segunda-feira 03 2014

O candidato dos milicos


Movimento surgido na caserna e que já conta com o apoio de mais de cinco milhões de pessoas quer lançar o general Augusto Heleno, chefe da missão brasileira no Haiti, para concorrer à presidência da República

Josie Jeronimo (josie@istoe.com.br)
Aos 66 anos, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira é um fenômeno que não aparece nas pesquisas de intenção de voto nem frequenta as análises políticas convencionais. Na internet, porém, sua eventual candidatura à Presidência da República tem feito sucesso. Conforme dirigentes de 68 associações de militares da reserva, que costumam refletir o pensamento de boa parte da caserna, o movimento “general Heleno presidente” alcançou nas últimas semanas o apoio de 5,7 milhões de eleitores. Uma ordem de grandeza respeitável em qualquer circunstância. Apesar desses números, o general Heleno, que foi comandante militar da Amazônia, e também esteve à frente das tropas da ONU que mantêm a ordem no Haiti, construindo uma rara liderança fardada nascida após a democratização do País, tem tudo para se transformar na principal estrela de um movimento de caráter simbólico. Oficial da reserva desde maio de 2011, ele teria de ter preenchido alguma ficha de filiação partidária até outubro do ano passado para poder disputar a eleição e até agora não se posicionou sobre isso. Seus aliados não confirmam nenhuma vinculação partidária do general, embora também não descartem a possibilidade de este ser um segredo estratégico. O certo é que, com o apoio que tem recebido, o general não será um eleitor qualquer.
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POLÊMICO
O general Augusto Heleno: ele disse que a política indigenista
do governo Lula era "lamentável, para não dizer caótica"
O sucesso do general na internet tem explicação. Num universo político em que os principais candidatos têm uma postura que admite apenas mudanças de tonalidades cinzentas entre o centro e o centro-esquerda, com receio de descontentar eleitores desconfiados da propaganda eleitoral, o general apresenta um discurso conservador que um bom número de eleitores gosta de ouvir. Ele tornou-se uma celebridade instantânea ao dizer que a política indigenista do governo Luiz Inácio Lula da Silva era “lamentável, para não dizer caótica,” afirmação que lhe custou o comando militar da Amazônia. De lá para cá, ironizou o “passado ilibado” de Renan Calheiros, criticou a política econômica do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e chamou o acordo do Mercosul de um “mero tratado bolivariano”. Heleno já definiu o ex-ministro José Dirceu  como o “maior colecionador de rabos presos” da República. Aliados e amigos do general afirmam que, ainda que a legislação impeça uma candidatura própria, irão entrar na campanha como parte de um “movimento anti-PT.” O capitão Augusto Rosa, um dos mais ativos aliados do general, faz críticas ao programa Bolsa-Família que a oposição civil abandonou há muitos anos. “Estamos criando uma geração de pais vagabundos que não servem de referência para os filhos.”
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O discurso conservador não faz do general Heleno um defensor do golpe militar de 1964, mas aos mais próximos ele gosta de repetir uma afirmação pouco convicta sobre os valores democráticos. “Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim”, diz, citando uma frase cubana. A boa notícia em torno da liderança do general é que, desde a redemocratização do País, é a primeira vez que se consolida entre as Forças Armadas um movimento que pretende se valer do voto e das vias democráticas para colocar suas posições. Os militares que se articulam em volta de Heleno pretendem formar o Partido Militar Brasileiro, PMB, que anuncia ter conseguido filiar 490 mil eleitores para obter registro no TSE – se todas as fichas forem regulares, faltarão 80 mil para que possa chegar ao registro definitivo. Por enquanto, a exemplo do que acontece com os simpatizantes da Rede, de Marina Silva, os candidatos que apoiam a criação do PMB estão espalhados por outros partidos ou usando o PRTB como “sigla franqueada” para disputar as eleições de 2014. O deputado comunista Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), delegado da Polícia Federal que fez fama na Operação Satiagraha, já assinou sua ficha de apoio e milita pela criação do partido. Através de seu site, Protógenes costuma pedir aos eleitores que façam o mesmo. Outro aliado seguro é o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que se dedica a organizar o partido no Rio de Janeiro e é um nostálgico assumido da ditadura. Longe da política, mas famoso no meio militar, o primeiro astronauta brasileiro, o coronel da Aeronáutica Marcos Pontes, também fará parte do diretório de São Paulo.
O vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, Eliezer Rizzo, analisa a emergência do descontentamento militar como parte do descontentamento geral do funcionalismo com os salários. No governo Lula, relembra, o Planalto investiu em plano de recuperação salarial do funcionalismo e ganhou a simpatia geral, inclusive dos fardados. Mas essa política foi abandonada no governo Dilma, levando a uma reação previsível nas repartições e na caserna. Para Eliezer Rizzo  um movimento dessa natureza faz parte natural dos regimes democráticos. “É preferível ter um partido pró-militares disputando eleições a ter grupos em atitude de confronto com o sistema democrático. Grande parte da população considera a democracia como frágil, corrupta, inoperante, como se um regime forte e antidemocrático não padecesse de situação similar. Mas o regime democrático pode perfeitamente incorporar essa iniciativa.”
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Os militares estão misturados à política brasileira desde a Proclamação da República, que foi obra de um golpe militar. Depois de Deodoro e Floriano, os dois primeiros presidentes, o Brasil teve um terceiro general presidente, Eurico Dutra. Além deles, no pós-guerra surgiram dois candidatos competitivos, ainda que derrotados nas urnas, o brigadeiro Eduardo Gomes  e o general Henrique Lott. Uma diferença é que esses candidatos nasceram no interior de partidos civis, enquanto o movimento que carrega o general Heleno nasceu no universo militar, em suas famílias e associações de reservistas. Os militares têm causas que seduzem muitos eleitores, como o combate às cotas raciais e também ao casamento entre homossexuais. Sua agenda, no entanto, tem vários elementos típicos da caserna.
O Partido Militar Brasileiro denuncia a investigação conduzida pela Comissão da Verdade em torno dos crimes do regime como uma forma de revanchismo. Embora determinadas atitudes da Comissão possam mesmo estimular a interpretação de que se trata de um movimento “revanchista”, ela cumpre um papel necessário, indispensável à democratização que se defronta com a memória da tortura. No próximo 31 de março, data que foi retirada do calendário das celebrações militares pela presidenta Dilma Rousseff, o general Heleno vai dar uma palestra sobre a deposição de João Goulart para um grupo de maçons de Brasília. 
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FOTOS: JOEDSON ALVES/AGêNCIA ESTADO/AE, Roberto Castro / AG. ISTOÉ; Anibal Philot / Agência O Globo; Cris Komesu/Folhapress

