domingo 10 2013

NÓS TESTAMOS: COACHING DE SAÚDE INTEGRATIVA


Atendimentos orientam como promover mudanças benéficas na vida
Decidi experimentar o coaching de Saúde Integrativa da Mulher porque estava tratando um problema hormonal que tinha afetado minha energia e humor. Já tinha lido alguns artigos da Melissa Setubal no Personare, e me interessei pela possibilidade de entender como modificar meu cardápio e meu estilo de vida me ajudaria a balancear meus hormônios.
Já conhecia outras modalidades de coaching, como o executivo e o pessoal/de vida, mas não tinha nenhuma referência sobre coaching de Saúde Integrativa. A Melissa é uma das primeiras profissionais no Brasil a utilizar esta técnica, adotando uma abordagem holística para transformar a saúde física e mental dos clientes. Essa visão mais abrangente foi o que mais me agradou, pois queria ter um diagnóstico completo do meu quadro. Sabia as consequências do problema hormonal no meu corpo, mas queria analisar as causas daquele desequilíbrio e ter apoio profissional para lidar com os efeitos psicológicos delas.
Ao longo de oito encontros, realizados quinzenalmente, via skype, a coach de saúde compartilha orientações sob medida para cada cliente, ajudando a modificar padrões mentais, comportamentais e hábitos alimentares que possam estar impactando negativamente a saúde. Orienta e apoia a definição das metas de vida e sonhos a curto e médio prazo, sobre corpo, saúde, peso, estilo de vida e outras prioridades identificadas durante os encontros. Também oferece cardápios, listas de compras e receitas que ajudam muito a manter as orientações nos intervalos entre um encontro e outro.
Eu achava que o maior benefício do programa seria entender melhor o funcionamento do meu corpo e, assim, modificar o que estava causando o desequilíbrio hormonal. Mas, no decorrer dos encontros, compreendi profundamente a mim mesma e fui percebendo grandes mudanças no meu comportamento, não apenas com relação à minha alimentação e saúde, mas em todas as áreas da minha vida. Guiada pela coach, defini minhas metas para um, dois e quatro meses, nas áreas da vida que mais precisavam de atenção. E, surpreendentemente, fui alcançando-as de forma mais rápida e fácil do que imaginava. Fui encontrando equilíbrio no dia a dia e tendo mais tempo para me observar, para perceber onde eu estava me deixando de lado e cuidar de mim com carinho.
Eu vivia presa aos meus medos, à minha vontade imensa de fazer o bem para todos e me deixando sempre por último. Se alguém estivesse doente, eu era a primeira a marcar consulta médica, lembrar de fazer o exame, prestar toda a assistência necessária. Mas se fosse para mim mesma, poderia ficar para depois. E eu repetia esse padrão nas outras áreas da vida também. O coaching de Saúde Integrativa me ajudou a me colocar entre as minhas prioridades, a pensar em mim com amor, a me olhar por completo - celebrando minhas qualidades e conquistas; reconhecendo meus defeitos e falhas.
* Luciana Ramalho é editora de negócios do Personare, responsável pelo conteúdo dos livros da Coleção Personare e pela linha editorial das análises personalizadas do portal. Ama escrever e sonha transformar positivamente a vida das pessoas com seu trabalho.



O quebra-cabeça dos palanques estaduais para 2014


Eleições

Potenciais candidatos à Presidência têm problemas nos estados para construir alianças; divergências entre PT e PMDB podem prejudicar Dilma Rousseff

