sexta-feira 23 2018

6 maneiras de fazer do seu quarto um lugar mais saudável



1. Deixar os aparelhos eletrônicos de lado
A gente sabe que é muito comum levar o celular para a cama e dar aquela última conferida nas redes sociais antes de dormir, mas esse hábito atrapalha seu sono.
As telas de dispositivos como smartphones, tablets e notebooks emitem um tipo de luz que estimula o cérebro, fazendo com que você demore mais tempo para adormecer e tenha uma noite mais agitada, o que prejudica sua beleza e sua saúde.
Além disso, vale a pena desconectar aparelhos de TV e outros eletrônicos da tomada para reduzir a poluição eletromagnética no seu quarto.
2. Abrir a janela todos os dias

Ao acordar, procure abrir a janela do seu quarto por pelo menos 10 minutos para permitir que ele seja ventilado. Além de trocar o “ar viciado” e renovar a atmosfera do seu espaço, esse hábito ajuda a combater o desenvolvimento do mofo, que pode danificar seus móveis e roupas, e causar alergias.

3. Trocar os lençóis toda a semana

Quem já teve o privilégio de dormir em lençóis novinhos em folha sabe como isso proporciona uma sensação de relaxamento incomparável. Claro que é inviável comprar lençóis com tanta frequência assim, mas você pode pelo menos trocá-los todas as semanas.
Ao fazer isso, você se livra de células mortas, grãos de poeira, ácaros e outros microrganismos que se alimentam de restos de suor e pele, deixando sua cama muito mais saudável. Cobertores e colchas também devem ser lavados com frequência.
4. Colocar plantas no ambiente
Mais do que apenas decorar seu quarto, as plantas ajudam a purificar o ambiente ao transformar o dióxido de carbono em oxigênio e promovem uma sensação de relaxamento e tranquilidade.
Para isso, você deve escolher espécies que se adaptam bem a ambientes fechados, como lavanda, jasmim, areca, orquídea e aloe vera.
5. Manter os lanchinhos fora do quarto
Muitas pessoas gostam de guardar alguns chocolatinhos dentro do armário, enquanto outras têm uma rotina tão agitada que acabam fazendo algumas refeições dentro do quarto.
Contudo, esses não são hábitos muito saudáveis, pois é inevitável que alguns farelos caiam no chão ou cama, atraindo insetos como formigas e baratas. Caso você não resista, procure limpar qualquer resquício de alimento, jogue as embalagens fora e tire a louça suja de dentro do quarto o mais rápido possível.
6. Deixar seu espaço bem organizado
Se a sua vida está uma bagunça completa, comece colocando as coisas em ordem no seu quarto. Arrume a cama, guarde roupas e sapatos e jogue fora papéis sem uso que estejam jogados por cima dos móveis.
Além de facilitar a limpeza, você vai abrir espaço para montar uma nova decoração, deixando fotografias e objetos especiais em posição de destaque. Organizar seu novo espaço vai proporcionar um ambiente mais sereno para que você possa relaxar depois de um dia difícil.

Lembre-se de que seu quarto é o seu santuário. É ali que você renova suas energias para enfrentar a rotina e encontra inspiração para promover mudanças positivas em sua vida. Ter um ambiente limpo e organizado vai contribuir para o seu sono, a sua saúde e a sua qualidade de vida como um todo.
https://www.dicasdemulher.com.br/habitos-quarto-mais-saudavel/?utm_source=webpush

quarta-feira 21 2018

Brasileiro vence concurso internacional de fotografia com imagem do Cerrado

‘É importante para o mundo ver que o Brasil não tem só a Amazônia’, diz Marcio Cabral


