella.

Pepe Vargas

Ele assumiu o cargo em março de 2012, depois que Afonso Florence foi demitido por mau desempenho. Mas, ofuscado pelo Ministério da Agricultura e sem grande autonomia para implementar programas de reforma agrária, não conseguiu tirar a pasta da irrelevância.

Marcelo Crivella

Justiça seja feita. Marcelo Crivella tem cumprido exatamente a missão que o levou ao governo: garantir ao PRB, controlado pela Igreja Universal, uma fatia da Esplanada dos Ministérios. Em troca, o partido mantém o apoio ao governo Dilma. Já a Pesca propriamente dita é um detalhe. "Não sei colocar minhoca em anzol", confidenciou Crivella. Sorte que os pescadores nunca dependeram dos burocratas para sobreviver.

Dilma e seus 70 ministros

Governo Dilma

Presidente se prepara para promover as últimas trocas em seu ministério nas próximas semanas. E o saldo da gigantesca equipe não é dos melhores

Gabriel Castro, de Brasília
Antonio Palocci, o primeiro homem forte de Dilma a cair
Antonio Palocci, o primeiro homem forte de Dilma a cair (Antonio Cruz/ABr)
A presidente Dilma Rousseff começará nas próximas semanas a formalizar novas mudanças em sua equipe ministerial. A legislação eleitoral exige que os ministros que serão candidatos deixem o cargo seis meses antes das eleições. E é justamente pensando nas urnas que a presidente, sempre com seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva a tiracolo, aproveitará a reforma para ceder espaço ao recém-criado Pros, além de dar um ministério ao PTB e até contemplar o PSD com uma segunda pasta. A moeda de troca é a explícita: os minutos a que os partidos têm direito na propaganda eleitoral no rádio e na TV.
Esta deve ser a última grande mudança na equipe ministerial. E o saldo do governo não é dos melhores. Desde 2011, sem contabilizar as próximas mudanças, o time de Dilma que ocupa os inacreditáveis 39 ministérios teve 60 nomes. Serão mais de 70 após a reforma. É verdade que alguns, como a paranaense Gleisi Hoffmann (Casa Civil), por exemplo, ganharam cacife durante a gestão petista. Mas, na balança, o governo foi marcado por ministros que se destacaram pelas trapalhadas ou foram defenestrados por envolvimento em irregularidades. Sete ministros caíram por causa de denúncias de corrupção – começando pelo primeiro homem forte do governo, Antonio Palocci (Casa Civil). Outros, como Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, só apareceram por causa de declarações inconvenientes. E alguns passaram em branco: Tereza Campello, do Desenvolvimento Social, comanda o Bolsa Família, mas estava de férias quando a crise causada pelo boato do fim do programa estourou. 
Refém das más escolhas e da aliança que garante uma base robusta no Congresso, Dilma teve dificuldades com sua equipe desde o começo da gestão. Durante os protestos de junho do ano passado, por exemplo, quem assumiu a interlocução pelo Palácio do Planalto foi Aloizio Mercadante, ministro da Educação. A articulação política com o Congresso Nacional nunca foi plenamente exercida pela pasta das Relações Institucionais, sob o instável comando de Ideli Salvatti.
As trocas constantes, por inépcia ou desvios éticos, tampouco permitiram que a presidente passasse mais de seis meses com o mesmo time de ministros. Antonio Palocci deixou a Casa Civil depois de não conseguir explicar as consultorias que prestou a companhias privadas quando já era coordenador de campanha de Dilma. Depois, caiu Alfredo Nascimento (Transportes), arrolado em um esquema de desvio de recursos públicos para abastecer o caixa do PR, como VEJA revelou. Em seguida, foram demitidos em série Wagner Rossi(Agricultura), Pedro Novais (Turismo), Orlando Silva (Esporte), Carlos Lupi (Trabalho) e Mário Negromonte (Cidades). Dilma, aliás, até tentou usar a derrocada dos ministros para propagandear que havia promovido uma "faxina ética" no ministério. Mas o discurso caiu por terra quando ela teve de devolver, por exemplo, a pasta dos Transportes ao PR em troca de votos no Congresso. 
A lista poderia ser maior: outros ministros flagrados em atitudes condenáveis resistiram por iniciativa da presidente. Foi o caso de Fernando Pimentel, que recebeu milhões de reais por consultorias prestadas enquanto já era um dos coordenadores da campanha presidencial.