Gabriel Castro, de Brasília
A presidente Dilma Roussef, o senador Aécio Neves e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos
A presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (Antonio Cruz/ABr e Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O debate sobre a eleição presidencial de 2014 começou cedo. Quatro potenciais candidatos já iniciaram suas articulações de olho na disputa do próximo ano: Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (sem partido). A possibilidade do fim da polarização entre PT e PSDB, aliada à fama de bom articulador do pré-candidato tucano Aécio Neves e à crescente influência de Eduardo Campos, deu ainda mais relevância à montagem dos palanques estaduais. Em cada unidade da federação, as forças em jogo têm um quebra-cabeça para resolver. E já surgiram os primeiros problemas, especialmente na ampla base de Dilma.
Hoje, o PSDB governa oito estados; PSB, seis; PMDB, cinco; e o PT, quatro, além do Distrito Federal. A desordem do quadro partidário brasileiro se evidencia nos cenários estaduais. Não são poucos os exemplos de siglas adversárias no plano local e aliadas em âmbito nacional - ou vice-versa. O quadro de 2014 apresenta desafios distintos para as diferentes forças em jogo. Na candidatura petista, o problema é a possível cisão em alguns estados onde há mais de um pré-candidato na base de apoio de Dilma. Sem a máquina federal nas mãos, os tucanos podem perder alianças tradicionais nos estados. Enquanto isso, o PSB admite a dificuldade de construir palanques em todos as regiões do país. Para a "Rede" de Marina Silva, que poderá se configurar como a principal novidade partidária em 2014, o caminho deve ser a independência.
O palanque estadual é importante porque permite ao candidato presidencial andar lado a lado com lideranças locais que podem lhe render votos - por serem mais próximos do eleitor, esses políticos regionais muitas vezes atuam como fiadores do candidato nacional. 
Dentro da heterodoxa base da presidente Dilma, os entraves para a montagem dos palanques são mais evidentes. Os maiores dizem respeito ao PMDB, o partido do vice-presidente, Michel Temer. O presidente da sigla, senador Valdir Raupp, cita os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul como os principais problemas para a unificação das candidaturas na base. "Estamos conversando, tenho certeza de que vamos chegar a um acerto", diz Raupp. 
Estados - Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul têm histórico de resistência à parceria com o PT - em 2010, o diretório gaúcho apoiou o tucano José Serra, e o sul-mato-grossense ficou no meio do caminho.
A situação no Rio de Janeiro é novidade: com um pré-candidato petista, o senador Lindbergh Farias, e um peemedebista, o vice-governador Luiz Fernando Pezão, o clima de confrontotem aumentado e os dois lados não cogitam recuar As pretensões do petista, que fala abertamente como postulante ao governo e já começou a percorrer o estado, não são bem recebidas pelo PMDB fluminense. Recentemente, o presidente da sigla no estado, Jorge Picciani, ameaçou retirar o apoio à reeleição de Dilma se o PT não apoiar o projeto de Pezão. O clima não é dos melhores.
Há ainda outras arestas para os peemedebistas resolverem. Em Santa Catarina, por exemplo, o PMDB apoiou a candidatura do tucano José Serra à Presidência, em 2010. Coligados, peemedebistas, tucanos e democratas elegeram o governador Raimundo Colombo e três senadores. Agora, o quadro mudou: o PMDB se aproximou do PT, e a maior parte dos integrantes do DEM no estado (inclusive Colombo) passou para o PSD, que deve aderir ao governo Dilma no plano federal. 
Cacique do PMDB catarinense, o senador Luiz Henrique da Silveira tenta montar uma chapa em que a ministra Ideli Salvatti, potencial candidata petista ao governo, ficasse com a vaga para o Senado. Raimundo Colombo disputaria a reeleição, e o candidato a vice seria indicado pelo PMDB. A proposta tem poucas chances de vingar. Mas, se der certo, empurrará o PSDB para fora da aliança, com candidato próprio. O PSB, por sua vez, pode formar uma parceria com o PSD e desfazer a grande aliança. "Nunca o palanque federal influenciou tanto uma eleição no estado", diz o ex-governador catarinense e deputado Esperidião Amin (PP) - ele próprio, aliás, ainda não faz ideia de qual rumo tomará em 2014. Luiz Henrique não esconde que sonha com a parceria PMDB-PT: "Por um equívoco do PT, nós apoiamos o Serra na eleição passada. Ele ganhou por 500.000 votos no estado. Se tivermos esse palanque, a Dilma ganha com mais de 1 milhão de votos de vantagem", diz.
Na Bahia, o peemedebista Geddel Vieira Lima pretende disputar o governo em uma aliança com o DEM do prefeito de Salvador, ACM Neto. O PT, ainda em busca de um nome para a disputa, não nutre esperanças de um acerto com o PMDB no estado. O senador Walter Pinheiro, possível candidato, minimiza o impasse: "Num momento até mais delicado, em que a presidente não tinha o governo, isso não foi motivo de nenhum desconforto", diz ele, fazendo menção à disputa de 2010. "O PMDB nacional está cada vez mais integrado ao governo Dilma", diz o petista.
O cenário em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral, também pode pesar: Aécio Neves e o governador tucano Antonio Anastasia mantêm uma aliança que abarca PR e PP, aliados de Dilma no plano federal, e o próprio PSB de Eduardo Campos. O PMDB, aliado do PT, ensaia um voo solo em 2014. Não por acaso, a presidente Dilma Rousseff avalia entregar o Ministério dos Transportes a um peemedebista de Minas. 
PSB - A possibilidade do fim da polarização entre PT e PSDB no plano nacional pode fazer a diferença na formação de algumas alianças. O PSB, do governador Eduardo Campos (PE), caminha para lançar candidatura própria à Presidência. 
O PSD, que já nasceu próximo ao PSB, seria um candidato natural à composição de chapa para consolidar uma terceira via. Mas o partido do ex-prefeito Gilberto Kassab já começou a formalizar o apoio à reeleição de Dilma - em troca de um ministério cedido pelo governo justamente como parte de uma manobra para isolar o PSB. Por isso, os socialistas já calculam que vão precisar caminhar sozinhos em alguns estados ou apoiar candidatos de outras siglas.
Rodrigo Rollemberg, líder do PSB no Senado e potencial candidato ao governo do Distrito Federal, diz que em algumas unidades da federação há uma tendência natural à candidatura do partido ao governo. Mas há locais em que a sigla ainda não tem candidaturas viáveis: "Em muitos lugares, com ou sem candidato a presidente, nós não vamos conseguir ter candidaturas próprias, vamos fazer alianças", diz Rollemberg - que pretende disputar o governo do Distrito Federal. Ele diz que há opções à polarização entre PSDB e PT: "Em Mato Grosso, podemos fazer um palanque com o Pedro Taques, é perfeitamente possível", diz Rollemberg, em referência ao senador do PDT, cotado para disputar o governo mato-grossense.
Marina - Já a Rede, o novo partido de Marina Silva, ainda luta para obter o registro na Justiça Eleitoral a tempo de disputar eleições. A sigla é nova, o que traz uma vantagem e uma desvantagem. Vantagem: como a perspectiva de alianças é pequena, não custa nada lançar candidatos próprios em cada estado. Desvantagem: há poucos puxadores de votos para garantir palanques fortes a Marina, possível candidata à Presidência. Em 2010, o PV não obteve grandes resultados regionais - mesmo com Marina para puxar votos. O partido não conseguiu um governo sequer, e também fracassou na tentativa de eleger um representante no Senado. Até agora, não há sinais de que a Rede terá um desempenho melhor.