https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383594-ba0-cac/FT1086A/420/xIGPOTY.jpg.pagespeed.ic.ZQc3XveHOC.jpgO nascer do Sol com os chuveirinhos na Chapada dos Veadeiros venceu o prêmio principal do Internacional Garden Photographer of the Year - Marcio Cabral
RIO — O trabalho do fotógrafo Marcio Cabral está ajudando a divulgar ao mundo o mais ameaçado dos biomas do país. No fim do ano passado, o brasileiro foi um dos vencedores do Wildlife Photographer of the Year, considerado o principal concurso internacional de fotografia de natureza. Nesta sexta-feira, ele foi coroado com o International Garden Photographer of the Year (IGPOTY), a principal premiação de fotografia de plantas. Em ambos os concursos, foram imagens do Cerrado que cativaram os jurados.
— É importante para o mundo ver e se conscientizar que o Brasil não tem só a Amazônia. E o Cerrado está sendo devastado pelo avanço da agricultura — comentou Cabral.
Segundo os últimos dados do Ministério do Meio Ambiente, o Cerrado perdeu 9,5 mil quilômetros quadrados em 2015, destruição mais que 50% superior ao que foi registrado na Amazônia naquele ano. E essa situação de devastação e abandono foi reconhecida por Tyrone McGlinchey, diretor-geral do IGPOTY.
“À medida que ecossistemas como o Cerrado brasileiro estão sob ameaça, esta imagem nos obriga a documentar, compreender e proteger nossas paisagens vulneráveis com uma paixão ainda maior”, afirmou McGlinchey, em comunicado, junto ao elogio ao trabalho de Cabral. “É artisticamente e tecnicamente brilhante, empregando uso e entendimento soberbos do equipamento, dos processos de pós-captura, cores e exposição. Tem a capacidade de fazer com que a gente se sinta renovado e maravilhado, como se nós experimentássemos a vida vegetal neste planeta pela primeira vez”.
Primeira vez que um brasileiro vence o prêmio principal
O anúncio dos vencedores da 11ª edição do IGPOTY foi feito em cerimônia no Jardim Botânico Real de Kew, em Londres, onde os trabalhos de Cabral e dos premiados em outras dez categorias ficarão expostos até março. As fotografias também serão exibidas em outros centros culturais e botânicos no Reino Unido, na Espanha e na Holanda.
É a primeira vez que um brasileiro vence o prêmio principal do concurso. Além do reconhecimento internacional, o fotógrafo recebeu 7.500 libras, cerca de R$ 34 mil. Cabral também ficou em terceiro lugar na categoria Black and White e foi finalista na categoria Árvores. A fotografia vencedora foi batizada como “Nascer do Sol no Cerrado”. Ela mostra o brilho do reflexo da luz solar nas hastes de centenas de plantas da espécie Paepalanthus chiquitensis Herzog, conhecida popularmente como chuveirinho.
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383595-fdf-5e6/FT1086A/420/xnightscapes-awards-1.jpg.pagespeed.ic.ThzIoitugI.jpgO chuveirinho também foi premiado no Photo NightScape - Marcio Cabral
A bela cena foi fotografada em Alto Paraíso de Goiás, na Chapada dos Veadeiros. Cabral conta que o chuveirinho é uma de suas principais inspirações há mais de uma década: “Com o tempo, evoluí com as técnicas e me tornei um especialista nesta planta”, diz. No ano passado, uma foto noturna com a planta venceu o prêmio francês Photo NightScape.
Trabalhos expostos em Washington e Londres
Cabral é apontado como um dos maiores especialistas em fotografias de paisagens e subaquáticas. Entre dezenas de outros prêmios recebidos ano passado, ele venceu uma das categorias do Wildlife Photographer of the Year, promovido pelo Museu de História Natural de Londres; e do Nature's Best Photography Windland Smith Rice International Awards, concedido pelo Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, em Washington.
— Não é que eu fotografe apenas as paisagens do Cerrado, mas as que venceram todos esses concursos foram de lá — notou Cabral. — O IGPOTY foi com uma foto na Chapada dos Veadeiros; o Wildlife Photographer foi no Parque das Emas, na divisa de Goiás com Mato Grosso do Sul. O Smithsonian premiou uma fotografia do Abismo Anhumas, uma caverna em Bonito.
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383596-79f-37d/FT1086A/420/xWPY.jpg.pagespeed.ic.Gd27gmHAUd.jpgMarcio Cabral venceu o concurso Wildlife Photographer of the Year com o flagra de um tamanduá se alimentando de cupins no Parque Nacional das Emas - Marcio Cabral
Com a premiação nestes importantes concursos, Cabral alcançou um feito respeitável: seus trabalhos estão expostos simultaneamente nos dois mais importantes museus de história natural do mundo: o britânico e o Smithsonian.
— Ultimamente eu tenho vencido muitos concursos com fotos aqui do Cerrado, talvez porque outras paisagens do mundo já tenham muitos fotógrafos — disse Cabral, morador de Brasília, com humildade. — Mas é bom porque tenho conseguido divulgar bastante o Brasil lá fora.
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383597-0b0-eec/FT1086A/420/xnatures-best-windland-smith-rice-awards-outdoor-adventure-winner.jpg.pagespeed.ic.6SrutEjozQ.jpgA imagem de um mergulhados no Abismo Anhumas está exposta no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, em Washington - Marcio Cabral
