sexta-feira 12 2018

Encontro de Pastores - Bispo Arnaldo e Pastor Adélio

Via Láctea abriga bilhões de planetas habitáveis, diz estudo


Astrônomos estimam que 40% das anãs vermelhas - estrelas mais comuns de nossa galáxia - possuem planetas maiores do que a Terra em sua órbita

Representação artística de como os astrônomos acreditam ser o entardecer no planeta recém-descoberto Gliese 667 Cc, o mais semelhante à Terra já encontrado
Pesquisa realizada pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) – uma organização intergovernamental de pesquisa em astronomia – descobriu que a Via Láctea abriga bilhões de planetas rochosos maiores do que a Terra, que ocupam as zonas habitáveis de estrelas conhecidas como anãs vermelhas. Os dados foram obtidos pelo espectrógrafo HARPS, um instrumento que tem como função descobrir planetas, instalado em um telescópio do observatório La Silla, no Chile.
Saiba mais
ANÃ VERMELHA
As estrelas conhecidas como anãs vermelhas são pequenas – menores que a metade da massa do Sol -, têm a superfície relativamente fria, quando comparadas à temperatura solar, e apresentam fraca luminosidade. São, porém, muito comuns e vivem durante muito tempo, correspondendo a cerca de 80% de todas as estrelas da Via Láctea.
SUPER-TERRA
Planetas maiores do que a Terra, mas menores que os planetas gigantes do Sistema Solar, como Júpiter e Saturno, são chamados de super-Terras. Eles possuem massas de uma a dez vezes maiores do que a massa terrestre. O termo se refere apenas à massa do planeta, excluindo qualquer outra característica, como temperatura, composição e habitabilidade.
Nas vizinhanças imediatas do Sistema Solar, os cientistas estimam que haja cerca de uma centena dos tais planetas, chamados de super-Terras, por possuírem massas maiores do que o nosso planeta. Segundo eles, essa foi a primeira vez em que foi medida de forma direta a frequência desses planetas em torno das estrelas mais comuns da nossa galáxia, as anãs vermelhas, que constituem cerca de 80% de todas as estrelas da Via Láctea.
“Cerca de 40% de todas as estrelas anãs vermelhas possuem uma super-Terra em sua zona habitável”, diz Xavier Bonfils, coordenador da equipe que realizou o estudo. “Como as anãs vermelhas são muito comuns – existem cerca de 160 bilhões delas na Via Láctea -, chegamos ao resultado surpreendente de que deve haver dezenas de bilhões planetas deste tipo só em nossa galáxia”, explica. Planetas gigantes, com massa de 100 a 1.000 vezes maior do que a terrestre, são menos comuns em torno delas. A estimativa é de que astros semelhantes a Júpiter e Saturno apareçam em menos de 12% das anãs vermelhas.
Os astrônomos chegaram a esses números após analisar, durante seis anos, uma amostra cuidadosamente selecionada de 102 estrelas anãs vermelhas. Neste grupo, eles encontraram nove super-Terras e conseguiram estimar suas massas e a que distância elas orbitavam as estrelas. Reunindo esses dados a observações de estrelas sem planetas e à fração de planetas existentes que ainda podem ser descobertos, a equipe chegou à frequência de super-Terras em zonas habitáveis: 41%, podendo variar de 28% a 95%.
“A zona habitável em torno de uma anã vermelha, onde a temperatura é favorável à existência de água líquida na superfície do planeta, encontra-se muito mais próxima da estrela do que a Terra está próxima do Sol”, diz Stéphane Udry, membro da equipe. “Mas sabe-se que as anãs vermelhas estão sujeitas a erupções estelares, o que faz com o planeta seja banhado por radiação ultravioleta e raios-X, tornando assim a vida mais improvável”, conta.