Cachoeira tenta retomar negócios 1 ano após prisão


Por ALANA RIZZO, ENVIADA ESPECIAL / GOIÂNIA, estadao.com.br
Depois de ficar preso por 266 dias no ano passado sob acusação de comandar uma rede de tráfico de influência envolvida...

Depois de ficar preso por 266 dias no ano passado sob acusação de comandar uma rede de tráfico de influência envolvida com negócios públicos e jogos ilegais, Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, está aos poucos restabelecendo velhas conexões políticas e empresariais.
Argumentando que as provas da Operação Monte Carlo serão anuladas, Cachoeira faz reuniões em casa com amigos e empresários, especialmente do setor de coleta de lixo. Entre os convidados, está Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta Construções no Centro-Oeste, vizinho do contraventor e também réu na Justiça.
O que Cachoeira ainda não conseguiu foi marcar sua volta à sociedade de Goiânia. Sua mulher, Andressa Mendonça, é requisitada em festas e eventos sociais. "Ele nunca foi das 'altas rodas' da capital. É de Anápolis e, por mais que tenha dinheiro, não é de família tradicional", diz um parlamentar que atuou na CPI do Cachoeira na Assembleia de Goiás.
A comissão terminou em pizza na última semana, sem indiciamentos ou relatório final. Segundo deputados da oposição, os aliados do governador Marconi Perillo (PSDB) literalmente se esqueceram de votar o texto.
A exposição pública de Cachoeira - condenado a quase 40 anos de cadeia - tem sido evitada, especialmente após o flagra em um resort de luxo na Bahia, com diárias de R$ 3 mil. Há mais ou menos duas semanas, a defesa ordenou que o contraventor submergisse para não atrapalhar a montagem de um figurino mais discreto para quem ainda responde a ações na Justiça. A personalidade expansiva e articulada do contraventor sempre preocupou os advogados que o defendem.
Sob os cuidados do criminalista Nabor Bulhões, Cachoeira tornou-se evangélico na prisão e estabeleceu uma rotina de cultos semanais em casa. Na nova fase, ele pega os filhos na escola, deixou de frequentar a noite goiana e agora encomenda jantares em casa nos melhores restaurantes da cidade.
"É uma orientação pessoal dele e que casa com a nossa. Ele está muito discreto e focado na família e nos processos. Carlinhos está trabalhando na defesa. Isso tudo absorve bastante tempo", afirma Nabor, negando que ele tenha retomado a vida empresarial.
Delação. Sobre uma eventual colaboração com a Justiça, Nabor responde: "Não aceito assistir cliente que cogite a delação. É uma questão de princípio". Ao deixar a cadeia, Cachoeira prometeu revelar tudo o que sabia e anunciou ser o "verdadeiro garganta profunda do PT". Até agora, nada veio a público.
Mesmo condenado, Cachoeira aguarda em liberdade o trânsito em julgado da sentença. O Ministério Público avalia a possibilidade de novas denúncias por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. Uma força-tarefa foi montada para analisar o fluxo financeiro da organização criminosa, e os volumosos saques em espécie já despertaram a atenção dos investigadores.
Para a procuradora Léa Oliveira, uma das autoras da denúncia contra Cachoeira, o resultado da operação é positivo. "Só nos ressentimos de que, se não fossem os vazamentos de setores de onde não esperávamos, conseguiríamos ter desenvolvido uma persecução financeira do grupo. Mas levantamos o véu que cobria uma realidade extremamente complexa."
A procuradora não descarta a possibilidade de o grupo criminoso ainda estar atuando. "Conseguimos desarticular temporariamente o grupo, mas não desmantelá-lo completamente."

