domingo 28 2012

Enem: use os dias que antecedem a prova a seu favor


Ensino médio

Reduza a carga de estudo, cuide da alimentação e do sono e controle a ansiedade. Essas são algumas das orientações dos especialistas

Lecticia Maggi
Adolescente estudando
Especialistas indicam o que estudar e como manter a calma na última semana antes do Enem (Thinkstock)
No próximo fim de semana, quase 6 milhões de estudantes enfrentarão o desafio acadêmico do ano: o Enem. Depois de tanta preparação, não vale a pena descuidar de detalhes. Por isso, VEJA.com ouviu professores, psicólogos, nutricionistas e até advogados para saber quais os cuidados necessários nos dias que antecedem a avaliação – e no próprio fim de semana do exame. Eles lembram o que é imprescindível levar no dia da prova, dão orientações para aumentar a concentração e cuidar da alimentação e do sono (as informações estão no quadro abaixo) e ensinam até o que fazer caso a organização da avaliação apresente problemas, como já ocorreu em edições passadas. Confira o calendário da publicação desses temas:
segunda-feira: como usar a sua nota no Enem
terça-feira: o que fazer caso ocorram problemas de organização do exame
quarta-feira: regras da prova que você não pode esquecer
sexta-feira: orientações para os dias de prova
Para colher as melhores orientações, foram ouvidos a professora Alessandra Venturi, coordenadora pedagógica do Cursinho da Poli, a nutricionista Patrícia Frenhani, professora da PUC/Campinas, e o psicólogo Alexandre Maia, autor do livro Preparo Emocional para Passar em Provas e Concursos. Eles concordam que a ansiedade, fruto da pressão por bons resultados, cresce de forma exponencial nesta semana, mas avisam que é possível trabalhar para combater esse processo e buscar o equilíbrio – chave para o bom desempenho. "É preciso preparar-se para suportar a ansiedade", resume Maia. Confira a seguir as orientações. 

Habilidade matemática está relacionada à capacidade intuitiva de estimar área e quantidade


Pesquisa

Pesquisa mostra que pessoas que se saíram melhor em testes intuitivos, nos quais tinham que estimar valores, tiveram melhores resultados em exercícios formais de matemática

Matemática
Matemática: A relação entre a capacidade intuitiva e habilidades formais pode explicar porque algumas pessoas têm mais dificuldade para aprender essa matéria na escola (Thinkstock)
A habilidade matemática dos seres humanos pode estar relacionada com uma capacidade inata de estimar quantidades, que também está presente em animais. É o que mostra uma pesquisa realizada na Universidade de Emory, nos Estados Unidos, e publicada online na edição desta semana da Proceedings of the Nacional Academy of Sciences of the United States of America(PNAS).
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Nonsymbolic number and cumulative area representations contribute shared and unique variance to symbolic math competence

Onde foi divulgada: Proceedings of the Nacional Academy of Sciences of the United States of America (PNAS)

Quem fez: Stella F. Lourenço, Justin W. Bonny, Edmund P. Fernandez e Sonia Rao

Instituição: Universidade de Emory

Dados de amostragem: 65 estudantes universitários

Resultado: As pessoas que se saíram melhor na hora de estimar quantidades tiveram notas mais altas nos exercícios de aritmética, enquanto os que foram melhor no teste de área tiveram melhores resultados com os exercícios de geometria.  
Até hoje, diversos estudos mostraram que tanto seres humanos quanto animais possuem uma capacidade de estimar a quantidade e o tamanho de objetos sem fazer contas ou medições. Nos seres humanos essa capacidade se manifesta muito cedo, desde recém-nascidos.
Elizabeth Brannon, pesquisadora da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, estudou essa habilidade em bebês e macacos. Em um teste realizado com bebês, duas sequências de imagens eram mostradas a eles simultaneamente. Em ambas, pontinhos pretos mudavam de posição à medida que as imagens passavam. A diferença era que em uma delas havia sempre a mesma quantidade de pontos, e na outra a quantidade ia aumentando e diminuindo. Os estudo mostrou que, após um curto espaço de tempo, o bebê começa a olhar apenas para a sequência em que a quantidade de números muda. De acordo com Elizabeth, isso demonstra que os eles são capazes de perceber as mudanças na quantidade de elementos nas imagens.