“Agora que sabemos que existem muitas super-Terras na órbita de anãs vermelhas próximas de nós, precisamos identificar mais delas. Esperamos que alguns destes planetas passem na frente das suas estrelas hospedeiras, o que nos dará a excelente oportunidade de estudar a atmosfera do planeta e procurar sinais de vida”, explica Xavier Delfosse, outro astrônomo que participou do estudo.
(Com agência EFE)

sexta-feira 05 2018

Milky Chance - Sweet Sun

7 coisas que podem fazer você acordar mais bonita

Sua pele também fica cansada depois de uma noite mal dormida. Saiba como evitar esse problema
Que bom seria se pudéssemos ter o famoso “sono da beleza” todas as noites, não é mesmo? Infelizmente, o estresse do dia a dia, a falta de tempo e alguns maus hábitos nos impedem de ter a quantidade e a qualidade ideais de sono.
Você já deve ter reparado que, depois de uma noite mal dormida, não é só a sua cabeça que não funciona muito bem: todo o seu corpo fica meio esquisito, incluindo a pele. Ela pode ficar mais ressecada ou mais oleosa, cheia de marcas e até mesmo com um certo inchaço – isso sem falar nas olheiras.
Felizmente, existem alguns truques que você pode seguir para melhorar a qualidade do seu sono e acordar mais bonita na manhã seguinte:

1. Usar fronhas de seda


Olha só que luxo: dormir com uma fronha de seda ajuda a preservar a umidade natural do cabelo e da pele, fazendo com que você acorde ainda mais radiante. Além disso, esse tecido não forma vincos e não deixa marcas no seu rosto.

2. Investir em hidratantes noturnos


Uma pele desidratada e sem uniformidade no tom pode fazer você aparentar ser mais velha do que realmente é. Por isso, é importante escolher um bom hidratante noturno, que costuma ter textura mais densa, e aplicá-lo no rosto e no pescoço de forma a repor a água e os nutrientes perdidos durante o dia.

3. Apostar nas máscaras capilares noturnas


Cabelos ressecados, quebradiços e sem brilhos podem se beneficiar de máscaras próprias para o uso noturno. Ao deixar o produto agindo por tanto tempo, de preferência com uma touca para não sujar a cama, basta lavar o cabelo ao acordar e sair por aí com as madeixas renovadas.

4. Parar de levar o celular para a cama


Não apenas o celular, mas qualquer eletrônico com tela emite um tipo de luz que interfere na produção de melatonina, o hormônio que nos ajuda a relaxar e a pegar no sono. Dessa forma, quando você faz uma maratona de Netflix na cama antes de dormir, essa luz faz seu corpo achar que ainda é dia, atrapalhando sua noite de descanso.
Por isso, vale a pena pensar duas vezes se realmente vale a pena ficar na cama stalkeando as amigas da irmã do seu crush em vez de desligar o celular e ir dormir de uma vez.

5. Hidratar-se no decorrer do dia


Dormir com o corpo desidratado vai prejudicar todos os seus órgãos, inclusive a pele, que pode ficar ressecada ou cheia de marcas. Por isso, é importante evitar o consumo de substâncias que estimulam a perda de água, como cafeína, bebidas alcoólicas ou refrigerantes.
Não é uma boa ideia deixar para beber um monte de água logo antes de dormir, ou você vai ter que sair da cama às 3h para ir ao banheiro. Porém, é essencial garantir pelo menos 2 litros durante o restante do dia. Além disso, consumir frutas e vegetais nas refeições ajuda a manter o organismo hidratado durante a noite.

6. Tirar a maquiagem antes de dormir


Essa dica é clássica, por isso não poderíamos deixá-la de fora. Dormir com maquiagem pode causar irritações e alergias, deixando você com a pele vermelha, coçando ou inchada no outro dia. Ainda, em longo prazo, esse hábito acelera o surgimento das rugas e linhas de expressão.
Um truque para quando você chegar em casa absolutamente morta e não tiver forças para ir até a pia do banheiro: tenha sempre lencinhos removedores de maquiagem ao lado da cama, assim você consegue tirar pelo menos o mais grosso.

7. Usar uma máscara de dormir


As máscaras de dormir não servem apenas para você poder descansar em um voo longo: elas são uma boa alternativa para disfarçar a claridade que vem da rua e impedir que você acorde se alguém acender as luzes na sua casa.
Além disso, existem máscaras recheadas com ervas aromáticas, como camomila ou lavanda, que ajudam a relaxar e a pegar no sono. Dessa forma, se você acordar mais descansada, sua pele certamente estará mais bonita e saudável. Boa noite!