Dilma reduz repasses para Estado de Eduardo Campos


Por AE, estadao.com.br
A gestão da presidente Dilma Rousseff derrubou repasses federais para financiar projetos apresentados por Pernambuco,...

A gestão da presidente Dilma Rousseff derrubou repasses federais para financiar projetos apresentados por Pernambuco, do governador Eduardo Campos (PSB), potencial adversário da petista na eleição presidencial de 2014. Dilma alterou, assim, a trajetória de transferência desse tipo de recurso, iniciada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo dados do Tesouro Nacional, em 2012, o valor repassado voluntariamente pelo governo federal chegou a patamar menor que o de 2006, último ano de gestão do então governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB), que fazia oposição ao governo do PT.
As transferências voluntárias são aquelas em que não há obrigatoriedade prevista em lei, como nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Compreendem recursos obtidos por meio de convênios ou acordos, mediante solicitação dos Estados. Também não incluem investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujos projetos são definidos pelo governo federal.
Campos tem dado sinais de que pode ser candidato em 2014. Aumentou as críticas à política econômica de Dilma, num aceno ao empresariado, que está insatisfeito com as taxas de crescimento do PIB. Passou também a fazer reuniões políticas com maior frequência, inclusive com integrantes da oposição - embora aja como candidato, ainda analisará o cenário de 2014 para ponderar a conveniência de se lançar ou de negociar com o PT a retirada da candidatura.
De acordo com os dados do Tesouro, o governo federal aumentou o porcentual de verbas distribuídas ao governo pernambucano quando Lula e Campos estavam no poder. Em 2007, primeiro ano do mandato de Campos, a participação de Pernambuco no total das transferências voluntárias era de 5%. Em 2010, último ano de gestão Lula, alcançou 14,6%, a maior fatia de tudo o que foi repassado aos Estados no ano.
No mesmo período, caiu a participação de São Paulo, administrado pelo PSDB, maior partido de oposição. Em 2007, o Estado recebia 9,62% do total de transferências voluntárias do governo federal. Três anos depois, o porcentual caiu para 6,27%. Enquanto isso, os valores totais repassados pela União cresceram: de R$ 4,4 bilhões para R$ 6,8 bilhões.
Em 2010, Campos chegou a receber R$ 994 milhões dessas transferências voluntárias. O governador disputava a reeleição com o apoio do PT - e Lula usava Pernambuco como vitrine de projetos federais em infraestrutura e combate à pobreza para promover a candidatura de Dilma.
Os números do Tesouro mostram que a trajetória de crescimento dos repasses para Pernambuco foi interrompida por Dilma. Em 2011, as transferências caíram para R$ 318 milhões. O valor, no entanto, ainda era maior que o verificado em 2007, 2008 e 2009. Mas em 2012 os repasses diminuíram mais uma vez e chegaram a R$ 219 milhões, o menor desde 2006, ano em que o governador era Vasconcelos. As transferências voltaram a 4,88% do total enviado para os Estados, o mais baixo porcentual do governo Campos.
Em 2012, o PT e o PSB de Campos saíram rachados na eleição para a Prefeitura do Recife. Venceu o candidato do governador, Geraldo Julio. A partir daí, a relação com o PT começou a azedar.
Na semana passada, Lula chegou a criticar a postura de Campos, que integra a base governista, mas ensaia um discurso oposicionista. "Se alguém quiser romper conosco, que rompa. Não podemos impedir as pessoas de fazerem o que é de interesse dos partidos políticos", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Delta fatura R$ 878 mi de cofres públicos, mesmo após operação


Por ALFREDO JUNQUEIRA, MARCELO GOMES / RIO, estadao.com.br
Mesmo com a crise provocada pelas Operação Monte Carlo da Polícia Federal, há um ano, a Delta Construções faturou...

