sábado 13 2017
segunda-feira 08 2017
Entrevista a José Mujica. Ex Presidente de Uruguay (Vale muito assistir)
Encantada com a entrevista de PEPE MUJICA, Ex Presidente do Uruguay.
Este homem me encanta em muitos aspectos... Muito mais pelo o desapego...
Este homem me encanta em muitos aspectos... Muito mais pelo o desapego...
domingo 07 2017
Associação de procuradores vê “ameaça” em fala de Lula
Em evento do PT, ex-presidente afirmou em tom irônico que, se não o prendessem logo, ele iria mandar prender os que falam mentiras contra ele
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) lamentou na noite deste sábado as declarações feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o 6º Congresso Estadual do PT, em São Paulo. Em críticas direcionadas à imprensa e aos investigadores da Operação Lava Jato, o petista afirmou: “Amanhã o Lula vai ser preso. Faz dois anos que eu estou ouvindo isso. Se eles não me prenderem logo, quem sabe um dia eu mando prende-los por mentiras”.
Em nota, o presidente da ANPR, José Robalinho Cavalcanti, afirmou que a frase tem tom de ameaça e que “não é digna” de alguém que já foi presidente da República. “De resto, apenas lamentar a frase, que soa como ameaça, de que — supõe-se legitimamente que depois de mais uma vez eleito presidente — irá mandar prender os que investigam. Isto não irá deter qualquer agente de Estado ou a marcha serena e impessoal da Justiça, mas não é uma declaração digna de quem foi por oito anos o supremo mandatário do país”, disse Cavalcanti, no texto. “O ex-presidente sabe muito bem que chefes do executivo não ‘mandam prender’ ninguém em um estado de direito. A Justiça é que o faz”, acrescentou.
Após eleição, Macron traz mensagem de otimismo para a França
O próximo desafio do recém-eleito Emmanuel Macron são as eleições legislativas, marcadas para 11 de junho

O presidente eleito, Emmanuel Macron, faz discurso da vitória na esplanada do Louvre em Paris - 07/05/2017 (Benoit Tessier/Reuters)
O candidato independente Emmanuel Macron foi eleito por 66,06% dos votos. Marine Le Pen recebeu 33,94% de apoio no segundo turno das eleições na França neste domingo. Três dias antes da eleição que consagrou Macron o novo presidente da França, o escritor mais popular do país definiu assim o movimento do candidato centrista: “É uma terapia de grupo para converter a França ao otimismo”.
Para Michel Houellebecq, autor de “Submissão” e grande tradutor do mal-estar francês contemporâneo, Macron surge como uma cura para um país doente de pessimismo, “que se compara de maneira obsessiva com a Alemanha” para descobrir que não consegue ser como o vizinho.
No universo houellebequiano, o otimismo com a vitória de Macron traz em si o seu contrário, uma melancolia que reconhece que não há mais retorno ao passado da França industrializada. Eleger Macron é “aceitar a mundialização e fazer coisas diferentes de um smartphone. Somos bons no artesanato, na gastronomia, no turismo”, listou Houellebecq, no palco do programa Emission Politique, no tom depressivo de sempre. O otimismo francês dura poucas frases.
Nos cartazes fixados por todo o país, abaixo do olhar sério de Macron, o slogan “A França deve ser uma chance para cada pessoa” tinha ares de autoajuda, principalmente quando somada aos discursos emocionais do jovem candidato, poucas vezes vistos na sisuda política francesa. Emoção que chegou ao seu auge na tarde de 18 de fevereiro.
Em um comício na cidade de Toulon, Macron paralisou a multidão ao usar uma frase ícone de Charles de Gaulle: “Eu entendi vocês” disparou, em tom dramático, fazendo referência ao discurso feito pelo primeiro presidente da 5ª república em 4 de junho de 1958, na Argélia. Na ocasião, De Gaulle começou abriu a fala histórica com esta frase na intenção de acalmar a multidão que lhe assistia na Praça do Fórum de Argel em plena guerra pela independência da colônia.
Na versão de Macron, o célebre “Je vous ai compris” ganhou um complemento. “Eu entendi vocês. E eu amo vocês”, disparou, dando o toque emocional quase populista característico de sua retórica. Desde então, a França discute o que é o “Macronismo”, essa força que agora sobe ao poder.
“O macronismo tem sentido por um lado e eletricidade por outro”, na definição de François Lenglet, analista econômico da rede France2. O sentido, ele não tem dúvida, é liberal: “É o desenvolvimento da economia privada, é reduzir o estado. Um programa liberal clássico”, definiu, em análise após a vitória. O lado que forneceria a eletricidade seria o carisma e a proposta social, a “flexi-seguridade” escandinava, grande inspiração de Macron.
Primeiro desafio: eleição legislativa
Se por um lado falou ao coração dos franceses, Macron não abriu mão de algumas propostas altamente impopulares. O tema reforma trabalhista, que faz os franceses terem arrepios, esteve na linha de frente durante toda a campanha, sem constrangimento. O novo presidente é claro: é preciso tornar o atual modelo de emprego francês menos protetor para incluir os 10% de desempregados no mercado de trabalho. O fato de 65% dos eleitores terem dado seu voto por um candidato que quer mexer nesta instituição francesa que são os direitos trabalhistas é o maior sinal de que o país está mudando – e que Macron soube perceber isso.
A casca de banana que pode aparecer no caminho do novo governo e fazer o otimismo virar fúria tem data marcada para aparecer: 11 de junho, quando os franceses vão às urnas novamente eleger o novo parlamento. Os discursos de Marine Le Pen e do radical de esquerda Jean-Luc Mélenchon – que obteve quase 20% dos votos no primeiro turno – já mostram que as duas forças extremistas estão mobilizadas para compor uma forte oposição ao novo governo.