Segundo Elizabeth, essa habilidade já foi descrita também em pombos, ratos, galinhas, macacos e até peixes. Para ela, uma possível explicação para o surgimento dessa habilidade vem de tempos remotos, quando os indivíduos precisavam estimar o tamanho de um bando inimigo para saber se valia a pena ou não travar uma disputa com ele.
Apenas humanos – Apesar de compartilharmos essa característica inata com os animais, a capacidade de utilizar a matemática simbólica, ou seja, com conceitos e operações, é restrita aos humanos. 
A pesquisa desenvolvida na Universidade de Emory mostrou que essa capacidade intuitiva, denominada sistema de aproximação numérica (approximate number system – ANS), está relacionada com a competência matemática. Para isso, foram realizados três tipos de testes. No primeiro, 65 estudantes universitários estimaram, entre dois conjuntos, qual era maior em número e área. Eles também responderam uma série de exercícios avançados de aritmética e geometria e, por último, exercícios de linguagem, sem nenhuma relação com matemática ou conceitos numéricos.
Os resultados mostraram uma relação entre a ANS e os resultados nos testes formais de exatas. Além disso, os pesquisadores observaram que as pessoas que se saíram melhor na hora de estimar quantidades tiveram notas mais altas nos exercícios de aritmética, enquanto os que foram melhor no teste área tiveram melhores resultados com os exercícios de geometria.  
Controle – Os testes de linguagem foram realizados justamente por não terem nenhuma relação com a matemática, seja ela verbal ou não. Stella Lourenço, integrante do grupo de pesquisadores, explica que esses testes foram feitos para que a inteligência geral da pessoa pudesse ser desconsiderada na hora de medir os resultados da pesquisa. 
Isso significa que o objetivo era descobrir se a pessoa tinha ido bem no teste de matemática intuitiva e formal apenas por ter um alto nível de inteligência ou realmente devido à relação existente entre as duas competências. Como os resultados no teste de língua não seguiram um padrão, como ocorreu nos de matemática, os autores do estudo concluíram que os resultados se referiam realmente à habilidade matemática intuitiva relacionada à formal.
Perspectivas - Para a pesquisadora, essa relação entre a ANS e habilidades matemáticas específicas pode explicar porque algumas pessoas têm mais dificuldade para aprender matemática na escola. "Uma possibilidade é que as pessoas que têm representações não-verbais de quantidade e área menos precisas tenham mais dificuldade para aprender matemática. Talvez essa habilidade não-verbal não tenha sido plenamente desenvolvida nessas pessoas", disse Stella, ao site de VEJA.
Ela ainda afirma que os próximos passos da pesquisa já estão em andamento. Entre eles, está a realização de testes com crianças que ainda não tiveram contato com a matemática formal, da escola. "Nós queremos acompanhar o desenvolvimento dessas habilidades", diz.

MENSALÃO - As opções



Dirceu: quer ficar perto de casa
José Dirceu já discute com os mais próximos as opções. Qual é a melhor prisão, a mais adequada? Até agora, a escolha vem recaindo numa penitenciária de Campinas, que fica próxima de sua casa de campo em Vinhedo.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/afinal-qual-a-prisao-mais-adequada-para-jose-dirceu/

Em São Paulo, uma eleição acirrada e o projeto político de Lula


Eleições 2012

Campanhas sacaram todas as armas, dando o tom hostil que marcou o segundo turno entre José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT)


O candidato à Prefeitura de SP José Serra (PSDB) vota no Colégio Santa Cruz, no Morumbi - Danilo Verpa/Folhapress
                 
























