sexta-feira 14 2014

Os principais personagens da Operação Lava Jato da PF

Paulo Roberto Costa


Indicado pelo PP à diretoria de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa é um dos pivôs do esquema de lavagem de dinheiro. Ao lado do doleiro Alberto Youssef, montou um esquema de desvio de recursos da estatal para enriquecimento próprio e para abastecer o bolso de políticos e partidos da base aliada. Isso era feito com a assinatura de contratos fictícios, simulando a prestação de serviços entre empresas de fachada e as empreiteiras envolvidas, sempre com a finalidade de dar aparência legítima ao dinheiro desviado. Foi preso em março de 2014 e solto três meses depois, por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal. Em junho, contudo, voltou para a cadeia por esconder da Justiça que possuía 23 milhões de dólares depositados em bancos suíços. Optou por selar acordo de delação premiada com a Justiça e, em depoimento, arrastou para o centro do escândalo três governadores, um ministro, seis senadores, 25 deputados federais e três partidos políticos (PT, PMDB e PP). Ao desvendar as engrenagens do petrolão, revelou um cartel de grandes empreiteiras que escolhia as obras, decidia quem as executaria e fixava os preços. As empreiteiras superfaturavam os custos e repassavam até 3% do valor dos contratos para os “agentes políticos”. Revelou também os nomes dos operadores dos partidos no esquema, entre eles o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, responsável por receber e administrar o dinheiro desviado da Petrobras para a sigla. Depois de homologado o acordo de delação pelo STF, passou a cumprir prisão domiciliar. 

Alberto Youssef

Através de uma rede de empresas que só existiam no papel, o doleiro recolhia dinheiro das empreiteiras e repassava parte dele a partidos, políticos e funcionários públicos. Segundo a polícia, Youssef é o dono de uma firma de fachada chamada MO Consultoria, que faturou 90 milhões de reais nos últimos cinco anos. Para os investigadores, a empresa colhia o pedágio e uma parte dos lucros do "clube" - e, em outra ponta, repassava esse dinheiro aos seus "clientes" finais. Apontado como povô do esquema, foi preso em março, quando deflagrada a Lava Jato. Bem relacionado com políticos, o doleiro tem digitais em importantes órgãos federais, como o Ministério da Saúde e a Petrobras. O doleiro tinha estreito contato com parlamentares, entre eles os deputados André Vargas (Sem partido-PR) e Luiz Argôlo (SD-BA), que enfrentam processo de cassação na Câmara. Pressionado pela família, Youssef também aceitou acordo de delação premiada.

Enivaldo Quadrado

Condenado no julgamento do mensalão por lavagem de dinheiro e preso na Lava Jato pelo mesmo crime, o empresário Enivaldo Quadrado passou nove dias na prisão em decorrência da operação da PF. Embora a corretora Bônus-Banval esteja registrada no nome de Quadrado, os policiais constataram que o doleiro Alberto Youssef era o verdadeiro dono da empresa. De acordo com as provas coletadas na investigação, Quadrado é, na verdade, um subordinado de Youssef. Entre os diversos elos identificados no inquérito entre Youssef e Quadrado, há a utilização pelo doleiro de um Porsche Cayenne registrado em nome de empresa administrada por quadrado. 

Renato Duque

Preso na sétima fase da Operação Lava Jato, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque chegou ao cargo pela indicação de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e condenado no julgamento do mensalão. De acordo com os delatores do petrolão, Duque funcionava como o interlocutor do PT na Petrobras e negociava diretamente com o tesoureiro João Vaccari Neto sobre o pagamento da propina. 

Carlos Habib Chater

Preso em março, o empresário Carlos Habib Chater, ligado a Youssef, foi condenado pela Justiça Federal por cinco anos e seis meses de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro  - parte do montante lavado, de acordo com a denúncia do Ministério Público, teria sido usado para pagamento de despesas relacionadas ao tráfico internacional de drogas. O empresário teria ajudado na movimentação de 124.000 dólares para o pagamento dos traficantes. O dinheiro era lavado em um posto de gasolina de Brasília. 