Mélenchon e seu movimento França Insubmissa deve constituir a maior resistência às reformas e já deixou claro que poderá repetir as cenas de protesto e pancadaria nas ruas das grandes cidades franceses verificadas no ano passado, quando François Hollande fez uma tímida mudança na lei trabalhista.
segunda-feira 01 2017
Sua vida pode ser incrível
Mas para acontecer isso você precisa se entregar de verdade aos seus projetos. Essa é a chave para ser o que você sempre sonhou.

Luiz Felipe Buff, 36, é descendente de quatro gerações de juristas. Aos 28 anos, ele se deu conta de que não gostava nem de ser advogado nem da sua vida em São Paulo. E tomou uma atitude radical: abandonou tudo e saiu em busca do que o faria realmente feliz.Ter essa coragem é fundamental para quem quer ter uma vida plena e com propósito.
Para o psicanalista Manoel Thomaz Carneiro, autor do livro “Pense Bem – Ideias para Reinventar a Vida” (Casa da Palavra), essa entrega faz toda a diferença. Viver “em pedaços” é justamente o que faz muita gente se sentir vazia. “Muitos estão no cinema e ao mesmo tempo no celular, já pensando no dia seguinte”, diz. “Uma vida incrível é aquela em que a pessoa está interessada e inteira.”
Buff encontrou o sentido da sua em um caiaque. Hoje, é instrutor de uma entidade que desenvolve liderança por meio de expedições em locais como Alasca e Patagônia. Nas horas vagas, realiza missões próprias. A próxima: remar por toda a costa brasileira. “Tenho paixão absoluta pelo que faço. Antes, era até difícil difícil voltar a São Paulo e conversar com os amigos. A maioria vivia reclamando, ricos e infelizes.
Buff lembra que foi uma “batalha” contrariar o desejo da família e que ficou inseguro no início. Sair da zona de conforto e assumir riscos é duro. Por isso mesmo é preciso ir com tudo. “Quando você se entrega totalmente, cresce muito”, diz.
Lembre-se de pessoas que você admira, sejam elas atletas, artistas, empreendedores… Por mais diferentes que sejam, é provável que tenham isso em comum: entregaram-se a algo de corpo e alma. E você? Vai viver pela metade?
http://super.abril.com.br/comportamento/ideia-2-nao-viva-pela-metade/
quinta-feira 20 2017
quarta-feira 19 2017
Moro desmente Requião sobre abuso de autoridade
Juiz da Lava Jato diz que é contra proposta do senador do PMDB, que atribuiu ao magistrado suposto apoio à alteração no substitutivo do projeto de lei
O juiz federal Sérgio Moro declarou que ‘é inverídica’ a afirmação de que foi consultado e concordou com a redação do parecer do projeto que altera a Lei de Abuso de Autoridade.
O relator da proposta, senador Roberto Requião (PMDB-PR), deve apresentar nesta quarta-feira, 19, novo parecer à Comissão de Constituição e Justiça. A redação teria se baseado nas sugestões do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e sido feita após consulta e aprovação de Moro.
O juiz da Lava Jato divulgou nota em que nega ter avalizado o substitutivo.
“Consta, no parecer do senador Requião sobre o projeto da lei de abuso de autoridade, afirmação de que eu, juiz Sérgio Moro, teria sido consultado e concordado com a redação por ele proposta para o parágrafo segundo do artigo 1 do substitutivo”, informou Moro.
“Isso, porém, não é verdadeiro, estando o Senador absolutamente equivocado pois não fui consultado e não concordo com a redação proposta.”
O juiz da Lava Jato chegou a ir ao Senado para apresentar suas divergências em relação à proposta. O projeto do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) abre brecha para que juízes e promotores sejam punidos pela interpretação da lei.
“Ninguém defende abuso de autoridade, mas a redação proposta no substitutivo do senador não contém salvaguardas suficientes para prevenir a criminalização da interpretação da lei e intimidara a atuação independente dos juízes.”
COM A PALAVRA, O JUIZ MORO
“Há duas semanas fui consultado acerca de alterações no substitutivo do senador Requião para o projeto na Lei de Abuso de Autoridade. Na ocasião, fui informado que basicamente teria sido acolhida a sugestão por mim apresentada e igualmente pelo procurador-geral da República, de que o projeto conteria norma estabelecendo que ‘não constituiria, por si só, crime de abuso de autoridade a divergência na interpretação da lei ou na avaliação de fatos e provas’.
Se o substitutivo apresentado pelo senador Requião agrega o condicionante ‘necessariamente razoável e fundamentada’, como afirma-se, esclareço que não fui consultado sobre essa redação específica e ela, por ser imprecisa, não atende a minha sugestão. Persiste, com ela, o risco à independência judicial. Ninguém é favorável ao abuso de autoridade, mas o juiz não pode ser punido por mera divergência na interpretação da lei, especialmente quando dela discordarem pessoas politicamente poderosas.
”http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/moro-desmente-requiao/
-
O trabalho ininterrupto gera diversas consequências físicas e psicológicas ao empregado. A exigência constante por produtividade faz com ...
-
Já imaginou um óleo capaz de ajudar desde a hidratação da pele até o alívio de dores musculares? Se para muita gente o óleo de co...
-
Disponível nos mais variados tamanhos, formatos e materiais, o lustre pode incrementar o visual de sua sala Item decorativo que sur...