PF pede ao STF para investigar o ministro do Trabalho

Governo

Manoel Dias, do PDT, é suspeito de comandar um esquema de desvios de recursos do ministério para empregar funcionários fantasmas

Manoel Dias, ministro do Trabalho
FEUDO - Manoel Dias, ministro do Trabalho: pasta é comandada pelo PDT desde o governo Lula (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Um inquérito concluído pela Polícia Federal reúne indícios de participação do ministro do Trabalho,  Manoel Dias, em um esquema de desvios de recursos da pasta. De acordo com a PF, militantes do PDT, partido de Dias, foram empregados como funcionários fantasmas de uma entidade que firmou convênios com o ministério, movimentando 11 milhões de reais.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a PF pediu explicações ao ministro, mas não pôde intimá-lo por que ele detém foro privilegiado. Caberá à Justiça Federal em Santa Catarina decidir se enviará ou não o caso Supremo Tribunal Federal (STF). Só após a manifestação do Supremo é que o ministro poderá ser formalmente investigado.
A investigação da PF começou a partir de revelações de um ex-dirigente do PDT, em setembro do ano passado. Ex-presidente da Juventude do partido em Santa Catarina, John Sievers – que à época era presidente do diretório estadual do PDT – afirmou que, em 2008, recebeu pagamentos mensais da Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Rio Tijucas e Itajaí Mirim (ADRVale), com sede em Brusque (SC) e comandada por pedetistas. Na prática, porém, prestava serviços à Universidade Leonel Brizola, lidada ao PDT.