O paulistano vai às urnas neste domingo para escolher o prefeito da cidade após uma campanha de segundo turno marcada pelo clima hostil que predominou no horário eleitoral, nos debates e na campanha na rua. José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) concentraram suas campanhas em exibir ao eleitor os calcanhares de Aquiles do adversário, numa “guerra ética” declarada, além de confrontarem as realizações das gestões do PT e do PSDB em São Paulo.
Do lado tucano, Serra explorou a condenação de petistas no julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), na semana seguinte à votação do primeiro turno das eleições municipais. Serra questionou a honestidade do partido e vinculou a figura de Haddad aos mensaleiros, afirmando que se o petista for eleito, os condenados voltarão à política em cargos na prefeitura. “Não vai ter desempregado do mensalão no meu governo”, afirmou Serra durante debate no SBT. No primeiro dia da propaganda eleitoral na TV, o tucano disse que ganhar a eleição em São Paulo é para o PT "ponto de honra para esconder o mensalão". Eleger Haddad em São Paulo é o projeto políEleiçõestico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano do julgamento do mensalão, que tentou evitar que coincidisse com o pleito municipal. Foi Lula quem impôs a candidatura de Haddad ao PT na capital paulista.
Serra também criticou a atuação de Haddad como ministro da Educação, afirmando que o petista foi o "pior ministro" do MEC, colocando em xeque sua capacidade gestora. Também houve menção ao kit gay – material didático anti-homofobia elaborado pelo MEC, mas vetado pela presidente Dilma Rousseff por pressão da bancada evangélica.
Para Haddad, o trunfo maior continuou sendo a renúncia de Serra em 2006, quando era prefeito de São Paulo, para concorrer ao governo do estado. Na campanha da TV, usou imagens do próprio Serra dizendo que não deixaria a prefeitura e também afirmando que não se candidataria ao pleito que agora disputa. A campanha também relacionou Serra a continuidade da gestão Kassab, mal avaliada pelo paulistano.
Saúde – Um dos principais temas do segundo turno foi a saúde, considerada a maior preocupação dos paulistanos. As campanhas petista e tucana travaram uma guerra de informação e contrainformação sobre a contratação de organizações sociais (OS) para a gestão de hospitais públicos.
Os tucanos entregaram em cinco bairros da periferia milhares de folhetos que acusam o PT de querer encerrar a parceria de entidades privadas com hospitais públicos. Em resposta, aliados e cabos eleitorais de Haddad passaram a visitar unidades de saúde para dizer a usuários e funcionários que a informação é falsa.
Na reta final, o Bilhete Único foi a bola da vez. Serra anunciou, na última semana antes da votação, uma proposta de ampliar os benefícios do bilhete, causando a reação de Haddad. O petista afirmou que se tratava de uma “cópia malfeita" do seu projeto de criar o Bilhete Único Mensal. Já Serra afirmou que o petista tem "inveja" de seu plano.
Vale lembrar que o tema é delicado, pois uma proposta mal elaborada de tarifa proporcional tirou da disputa Celso Russomanno, que liderou as pesquisas na maior parte do primeiro turno. O candidato derrotado decidiu não apoiar ninguém no segundo turno. Serra recebeu apoio de Soninha Francine (PPS) e Paulinho da Força (PDT), enquanto Haddad foi apoiado por Gabriel Chalita (PMDB). 
Nas pesquisas do segundo turno, Haddad aparece na frente nas três consultas divulgadas pelo Instituto Datafolha. Na última delas, a diferença era de 15 pontos, com Haddad registrando 49% das intenções de votos e Serra, 34%. Mas, a despeito dos números, é o paulistano quem decide o próximo a ocupar a cadeira de prefeito no quinto andar do Edifício Matarazzo. Serra venceu o primeiro turno com uma pequena diferença de Haddad – o tucano obteve 30,75% dos votos válidos, contra 28,99% do petista –, o que cria a expectativa de uma disputa que será decidida voto a voto.

sábado 27 2012

VEJA lança Microcurso de Redação para o Enem

veja.com

Feitas em parceria com professores de cursinhos preparatórios, orientações serão publicadas durante esta semana

Lecticia Maggi
Enem exige a realização de um texto dissertativo-argumentativo, em que o aluno defende o seu ponto de vista
Enem exige a realização de um texto dissertativo-argumentativo, em que o aluno defende o seu ponto de vista(Thinkstock)
A redação é o bicho-papão para grande parte dos estudantes que participam do Enem. É no texto dissertativo que eles têm de expor ideias e argumentar – revelando, espera-se, um português corretíssimo. Para ajudar os candidatos nessa tarefa, VEJA.com elaborou, em parceria com professores de cursinhos preparatórios, um Microcurso de Redação em cinco capítulos – a serem publicados durante esta semana, como descrito a seguir:
A redação é um item valioso do Enem. A pontuação dos candidatos nessa prova varia de 0 a 1.000 pontos: quem obtiver um zero aqui fica automaticamente impossibilitado de disputar vagas oferecidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). Ou seja, os que não forem capazes de dissertar estarão fora das universidades federais, estaduais e até privadas que usam o Enem como processo seletivo. Por outro lado, quem se sair bem na construção do texto pode avançar na competição por uma das vagas.
O primeiríssimo ponto a entender é qual é, afinal, o caráter da redação proposta no Enem. Em resumo, qual o "jeitão" da prova e o que os examinadores querem medir com ela. O exame federal apresenta um tema e exige do candidato a redação de um texto do tipo dissertativo, ou seja, aquele que analisa e debate a ideia proposta utilizando argumentos para justificar uma opinião adotada. O texto deve ter no mínimo 6 e no máximo 30 linhas.
"Dissertação é um texto em que o aluno deve firmar uma posição", afirma Francisco Platão Savioli, supervisor de língua portuguesa do Anglo Vestibulares. É importante lembrar que, pela natureza da prova, outros tipos de textos não são aceitos – e também rendem zero a seus autores. É o caso de narrações, poemas ou letras de música. Nesse aspecto, não há lugar para invenção no Enem. Com essa estrutura, os examinadores tentam medir as seguintes habilidades dos estudantes.

