quinta-feira 18 2012

O EPÍLOGO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO: CUIDADO, MINISTRAS E MINISTROS, PARA QUE QUADRILHEIROS NÃO FAÇAM FESTA JUNTO COM LAVADORES DE DINHEIRO! OU: ASSIM, NÃO, MARCO AURÉLIO, CARMEN LÚCIA, DIAS TOFFOLI E ROSA WEBER!!!



Atenção, caras e caros! Espalhem texto e vamos fazer o debate!
Parece que Duda Mendonça e Kakay, o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, já marcaram uma festança para comemorar a absolvição do publicitário. É compreensível. Na bacanal — no sentido original da palavra —, a Justiça estará de olhos vendados, é certo. Não para ser justa, mas porque estará a confessar que foi cega nesse particular. Se as palavras fazem sentido — e suponho que os ministros que absolveram Duda de lavagem de dinheiro levam em conta a existência do dicionário —, ele, na prática, confessou a lavagem. Ao depor na CPI, deixou claro que não teria como receber o dinheiro por meios regulares, a não ser através de uma offshore. O pagamento seria feito por uma agência de publicidade mequetrefe — se comparada à empresa do próprio Duda —, que tinha negócios no governo, atuando, obviamente, fora de seu ramo de negócio. E Duda não sabia que o dinheiro era irregular??? Então não terá ele participado daquilo que está claramente definido no caput da lei de lavagem: a dissimulação ou ocultação de um dinheiro de origem criminosa? Foi ele mesmo a confessar, senhores ministros, que não teria como receber dinheiro lícito de forma lícita!
O mesmo se aplica ao ex-ministro Anderson Adauto e aos ex-deputados petistas Paulo Rocha e João Magno, que receberam do esquema, respectivamente, R$ 800 mil, R$ 820 mil e R$ 360 mil. Além de Ricardo Lewandowski (claro!), absolveram-nos do crime de lavagem os ministros Rosa Weber, Dias Toffoli, Carmen Lúcia e Marco Aurélio Mello. Os votos desses três últimos são especialmente preocupantes porque integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Carmen é nada menos do que presidente do tribunal.
QUE LIÇÃO ESTÃO DEIXANDO AOS BRASILEIROS, AOS ELEITORES? Vamos ver.
Já fiz aqui diversos elogios a Carmen Lúcia, por exemplo. Ao contestar a tese do “simples crime de caixa dois”, ela expressou a indignação de todo brasileiro decente. Com que desfaçatez, então, os advogados chegaram ao Juízo máximo do país para confessar um crime, como se ele pudesse ser abrigado pela ordem jurídica brasileira! Palmas pra ela! Também fez uma candente defesa da política com ética como remédio único contra a barbárie. Aplaudi de novo! Mas que sinal passa a presidente do TSE e dois outros ministros da Corte Eleitoral quando absolvem aqueles três do crime de lavagem?
A tese que esposaram, lamento, parece-me, para dizer pouco, exótica. E contesto, sim, aqueles aos quais já elogiei porque, como diria Lewandowski, não faço críticas “ad hominem”… Eu me ocupo de ideias. Eu me ocupo da coerência. Eu me ocupo da lei e do sentido das palavras. Sustentaram os ministros, em essência, que os três não tinham como saber a origem criminosa do dinheiro, descartando-se de pronto o crime antecedente! A SER ASSIM, SENHORAS MINISTROS, SENHORES MINISTROS, SEMPRE QUE OUTROS REPETIREM O QUE AQUELES TRÊS FIZERAM, ESTARÃO COM OS OMBROS LEVES, NÃO É? OUTROS TANTOS PODERÃO RECEBER UMA BOLADA DE ORIGEM DESCONHECIDA, PÔR A DINHEIRAMA PARA CIRCULAR E DEPOIS IR PARA A FESTA. Ora, ministra Carmen Lúcia; ora, demais ministros que partilharam dessa tese, isso é o que mais se faz por aí.
Que diferença existe entre o que fizeram aqueles três e o receptador de bens roubados, que atua como intermediário da venda? Então não poderá ele jamais ser enquadrado em um tipo penal, a não ser que fique provado, por A mais B, que sabia que o bem que vendia era, originalmente, fruto do roubo? É um despropósito!