Segundo Sievers, os pagamentos foram feitos a mando do hoje ministro. "Quem me passou (as orientações) foi o Manoel (Dias). Meu salário foi pago através da ADRVale", afirmou.

Com base eleitoral em Santa Catarina, Dias nega ter dado ordem para as irregularidades e diz não temer a abertura de um inquérito: "Nunca me envolvi em corrupção", disse. Na época do surgimento das denúncias, Dias enfrentou pressões, inclusive do seu partido, para renunciar ao cargo.

Documentos – Sievers entregou à polícia extratos bancários e afirmou ter recebido da ADRVale, após acerto com Dias, valores que variam de 800 reais a 1.335 reais, entre fevereiro e outubro de 2008, na condição de "vigilante" e "assistente". Na prática, segundo sua versão, viajava a cidades do interior a serviço da universidade do partido, que também era comandada pelo agora ministro do Trabalho.

Cinco ex-dirigentes da ADRVale, hoje inativa, foram indiciados por formação de quadrilha, peculato e dispensa indevida de licitação.

À Justiça, a PF relatou que o governo sonegou dados do convênio. Além disso, não enviou dados sobre a análise da prestação de contas. A pasta alega não ter recebido informações completas porque um incêndio atingiu as instalações da ADRVale.

Paulistanos e cariocas são os que mais trabalham para pagar passagem de ônibus

Transporte

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, passageiros precisam dedicar em média 12 minutos e meio de trabalho para pagar cada viagem. Cálculo feito a pedido do site de VEJA considerou 12 metrópoles e comparou tarifas com renda média

Daniel Haidar, do Rio de Janeiro
Trânsito intenso na chegada à Rodoviária Novo Rio
Trânsito intenso na chegada à Rodoviária Novo Rio (Felipe Hanower/Agência O Globo)
Paulistanos e cariocas estão entre os cidadãos que mais precisam trabalhar para pagar uma viagem de ônibus em suas cidades. A conta considera os valores das tarifas, os salários médios e o câmbio de 12 metrópoles. Nas duas maiores cidades brasileiras, o usuário precisa trabalhar, em média, pouco mais de 12 minutos para comprar uma passagem – acima de Londres, a terceira cidade com tarifa mais alta, de acordo com esses quesitos. Os londrinos dedicam 11 minutos de trabalho, em média, para arcar com uma viagem de ônibus. No outro extremo do ranking está Buenos Aires, onde 1 minuto de trabalho é suficiente para custear a tarifa unitária.
O levantamento foi feito a pedido do site de VEJA pelos economistas Samy Dana e Leonardo Siqueira de Lima. Para estimar quanto o gasto com ônibus ocupa do tempo do trabalhador, Siqueira Lima considerou a renda média por pessoa de cada país, e comparou este valor com a tarifa. Essa comparação é um método para ilustrar poder de compra em diferentes moedas.
“A passagem de ônibus representa uma parcela muito maior do salário para o brasileiro do que para o inglês. No final das contas, sobra menos renda para o brasileiro gastar com lazer, por exemplo”, disse o economista Leonardo Siqueira de Lima.
Alvo de protestos de rua e de constantes queixas de usuários, o serviço de ônibus nas duas grandes cidades brasileiras, com base nessa comparação, é mais caro do que cidades reconhecidas por sua qualidade de transporte. Londres, a terceira metrópole no ranking, tem, além dos coletivos, um amplo e eficiente sistema de metrô. Para garantir que o transporte público tenha fluidez no centro da cidade, automóveis são taxados. A tarifa londrina convertida para o dólar (4,07 dólares) é bem mais alta que a de São Paulo e Rio (1,26 dólar). Mas, como o rendimento médio por hora dos paulistanos e cariocas é de 6,03 dólares, contra 20,67 dólares na capital inglesa, a passagem pesa mais no bolso dos brasileiros.
Os doze minutos e trinta segundos de trabalho necessários para adquirir uma passagem no Rio ou em São Paulo são quase o dobro do esforço necessário para uma viagem em Paris ou em Nova York, respectivamente a oitava e a nona cidades mais caras. O sistema de transporte público de Paris tem, além dos ônibus, um metrô que cobre grande parte da capital. E a cidade adota ainda um modelo de estações de aluguel de bicicletas copiado mundo afora, e que realmente atende os usuários do transporte público como sistema complementar.
Os ônibus no Brasil são, em sua maioria, veículos adaptados a partir de carrocerias de caminhão. A má qualidade do serviço de ônibus e a falta de transparência nos reajustes anuais permitidos pela Prefeitura provocaram indignação dos usuários. As manifestações iniciadas em junho do ano passado fizeram o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), cancelar o aumento do ano passado. Mas, em fevereiro deste ano, a passagem voltou a subir e se igualou ao preço praticado em São Paulo: 3 reais. Isso bastou para motivar uma nova onda de protestos.