Os 3 eixos temáticos mais recorrentes na redação do Enem


Relação do homem com ele mesmo

Em grande medida, a área abrange propostas de redação consideradas mais "filosóficas". Em geral, os temas incentivam reflexões sobre experiências de vida. Com isso, o exame pretende verificar de que forma o candidato transforma o passado em aprendizado útil para o presente e, especialmente, o futuro. Não por acaso, são contempladas aqui questões ligadas a realização profissional, sentimentos como felicidade e paixões e também crenças.
Edições passadas do Enem que apresentaram temas deste grupo:
1998 - Viver e aprender
2006 - O poder de transformação da leitura

Relação do homem com a sociedade

É a área dominante entre os temas de redação do Enem. É também a que requer maior atenção dos alunos. Das 14 propostas de redação apresentadas até 2011, dez levaram os candidatos a discutir as relações do indivíduo com o meio social. O exame quer verificar como o candidato entende que o homem interage e se associa com seus semelhantes e como essas relações o definem e influenciam. Na prática, as propostas de redação abordam atuação política, cidadania, diversidade e solidariedade.
Edições passadas do Enem que apresentaram temas deste grupo:
1999 - Cidadania e participação social
2000 - Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional
2002 - O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
2003 - A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo
2004 - Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
2005 - O trabalho infantil na sociedade brasileira
2007 - O desafio de se conviver com as diferenças
2009 - O indivíduo frente à ética nacional
2010 - O trabalho na construção da dignidade humana
2011 - Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado

Relação do homem com o meio ambiente

Aqui, estão reunidos temas que tratam das interações entre homem e natureza: como modificamos e preservamos (ou destruímos) o meio ambiente. Não raro, entram em questão assuntos como preservação dos recursos naturais, poluição ambiental, reciclagem, consumo de produtos orgânicos e uso de agrotóxicos. É importante notar que propostas de redação que tratam das relações do homem com a natureza por vezes incluem as relações do indivíduo com seus semelhantes. É o que ocorreu na edição 2011 do Enem (confira a seguir):
Edições passadas do Enem que apresentaram temas deste grupo:
2001 - Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
2008 - Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar


Raio-X do Enem: confira os conteúdos mais cobrados


Vestibular

Levantamento exclusivo analisa as 540 questões das provas realizadas entre 2009 e 2011 e mostra quais disciplinas aparecem mais no exame federal

Nathalia Goulart
Estudantes fazem a prova do Enem
Estudantes fazem a prova do Enem (Leonardo Wen/Folhapress)
Uma das características marcantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será realizado em novembro, é a interdisciplinaridade. Dentro das quatro grandes áreas da prova (ciências humanas, da natureza, matemática e linguagem), os conteúdos se mesclam em questões que exigem leitura atenta e capacidade de análise. Uma tarefa vital para os estudantes que buscam um desempenho acima da média é mapear quais são os conteúdos  mais recorrentes do exame federal. É exatamente isso que mostra o levantamento apresentado abaixo. Com o auxílio de professores de três cursos especializados na prova – Anglo Vestibulares, Cursinho da Poli e Oficina do Estudante –, o site de VEJA produziu um raio-x dos temas que mais apareceram nas últimas três edições do Enem (2009, 2010 e 2011). É fundamental conhecer o perfil do exame nesse período: afinal, desde 2009, ele é usado por quase uma centena de universidades federais e estaduais de todo o país como parte do processo seletivo.
O levantamento destrinchou 540 questões (são 135 por superárea do Enem), determinando a qual disciplina se liga cada uma delas. Ele revela, por exemplo, que, na prova de ciências humanas, o período republicano da história do Brasil e meio ambiente estão entre os assuntos mais recorrentes, motivando 15 questões, no primeiro caso, e 11, no segundo, desde 2009. No caso da avaliação de matemática, funções registrou o maior número de ocorrências: 27. Na prova de ciências da natureza, as campeões são as questões de físico-química, com 19 ocorrências, eletricidade e mecânica, com 11 cada. Na avaliação de linguagem, interpretação textual aparece na frente, compondo 56 questões. É importante lembrar que, devido à interdisciplinaridade do exame, algumas questões tratam de mais de um conteúdo disciplinar (história do Brasil Colônia e do Brasil Império, por exemplo). Daí, o número de ocorrências apresentadas pelo levantamento superar o número total de questões avaliadas. Confira o levantamento a seguir.