Outros episódios se tornaram notórios: o chanceler Antonio Patriota perdeu o cargo após a fuga do senador boliviano Roger Molina para o Brasil. Já Nelson Jobim, que comandava a Defesa, deixou o posto porque falou demais – criticou colegas de ministério.
Trapalhadas – O time dos que se destacaram por suas trapalhadas tem como maior expoente a petista Maria do Rosário, incansável no metiê de dar declarações inoportunas. No ano passado, ela foi a primeira a acusar a oposição pelos boatos de que o Bolsa Família seria extinto. Depois que a tese se mostrou furada, não se preocupou em pedir desculpas.

A ministra também comandou a exumação do corpo do ex-presidente João Goulart, propalando a suspeita de que ele foi envenenado – hipótese que nem mesmo a família do ex-presidente havia levantado. No mais recente episódio, Maria do Rosário divulgou uma nota afirmando que um jovem homossexual havia sido "brutalmente assassinado" em São Paulo, sem aguardar os resultados da investigação da Polícia Civil. Nesta semana, a própria família acabou admitindo que o rapaz cometeu suicídio, pulando de um viaduto no cento da capital paulista.
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, tem como atribuição o contato do Executivo com os movimentos sociais. Mas, como mostraram os protestos de junho, falhou em detectar o crescimento da insatisfação popular (e depois teve auxiliares flagrados na linha de frente de um quebra-quebra contra a Copa das Confederações). O petista também usou o posto como palanque para atacar a oposição e se enrolou, por exemplo, ao disparar declarações descabidas sobre evangélicos (tratados como adversários do PT) e ao fracassar na interlocução do Planalto com indígenas.

Iriny Lopes, que passou treze meses à frente da Secretaria de Políticas para as Mulheres, também se lançou em batalhas quixotescas. Em uma delas, brigou para retirar do ar uma propaganda em que a modelo Gisele Bundchen aparecia de lingerie. Era machismo, bradou a ministra. Em outra ocasião, Iriny emitiu uma nota pública exigindo que o autor Aguinaldo Silva adaptasse uma novela da Globo para que uma personagem vítima de violência doméstica procurasse um serviço do governo.

A lista de nomes olvidáveis (e devidamente olvidados) é extensa. Alguém sabe, por exemplo, o que faz Marcelo Néri, o comandante da Secretaria de Assuntos Estratégicos? "São muitos descontroles que comprometem a eficiência do governo Dilma. A máquina está emperrada e há interesses difusos", afirma o cientista político Antonio Flávio Testa, pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Ele chama atenção para o fato de que o excesso de ministérios e o loteamento de cargos entre partidos e alas do PT comprometem a eficiência da gestão. Com a perspectiva de que a reforma ministerial seja usada para preparar o cenário eleitoral de outubro, há muito poucas chances de mudança.

As constantes alterações na equipe favoreceram alguns ministros, que conseguriam ganhar espaço na gestão de Dilma Rousseff. Entre eles, estão Gleisi Hoffmann, que estava no primeiro ano de mandato no Senado quando assumiu a Casa Civil e agora, com mais cacife político, vai se candidatar ao governo do Paraná. Aloizio Mercadante, por sua vez, começou o governo no Ministério de Ciência e Tecnologia, passou para a Educação e agora comandará o posto mais importante da equipe ministerial no lugar de Gleisi.