 09/02/2018 10:50 / atualizado 09/02/2018 20:25
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383594-ba0-cac/FT1086A/420/xIGPOTY.jpg.pagespeed.ic.ZQc3XveHOC.jpgO nascer do Sol com os chuveirinhos na Chapada dos Veadeiros venceu o prêmio principal do Internacional Garden Photographer of the Year - Marcio Cabral
RIO — O trabalho do fotógrafo Marcio Cabral está ajudando a divulgar ao mundo o mais ameaçado dos biomas do país. No fim do ano passado, o brasileiro foi um dos vencedores do Wildlife Photographer of the Year, considerado o principal concurso internacional de fotografia de natureza. Nesta sexta-feira, ele foi coroado com o International Garden Photographer of the Year (IGPOTY), a principal premiação de fotografia de plantas. Em ambos os concursos, foram imagens do Cerrado que cativaram os jurados.
— É importante para o mundo ver e se conscientizar que o Brasil não tem só a Amazônia. E o Cerrado está sendo devastado pelo avanço da agricultura — comentou Cabral.
Segundo os últimos dados do Ministério do Meio Ambiente, o Cerrado perdeu 9,5 mil quilômetros quadrados em 2015, destruição mais que 50% superior ao que foi registrado na Amazônia naquele ano. E essa situação de devastação e abandono foi reconhecida por Tyrone McGlinchey, diretor-geral do IGPOTY.
“À medida que ecossistemas como o Cerrado brasileiro estão sob ameaça, esta imagem nos obriga a documentar, compreender e proteger nossas paisagens vulneráveis com uma paixão ainda maior”, afirmou McGlinchey, em comunicado, junto ao elogio ao trabalho de Cabral. “É artisticamente e tecnicamente brilhante, empregando uso e entendimento soberbos do equipamento, dos processos de pós-captura, cores e exposição. Tem a capacidade de fazer com que a gente se sinta renovado e maravilhado, como se nós experimentássemos a vida vegetal neste planeta pela primeira vez”.
Primeira vez que um brasileiro vence o prêmio principal
O anúncio dos vencedores da 11ª edição do IGPOTY foi feito em cerimônia no Jardim Botânico Real de Kew, em Londres, onde os trabalhos de Cabral e dos premiados em outras dez categorias ficarão expostos até março. As fotografias também serão exibidas em outros centros culturais e botânicos no Reino Unido, na Espanha e na Holanda.
É a primeira vez que um brasileiro vence o prêmio principal do concurso. Além do reconhecimento internacional, o fotógrafo recebeu 7.500 libras, cerca de R$ 34 mil. Cabral também ficou em terceiro lugar na categoria Black and White e foi finalista na categoria Árvores. A fotografia vencedora foi batizada como “Nascer do Sol no Cerrado”. Ela mostra o brilho do reflexo da luz solar nas hastes de centenas de plantas da espécie Paepalanthus chiquitensis Herzog, conhecida popularmente como chuveirinho.
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383595-fdf-5e6/FT1086A/420/xnightscapes-awards-1.jpg.pagespeed.ic.ThzIoitugI.jpgO chuveirinho também foi premiado no Photo NightScape - Marcio Cabral
A bela cena foi fotografada em Alto Paraíso de Goiás, na Chapada dos Veadeiros. Cabral conta que o chuveirinho é uma de suas principais inspirações há mais de uma década: “Com o tempo, evoluí com as técnicas e me tornei um especialista nesta planta”, diz. No ano passado, uma foto noturna com a planta venceu o prêmio francês Photo NightScape.
Trabalhos expostos em Washington e Londres
Cabral é apontado como um dos maiores especialistas em fotografias de paisagens e subaquáticas. Entre dezenas de outros prêmios recebidos ano passado, ele venceu uma das categorias do Wildlife Photographer of the Year, promovido pelo Museu de História Natural de Londres; e do Nature's Best Photography Windland Smith Rice International Awards, concedido pelo Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, em Washington.
— Não é que eu fotografe apenas as paisagens do Cerrado, mas as que venceram todos esses concursos foram de lá — notou Cabral. — O IGPOTY foi com uma foto na Chapada dos Veadeiros; o Wildlife Photographer foi no Parque das Emas, na divisa de Goiás com Mato Grosso do Sul. O Smithsonian premiou uma fotografia do Abismo Anhumas, uma caverna em Bonito.
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383596-79f-37d/FT1086A/420/xWPY.jpg.pagespeed.ic.Gd27gmHAUd.jpgMarcio Cabral venceu o concurso Wildlife Photographer of the Year com o flagra de um tamanduá se alimentando de cupins no Parque Nacional das Emas - Marcio Cabral
Com a premiação nestes importantes concursos, Cabral alcançou um feito respeitável: seus trabalhos estão expostos simultaneamente nos dois mais importantes museus de história natural do mundo: o britânico e o Smithsonian.
— Ultimamente eu tenho vencido muitos concursos com fotos aqui do Cerrado, talvez porque outras paisagens do mundo já tenham muitos fotógrafos — disse Cabral, morador de Brasília, com humildade. — Mas é bom porque tenho conseguido divulgar bastante o Brasil lá fora.
https://ogimg.infoglobo.com.br/in/22383597-0b0-eec/FT1086A/420/xnatures-best-windland-smith-rice-awards-outdoor-adventure-winner.jpg.pagespeed.ic.6SrutEjozQ.jpgA imagem de um mergulhados no Abismo Anhumas está exposta no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, em Washington - Marcio Cabral