Quanto custa a passagem, em tempo de trabalho*

*Cálculo com base no câmbio do dia 19/02/2014

CidadeTarifa em DólarRendimento médio
por Hora
Tempo de trabalho
em minutos
São Paulo1,266,0312min 30s
Rio de Janeiro1,266,0312min 30s
Londres4,0720,6711min 49s
Lisboa2,5014,4110min 25s
Tóquio2,4517,568min 23s
Santiago1,098,028min 8s
Madri2,2918,417min 28s
Paris2,5023,056min 31s
Nova York2,5023,716min 20s
Ottawa2,3626,435min 22s
Pequim0,264,293min 38s
Buenos Aires0,169,361min 2s
Fonte:Leonardo de Siqueira Lima/Sites de Prefeituras/Banco Mundial/Banco UBS
O Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM-RJ), em estudo concluído no fim de outubro do ano passado, recomendou que a tarifa fosse reduzida de 2,75 para 2,50 reais. A redução seria necessária porque o lucro das empresas, na chamada taxa interna de retorno, estava acima do equilíbrio estipulado no contrato de concessão. De acordo com a inspeção dos peritos do TCM-RJ, a taxa de rentabilidade das concessões de ônibus estava em 10,01%, bem acima do lucro estipulado de 8,8% na assinatura dos contratos. O mesmo contrato, no entanto, assegura às empresas reajustes para compensar a alta de custos.
Para especialistas entrevistados pelo site de VEJA, a taxa interna de retorno de 10% é “excessiva”. Quanto menor o risco do negócio, menor deve ser essa rentabilidade. No caso do transporte público, a demanda de passageiros é considerada relativamente indiferente a oscilações de mercado.
“Se a taxa real de retorno for de 10%, como constatou a auditoria, é um lucro elevado. É um patamar de rentabilidade típico de negócio puramente privado, onde o ganho é maior e a  incerteza também”, diz o economista Alexandre Moreira Galvão, diretor da consultoria Ceres Inteligência e professor da Fundação Dom Cabral e especialista em finanças corporativas.
Os dados sobre os lucros e custos das empresas de ônibus não são informados com transparência. O vereador Eliomar Coelho (PSOL) propôs a criação da CPI dos Ônibus na Câmara Municipal do Rio de Janeiro para investigar a rentabilidade desses contratos. Mas a base governista do prefeito Eduardo Paes, que tem ampla maioria na Casa, dominou a comissão parlamentar de inquérito. A oposição teve de ir ao Judiciário para pedir uma revisão da composição da comissão. Atualmente, os trabalhos estão suspensos por determinação da Justiça.

