terça-feira 07 2014
Todo brasileiro precisa ver este vídeo: Lula diz que Mensalão não existiu
E tem gente que ainda diz que PT e sua GANGUE estão sendo injustiçados!! Que Os da PAPUDA, são presos políticos... ELES SÃO POLÍTICOS CORRUPTOS PRESOS. FORA PT E TODOS OS SEUS ALIADOS!!!
Oba! Padilha na coordenação da campanha de Dilma em SP? Dou o maior apoio!
O desempenho pífio de Dilma Rousseff em São Paulo fez o partido reforçar a tropa da coordenação da campanha no Estado. Ninguém está contente com o trabalho de Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo. Só para lembrar: Geraldo Alckmin venceu a disputa ao governo em 644 dos 645 municípios, e Aécio, em 565 — os dois ficaram na frente em São Bernardo.
Agora, Marinho terá a ajuda do osasquence Emídio de Souza, presidente do partido — Osasco também deu a vitória aos tucanos —, e de Alexandre Padilha, que levou o PT a ter a menor votação no Estado desde 1998!!! Que bom! Agora estou mais tranquilo. Para melhorar, só mesmo convocando as luzes de Fernando Haddad. Quem sabe ele proponha uma ciclofaixa na BR-101, margeando toda a Costa brasileira… Os institutos de pesquisa ouviriam o povo, e tenho a certeza de que 90% seriam a favor.
Por Reinaldo Azevedo
segunda-feira 06 2014
Bolsa tem maior alta em dois anos após arrancada de Aécio Neves
Mercados
Ascensão de tucano no cenário eleitoral fez Ibovespa fechar em alta de 4,72%, puxado por Petrobras, que chegou a avançar 17% durante o pregão

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, vota em Belo Horizonte, Minas Gerais (Douglas Magno/AFP)
No primeiro pregão pós-primeiro turno eleitoral, o mercado manifestou seu otimismo com a ascensão do candidato do PSDB, Aécio Neves, ao segundo turno das eleições presidenciais. O reflexo foi sentido diretamente pela Bovespa, que fechou com o melhor desempenho em mais de dois anos, com alta de 4,72%, a 57.115 pontos, tendo alcançado 58.897 pontos no melhor momento do dia, com ganho de 8%.
Segundo lugar na disputa eleitoral. Aécio leva para o segundo turno ao menos 33% das intenções de voto dos brasileiros e já se movimenta para conseguir o apoio de Marina Silva, que ficou com 21% dos votos válidos no primeiro turno.
Os destaques de valorização são altamente sensíveis à disputa eleitoral, como as estatais e as empresas do setor financeiro. No decorrer do pregão, os papéis preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras atingiram a máxima de valorização, de quase 17%, enquanto os títulos ordinários (ON, com direito a voto) da estatal alcançaram 16%. No fechamento, ambos estavam entre as maiores altas: 11,06% (PN) e 9,43% (ON).
As ações ON do Banco do Brasil também se valorizaram mais de 18% no meio do dia, enquanto as ONs da Eletrobras subiram mais de 10%. No fim do dia, elas fecharam em 11,88% (BB), a maior alta da bolsa nesta segunda, e 8,35% (Eletrobras), respectivamente.
O mercado reagiu negativamente, na última semana, à alavancada de Dilma nas pesquisas pré-eleitorais. A melhora do candidato tucano dá segurança ao mercado, por sua posição mais liberal e contrária ao intervencionismo petista na economia. Diante de uma eleição difícil de prever e incerta até o fim, o dólar e a bolsa devem operar com volatilidade. No primeiro turno, Dilma teve 41,6% dos votos válidos, ou quase 43,3 milhões, enquanto Aécio ficou com 33,6%, ou 34,9 milhões, acima do previsto nas pesquisas.