Nelma Kodama

Presa em março com 200.000 euros na calcinha, a doleira Nelma Kodama foi condenada em outubro a 18 anos de prisão pela prática de 91 crimes de evasão de divisas. De acordo com a Justiça Federal, ela movimentou mais de 5 milhões de dólares entre maio e novembro de 2013. Ela também foi condenada pelos crimes de operação de instituição financeira irregular, evasão de divisas tentada, corrupção ativa e pertinência a organização criminosa. 

Carlos Alberto Parreira da Costa

Braço-direito de Alberto Youssef, Carlos Alberto aparece nas investigações como o administrador da GFD Investimentos, empresa usada pelo esquema para a lavagem de dinheiro, além de outras duas empresas nos Estados Unidos. Ele ficou preso por seis meses, mas está solto desde setembro após ter feito acordo de delação premiada em troca do abrandamento da pena.

MPF rastreia dinheiro desviado da Petrobras no exterior

Lava Jato

Dois delatores admitiram pagamento de mais de 30 milhões de reais em propinas a Renato Duque em contas no Uruguai e na Suíça

Daniel Haidar, de Curitiba
Movimentação na Superintendência da Polícia Federal no bairro da Lapa, Zona Oeste de São Paulo. A Polícia Federal deflagra a sétima fase da Operação Lava Jato, cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em Pernambuco e no Distrito Federal - 14/11/2014
Movimentação na Superintendência da Polícia Federal no bairro da Lapa, Zona Oeste de São Paulo. A Polícia Federal deflagra a sétima fase da Operação Lava Jato, cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em Pernambuco e no Distrito Federal - 14/11/2014 - Marcos Bezerra/Futura Press

Os executivos Júlio Camargo e Augusto Mendonça Neto, delatores do núcleo empresarial investigado na Operação Lava Jato, relataram em depoimentos que pagaram mais de 30 milhões de reais ao ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, 
preso nesta sexta-feira, e a um subordinado dele, Pedro Barusco, que era gerente de serviços.

Os pagamentos de propina eram exigidos como condição para que a estatal assinasse contratos com empreiteiras do cartel investigado na operação, de acordo com os delatores. Foram denunciadas propinas em contratos da Refinaria de Paulínea (Replan), do Gasoduto Urucu-Manaus, do Terminal Cabiúnas 3, da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) no Paraná, no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e no Projeto Cabiúnas 2.

Camargo e Mendonça Neto chegaram a indicar os bancos no exterior em que os pagamentos eram feitos. De acordo com eles, havia pagamentos nos bancos Cramer e Credit Suisse, na Suíça, e no banco Winterbothan, no Uruguai. O Ministério Público Federal já requisitou em pedidos de cooperação internacional que os países confirmem a circulação de dinheiro de Duque e do subordinado no país. Em relatório, o Ministério Público Federal destaca ainda que Barusco teve recentemente 20 milhões de dólares apreendidos administrativamente na Suíça.

O caminho do pagamento de propinas, providenciado pelos delatores na maioria das vezes, foi descrito em diferentes projetos da Petrobras. Em contratos da Repar, por exemplo, o consórcio Interpar contratou a empresa Auguri Empreendimentos, uma das firmas mantidas por Camargo, e o dinheiro seguiu para contas do exterior de Duque e Barusco.

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa também utilizava contas na Suíça para receber propina no exterior. Mas, em função do acordo de delação premiada, pelo qual prestou depoimentos com o objetivo de elucidar crimes em troca de penas mais brandas, teve de abrir mão do dinheiro.

Agora, uma série de políticos teme eventual delação premiada de Duque, indicado unicamente pelo PT – mais precisamente pelo ex-ministro José Dirceu.

Você dá conselhos sobre aparência? Aborda assuntos relativos a comportam...