Leia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/brasileiro-vence-concurso-internacional-de-fotografia-com-imagem-do-cerrado-22383598#ixzz57m9sZiWS 
stest 

terça-feira 20 2018

12 alimentos orgânicos que não valem a pena financeiramente


O preço mais elevado de alguns orgânicos não compensa a pouca diferença na quantidade de agrotóxico



Em qualquer artigo sobre alimentação saudável, você vai encontrar uma recomendação dizendo que você deve dar preferência a frutas e vegetais orgânicos, pois eles são livres de agrotóxicos.
Essa é uma preocupação muito válida, pois diversos estudos científicos apontaram uma relação direta entre o consumo dessas substâncias e o desenvolvimento de doenças muito graves, como o câncer.
Porém, os alimentos orgânicos têm uma grande desvantagem: o preço mais elevado. Felizmente, existem sim algumas frutas e vegetais que podem ser consumidos com segurança em suas versões comuns, de forma que não vale a pena gastar mais com as variedades orgânicas. Saiba quais são:

1. Cebola


De acordo com a EWG (Environmental Working Group), uma organização norte-americana sem fins lucrativos que se dedica a estudar o uso de agrotóxicos e outros aditivos químicos, a cebola é um dos vegetais com o menor índice de contaminação por pesticidas. Assim, você pode consumir a versão não orgânica sem problemas.

2. Couve-flor


A couve-flor, da família das crucíferas, é rica em vitaminas C, K e do complexo B, além de conter muitos minerais importantes, como o manganês. E o melhor é que você não precisa comprar a versão orgânica para aproveitar esses benefícios: basta escolher uma couve-flor firme, sem manchas escuras ou amarelas e que esteja com as folhas verdinhas presas ao caule.

3. Manga


Além de ser saborosa e cheia de fibras, a manga pode ser consumida em sua versão tradicional sem muitos problemas. Afinal, segundo o último relatório da Anvisa sobre a presença de resíduos de agrotóxicos em alimentos, apenas 0,5% das amostras dessa fruta ofereciam algum risco.

4. Aspargos


Segundo a EWG, o aspargo não atrai muitos insetos, de forma que não são utilizadas grandes quantidades de pesticida em seu cultivo, o que torna a versão não orgânica segura para o nosso consumo.

5. Milho-verde


Podemos optar pelo milho-verde não orgânico porque a palha é uma excelente barreira contra a absorção dos pesticidas pelos grãos. Assim, quando essa parte é eliminada, os resíduos também vão embora.
Vale destacar, porém, que algumas variedades de milho-verde podem ser produzidas a partir de organismos geneticamente modificados. Na dúvida, é melhor se certificar sobre a origem dos grãos antes de optar pela versão comum.

6. Berinjela


Assim como no caso do milho-verde, o segredo da berinjela está em seu revestimento; contudo, neste caso, a casca é muito lisa, o que dificulta a fixação dos agrotóxicos. Como resultado, você pode economizar um pouquinho na hora de fazer um delicioso patê ou outros pratos que levam esse ingrediente.