Aécio tem a preferência dos mercados porque o PSDB tem, historicamente, uma posição mais ortodoxa em relação às questões econômicas. Está na conta do partido, por exemplo, o resgate da estabilidade econômica por meio do tripé de controle fiscal, juros e inflação. Além disso, o candidato tucano já anunciou que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, um dos mais admirados economistas do país, será seu ministro da Fazenda, caso seja eleito. "A oposição mostra mais clareza para a condução da economia, tendo já escolhido até o ministro da Fazenda. É possível que, agora, o governo atual tenha de dar mais indicação do que deve fazer nesta área", disse o economista-chefe do Banco J. Safra, Carlos Kawall, que foi secretário do Tesouro Nacional no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Dólar - O dólar fechou em queda de 1,43% nesta segunda-feira, a 2,466 reais. O número, no entanto, ficou longe da mínima da sessão (2,3782 reais) após o bom desempenho de Aécio Neves (PSDB) no primeiro turno das eleições presidenciais derrubar a divisa a 2,37 reais durante a manhã. Segundo operadores, o tombo inicial da moeda norte-americana foi exagerado, gerando uma correção em seguida. A percepção é que o mercado deve continuar volátil nas próximas semanas, diante da disputa acirrada no segundo turno entre o candidato tucano e a presidente Dilma Rousseff (PT), que vem sendo fortemente criticada pelos agentes financeiros pela condução da atual política econômica.
Aécio, 33,5%: era ele mesmo que o PT queria enfrentar?
Eleições 2014
Votação muito acima do que os institutos de pesquisa indicavam e sinalização do apoio de Marina agora preocupam o PT na reta final da eleição
Quando os institutos de pesquisa flagraram na semana passada a arrancada do candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, ultrapassando Marina Silva (PSB), no segundo lugar, o PT comemorou. Para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o tucano era um adversário mais fácil de ser derrotado do que Marina Silva (PSB). No entanto, o Aécio que as pesquisas mostraram não é aquele que chega de fato ao segundo turno. Com 33,5% dos votos, ele ficou pelo menos sete pontos acima daquilo que a mais otimista das previsões apontava. E não é só: os 41% de Dilma nas urnas representam o pior desempenho do PT na corrida presidencial desde que chegou ao poder em 2002 – pior do que o dela mesma há quatro anos, quando marcou 46,9% ao final do primeiro turno.
Outro fator que deve alarmar os petistas é o fato de que Marina Silva, em seu discurso pós-urnas, já fez um aceno ao tucano, mostrando que uma aliança entre eles pode ser costurada. "Temos de ser coerentes com o sentimento de uma mudança qualificada. A sociedade brasileira está dizendo que não quer o que está ai", disse. O PSDB iniciou conversas com dirigentes do PSB antes mesmo da confirmação do quadro eleitoral. Em seu discurso noturno, Aécio lembrou o "amigo" Eduardo Campos, num recado direto ao PSB. Uma das ideias de Aécio é um grande ato político na largada da campanha do segundo turno em Pernambuco, ao lado de Renata Campos, viúva do ex-governador, e de Paulo Câmara, afilhado político de Campos e governador eleito com votação arrebatadora.
Após a consolidação do resultado, dirigentes regionais do PSB defenderam o alinhamento com a candidatura do tucano. "O Brasil enfrenta um momento muito delicado em sua economia e, também, um esgarçamento no seu tecido político. É fundamental lutarmos para o país voltar a crescer e indispensável uma reforma política. Creio que Aécio Neves conquistou a condição de liderar esse momento da política nacional", disse o atual governador de Pernambuco, João Lyra Neto. "Iremos colaborar para o Brasil fazer a mudança que precisa ser feita. Seremos pró Aécio. Se o Eduardo estivesse aqui essa seria a posição dele", afirmou Márcio França, eleito vice na chapa do governador paulista Geraldo Alckmin.
