quinta-feira 11 2013

Problemas de caixa da Petrobras começam a contaminar fornecedores


Empresas

Empresas que prestam serviço a estatal estão sendo atingidas por atrasos de pagamentos

Maria das Graças Foster, Presidente da Petrobras durante conferência no Rio De Janeiro
Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras, anunciou plano de corte de R$ 32 bilhões em custos até 2016(Antonio Scorza/AFP)
A Petrobras tem atrasado pagamentos a fornecedores e provocado dificuldades financeiras na cadeia de prestadores de serviços, após ter adotado uma política de redução de custos em meio a prejuízos na sua divisão de abastecimento, aumentos de custos e produção estagnada.
Segundo informações passadas à agência Reuters, há também o atraso de pagamento para fundos de recebíveis criados para financiar esses prestadores de bens e serviços, observando que a estatal alterou sua política de pagamentos recentemente e vem olhando com mais rigor os contratos. Com isso, tem demorado mais tempo para liberar os recursos e, em uma espécie de efeito dominó, os prestadores de serviços também atrasam seus compromissos financeiros.
"Não vou dizer que a Petrobras é inadimplente, mas que está em atraso. Enquanto algumas companhias estão sofrendo, estou confiante que os pagamentos serão feitos", disse Fernando Werneck, gestor de um portfólio de fundos creditórios na BI Invest, exclusivos de fornecedores da Petrobras.
Alguns dos fundos de investimento dedicados exclusivamente aos fornecedores da Petrobras registraram aumento da inadimplência. Os pagamentos em atraso em cinco Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) saltaram 58,6%, para 18,4 milhões de reais, em 31 de dezembro, ante 11,6 milhões de reais em setembro, segundo uma pesquisa da Reuters junto à Comissão de Valores Mobiliários.
O FIDC existe para ajudar a Petrobras a terceirizar o negócio de financiamento aos fornecedores: os fundos de investimento emprestam dinheiro às empresas que possuem contratos com a estatal utilizando como garantia os recebíveis junto à Petrobras. Ao longo dos últimos dois anos, a Petrobras aportou cerca de 7 bilhões de reais para ajudar os fornecedores.
Falências - No fim do ano passado, a Petrobras anunciou um programa de redução de despesas, que visa cortar custos de 32 bilhões de reais no período de 2013 a 2016. Isso depois de a estatal acumular nos nove primeiros meses de 2012 mais de 17 bilhões de reais em prejuízo na área de abastecimento (combustíveis), ao mesmo tempo que tem um plano de cinco anos de investir mais de 200 bilhões de dólares. Nessa conjuntura que favorece o crescimento do passivo, a agência de classificação de risco Moody's alterou em dezembro para negativo o rating da dívida da companhia.
Algumas empresas menores que fornecem para a estatal, como a GDK, já entraram com pedido de recuperação judicial por problemas financeiros. Grandes empresas, tais como a Lupatech, tiveram de vender ativos e levantar capital novo para evitar o pior.
Também no mercado de capitais empresas têm tido prejuízos. As ações da italiana Saipem, prestadora de serviços e equipamentos offshore, caíram 34% na quarta-feira porque a companhia disse que poderia ter uma diminuição de 80% em seu lucro em 2013 por problemas no Brasil. As concorrentes Subsea 7 e Technip França, ambas também fornecedoras da Petrobras, chegaram a cair mais de 6% na quarta-feira. A Petrobras é responsável por mais de 90% da produção de petróleo no Brasil.