Diga-me, ministra Carmen Lúcia, presidente do TSE! Diga-me, ministro Marco Aurélio, ex-presidente do TSE! Diga-me, ministra Rosa Weber, recém-chegada ao Supremo! Digam-me todos aqueles que absolveram (dispenso Lewandowski da explicação): EM QUE OUTRO RAMO DA ATIVIDADE HUMANA, QUE NÃO A POLÍTICA, UMA PRÁTICA DESSA NATUREZA SERIA TOLERADA? Peguemos um exemplo comezinho, do dia a dia: se alguém nos oferecer por, sei lá, R$ 2 mil um relógio que sabemos valer R$ 10 mil, parece obrigatório que se desconfie da origem ilícita daquele bem, não?
“Ah, mas seriam meras ilações”, poderia objetar um Lewandowski. Ocorre que o recebimento dessa dinheirama não se deu como episódio isolado, fortuito, descolado de um conjunto de outras evidências gritantes. De novo: a fonte, a conhecida ao menos, de onde emanavam aqueles recursos era uma agência de publicidade que trabalhava para o governo. Como alegar ignorância sobre a origem criminosa dos recursos. Com a devida vênia, excelências, a porta por onde escaparam esses três é larga o bastante para passar boa parte dos larápios da República.
Ora, fica até parecendo que o dinheiro recebido por esse trio está descolado do conjunto de outros crimes. Afirmar que é razoável a dúvida sobre se sabiam ou não da origem criminosa do dinheiro é, parece-me, abusar um tantinho do princípio da razoabilidade, que orienta a vida de todo homem. A esmagadora maioria dos brasileiros não compra de terceiros por R$ 1 o que sabe valer R$ 10 porque sente o cheiro óbvio do crime. É possível, sim, senhores ministros, porque assim fazem os homens comuns, saber que um crime aconteceu, ainda que possam ignorar qual crime. Se me oferecerem uma BMW nova por R$ 50 mil, recuso. E não preciso ter a certeza de que se cometeu um crime. Basta-me saber que não existe almoço grátis, não é?
A questão da quadrilhaVamos ver como se comportarão os ministros da questão da formação de quadrilha deste Capítulo II, que inclui José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. A pressão dos petistas e de seus aparelhos da imprensa é máxima.
Carmen Lúcia e Rosa Weber, por exemplo, absolveram de formação de quadrilha os políticos e seus associados do PP, do PTB e do PL. Muito bem! Houve um pouco de tudo nas argumentações, mas parece ter prevalecido a suposição de que, afinal, aquela gente não ameaçou a “paz pública”. Por que isso? Porque o crime de quadrilha ou bando, Artigo 288 do Código Penal, integra o Título IX do Código, chamado “Dos crimes contra a paz pública”. Também se argumentou naqueles casos que aqueles núcleos se reuniram com aquele propósito específico; não se tratava de uma ação continuada, contumaz.
Então vamos a algumas considerações.
O que pode haver de mais ameaçador da paz pública, em sentido mais amplo e profundo, do que um bando que se organiza para assaltar o estado? Os ladrões que roubam reinos, como dizia Padre Vieira, roubam escolas, roubam saúde, roubam transporte público, roubam o futuro das nações. Esses bandos são ainda piores do que aqueles que se associam para roubar pessoas ou empresas. Sua ação é ainda mais deletéria e perversa.
Se este ou aquele núcleos partidários se organizaram para receber benesses em troca de seu voto — ou da expectativa dele —, vá lá que não se tratasse de uma ação continuada; posso discordar, mas alcanço o argumento, ainda que discorde dele.
Mas e aqueles que associaram para corromper os petebistas, os “peelistas”, os pepistas, os próprios petistas? Que a ação seja uma ameaça à paz pública, isso está dado pela natureza de seu crime. Dada a obstinação com que puseram em prática o esquema, então não será isso uma quadrilha? Ou, então, será preciso que os ministros digam por que uma quadrilha não é uma… quadrilha!
EncerroSenhoras ministras, senhores ministros, cuidado! Não sejam o vinho da leniência com que podem se embebedar os assaltantes da “paz pública” que, como escreveu Vieira, “mais própria e dignamente merecem esse título”.
Texto publicado originalmente às 4h48
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-epilogo-do-julgamento-do-mensalao-cuidado-ministras-e-ministros-para-que-quadrilheiros-nao-facam-festa-junto-com-lavadores-de-dinheiro-ou-assim-nao-marco-aurelio-carmen-lucia-dias-toffoli-e/