Mesmo com a crise provocada pelas Operação Monte Carlo da Polícia Federal, há um ano, a Delta Construções faturou R$ 877 milhões em contratos com a União, 12 Estados e o Distrito Federal em 2012 - segundo dados disponíveis em portais de transparência. Esse número pode ser maior, pois os valores estão em atualização.
Em fase final de processo de recuperação judicial, a principal empreiteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) faturou, só no ano passado, dinheiro público suficiente para quitar os débitos com credores privados. De acordo com documentos da ação que tramita na 5.ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, a Delta deve R$ 566,5 milhões a 1.149 bancos, prestadoras de serviço, construtoras, metalúrgicas e outras empresas.
A relação dos credores consta da decisão judicial que, em julho, aceitou o pedido de recuperação do grupo. O valor não inclui os débitos pendentes com impostos ou dívidas trabalhistas. Aprovado por 98,85% dos credores, o Plano de Recuperação Judicial está em fase final de tramitação.
Amigo íntimo de políticos, o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta, já havia ganho notoriedade depois que adversários gravaram uma conversa na qual ele afirma que compraria qualquer senador por R$ 6 milhões.
O volume de recursos públicos recebidos pela Delta em 2012 corresponde a 55,5% do R$ 1,6 bilhão que a construtora havia faturado em 2011. Depois de três anos como empresa que mais recebeu recursos do governo federal, entre 2009 e 2011, a empreiteira caiu para a 10.ª posição ano passado.
Procurada, a Delta informou que, por estar em recuperação judicial, não poderia se manifestar.

Encontre seus produtos de beleza na feira


 Por Melissa Setubal


Sábado, 8h30 da manhã, Parque da Água Branca, em SP. Tem muita gente passeando, fazendo atividade física e brincando com os filhos. Apesar de também estar em roupas de ginástica, carrego sacolas e estou indo à feira. É uma feira maravilhosa de produtos orgânicos, onde, com certeza, vou encontrar todo tipo de alimentos saudável e produtos de beleza.
Não, marcas de cosmético não têm barraquinha cativa e nem revendedoras nesta feira, mas eu costumo usar os alimentos como forma de cultivar a minha boa aparência. Sim, estou falando daquelas clássicas máscaras caseiras para pele e cabelos que a vovó e as tias de antigamente sempre faziam e passavam o conhecimento de geração em geração. Mas também estou falando do conhecimento tradicional que nos fala que o cabelo e a pele são apenas a expressão da nossa saúde interna.
Eu tenho uma boa coleção de produtos de beleza, mas tenho diminuído esta coleção ano após ano. Primeiro porque vejo o quanto as mudanças que vou fazendo na minha forma de me alimentar vão transformando a qualidade da minha pele, cabelos e unhas. Segundo porque vou comprovando a grande eficácia de alguns alimentos quando os uso como tratamento de beleza. E, por último, porque cansei de gastar fortunas em produtos que contém químicas que não apenas podem fazer mal para pele e cabelos e unhas, como também podem provocar alergias, desequilíbrios hormonais e até câncer.
Segundo um estudo britânico publicado pelo jornal The Daily Telegraph, em 2009, uma mulher pode colocar cerca de 515 substâncias químicas no corpo em um dia, sendo que apenas 1% destes produtos foram suficientemente testados como seguro para humanos (dados: Environmental Working Group - EWG).
Então, o que podemos usar para ter pele e cabelos lindos e saudáveis? Veja abaixo algumas dicas.
Couve
Essa plantinha, juntos com as demais folhas verde-escuras, é um multivitamínico-mineral que a natureza criou. Ou seja, ela oferece doses diárias dos principais micronutrientes e antioxidantes que precisamos para ter pele e cabelos saudáveis. Além da planta conter muitas fibras, o que todos sabemos que ajuda no trato intestinal, esse tipo de consumo também tem impacto direto na aparência de nossa pele. Sendo assim, coma pelo menos três porções ao dia de folhas diversas. Quanto mais escura, melhor.
Manga
Esta fruta saborosa e suculenta contém alguns dos nutrientes mais benéficos para nossa pele, como Vitamina A e C. Você pode comê-la pura ou também fazer uma máscara, batendo no liquidificador uma manga (sem casca e caroço) com 1 colher de sopa de aveia, uma colher de amêndoas e um pouco de água (depois você pode também pode comer a mistura, se sobrar!). Deixe a máscara agir por 15 minutos na pele, e use-a semanal ou diariamente, para tirar impurezas e cravos, além de hidratar a pele.
Abacate
Quase todo mundo já ouviu falar sobre os benefícios dos óleos presentes no abacate para a pele seca ou ressecada. Aplicar a fruta diretamente na pele e cabelos como máscara hidratante, semanalmente, é uma ótima forma de usá-lo. O abacate também funciona como substituto do leite ou do iogurte nas vitaminas matinais, ou do queijo nos sanduíches. O consumo da fruta é uma ótima forma de garantir que peles e cabelos de todos os tipos fiquem brilhosos e viçosos.
Morangos
São especialmente bons para as peles oleosas e com acne, pois são ricos em zinco e ácido salicílico - substâncias que garantem uma pele sem inflamações e com oleosidade controlada. Faça uma máscara diária ou duas vezes por semana, amassando de três a cinco morangos, junto com uma colher de sopa de mel. Esta mistura também funciona como sobremesa!
Mel
Aquele mel de feira, que foi colhido artesanalmente e não passou por pasteurização, é um dos melhores produtos de beleza que você pode ter. Quanto mais escuro, melhor suas propriedades de emoliente, antibactericida, hidratante e cicatrizante. Bom para todos os tipos de pele e cabelos, para ser usado diariamente. Você pode fazer uma máscara, passando um punhado de mel no rosto depois de abrir bem os poros no banho quente, ou com uma toalha quente no rosto, por 10 minutos . E ainda pode ser sua forma de adoçar suas preparações de forma saudável!
Que tal da próxima vez que você entrar em uma loja de cosméticos, dar uma passadinha numa feira orgânica antes? Assim, você se abastece de comida e de produtos de beleza ao mesmo tempo, e ainda ajuda no bolso e contribui para ter a melhor saúde que você pode imaginar.

