segunda-feira 29 2013

Cielo fatura ouro nos 50m borboleta e é bi mundial

Natação

Felipe Lima foi bronze na final dos 100m peito no Mundial de Barcelona

O brasileiro Cesar Cielo venceu a prova dos 50 m borboleta, nesta segunda-feira (29), do Mundial de Natação de Barcelona
Cesar Cielo: favoritismo e medalha de ouro (Emilio Morenatti/AP)
Cesar Cielo venceu a prova de 50m nado borboleta, uma de suas especialidades, nesta segunda-feira, e garantiu a primeira medalha de ouro para o Brasil na natação no Mundial de Esportes Aquáticos de Barcelona, na Espanha. Com o tempo de 23s01, Cielo se tornou bicampeão da categoria ao superar o americano Eugene Godsoe por apenas 0s04. O francês Frederick Bousquet ficou em terceiro, com o tempo de 23s11. Outro brasileiro, Nicholas Santos, terminou em quarto, com 23s21.
Também nesta segunda, Felipe Lima faturou uma medalha de bronze na final dos 100m peito, com o tempo de 59s65. O australiano Christian Sprenger foi o primeiro colocado, com 58s79, e Cameron van der Burgh, da África do Sul, conquistou o segundo lugar, com o tempo de 58s97. Esta é a primeira vez que Felipe sobe ao pódio em um Mundial.
Com as medalhas desta segunda-feira, o Brasil já soma sete no total nesta edição do Mundial. Antes, os atletas das maratonas aquáticas conquistaram um ouro,  duas pratas e dois bronzes, e terminaram a modalidade na primeira colocação.
(Com Estadão Conteúdo e agência Gazeta Press)

Wolverine líder Lidera Bilheteria no Brasil


Wolverine: líder de bilheteria
O novo filme da franquia X-Men foi o mais visto do fim de semana nos cinemas brasileiros.Wolverine Immortal teve público de 927 300 pessoas, mais do que o dobro alcançado pelo segundo colocado, Meu Malvado Favorito 2 (445 700 espectadores).
Minha Mãe é uma Peça ficou em terceiro lugar e está perto de alcançar a excepcional marca de 4 milhões de espectadores. A comédia com Paulo Gustavo foi assistida por 193 480 pessoas entre sexta-feira e domingo e comemora público de 3,86 milhões de espectadores após seis semanas em cartaz.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/wolverine-lidera-bilheteria-no-brasil/

As 20 cidades com melhor índice de desenvolvimento do país

São Caetano do Sul (SP)

Em primeiro lugar no ranking do IDHM está São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, com índice de 0,862

Águas de São Pedro (SP)

Também em São Paulo, Águas de São Pedro ficou em segundo lugar com o índice de 0,854

Florianópolis (SC)

A capital de Santa Catarina ficou na terceira colocação, com 0,847, no ranking de avaliação do IDHM

Vitória (ES)

Em quarto lugar, ficou a capital do Espírito Santo com o índice de 0,845

Balneário Camboriú (SC)

A cidade do litoral catarinense ficou empatada com Vitória, na quarta colocação, com a marca de 0,845 

Santos (SP)

Na sexta colocação, vem a cidade de Santos, no litoral paulista, com o índice de 0,840 

Niterói (RJ)

A cidade mais bem avaliada do estado do Rio de Janeiro foi Niterói, com índice 0,837, na sétima colocação do ranking IDHM 

Joaçaba (SC)

No interior catarinense, Joaçaba ficou em oitavo lugar com o índice de 0,827 

Brasília (DF)

Em nono lugar, vem a capital do Distrito Federal com a marca de 0,824

Curitiba (PR)

A capital do Paraná aparece na décima colocação do ranking IDHM com índice 0,823

Jundiaí (SP)

Em décimo primeiro colocado está Jundiaí, no interior de São Paulo, com o índice de 0,821

Valinhos (SP)

Também no interior de São Paulo, aparece Valinhos, com a marca de  0,819, na décima segunda colocação

Vinhedo (SP)

O décimo terceiro lugar ficou com Vinhedo, no interior paulista, com o índice de 0,817

Santo André (SP)

No ABC paulista, Santo André ocupa a décima quarta colocação com a marca de 0,815

Ilha Solteira (SP)


Araraquara (SP)

Também no décimo quarto lugar está Araraquara, no interior de São Paulo, com a pontuação de 0,815

Santana de Parnaíba (SP)

Santana de Parnaíba, no interior de São Paulo, ficou com a décima sexta colocação, com 0,814, no ranking IDHM

Nova Lima (MG)

No estado de Minas Gerais, aparece Nova Lima na décima sétima colocação com a marca de 0,813

Ilha Solteira (SP)