Após a consolidação do resultado, dirigentes regionais do PSB defenderam o alinhamento com a candidatura do tucano. "O Brasil enfrenta um momento muito delicado em sua economia e, também, um esgarçamento no seu tecido político. É fundamental lutarmos para o país voltar a crescer e indispensável uma reforma política. Creio que Aécio Neves conquistou a condição de liderar esse momento da política nacional", disse o atual governador de Pernambuco, João Lyra Neto. "Iremos colaborar para o Brasil fazer a mudança que precisa ser feita. Seremos pró Aécio. Se o Eduardo estivesse aqui essa seria a posição dele", afirmou Márcio França, eleito vice na chapa do governador paulista Geraldo Alckmin.
Embora não tenha expressado apoio imediato, o gaúcho Beto Albuquerque, que concorreu como vice de Marina Silva, deu a entender que o caminho para uma aliança está aberto. "Nossos eleitores não foram eleitores de voto útil, mas foram eleitores de um programa de governo. Nós vamos manter isso", disse. "Meu partido vai se reunir e nós vamos discutir isso para saber para onde vamos, mas, pessoalmente falando, eu teria muita dificuldade em votar numa candidatura que desferiu todo tipo de golpe contra nós, que é a candidatura da Dilma."
Outro aceno importante para Aécio veio de Geraldo Alckmin, governador reeleito de São Paulo: "A partir desse momento, o partido está empenhado em garantir a vitória de Aécio Neves para a Presidência da República". As estrelas do firmamento tucano nem sempre estão alinhadas, mas se Alckmin se aplicar na campanha do correligionário, pode dar um trunfo inestimável a Aécio, que obteve mais de 10 milhões de votos no maior colégio eleitoral do país. Para tucanos, como Alckmin teve 12,2 milhões de votos e a rejeição de Dilma é altíssima em território paulista, Aécio ainda tem grande potencial de crescimento no estado – o alvo são os 5,7 milhões de votos de Marina.
A campanha tucana avalia que uma das tarefas obrigatórias é reverter o quadro em Minas Gerais, terra natal de Aécio e segundo maior colégio eleitoral do Brasil. Aécio perdeu – 43,4% a 39,7% –, seu candidato ao governo, Pimenta da Veiga (PSDB), perdeu, mas a trajetória das últimas semanas foi ascendente e sugere que é possível reverter a situação
Um acordo com Marina, um palanque forte em Pernambuco - onde alguns votos podem ser roubados de Dilma Rousseff -, tucanos mobilizados em São Paulo e ainda a possibilidade de virar o jogo em Minas: será que era mesmo esse o Aécio Neves que Lula e o PT gostariam de enfrentar?
Fatores decisivos para o 2º turno
Apoio dos governadores eleitos
A maioria dos estados definirá seus novos governadores neste domingo. O palanque dos vencedores terá forte peso nas campanhas no segundo turno. Dilma aposta na aliança com o PMDB, que deverá eleger o maior número de governadores. Para Aécio, a vitória acachapante de Geraldo Alckmin (PSDB) sinaliza potencial de crescimento no maior colégio eleitoral do país.
Para onde vai Marina
Alvo da máquina da propaganda petista, que trabalhou à exaustão pela desconstrução de sua imagem, a candidata do PSB ainda avalia se manifestará apoio ou não.
Apoio do PSB e a imagem de Eduardo Campos
Tucanos iniciaram conversas dirigentes do PSB. Embora pareça um caminho natural, a aliança não está totalmente consolidada porque o PSB possui uma ala ligada ao PT capitaneada pelo presidente interino da sigla, Roberto Amaral. Os tucanos, entretanto, apostam na memória da boa relação que Aécio tinha com o ex-governador Eduardo Campos, morto numa tragédia área em agosto, e em diretórios estaduais alinhados, como os de São Paulo e do Paraná.