Sonda colhe novos indícios da existência de gelo na Lua(VEJA)

Espaço

Mas reduz estimativa da quantidade de depósitos em cratera do satélite

Reconnaissance Orbiter
Radar da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter indica que pode existir gelo nas paredes da cratera Shackleton (Nasa)
Cientistas da Nasa, a agência espacial americana, divulgaram nesta quinta-feira dados que reforçam a hipótese de que haja gelo na cratera Shackleton, no polo sul da Lua. No entanto, a quantidade de gelo, estimada com base em informações da sonda Lunar Reconnaissence Orbiter (LRO), é menor do que os pesquisadores supunham.
A suspeita da existência de gelo na cratera havia sido divulgada em junho por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que também analisaram imagens feitas pela Lunar Reconnaissence Orbiter. À época, eles estimaram que suas paredes poderiam ser compostas por até 22% de gelo. Agora, com base nos dados do radar da sonda, cientistas da Nasa afirmam que o gelo em suas paredes não deve passar de 10%.

Saiba mais

CRATERA SHACKLETON
Localizada nas proximidades do polo sul da Lua, a cratera Shackleton foi batizada em homenagem ao explorador da Antártida Ernest Shackleton (1874-1922). Ela tem 21 quilômetros de diâmetro e 4 quilômetros de profundidade. É considerada pela Nasa uma candidata a funcionar como base lunar no futuro, caso seja confirmada a presença de gelo.
"Vários dos instrumentos da LRO fizeram contribuições para essa pesquisa, mas apenas o radar penetra abaixo da superfície para procurar evidências de depósitos de gelo", explica o cientista da Nasa John Keller. O radar pode sondar a presença de água até dois metros abaixo da superfície. "Estes resultados impressionantes contribuem ainda mais para a hipótese de haver água na Lua”, disse Keller.
As medições da Lunar Reconnaissence Orbiter foram feitas durante três observações entre dezembro de 2009 e junho de 2010, mas a análise dos dados só foi divulgada nesta semana.

Cientistas descobrem origem da água na superfície lunar(VEJA)


Espaço

De acordo com pesquisa da Universidade do Tennessee, ventos solares estão na origem da água armazenada em cristais na superfície lunar

lua água vento solar
Vento solar carrega íons de hidrogênio até a superfície da Lua, onde o elemento fica armazenado na forma de cristais d'água (Stockbyte)
Cientistas da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, descobriram a origem da água armazenada em cristais na superfície lunar. De acordo com um estudo publicado na edição desta semana da revista científica Nature Geoscience, os pequenos cristais d'água se formaram por um constante bombardeamento de vento solar na superfície do satélite.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Direct measurement of hydroxyl in the lunar regolith and the origin of lunar surface water

Onde foi divulgada: revista Nature Geoscience

Quem fez: Yang Liu, Yunbin Guan, Youxue Zhang, George R. Rossman, John M. Eiler e Lawrence A. Taylor

Instituição: Universidade do Tennessee, EUA

Dados de amostragem: amostras da superfície lunar colhidas do satélite pelas missões Apollo