No interior de São Paulo, Ilha Solteira ficou com a décima oitava colocação com a avaliação de 0,812

Americana (SP)

No décimo nono lugar, vem Americana, no interior de São Paulo, com a pontuação de 0,811

Belo Horizonte (MG)

 A capital mineira ocupou a vigésima colocação com a marca de 0,810

IDHM no Brasil avança 47,5% em 20 anos


Cidades

São Caetano é a cidade com maior índice; Educação se mantém como o principal desafio do país
Portal da cidade de São Caetano do Sul
São Caetano do Sul lidera o ranking do desenvolvimento humano no Brasil (Antonio Milena)
O Índice do Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil, divulgado nesta segunda-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), revela o avanço do Brasil nos últimos 20 anos, mas também um quadro em que a educação se mantém como o principal desafio do país. Entre 1991 e 2010, o índice geral cresceu 47,5% – de 0,493 para 0,727. Feito com base no IDH global, publicado anualmente pelo PNUD, esse índice é composto por três variáveis: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). O desempenho de uma determinada localidade é melhor quanto mais próximo o indicador for do número um.
A classificação do IDHM do Brasil mudou de “muito baixo” (0,493 em 1991) para “alto” (0,727 em 2010). É considerado “muito baixo” o IDHM inferior a 0,499, enquanto que a pesquisa chama de “alto” o indicador que varia de 0,700 a 0,799. Segundo os dados, 74% dos municípios brasileiros (4 122) estão com índices entre "médio" e "alto", e 25% deles (1 431) figuram nas faixas de "baixo" e "muito baixo".

Consulte o IDHM de sua cidade no site do Pnud
Apesar da evolução nesse quadro, a análise por regiões mostra que o Nordeste ainda tem a maioria de seus municípios no grupo de baixo desenvolvimento humano (61,3%, ou 1 099 cidades), enquanto no Norte eles somam 40,1% (180 municípios) nesta categoria. Pelos dados atuais, 44 municípios do Brasil fazem parte da faixa de “muito alto” desenvolvimento humano.
Encabeçando a lista está São Caetano, na Região Metropolitana de São Paulo, com o maior IDHM do país. No outro extremo está Melgaço, no Pará, com o pior índice.
Educação – O subíndice educação, uma das variáveis que compõem o IDHM, é o que mais puxa para baixo o desempenho do país. Em 2010, teve uma pontuação de 0,637, enquanto que os subíndices renda (0,739) e longevidade (0,816) alcançaram níveis maiores.
Embora seja o componente com pior marcação, foi na educação que mais houve avanço nas duas últimas décadas, ressaltaram os pesquisadores. Em 1991, tinha um IDHM 0,279, o que representa um salto de 128% se comparado à pontuação de 2010. "Saímos de um patamar muito baixo, mas a gente ainda não está bem. O IDHM educação é o que menos contribuiu e onde temos os maiores desafios para superar", avaliou Marco Aurélio Costa, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um dos parceiros na realização do estudo.
Longevidade –O componente da longevidade, por sua vez, que é calculado pela expectativa de vida da população ao nascer, é a área na qual o Brasil apresenta melhor pontuação. É o único componente que está na faixa classificada pela pesquisa como um IDHM “muito alto”, quando o índice ultrapassa 0,800. Desde 1991 como o subíndice mais bem avaliado, foi também na longevidade em que a variação ao longo dos últimos 20 anos foi menor. O IDHM longevidade era de 0,662 em 1991, de 0,727 em 2000 e de 0,816, em 2010.
Já a renda mensal per capita saltou 14,2% no período, o que corresponde a um ganho de 346,31 reais em 20 anos. As três instituições que elaboram o Atlas – PNUD, Ipea e Fundação João Pinheiro – ressaltam que 73% dos municípios avançaram acima do crescimento da média nacional. No entanto, há 11% de municípios com IDHM de renda superior ao do Brasil, "evidenciando a concentração de renda do país".

O deputado Romário dá mais uma dentro, ao denunciar a espantosa maracutaia tramada entre o governo e a CBF: um calote de 3 bilhões em todos nós, contribuintes