10 queixas femininas mais comuns no divã


Por Equipe Personare


Quem disse que ser mulher é fácil? Se alguém ousou pensar dessa maneira algum dia é porque, provavelmente, nunca viu uma mulher cheia de tarefas, compromissos e vontades, precisando conciliar tudo ao mesmo tempo. É a atenção com os filhos e o marido, o trabalho que vai até tarde da noite, a limpeza da casa e o cuidado com o próprio corpo, tudo para ser feito em apenas vinte e quatro horas. Diante de tantas demandas e expectativas, é comum que os problemas surjam e acabem ameaçando o dia a dia - que já não é nada tranquilo.
Pensando nisso, a Equipe Personare entrevistou especialistas e terapeutas em diversas áreas. E cada profissional destaca quais são queixas femininas mais frequentes em seus consultórios. Além disso, os especialistas apontam porque as mulheres andam insatisfeitas e de que maneira esses problemas podem ser vencidos.
Queixa 1 - Não consigo achar o equilíbrio entre minha vida profissional e familiar
As mulheres são conhecidas por conseguirem fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas às vezes esse excesso de deveres pode acabar fazendo mais mal do que bem. Carla Panisset, coach e instrutora de treinamentos, aponta que uma das reclamações mais frequentes das mulheres durante seus atendimentos é a dificuldade de equilibrar o trabalho com a família, o que acaba deixando a vida ainda mais difícil.
"Encontro cada vez menos mulheres workaholics, pois hoje em dia elas também precisam cuidar da família e da relação amorosa. Viver para o trabalho nos levou à hipercompetitividade, aumento do estresse, consumo desregrado de medicamentos, isolamento e ao narcisismo, e muitas vezes também não trouxe o retorno financeiro desejado. Afinal, quantas mulheres conhecemos que ganham os mesmos salários de altos executivos?", questionou Carla.
Para ela, os danos causados pelo estresse no trabalho são sérios, como a sensação de não valorização dos esforços, o cansaço extremo e a incapacidade de manejar tanta preocupação sem adoecer ou estar ausente para os filhos e a família. A especialista acredita que uma das maneiras de amenizar essa situação é tomar conhecimento do que a mulher consegue fazer. "Quando utilizamos todas as nossas habilidades, ganhamos mais autoestima para encarar os desafios de frente, mais resiliência e capacidade de medir as consequências dos nossos atos. Também aumentamos nossa responsabilidade por nossos feitos e conquistas", aconselha Carla.
Questão 2 - Acho difícil obter reconhecimento profissional
Desejar se estabelecer na profissão é o desejo de muitas pessoas - mulheres ou homens. No entanto, a especialista em carreira Carla Panisset percebeu que algumas mulheres têm necessidade de se afirmarem no ambiente de trabalho por meio do salário, que segundo o desejo delas, deve ser cada vez mais alto. A profissional acredita que quando a realidade não corresponde à expectativa, surge a frustração com o emprego.
"O que eu vejo como mais grave é que a mulher está constantemente em busca do novo emprego (ou atividade) por não aguentar tanta insatisfação. Ou seja, não desenvolve um trabalho consistente numa mesma organização, o que poderia criar sua reputação no mercado e, em longo prazo, fazê-la ganhar mais. Uma carreira sustentada a partir de muitas atividades diferentes para várias organizações - a não ser que a mulher trabalhe em consultoria - dificilmente irá trazer aprendizado e desenvolvimento das próprias competências e habilidades", relata a especialista. Segundo ela, a dica é descobrir exatamente o que você quer de sua carreira profissional, tomando conhecimento de suas habilidades e se dedicando a um trabalho que lhe faça bem.
Questão 3 - Não consigo mais dormir à noite por causa do meu bebê
Deixar de ser só filha ou esposa e tornar-se mãe é algo novo para todas as mulheres que passam pela maternidade. Mas para algumas esse processo pode trazer problemas. Denise Gurgel, fisioterapeuta materno-infantil e professora de shantala, destaca que uma das principais reclamações das mães envolve noites de sono mal dormidas ou passadas em claro por causa do bebê.
"Um bebê exige muita atenção e cuidado. O tempo da mãe fica todo voltado para a criança, e se adaptar a essa mudança de rotina leva tempo. Afinal, mãe e bebê estão se conhecendo e tempo é preciso paciência até tudo entrar nos eixos", aponta Denise.
