terça-feira 27 2013

A vila - O Filme - Completo e Dublado



Fernanda Montenegro: “Aceitar trabalho é roleta russa…”. Entenda

6.06.2013 / 12:18
Fernanda Montenegro: firme e forte
Em “Saramandaia”, da Globo, Fernanda Montenegro, que completa 84 anos em outubro, é Candinha, uma senhora que passa os dias vagando pela casa, dizendo ironias e conversando com galinhas mágicas que só ela e o telespectador veem. Mas os bichos são de verdade. “Cheios de personalidade e com o intestino solto”, conta a atriz, fazendo piada sobre as gravações. “Já contracenei até com burro em programa infantil, então está tudo certo. Aceitar um trabalho, hoje, é uma roleta russa pra mim. E ainda me chamam! Fico admirada.”
* E antes que alguém sugira que seria melhor Fernanda aproveitar seu tempo curtindo os netos… “Meus netinhos estudam muito e andam de skate. Não têm tempo de acompanhar a vovó.” O público agradece…

Fernanda Montenegro aplaude de pé a nova peça de Monique Gardenberg

Em: 29.10.2012 / 06:48


Fernanda Montenegro com o elenco e Monique Gardenberg depois de assistir a “Desparecimento do Elefante”
O novo espetáculo dirigido por Monique Gardenberg, “O Desaparecimento do Elefante”, baseado em uma coletânea de contos de Haruki Murakami, sobre o qual a gente já contou, tem lotado todas as sessões desde que entrou em cartaz há duas semanas no teatro Fashion Mal. Nesse domingo, o elenco, que tem Fernanda de Freitas, Maria Luiza Mendonça, Caco Ciocler, Marjorie Estiano e Rafael Primot, só para citar alguns, recebeu uma visita mais do que especial depois da apresentação: Fernanda Montenegro, a grande dama do teatro brasileiro, que fez questão de esperar a turma sair do camarim para parabenizá-la pessoalmente.

Fernanda Montenegro: sambas em noite de homenagem a Fernando Torres

Em:09/12/2012

Fernanda Montenegro foi em direção a Madureira nesse sábado por uma causa muito nobre: a inauguração da Arena Fernando Torres, uma homenagem a seu marido, morto em 2008. No palco, bastante emocionada, Fernanda recebeu as homenagens da Velha Guarda do Império Serrano e recitou sambas clássicos, de Paulinho da Viola e Dona Yvone Lara, e outros mais recentes, como os de Diogo Nogueira, em uma noite que deixou todo mundo como lágrimas nos olhos.

Fernanda Montenegro: “Se a gente dura, uma hora bate o pino”


Fernanda Montenegro acredita que rir é o melhor remédio. E foi assim que ela agiu ao comentar sobre seu personagem no remake de “Saramandaia”, na Globo. “Vou fazer uma senhorinha já meio viajona, um jogo de cena muito lírico. Se eu tenho medo de ficar assim? Olha, não tem jeito. Se a gente dura, atravessa a linha do Equador, uma hora bate o pino. A gente vai segurando enquanto pode. Manter o espírito jovem é o que nos resta.”
A atriz acaba de voltar de uma temporada na Europa. “Até ganhei um quilo. Fiquei dois meses de férias. Sabe como é… Mas não tenho natureza de engordar. Fomos Nanda [Fernanda Torres], Andrucha [Waddington], as crianças e eu, a sogra. Primeiro passamos na Suiça. Eles esquiaram. Eu não, claro. Depois levamos meus netos para a Itália. Para criança, Coliseu e gôndola é tipo ficção científica”, nos disse a avó coruja.