7. Repolho


Da mesma forma que os aspargos, o repolho não necessita da aplicação de grandes quantidades de agrotóxicos, de forma que você não precisa recorrer à versão orgânica – tanto que apenas 0,2% das amostras analisadas pela Anvisa estavam contaminadas. Ou seja, uma excelente notícia para quem quer aproveitar todos os benefícios desse vegetal!

8. Kiwi


O kiwi não é uma fruta exatamente barata, e a versão orgânica pode ficar muito inacessível financeiramente falando. Porém, você pode consumir a versão tradicional sem medo, desde que você retire a casca.

9. Melão


Se algumas pessoas já sofrem para cortar a casca do melão, imagine os pesticidas! Brincadeiras à parte, é graças a essa camada externa espessa que podemos consumir diversas variedades de melão não orgânico sem ingerir agrotóxicos ao mesmo tempo.

10. Mamão-papaia


Segundo a Anvisa, somente 0,8% das amostras de mamão-papaia analisadas apresentaram algum risco relacionado a resíduos de agrotóxicos. Novamente, o segredo está na casca dessa fruta, que preserva sua polpa.

11. Abacate


Se você é fã de guacamole, pode comemorar: não é preciso comprar abacate orgânico para aproveitar todas as vitaminas, minerais, fibras e gorduras boas que essa fruta nos oferece. Como você pode imaginar, é só remover a casca e pronto!

12. Banana


Além de ser uma excelente fonte de fibras, potássio e vitaminas C e do complexo B, a bananapode ser consumida em sua versão tradicional. De acordo com o relatório da Anvisa, as amostras analisadas não apresentaram níveis significativos de resíduos de pesticidas.

Existe algum alimento que vale a pena comprar na versão orgânica?


Sim! Ainda com base no relatório da Anvisa, é melhor dar preferência às versões orgânicas do abacaxi e da laranja, pois essas frutas apresentaram contaminação por agrotóxicos em, respectivamente, 5,0% e 12,1% das amostras. A explicação para isso é que a casca de ambas é permeável aos pesticidas.
Agora que você sabe quais são os alimentos mais e menos contaminados por agrotóxicos, você pode decidir com mais sabedoria quando vale a pena investir em uma versão orgânica ou não. Em todo caso, lembre-se de lavar muito bem todas as suas frutas e vegetais em água corrente e utilizar uma escovinha para ajudar na remoção dos resíduos.

A VERDADE SOBRE CHICO BUARQUE (ÍDOLO CRIADO PELO SISTEMA)

segunda-feira 19 2018

Tem insônia? Saiba o que comer quando o sono não vem


Já adiantamos que chocolate, café, refrigerante e chá-verde têm substâncias excitantes e devem ser consumidos com cautela

Quando o assunto é dificuldade para dormir, o que não comer às vezes importa mais do que o que comer. Chocolate, café, refrigerante e chá-verde, por terem substâncias excitantes, deixam você contando carneirinhos, e eles completam uma maratona na sua mente sem que você pregue o olho.
“Dietas muitos restritivas em carboidrato também favorecem noites em claro”, avisa Laís Murta. Mas existe uma lista de alimentos que dão day off para os bichinhos e garantem um bom descanso. Saiba quais são eles:

Soja orgânica

Se você passou dos 40, talvez tenha percebido algumas mudanças no sono. A isoflavona do grão é uma aliada das mulheres no climatério (pré-menopausa), que, por causa da queda nos níveis dos hormônios, não dormem muito bem.
Vários estudos já comprovaram esse poder – o mais recente, publicado na revista Nutrition, mostrou: as voluntárias que consumiam duas ou mais porções diárias de soja apresentavam uma probabilidade duas vezes maior de dormir as tão sonhadas oito horas por noite do que as que rejeitavam o grão.
Kiwi, cereja, ameixa
Fonte de melatonina, são frutas que funcionam como um sedativo natural – reserve-as especialmente para a noite. Laís sugere bater 1/2 kiwi com 1 punhado de cerejas congeladas.

Leguminosas

Snack picante de grão-de-bico (Brent HOfacker/123RF)
São facilmente digeridas, além de ótimas opções de proteína vegetal e, por isso, perfeitas para substituir a carne no jantar. Consuma grão-de-bico, lentilha ou ervilha (1 concha média) ou, ainda, tofu orgânico (1 fatia fina) e cogumelos (1 xícara/chá).