A especialista ainda alerta que quando a mãe está muito cansada, pode acabar deixando de aproveitar como deveria os momentos com o bebê. De acordo com Denise é importante ler livros sobre o assunto e participar de grupos sobre maternidade desde o início da gestação. A ideia é que a futura mamãe já esteja familiarizada com o mundo do bebê quando ele chegar.
Questão 4 - Tenho dificuldade de voltar ao trabalho depois da licença-maternidade
Depois que a licença maternidade acaba, a maior dificuldade das mães, segundo a terapeuta Denise Gurgel, é como deixar a criança em casa e voltar para o trabalho, mas sem se preocupar demais.
"Não é fácil escolher onde deixar o bebê e pensar na hipótese de ficar o dia inteiro sem ele. As dúvidas são muitas. Como ele ficará? Deixarei com babá ou num berçário? Decidir onde deixar é complicado e se adaptar ao retorno ao trabalho exige tempo também. As mães se sentem divididas, querem passar mais tempo com o bebê, que ainda precisa muito delas", comenta Denise.
A especialista acredita que para a mãe ficar mais tranquila na hora de voltar a trabalhar, ela deve deixar seu bebê com alguém de confiança, como os avós ou parentes próximos. Caso não seja possível, ela orienta que opte por uma creche bem recomendada e que você tenha certeza de que cuidará muito bem do seu bebê.
Questão 5 - Tenho dificuldades em ser feliz na vida amorosa
Segundo o tarólogo Leonardo Chioda, as perguntas relacionadas à vida afetiva costumam ser as mais frequentes em uma consulta de Tarot. O especialista acredita que nem sempre as mulheres têm paciência para esperar que o amor aconteça, e que falta consciência para perceber que determinadas atitudes não permitem que o afeto se estabeleça.
Segundo Bruna Rafaele, coach e mestre em estudos da linguagem, as mulheres solteiras estão cada vez mais exigentes no momento de procurar por um parceiro. "Hoje a mulher descomprometida está muito mais seletiva, pois se conhece muito bem e não aceita qualquer parceiro para ser seu marido, e muito menos o pai dos seus filhos", reforça a especialista.
Justamente por causa dessa impaciência, o público feminino tende a querer encontrar respostas positivas no Tarot, sobre a vida afetiva. Mas segundo o tarólogo, mesmo quando as tendências são boas, a maioria das mulheres espera que o que foi dito nas cartas aconteça imediatamente em suas vidas - o que pode acabar em frustração.
"Acredito que primeiro as mulheres deveriam se questionar sobre seu próprio comportamento em relação a assuntos importantes, como o amor. A partir daí o Tarot seria bem aproveitado, já que a leitura se tornaria ainda mais rica e eficaz ao consulente", destaca Chioda.
Para Roberta Struzani, especialista em sexualidade, as mulheres deveriam praticar o autoconhecimento antes de procurar por um novo amor. "É preciso desenvolver o amor próprio e aceitação de si mesma, além de deixar de prestar tanta atenção aos detalhes do corpo. Quando as mulheres aprenderem essa lição, serão mais felizes e sedutoras", conclui a especialista.
Questão 6 - Meu filho não se comporta e não estuda. Como posso ajudá-lo?
Enquanto as noites em claro e a volta ao trabalho costumam ser as maiores dúvidas de uma mãe de primeira viagem, aquelas que já têm filhos crescidos chegam com outras reclamações e questionamentos. A psicóloga Maria Cristina comenta que uma das perguntas mais frequentes em seu consultório é sobre como lidar com um filho que não obedece aos pais.
Para ela, a chave para melhorar uma situação como essa é, primeiramente, buscar o autoconhecimento. "A primeira pessoa que a mulher precisa aprender a se relacionar é com ela mesma. Em seguida, é importante verificar o próprio relacionamento com os pais, pois isso ajuda a também tentar entender a relação com os filhos. Afinal, o que aprendemos, transmitimos", ensina a psicóloga.
Questão 7 - Não consigo sair de um relacionamento infeliz
O relacionamento com uma pessoa que amamos deveria ser uma das experiências mais enriquecedoras da vida, mas não é o que acontece com algumas mulheres que se veem presas em relações fracassadas. A queixa de que não conseguem sair de um relacionamento que só faz mal é muito ouvida no divã da psicóloga Maria Cristina.