Pesquisa lança dúvidas sobre existência de vício em sexo

Por BBC, BBC Brasil



Pesquisa lança dúvidas sobre existência de vício em sexo
"Cocaína | Foto: PA"
Nos últimos anos, celebridades como o ator Michael Douglas e o golfista Tiger Woods têm atribuído o fato de terem sido infiéis no casamento a um suposto vício em sexo e afirmaram ter participado de terapias específicas para superar a condição.
Mas será que realmente podemos nos viciar em sexo, assim como acontece com drogas, como a cocaína?
Para responder a essa pergunta, pesquisadores da Universidade da Califórnia-Los Angeles (UCLA) conduziram um estudo que buscava determinar se o cérebro das pessoas que sofrem de hipersexualidade - descrita como uma tendência exagerada se interessar ou se envolver em práticas sexuais - reage da mesma forma que o dos viciados em relação às drogas.
Não existe consenso na comunidade científica mundial sobre se a hipersexualidade pode ser considerada um vício ou se a questão é relacionada a um problema de comportamento e falta de controle.
Para jogar ainda mais lenha na fogueira, na última edição da chamada 'bíblia da psiquiatria', o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disordersou DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, em tradução livre), publicado pela Associação Americana de Psiquiatria, os vícios sexuais foram deixados de fora.
Mas, ao analisar as respostas cerebrais de pessoas que têm problemas para se controlar diante de imagens sexuais, os pesquisadores da UCLA concluíram que o comportamento destes indivíduos tem mais a ver com traços da personalidade - como uma tendência a serem mais compulsivos - do que com um vício.
Resposta cerebral
'É incrível como se estendeu o uso do termo 'vício sexual', sobretudo nos EUA, sem nenhuma base científica', disse à BBC Nicole Prause, uma das autoras da pesquisa.
'Em nosso estudo esperávamos encontrar uma relação entre hipersexualidade e a resposta do cérebro às imagens de sexo, mas não a identificamos'.
Na investigação feita por Prause e sua equipe foram analisados 52 voluntários (39 homens e 13 mulheres), com idades entre 18 e 39 anos, que disseram ter problemas para se controlar diante de imagens sexuais.
Num primeiro momento, os participantes responderam vários questionários sobre diversos temas relacionados à sexualidade. Os resultados dos voluntários eram muito similares aos daqueles que buscam ajuda médica por um suposto vício em sexo.
Depois, a resposta cerebral dos participantes foi medida enquanto lhes eram mostradas uma série de fotografias escolhidas para evocar tanto sensações agradáveis quanto desagradáveis, que incluíam imagens de corpos desmembrados, pessoas cozinhando ou esquiando e, claro, cenas de sexo explícito.
Reposta P300
Os pesquisadores estavam interessados no que é denominada 'resposta P300', que é a resposta do cérebro nos 300 milisegundos depois que uma pessoa vê uma imagem.
Esta unidade de medida, que vem sendo utilizada em muitos estudos internacionais sobre vício e impulsividade, é maior quando uma pessoa vê algo novo ou de especial interesse a ela, como quando um viciado em cocaína vê imagens da droga.
Os cientistas esperavam que, quando vissem imagens sexuais, os participantes que sofriam de hipersexualidade tenderiam a ter respostas P300 mais elevadas.
Mas não foi o que aconteceu. A conclusão foi que a resposta do P300 foi semelhante ao de pessoas que simplesmente tem uma libido mais elevada, que é um traço de personalidade, não ao de pessoas que tem um vício.
'Claramente existem pessoas que têm problemas para controlar certos tipos de comportamentos sexuais e consomem mais pornografia do que o habitual', afirma Nicole Prause.
'Mas isso se deve ao fato dessas pessoas serem compulsivas. (Elas) acumulam ansiedade até o momento em que praticam o sexo, mas isso não é uma busca pelo prazer (sexual), mas sim uma liberação dessa tensão acumulada', conclui a especialista.
Os pesquisadores da UCLA acreditam que as conclusões do estudo podem agora colocar em xeque as atuais teorias que sustentam a existência de vícios sexuais.
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Estudo mostra que cocaína muda estrutura do cérebro em duas horas

Por BBC, BBC Brasil



Estudo mostra que cocaína muda estrutura do cérebro em duas horas
"Cocaína (PA)"
Uma pesquisa feita por cientistas nos Estados Unidos revelou que a cocaína pode mudar a estrutura do cérebro poucas horas após o consumo.
Os estudiosos da Universidade da Califórnia fizeram experimentos com camundongos, que receberam injeções com cocaína.
Eles constataram que, apenas duas horas após receber a primeira dose, as cobaias já haviam desenvolvido no cérebro novas estruturas que são ligadas à memória, ao uso de drogas e a mudanças de comportamento.
Os camundongos que tiveram as maiores alterações no cérebro revelaram ter uma dependência mais elevada de cocaína, mostrando que, segundo especialistas, o cérebro deles estava 'aprendendo o vício'.
A pesquisa foi divulgada na publicação científica 'Nature Neuroscience'.
Caçador de cocaína
Os cientistas investigaram nas cobaias o surgimento de pequenas estruturas nas células do cérebro chamadas espinhas dendríticas, que têm relação profunda com a formação das memórias.
Um microscópio a laser foi usado para olhar dentro do cérebro dos camundongos, ainda vivos, para procurar por espinhas dendríticas após eles receberem doses de cocaína. A mesma análise foi feita em camundongos que, em vez de injeções com cocaína, receberam injeções com água.
O grupo que recebeu cocaína apresentou uma maior formação de espinhas dendríticas, o que indica que mais memórias, relacionadas ao uso da droga, foram formadas.
A pesquisadora Linda Wilbrecht, professora assistente de psicologia e neurociência da Universidade da Califórnia na cidade de Berkeley, disse: 'Nossas imagens fornecem sinais claros de que a cocaína induz ganhos rápidos de novas espinhas, e quanto mais espinhas os camundongos ganham, mais eles mostram que 'aprenderam' (o vício) sobre a droga'.
'Isso nos mostra um possível mecanismo ligando o consumo de drogas à busca por mais drogas.'
'Essas mudanças provocadas pela droga no cérebro podem explicar como sinais relacionados à droga dominam o processo de tomada de decisões em um usuário humano'.
O pesquisador Gerome Breen, do Insituto de Psiquiatria do King's College de Londres, ressaltou que 'o desenvolvimento da espinhas dendríticas é particularmente importante no aprendizado e na memória'.
'Este estudo nos dá um entendimento sólido de como o vício ocorre - ele mosta como a dependência é aprendida pelo cérebro.'
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