Resultado: os pequenos cristais d'água da superfície lunar se formaram por um constante bombardeamento de vento solar.
Desde 2009, a existência da substância na superfície da Lua era conhecida, mas não se sabia como ela havia se originado. A pesquisa mostrou que o vento solar é responsável por carregar íons (átomos carregados eletricamente) de hidrogênio até a Lua e, uma vez ali, as moléculas ficam armazenadas em forma de água no interior de cristais. Para chegar a essa conclusão, a geóloga Yang Liu e sua equipe analisaram amostras da superfície lunar colhidas pelas missões Apollo, inclusive pelo astronauta Neil Armstrong (1930-2012), e acharam restos de água em alguns de seus componentes. "Quando as pessoas pensam em água, sempre imaginam em estado líquido, em rios, lagos ou oceanos. Mas algo que não costumamos reconhecer é que existe uma grande quantidade de água armazenada em minerais", explicou Liu.
O vento solar contém uma grande quantidade íons. Eles não chegam a tocar a Terra porque a atmosfera e o campo magnético do planeta servem como proteção. No caso da Lua, por outro lado, o vento solar impacta continuamente sua superfície.



"Nos últimos anos, fomos testemunhas de uma mudança de paradigma em nossa visão 'sem água' da Lua'", afirmou Liu. Segundo a investigadora, cada cristal analisado conteria entre 200 e 300 partes por milhão de água (um átomo de oxigênio e dois de hidrogênio) e hidroxilo (um átomo de oxigênio e outro de hidrogênio).
O achado permitiu aos cientistas conhecerem uma nova fonte por meio da qual os planetas do interior do Sistema Solar (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e seus satélites poderiam obter água. Liu e seus colegas defendem que um mecanismo similar poderia acontecer em outros corpos sobre cujas superfícies o vento solar incide, como Mercúrio ou o asteroide Vesta. "O bombardeio do vento solar é um processo constante. Os corpos planetários têm ambientes bastante diferentes entre si, mas todos têm o potencial de produzir água", afirma Liu.
(Com Agência EFE)

Lua pode ter se originado a partir de material do manto terrestre(VEJA)


Astronomia

Simulações de computador mostram que a Lua poderia ter se formado a partir de pedaços da Terra, após a colisão com corpo gigantesco

Lua
Análises químicas feitas em rochas da Lua mostraram que ela tem uma composição similar à encontrada no manto terrestre (Thinkstock)
Dois novos estudos que serão publicados nesta próxima quinta-feira na revista Sciencepropõem uma nova explicação para a origem da Lua. Por meio de simulações de computador, eles mostram que o satélite poderia ter se formado a partir de pedaços da própria Terra, após o planeta ter sido atingido por um impacto gigantesco. Os novos modelos desafiam uma teoria antiga, chamada de Hipótese do Grande Impacto, que diz que a Lua teria sido produzida pelo material de um planeta pequeno – do tamanho de Marte – depois de uma colisão com a Terra há 4,5 bilhões de anos. Os restos desse planeta teriam sido incorporados pelo núcleo da Terra. 
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Making the Moon from a Fast-Spinning Earth: A Giant Impact Followed by Resonant Despinning

Onde foi divulgada: revista Science

Quem fez: Matija Ćuk e Sarah T. Stewart

Instituição: Departamento de Ciências da Terra e Planetárias da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos

Resultado: Por meio de simulações de computador, os pesquisadores conseguiram mostrar que a Lua poderia ter se formado a partir de pedaços que se soltaram da própria Terra, depois de o planeta ter sido atingido por um corpo gigantesco. Nesse caso, as velocidades de rotação e translação da Lua seriam maiores que a que as atuais, e desacelerariam com o tempo.
Esta teoria surgiu nos anos 1970, e ganhou força nos 1980, quando simulações de computador mostraram que a Lua poderia ter sido criada com material de fora da Terra. Estas simulações previam que a colisão desse planeta com a Terra daria origem à Lua, e o impacto do choque daria início aos movimentos de rotação e translação do astro, que teriam se mantido intactos até hoje. A teoria se mostrou imperfeita quando, anos mais tarde, análises de amostras retiradas do satélite mostraram que ele tinha uma composição química similar à do manto terrestre, uma camada que fica abaixo da crosta de nosso planeta. 