"Muitas mulheres permanecem em relações infelizes com a cara metade, pois acreditam não existir outras possibilidades. As crises nos relacionamentos são constantes e a mulher se vê paralisada. Não querem continuar nas relações vazias, mas também tem medo de ficarem sós", reforça a psicóloga.
Na opinião da especialista, existe um certo medo da felicidade, como se esta fosse um sentimento proibido na sociedade em que vivemos. O pensamento de que a mulher deve estar em uma relação, mesmo que insatisfatória, ainda permanece para algumas pessoas. "É preciso rever crenças e conceitos herdados e transmitidos através das gerações e que, na maioria dos casos, não são bem elaborados. Assim ocorre o conflito de quem as mulheres deveriam ser, de quem elas são ou se tornaram, e do que elas realmente desejam para si", finaliza Maria Cristina.
Questão 8 - Não consigo mais sentir prazer durante o sexo
Para a especialista em sexualidade, Roberta Struzani, uma das questões mais comuns das mulheres está ligada ao fato de não conseguirem mais sentir prazer durante o ato sexual. "Muitas mulheres não sentem prazer durante a relação sexual. Outras conseguem ter satisfação no início do coito, mas durante o ato acabam sentindo vontade de parar a relação. Em ambos os casos isso causa um bloqueio na cama e elas acabam negando o problema ou evitando o sexo, o que consequentemente abala a segurança e a autoestima dentro do relacionamento amoroso", explica Roberta.
A especialista aponta que este tipo de comportamento pode ser fruto de um trauma psicológico ou físico, como um ato sexual que tenha trazido mais dor do que prazer. Neste caso, o melhor é procurar a ajuda de um terapeuta emocional e o acompanhamento de um psicólogo, sem deixar de lado também a saúde do corpo.
Questão 9 - Nunca tive um orgasmo
Muita gente acredita que uma mulher feliz em seu relacionamento deveria ter prazer em seus atos sexuais. Mas com algumas acontece exatamente o contrário. Para essas mulheres o orgasmo ainda é uma sensação desconhecida.
De acordo com a especialista em sexualidade feminina, Roberta Struzani, este bloqueio sexual pode vir do fato da mulher não se conhecer como deveria. Descobrir em que áreas do corpo sente mais prazer, o tipo de carícia que mais lhe estimula e estar mais aberta ao autoconhecimento podem ajudar a relaxar na hora do sexo.
"Diferente do que muitos acham, a atividade sexual não está focada na genitália. Até mesmo a musculatura vaginal e toda sua ação está ligada a um componente geral, de autoconhecimento. E isso pode incluir educação familiar, conceitos religiosos, bloqueios sexuais, construção psicológica de sua feminilidade, seu corpo, sua sexualidade e cuidados com a saúde", afirma a especialista.
Para ela, o amor próprio e a aceitação são os melhores caminhos para uma vida sexual prazerosa, levando a uma vida mais feliz.
Questão 10 - Tenho dúvidas se devo fazer sexo só depois de firmar um compromisso
O sexo é um componente essencial para qualquer relação amorosa. Mas a dúvida sobre o momento certo de praticar o ato com alguém costuma estar presente na vida de parte da ala feminina. Segundo a terapeuta Ceci Akamatsu, o sexo passou a ser visto como moeda de troca por algumas mulheres, sendo usado para conseguir outras coisas na relação.
"Muitas tentam até usar o sexo como moeda de negociação, do tipo: só me entrego sexualmente se você se comprometer comigo. Mas não temos como controlar o sentimento do outro. Afinal, nem ele mesmo pode controlar isso, nós não escolhemos se vamos sentir vontade de namorar com alguém. Isso é algo que acontece e é construído, não adianta querermos barganhar o amor do outro com sexo", esclarece Ceci.
A especialista acredita que é necessário ter em mente que o outro pode não ter a mesma vontade de construir um relacionamento de imediato, mas que é possível fazer com que a relação evolua com o tempo. A dica de Ceci é se valorizar e curtir o momento do sexo, sem criar grandes expectativas sobre o que pode vir depois. "Permita-se curtir o sexo como um presente sagrado, divertido, amoroso, picante, carinhoso, ousado (o tempero é você quem decide), mas, acima de tudo, verdadeiro e sincero - para si e para o outro".