Consultor de relacionamentos Eduardo Nunes



Uma excelente entrevista com uma conversa de alto nível abordando de forma inteligente e racional este assunto tão polemico e ao mesmo tempo díficil para a maioria da população compreender.
Um grave problema que vejo diariamente e quase cotidianamente em minha vida em todos os lugares, situações e em todos os cantos do mundo é sobre as péssimas escolhas das mulheres sobre com quem elas se entregam em seus relacionamentos. Normalmente irracionalmente e baseando-se apenas em opiniões e motivos bobos e poucos sábias elas escolhem erradamente homens que certamente as farão sofrer por diversas razões nos quais embora estejam totalmente visivelmente a mostra elas não conseguem ver a desgraça que elas trazem pra si mesmo devido as suas péssimas escolhas. Obvio que por causa dessas escolhas não somente elas irão sofrer, mas seus futuros filhos que também certamente sofrerão e a tendencia é eles repitir os mesmos erros que seus pais e assim perpetuando a decadencia social e familiar.
Com uma linguagem bem popular nesta entrevista é de facil entendimento, principalmente para as mulheres para que elas aprendem a escolher bem os seus parceiros e que elas saibam reconhecer um canalha e um cafageste e que tanto um como outro são péssimas escolhas, e mesmo que haja sentimento, é sábio reconhecer que tais homens não mecerem seus sentimentos. É interessante que toda mulher antes de se entregar a qualquer relacionamento, estude o maximo que puder sobre os homens, seus comportamentos, suas artemanhas e suas artes de manipulações para seduzir, para que não se deixe cair no jogo dos canalhas e cafagestes e que aprendam a reconhecer homens que vale a pena a estar junto. Uma mulher inteligente é aquela que saiba usar racionalmente seus sentimentos para que suas escolhas sejam inteligente e bom para elas mesmas. Um excelente bate-papo para que elas aprendam a se valorizar e para que ela desfrute um relacionamento feliz e duradouro.



Incríveis fotos de etéreos cristais de gelo se dissolvendo

BELEZA GEOMÉTRICA DOS FLOCOS DE NEVE

Enviado por  on 28 de julho de 2013 – 13:43

Floco de Neve
Este ano, como há muito não se via, o frio intenso demorou a dar o ar da graça, mas quando veio… o inverno chegou com todo o gelo em cima.
Em diversas áreas do país, caso estivéssemos equipados com uma boa câmera fotográfica, talvez pudéssemos capturar imagens de etéreos flocos de neve se dissolvendo ao amanhecer.
Como esta bela sequência de cristais de gelo, do mestre russo do super close-up Andrew Osokin, registrados com suas máquinas Nikon D80 e D90 DSLR e lentes macro 60 ou 90 mm.
As clicadas são tão detalhadas e tão perfeitamente enquadradas que se pode até suspeitar de manipulações por Photoshop. Não são. São reais.
Cristal de gelo
Floco de Neve
Cristal de neve
Geada no sul do Brasil



Leia mais: http://www.materiaincognita.com.br/incriveis-fotos-de-etereos-cristais-de-gelo-se-dissolvendo/#ixzz3J559T3dL

Paulo Roberto: o detonador de tudo - A operação vazou


Paulo Roberto: o detonador de tudo
Paulo Roberto: o detonador de tudo
A operação  que a Polícia Federal realiza agora, cumprindo 27 mandados de prisão e contra executivos envolvidos na Operação Lava-Jato vazou ontem à noite para as empresas e seus advogados.
Ontem à noite, todos os advogados e diretores das empreiteiras se telefonavam e trocavam mensagens por celulares freneticamente. Evidentemente, o que a PF e a Receita acharem nas empresas, nas buscas e apreensões de documentos que estão sendo empreendidas, são materiais que, em princípio,  são resultado dessa informação antecipada.
Equipes da PF e da Receita estão neste momento vasculhando as empresas.
Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/lava-jato-a-operacao-de-hoje-da-pf-vazou-ontem-para-as-empreiteiras/

O Poder da Auto EStima - Aprendendo a gostar mais de você mesmo