sexta-feira 24 2014

Vitamina D

Veja.Com



queijos
Atualmente existe uma epidemia mundial de deficiência de vitamina D (calciferol). Pesquisadores no mundo todo estudam os benefícios da vitamina para a saúde. Pesquisas brasileiras mostram que mesmo em países tropicais como o Brasil, a hipovitaminose D é prevalente. Um estudo realizado pelos pesquisadores Silva, B.C.C, Camargos, B.M. e colaboradores, publicado em 2008 na revista Arq Bras Endocrinol Metab, avaliou 180 pacientes atendidos em ambulatório de endocrinologia em Belo Horizonte e os pacientes tiveram os níveis de 25(OH) VD mensurados. Os autores encontraram a prevalência de insuficiência de vitamina D na população estudada = 42.4%, o que serviu para um alerta sobre a importância de políticas de prevenção. Como a síntese de vitamina D é dependente da exposição solar, países mais frios e com período de verão mais curto apresentam maior prevalência de deficiência, comparados com países tropicais.
Quais as principais funções da vitamina D?
-  A participação no metabolismo do cálcio. A forma ativa da vitamina D, 1.25(OH)₂D estimula a transcrição gênica dos receptores de ligação do mineral cálcio, contribuindo com a saúde óssea, aumentando a densidade óssea.
-  Estimula o sistema imune, participa na diferenciação de células precursoras de monócitos e linfócitos.
-   Ação anticancerígena (modulação de proliferação celular)
-  Tem influência na secreção de insulina, melhora a função das células ß (beta) e a tolerância à glicose, favorecendo o controle glicêmico de pacientes que apresentam diabetes.
-  Exerce influência na função muscular (aumento da força e redução de dores).
-  Atua na síntese e secreção de hormônios da tireoide.
Quais os fatores de risco para a deficiência de vitamina D?
- Pouca exposição à luz solar (UVB), confinamento em locais onde não há exposição à luz UVB
- Deficiência alimentar
- Envelhecimento (idosos apresentam menor eficiência na síntese cutânea)
- Doenças que alteram o metabolismo da vitamina D (fibrose cística, doenças do trato gastrointestinal, síndrome de má absorção, hematológicas, renais, insuficiência cardíaca, imobilização)
- Países de pouca insolação (alta latitude)
- Pouca penetração da luz UVB durante o inverno na atmosfera
- Uso de bloqueadores solares
E as consequências dessa deficiência para o organismo?
Crianças: O raquitismo é uma doença comum na infância e é caracterizada por uma deposição insuficiente de fosfato de cálcio na matriz óssea, deixando os ossos fracos
Adultos: A deficiência de vitamina D pode resultar em osteomalácia, osteoporose e contribuir para o desenvolvimento de alguns tipos de câncer (mama, cólon, próstata, pâncreas), depressão, infecções, problemas respiratórios
Quais as fontes alimentares de vitamina D?
Manteiga, queijos gordurosos, nata, gema de ovo, fígado, óleo de fígado de peixes. Vale lembrar que a vitamina D não está presente em quantidades suficientes em muitos alimentos. Dependendo da estação do ano, as concentrações de vitamina D nesses alimentos acima podem ser alteradas, sendo menores no inverno.
A fortificação de alimentos com vitamina D pode ser uma solução para as populações com risco de deficiência, como crianças e idosos. É importante o cuidado para que a ingestão de alimentos não ultrapasse os limites fixados de vitamina D.
Qual a dosagem necessária de vitamina D ?
A dosagem da vitamina sofrerá variação conforme a idade, o estado fisiológico (gestantes, lactantes) e status nutricional. Assim, torna-se necessária uma avaliação bioquímica associada ao estilo de vida  para determinar a necessidade da suplementação e dosagem correta.
Qual a melhor suplementação nutricional?
Sugere-se que a suplementação seja necessária para se evitar a deficiência da vitamina D. No entanto, a quantidade, forma de suplementar deverá ser fornecida após consulta com o seu médico e/ou nutricionista, objetivando manter os níveis sanguíneos adequados.
E o tratamento da hipovitaminose D?
É realizado através da reposição oral de vitamina D, o que o torna fácil e barato. No entanto, a quantidade, forma de suplementar deverá ser fornecida após consulta com o seu médico e ou nutricionista, objetivando manter os níveis sanguíneos adequados. No Brasil, a exposição solar ocorre praticamente durante todo o ano, entretanto, com o aumento da incidência de câncer de pele, os médicos dermatologistas têm recomendado a utilização de protetores solares com fatores de proteção muito altos, que podem limitar a biodisponibilidade da vitamina D. Por esse motivo, é recomendável a avaliação de um médico dermatologista quanto às orientações de exposição solar (melhores horários, uso de protetor solar)
O consumo excessivo pode ser tóxico?
A vitamina D pode ser tóxica. Ingestões excessivas resultam em hipercalcemia, levando a depósitos do mineral cálcio nos rins, artérias, coração e pulmões. Por essa razão a suplementação deve ser cautelosa e com acompanhamento.
Referências: Suplementação Funcional Magistral (dos nutrientes aos Compostos Bioativos). VP editora, 2009. Biodisponibilidade de Nutrientes. COZZOLINO, S. Ed Manole, 2012. SILVA, B.C.C, CAMARGOS, B.M. e colaboradores. Revista Arq Bras Endocrinol Metab, 2008; 52/3: 482-488. PREMAOR, M.O., FURTANETTO, T.W.  Hipovitaminose D em adultos: Entendendo Melhor a Apresentação de Uma Velha Doença. Arq Bras Endocrinol Metab 2006; 50/1:25-37.