Como a economia vai reagir
Ao longo de todo o pleito, o mercado financeiro reagiu negativamente sempre que a candidata Dilma Rousseff mostrou recuperação nas intenções de voto. A especulação aumentou na Bolsa de Valores e no mercado de câmbio, sobretudo na reta final das eleições, com o dólar alcançando o patamar de 2,50 reais. Investidores já precificavam nas últimas duas semanas a ida de Dilma ao segundo turno mais fortalecida. Nos quinze dias que faltam para a decisão eleitoral, a expectativa é de que a volatilidade da Bolsa e do câmbio aumente conforme as sinalizações dos candidatos em relação à economia. Se a dinâmica de movimentação do mercado se mantiver a mesma, pesquisas mostrando a melhora do candidato tucano Aécio Neves devem pautar a valorização da bolsa e dos papéis das empresas estatais, como a Petrobras e o Banco do Brasil. A forte intervenção na economia, a dificuldade em admitir falhas e a deterioração do tripé macroeconômico (composto por meta de inflação, superávit fiscal e câmbio flutuante) fizeram com que Dilma despertasse a aversão do mercado, num movimento que não era visto desde 2002, quando Lula se elegeu.
A máquina de propaganda petista e o discurso do medo
O poder de fogo do terrorismo eleitoral que deu certo contra Marina Silva, espalhando boatos, por exemplo, sobre o fim do Bolsa Família se o PT perder a eleição.
Aécio arranca e deixa 2º turno sem favorito
Eleições 2014
Votação do tucano, muito maior do que os institutos de pesquisa apontavam, sinaliza que o país deverá ter o segundo turno mais acirrado da história
A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição e o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves - Edison Vara/Sergio Moraes/Reuters
Numa eleição marcada por uma reviravolta por semana, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, termina o primeiro turno com uma votação surpreendente. A partir desta segunda-feira, o tucano segue na disputa contra a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) numa eleição sem favoritos. Com mais de 90% das urnas apuradas, a petista tem 41% dos votos válidos e o tucano, 34%. Marina Silva tem 21%.
O resultado confirmou o enfraquecimento da candidatura de Marina Silva (PSB), que entrou na campanha como um furacão, mas sai dela com capital eleitoral similar ao que amealhou em 2010, quando marcou 19% nas urnas, ou quase 20 milhões de votos.
O resultado confirmou o enfraquecimento da candidatura de Marina Silva (PSB), que entrou na campanha como um furacão, mas sai dela com capital eleitoral similar ao que amealhou em 2010, quando marcou 19% nas urnas, ou quase 20 milhões de votos.
Ainda assim, o apoio da ex-senadora no segundo turno deve ser um fator decisivo no desfecho da disputa. Alvo da máquina de propaganda petista, que trabalhou à exaustão para desconstruir sua imagem, Marina é cortejada pelo PSDB. Já neste domingo, tucanos iniciaram conversas com dirigentes de sua campanha. Mas há obstáculos para que uma aliança se consolide. Marina pode se ver tentada a repetir a estratégia de 2010, quando se manteve neutra no segundo turno — e assim preservar seu discurso contra a “velha política”, tendo em vista a formação de seu partido, a Rede Sustentabilidade, que já reúne todos os requisitos formais para ser registrado.
Do lado do PSB, uma ala ligada ao PT, capitaneada pelo presidente interino da sigla, Roberto Amaral, pode também tentar barrar um acordo entre as duas candidaturas de oposição. Os tucanos, entretanto, apostam na memória da boa relação que Aécio tinha com o ex-governador Eduardo Campos, morto numa tragédia área em agosto. A viúva de Campos, Renata, deve ser uma interlocutora importante para que haja uma amarração. Há também alinhamento entre tucanos e pessebistas em Estados como São Paulo e Paraná.
Outros fatores podem influenciar na disputa: o apoio dos governadores eleitos, que disponibilizarão palanques vitoriosos na corrida local; a reação do mercado financeiro e a artilharia da máquina da propaganda petista – a repetição do terrorismo eleitoral que deu certo contra Marina espalhando boatos, por exemplo, sobre o fim do Bolsa Família se o PT perder a eleição.
O segundo turno ocorrerá no próximo dia 26 – até lá, Dilma e Aécio terão doze programas eleitorais na televisão com duração idêntica de dez minutos cada.
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