Segundo fontes de empresas que prestam bens e serviços à estatal, a Petrobras tem demorado mais tempo para liberar os aditivos aos contratos. Nas licitações, as empresas ganhavam oferecendo um orçamento abaixo do valor de mercado e depois recorriam aos aditivos, uma prática comum, já que depois esses aditivos eram liberados com mais facilidade. "Agora há um rigoroso processo de avaliação por parte da estatal e sempre há a necessidade de mais e mais documentos. Enquanto isso, o dinheiro não sai", disse uma fonte de uma empreiteira de médio porte que presta serviço à Petrobras. Com a demora na liberação dos pagamentos, as empresas precisam tomar empréstimo de curto prazo, disse a fonte, a custos altos, gerando um desequilíbrio nas contas.
"Em geral tem demorado uns meses a mais. Como dois terços do nosso faturamento depende de contratos com a Petrobras, há um desajuste", disse o executivo, sem se identificar. Algumas empresas têm quase a totalidade das receitas atreladas aos contratos com a Petrobras e podem acabar falindo com o atraso dos pagamentos.
É o caso da Tenace Engenharia, que, com 90% de faturamento oriundo da estatal pediu falência no fim do ano passado. A empresa tinha um grande contrato de construção de uma unidade de gasolina e diesel no Polo de Guamaré, no Rio Grande do Norte. Também prestava serviços para a estatal em Urucu, no Amazonas. Segundo uma fonte da empresa, a Petrobras não concordou em renegociar aditivos aos contratos e a Tenace enviou comunicado aos credores responsabilizando a estatal pelo seu fechamento, segundo a fonte, que preferiu não ser identificada.
A construtora GDK, também grande fornecedora da estatal, teve o seu pedido de recuperação judicial aprovado no dia 10 de janeiro pela Justiça da Bahia, segundo nota enviada pela empresa à Reuters. E a construtora Egesa, responsável por parte das obras de uma unidade de fertilizantes da Petrobras, também anunciou recentemente aos seus funcionários e credores que "está passando por uma reestruturação financeira em função do cenário econômico atual".
Segundo a Petrobras, os pagamentos de seus compromissos "reconhecidos" são realizados de acordo com os prazos estabelecidos contratualmente. A estatal disse em nota que os eventuais pagamentos adicionais aos contratados são submetidos a uma avaliação técnica por uma comissão constituída para este fim, bem como a uma avaliação jurídica. "Após a conclusão deste processo, que está de acordo com contrato e com a legislação vigente, a negociação é submetida à aprovação das instâncias corporativas competentes. Dessa forma, eventuais pleitos não representam a existência de dívida por parte da Companhia", disse a estatal.

(com agência Reuters)

Petrobras prevê investimento de R$ 92 bilhões em 2013


Petróleo

Em evento da FGV, presidente Graça Foster projeta vida longa para o petróleo com novas descobertas, demanda elevada e alto nível de investimentos

Graça Foster, presidente da Petrobrás
Graça Foster reiterou que a prioridade das refinarias no Ceará e no Maranhão será a produção de óleo diesel (Yasuyoshi Chiba/AFP)
A Petrobras pretende investir 92 bilhões de reais neste ano, um incremento de pouco mais de 9,5% em relação ao ano passado, informou nesta segunda-feira a presidente da estatal, Maria das Graças Foster. No ano passado, a empresa investiu cerca de 84 bilhões de reais, e o plano de negócios 2013-2017 aponta para investimentos de 236,7 bilhões de dólares.

"Nós investimos 84 bilhões de reais no ano passado. Para uma empresa que investe isso tudo, sua presidente e seus diretores não dormem direito", disse ela em evento da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. "A nossa proposta para este ano é de 92 bilhões de reais", completou.

Em seu discurso de uma hora e meia, Graça Foster previu que o "negócio petróleo" tem vida longa no mundo e deve durar mais 50 a 60 anos, dada a oferta do óleo, descobertas, demanda e elevado nível de investimentos.
Sobre a queda do valor das ações da empresa nos últimos meses na Bolsa de Valores de São Paulo, a presidente da Petrobras revelou que sua expectativa é que à medida que a produção volte a crescer, as ações apresentem uma recuperação de preço. A previsão da empresa para este ano é de uma produção perto de 2 milhões de barris em média por dia, com margem de erro de 2%.
Segundo ela, a Petrobras bateu recorde de refino no dia 30 de março ao processar uma carga de 2,137 milhões de barris de petróleo. A presidente revelou que o resultado supera a marca atingida em 3 de março, que foi de 2,115 milhões de barris de petróleo.
"Este foi um recorde que a gente teve, estamos com um nível de utilização de forma a não estressar tanto a refinaria. Estamos procurando um ponto que a gente vai assentar", disse Graça Foster.
A Petrobras pretende finalizar em junho estudos de viabilidade econômica-financeira para a construção nas refinarias Premium 1 e 2 nos Estados do Ceará e Maranhão.
Graça Foster reiterou que a prioridade destas refinarias será a produção de óleo diesel, apesar da elevada importação de gasolina registrada no ano passado. Ela aposta na recuperação do mercado de etanol para reduzir a importação de gasolina nos próximos anos.