Broto de alfafa é aliado para emagrecer e manter músculos



broto-de-alfafa
Os brotos de alfafa são alimentos naturais e saudáveis, ricos em proteínas e corrigem as carências decorrentes da agitação da vida moderna.
Conheça alguns benefícios:
1) Alto valor nutricional — a planta oferece vitaminas do complexo B, C, D, E, K, ácido fólico, magnésio e pró vitamina A, minerais como o cálcio, potássio, ferro e fósforo e aminoácidos.
2) Efeito revigorante e revitalizante –  combate a fadiga. Os minerais responsáveis por essa ação são o fósforo e o potássio.
3) Complemento alimentar de uma alimentação insuficiente.
4) Tem ação diurética, aumenta a filtro glomerular e a excreção urinária.
5) A alfafa também tem ação hipocolesterolemiante contribuindo com a melhora do perfil lipídico (colesterol).
6) O consumo regular do broto também auxilia a manter níveis adequados de glicose sanguínea, por causa da ação hipoglicemiante que possui.
7) É um alimento que exerce ação destoxificante, contribuindo na eliminação de substâncias tóxicas do organismo.
8) Ajuda a controlar a pressão arterial por causa do mineral magnésio que exerce esse papel.
9) Contribui com a manutenção da massa muscular e força, isso por oferecer aminoácidos e potássio.
10) Baixo valor calórico e sabor agradável e refrescante. A fibra ajuda na saciedade. É uma excelente alternativa para compor dietas de emagrecimento ou favorecer a manutenção de peso.
Aprenda essa:
Antes de consumir, coloque os brotos em uma vasilha com água filtrada e mexa cuidadosamente até as cascas se soltarem. Não é preciso retirar toda casca, pois são fibras e fazem bem à saúde.
Não se deve cozinhar ou refogá-los, deve-se consumir os brotos crus. Caso queira acrescentá-los numa preparação quente, deve-se incluir somente no momento da refeição.
Sugestão de consumo:
Sanduíches: Inclua os brotos junto com os recheios (queijo branco ou cottage, ricota fresca, cenoura ralada, frango temperado), trazendo fibras e crocância ao sanduíche.
Saladas: Inclua os brotos na sua salada, além de enriquecê-la com vitaminas, minerais e fibras, enfeita a preparação.
Sopas: Coloque os brotos no fundo da cumbuca ou do prato da sopa, e acrescente a sopa ou o caldo.
Chás: É possível preparar chás a partir da folha seca, o efeito é revigorante.
O seu consumo deve compor parte de uma dieta nutricionalmente equilibrada.
Fonte consultada: KALLUF, L. Fitoterapia Funcional – dos Princípios Ativos à prescrição de Fitoterápicos – Editora VP, 2008.