A MASSA CANTA " O PT ROUBOU" DIRETAMENTE DA BAHIA





domingo 02 2014

Jared Leto fala da Venezuela em discurso logo depois de ganhar o Oscar


O ator Jared Leto convidou venezuelanos e ucranianos a sonharem com o impossível durante o discurso que realizou neste domingo logo após receber o Oscar de melhor ator coadjuvante por "Clube de Compras Dallas", o primeiro prêmio entregue na cerimônia que acontece no teatro Dolby, em Los Angeles.
Leto tinha expressado dias antes sua preocupação pela tensão vivida na Venezuela e na Ucrânia e aproveitou a atenção que os prêmios despertam no mundo todo para reforçar sua mensagem.
"A todos os sonhadores que estão vendo isto hoje, lugares como Ucrânia e Venezuela, nós estamos aqui enquanto vocês lutam para fazer dos seus sonhos realidade, para viver o impossível. Pensamos em vocês esta noite", afirmou o ator.

Pesquisadores americanos criam preservativo elétrico que gera prazer



camisinha1Apesar das inúmeras vantagens, a camisinha quase sempre é mal vista pelos casais, mas isso está para mudar após a invenção de três pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, que criaram um preservativo que gera pequenos impulsos elétricos para provocar maior prazer.
Criado por alunos de doutorado do instituto, o objetivo do brinquedo erótico é desenvolver uma tecnologia sexual
que permita às pessoas imitarem os desenhos de seus próprios brinquedos ou construir novos. Além disso, eles acreditam que a inovação irá ajudar a diminuir a quantidade de pessoas que evitam usar os preservativos de borracha.
Chamado de “The Electric Eel”, ou “A Enguia Elétrica”, em português, Andrew Quitmeyer, um dos criadores, contou nesta quarta-feira (26) que o protótipo, que a primeira vista parece uma meia, é formado por um tecido condutor colocado no pênis e preso com um velcro. O produto possui um microcontrolador e, uma vez carregado, pode ser colocado na roupa, passando a enviar curtos impulsos elétricos de baixa intensidade, e estimulando a região.
Carnaval: Saúde vai distribuir mais de 100 milhões de camisinhas
Os criadores o definem como um “conceito de preservativo” digital de código aberto para melhorar o prazer sexual, embora ressaltem que não evita a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis ou a gravidez. 
— Não prevenirá doença, mas pode nos ajudar a desenvolver preservativos reais com eletrodos.
Novo ‘coquetel’ da Aids chega ao SUS em março
Segundo ele, o dispositivo é financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates. A organização realizou o projeto “Grandes Desafios para a Saúde Global”, no qual premiou as melhores invenções da “Nova Geração de Camisinhas”. A instituição custeou as criações de 13 finalistas em novembro do ano passado para desenvolver seus projetos, que têm sempre o mesmo objetivo: descobrir uma maneira de tornar os preservativos mais agradáveis e mais fácies de usar.
Após duas semanas de trabalho na “Enguia Elétrica”, os pesquisadores garantem que a efetividade e segurança foram comprovadas por eles mesmos, e garantem que o uso é prazeroso.
— Este é apenas um dos muitos desenhos que estamos fazendo para nossa companhia, a Comingle.
Ele, Firaz Peer e Paul Clifton, que também participam da criação, fundaram a empresa, e já começaram a comercializar o dispositivo no site. O brinquedo sexual custa US$350 (cerca de R$ 820), e, com a venda, o trio espera arrecadar fundos para garantir a continuidade da companhia
— Nosso objetivo final é criar brinquedos eróticos de código aberto para que as pessoas possam construir elas mesmas.
Ele explica que o site se baseia na filosofia “DIY” (“Faça você mesmo”) aplicada à tecnologia sexual. Para isso, eles compartilharão os códigos dos desenhos e proporcionarão as peças necessárias para construir os brinquedos eróticos ou criar novos. Por enquanto, eles ainda estão em fase inicial de pesquisa e desenvolvimento, mas anunciam que, assim que conseguirem mais financiamento, partirão para “objetivos maiores”.
Fonte: Agência EFE

Joaquim Barbosa Presidente do Supremo Tribunal


Na seção de sexta dia 13/09/13 o ministro Joaquim Barbosa presidente do supremo tribunal federal

rasgou a Constituição Brasileira na frente de vários colegas do Supremo e afirmou:

Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram. Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados. Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o judiciário.Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que, condenados, façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos.


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