Agora, uma pesquisa liderada pela astrônoma Matija Ćuk, da Universidade de Harvard, mostrou que a Lua também poderia ter se formado a partir de pedaços da própria Terra. Eles usaram uma série de simulações de computador para mostrar que um impacto gigantesco poderia fazer com que um disco se soltasse do manto do planeta e passasse a girar em sua volta.




 Nesse sistema, a velocidade de rotação e translação da Lua logo após o impacto seriam maiores que as atuais.  No entanto, as simulações mostraram que o sistema poderia perder velocidade por conta de fatores externos, como a gravidade do Sol, até atingir o estado de hoje.

Em um estudo separado, publicado na mesma edição da Science, o astrônomo Robin Canup, do Southwest Research Institute, nos Estados Unidos, mostrou que a Lua também poderia ter sido formada após a colisão de dois planetas de massa semelhante à da Terra. O impacto iria produzir um satélite com o mesmo tamanho da Lua, e a mesma composição química da Terra. 

Eike compra Terra Encantada(VEJA)



A Terra Encantada agora é do Eike
A REX, de Eike Batista, acaba de comprar uma área de 700 000 metros quadrados na Barra da Tijuca para erguer um bairro planejado. No local, funcionou por doze anos o Terra Encantada,um fracassado parque de diversões carioca.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/eike-compra-terra-encantada/

Morre Sylvia Kristel, famosa atriz de 'Emmanuelle'(VEJA)


Cinema

Atriz holandesa se tornou ícone da liberação sexual nos anos 1970, por ter participado de vários longas pornôs durante a carreira

Sylvia Kristel em foto de 1976: a atriz faleceu durante a noite
(Archive/AFP)
A atriz holandesa Sylvia Kristel, que ficou famosa como protagonista do filme eróticoEmmanuelle, de 1974, morreu na madrugada desta quinta-feira, vítima de câncer de esôfago. Ela tinha 60 anos. Kristel havia sido internada em julho em um hospital de Amsterdã, após sofrer um acidente vascular cerebral. O AVC fez a atriz interromper o tratamento contra o câncer, diagnosticado há dez anos, que já havia se espalhado para o pulmão.
A atriz se tornou um ícone da liberação sexual nos anos 70, por sua participação em longas pornôs. No já clássico Emmanuelle, a atriz vivia a personagem-título, uma jovem que desafiava os limites da sexualidade. Baseado no romance autobiográfico da francesa Marayat Bibidh Andriane, o filme, do diretor francês Just Jaeckin, causou alvoroço quando lançado e arrecadou 100 milhões de dólares ao redor do mundo. 
Sequências - O filme fez tanto sucesso que ganhou duas sequências, ambas com Sylvia: em 1975, ela estrelou Emmanuelle - a Antivirgem, de Francis Giacobetti, e, em 1977, Adeus, Emmanuelle, de François Leterrier. A atriz não fez apenas filmes eróticos, porém. Ela também trabalhou em longas de Claude Chabrol (Alice ou la Dernière Fugue, de 1977), Roger Vadim (Une Femme Fidèle, de 1976) e Alain Robbe-Grillet (Le Jeu avec le Feu, de 1975).
A fama conquistada cedo levou Sylvia a uma vida agitada, marcada por excessos com álcool, drogas e amores. Todos esses temas, assim como o câncer de que sofre há uma década, estão na autobiografia Nua, lançada em 2006 na Europa.
Ela foi casada com o escritor Hugo Claus, com quem teve um filho, Arthur.
(Com agências France-Presse e EFE)

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