Deputado Romário, ministro do Esporte Aldo Rebelo e presidente da CBF José Maria Marin (Fotos: Lance!Press :: Roosewelt Pinheiro / EXAME.com :: Tom Dib)
O deputado Romário (PSB-RJ), o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e presidente da CBF José Maria Marin: o Baixinho denunciou a armação para anistiar 3 bilhões de dívidas de clubes de futebol para com o governo (Fotos: Lance!Press :: Roosewelt Pinheiro / EXAME.com :: Tom Dib)
Artigo de Luiz Garcia, publicado no jornal O Globo
O GOL DE ROMÁRIO
Na terça-feira passada, Romário entrou em campo. Usava, se me permitem a pobreza da imagem, não as sandálias da humildade e da timidez, mas as chuteiras do artilheiro. E fez um gol de placa.
Denunciou ao plenário da Câmara um fato que muitos de seus colegas certamente ignoravam. E uns tantos outros fingiam ignorar — o que não é raro no mundo político. Por interesse direto, ou por contar que seus colegas façam o mesmo, quando for do seu interesse.
Romário simplesmente contou um episódio triste do mundo do futebol profissional.
Aqui vai: no último dia 9, ocorreu em Brasília um jantar no qual o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, foi recebido por um grupo de mais ou menos 25 deputados e senadores, para discutir um assunto que caridosamente podemos definir como cabeludo.
Ignoro, lamentavelmente, seus nomes e partidos. A opinião pública merecia conhecê-los.
Acontece, e a gente não sabia, que o Ministério do Esporte está preparando uma medida provisória que concederá anistia a dívidas de clubes de futebol do país inteiro, no valor de mais ou menos R$ 3 bilhões.
É a soma do que devem ao INSS, ao Imposto de Renda e ao Fundo de Garantia — que eles simplesmente, ousadamente, não pagaram nos últimos 20 anos.
É um dinheirão, que se explica pela soma dos juros ao longo desse tempão. Provavelmente, é o maior escândalo na história da cartolagem do esporte profissional brasileiro.
A anistia, segundo o nosso craque — que agiu com coragem e sem nada ganhar com isso, a não ser o ódio dos mandachuvas do esporte que é a paixão do povo brasileiro — está sendo preparada pelo Ministério do Esporte.
Em seu discurso-denúncia, Romário não revelou o que ficou acertado no jantar que reuniu o presidente da CBF e parlamentares. Ninguém falou em pagamento: discutiu-se apenas o encaminhamento da anistia.
É uma vergonha, como poucas as que temos conhecido na vida pública brasileira. E também, vale a pena repetir, um gol de placa do nosso artilheiro.

BB King 3 O'Clock Blues original 1950



Quando a música jamaicana encontra o jazz:

Ernest-Ranglin
Ernest Ranglin: jazz jamaicano (Foto: divulgação)
Por Daniel Setti
Realizado nos últimos dias 5 e 6 no belo Parc del Fòrum, em Barcelona, a sexta edição do festival Cruilla reuniu 31 mil pessoas. O eclético público, formado por desde crianças que pisavam pela primeira vez em um grande evento de música a animados cinquentões, passando por garotos com cabelo rastafari-mullet, pôde conferir uma também variada programação composta por 34 artistas.
Afinal, não é qualquer festival que se propõe a alternar a música festival dos Balcãs do sérvio Goran Bregović com o hip-hop comercial do americano Snoop Dogg ou o haitiano Wyclef Jean, tendo como outras posibilidades o glam rock dos ingleses do Suede, o “anti-folk” do veterano inglês Billy Bragg ou o indie rock da americana Cat Power. O Cruilla também se diferencia por seus preços baixíssimos (nos primeiros meses de venda, os pacotes com entradas para os dois dias saía por incríveis 25 euros).
Ernest Ranglin
Entre os melhores momentos esteve a apresentação do mítico guitarrista jamaicano Ernest Ranglin e seu quarteto. Aos 81 anos, Ranglin é um dos mais importantes e experimentados músicos oriundos da ilha caribenha em atividade. Foi escalado de última hora em subistuição a outro baluarte dos sons da Jamaica, Toots & The Maytals.
Dono de um estilo elegante e expressivo de certa forma semelhante ao de lendas do jazz como Wes Montgomery (1923-1968), Ranglin testemunhou, no decorrer de seus mais de 50 anos de carreira, praticamente todos os grandes acontecimentos da rica história da música jamaicana moderna: tocou e produziu para selos fundamentais como Studio One e Island, e colaborou com nomes transcendentais do porte de Skatalites, Prince Buster e Bob Marley.
Ranglin tem como marca registrada em seus trabalhos solos o híbrido entre jazz e ritmos jamaicanos, um estilo pouco difundido comercialmente, mas que cativa imediatamente ouvidos minimamente abertos. E foi este o tom de seu show no Cruilla, no qual mostrou estar em plena forma, a pesar da idade avançada. Infelizmente não há vídeos ou fotografias disponíveis desta performance em particular, mas no clipe abaixo, extraído do DVD Order of Distinction (2007), é bem possível ter uma ideia do talento deste “jovem”.
A faixa é “Satta Massagana”, de B. Collins, D. Manning e  L. Manning, lançada originalmente em 1976 no álbum homônimo do grupo de reggae Abyssinians. Ao piano temos o não menos lendário Monty Alexander, seu velho colaborador, também jamaicano.