terça-feira 10 2012

Vereador terá de marcar presença com digital ou íris



Bom dia, gente Querida!

Bom... Vou falar...
Esses Vereadores...Deveriam tomar Um Chazinho da Cueca deste Morador de Rua, que em um Ato de Verdadeira MORAL... Devolveu o Dinheiro ACHADO. Não ROUBADO! Imagina, eles vivem em um estado de EXTREMA DIFICULDADE...Moram debaixo de VIADUTO.PASSAM por toda sorte de contratempo...FRIO...Esse ATO deles, Simplesmente, MOSTRA a PORCARIA de POLÍTICA que temos de Muitos POLÍTICOS... Como já disse o RICARDO BOECHAT, vai se gastar uma fortuna para se ter controle da PRESENÇA dos Marmanjões em seus Compromissos na Câmara... VERGONHA!!!


Depois da denúncia do jornal O Estado de S.Paulo, a Câmara Municipal de São Paulo vai mudar todo o sistema de marcação de presença dos vereadores. As senhas serão substituídas por identificação biométrica - parlamentares serão reconhecidos apenas pela digital ou íris.
O polêmico terminal de presença ao lado do elevador será retirado e o prazo de quatro horas para registrar o comparecimento - mesmo após o término da sessão - também será abolido. "É um mecanismo simples e um avanço consistente", anunciou Police Neto, na reunião com a Mesa Diretora.
O presidente da Casa avaliou que as mudanças são a única forma de evitar que o trabalho dos vereadores no segundo semestre, perto das eleições, volte a ser questionado. Na mesma reunião, o vice-presidente da Mesa, vereador Claudinho (PSDB), propôs que os parlamentares passem a "bater ponto" para mostrar que estão na Casa, mesmo não estando em plenário.
A marcação de presença na entrada da Câmara também seria feita por identificação biométrica. "É muito pequeno avaliar o trabalho do vereador apenas pela presença nas sessões. Eu, por exemplo, estou trabalhando agora e não estou em plenário", disse Claudinho.
O vereador Carlos Apolinário (DEM) também defende a aprovação de um projeto de sua autoria que corta o ponto do vereador que deixar o plenário após registrar presença. Outros líderes da bancada governista apoiam as medidas anunciadas pela presidência como forma de afastar qualquer crise do Legislativo. Dos 55 parlamentares paulistanos, 53 vão tentar a reeleição em outubro.
Ressalva
Ítalo Cardoso (PT), primeiro-secretário da Mesa Diretora, é contra as mudanças e pediu a suspensão da decisão anunciada pela presidência até terça-feira, quando haverá nova reunião.
O petista argumenta que precisam ser ouvidos todos os líderes de bancada antes de qualquer medida a ser tomada. "Pela própria transparência e ética dos atos, precisamos ouvir a opinião de todas as bancadas. Não são mudanças pequenas, estamos falando em normas que vão mudar a vida legislativa da Casa", argumentou. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

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