Graça confia em cumprimento de meta da Petrobras


Petróleo

Planos da companhia incluem atingir a produção de 4,2 milhões de barris por dia em 2020

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, concede entrevista coletiva, na sede da empresa no Rio de Janeiro
A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse que a companhia não tem razões para não atingir metas ( Antonio Scorza/AFP)
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou nesta quarta-feira que é "quase impossível" que a companhia não cumpra a sua meta de produzir 4,2 milhões de barris por dia em 2020. "Temos todos os ativos necessários para tornar realidade a produção de óleo a que estamos nos referindo", afirmou. 
De acordo com a executiva, 38 unidades de produção estacionárias já foram contratadas. Outras 13 ainda estão para ser contratadas. "Para este ano, 7 unidades entrarão em operação", disse a presidente da Petrobras, que participa da divulgação do plano de negócios 2013-2017 na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na manhã desta quarta-feira. Duas unidades já entraram em operação e uma terceira deve entrar no campo de Lula Nordeste.
Ela explicou que a FPSO Cidade de Paraty, que irá operar no campo de Lula Nordeste, saiu neste final de semana do estaleiro Brasfels. A embarcação está a caminho da região, onde deverá iniciar produção a partir de 28 de maio.
A refinaria Abreu e Lima, também conhecida como Refinaria do Nordeste (Rnest), localizada em Pernambuco, deverá iniciar produção em 14 de novembro de 2014. A Rnest é, ao lado do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), um dos principais projetos da Petrobras na área de refino nos próximos anos. Apenas as duas unidades constam no Plano de Negócios 2013-2017 da Petrobras com projetos em curso nesse período.
Os projetos das refinarias Premium I e Premium II, também a serem construídos no Nordeste, ainda estão em fase de avaliação. Mas, segundo Graça Foster, o estudo de ambos os empreendimentos tem avançado, sem revelar detalhes dos estudos em curso.
Decolagem - Para o diretor de Exploração e Produção da empresa, José Miranda Formigli, a produção de petróleo da Petrobras vai "começar a decolar" no segundo semestre deste ano, com o início das operações de sete unidades. "A partir do segundo semestre teremos um ramp-up (aumento) sustentável e a produção começará a decolar", destacou.
O aumento da produção no segundo semestre deve contribuir para que a Petrobras alcance a meta de produzir aproximadamente 2,022 milhões de barris diários de petróleo em território nacional, com margem de até 2% para cima ou para baixo. Essas embarcações também permitirão à Petrobras elevar a produção para 2,75 milhões de barris diários em 2017 e 4,2 milhões de barris/dia em 2020.
(com Estadão Conteúdo)

TCU detecta indícios de nepotismo na Petrobras


Contas Abertas

Além disso, auditoria verificou outras irregularidades, como contratação de empresas cujos sócios ou diretores são funcionários da estatal

Logo da Petrobrás
Petrobras terá de atualizar normas internas para se prevenir contra novos casos de nepotismo (Ricardo Moraes/Reuters)
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou indícios de nepotismo na Petrobras, de acordo com informações da ONG Contas Abertas divulgadas nesta quinta-feira. Segundo relatório, foram verificados vínculos de parentesco entre empregados comissionados da Petrobras e empregados, sócios, dirigentes ou administradores de empresas contratadas pela estatal. A prática vai contra o Decreto número 7.203/2010, que dispõe sobre a vedação do nepotismo no âmbito da administração pública federal.
Além disso, o TCU verificou a contratação de empresas, pela Petrobras, cujos dirigentes ou sócios são empregados da estatal. A investigação apontou que vinte funcionários da Petrobras também figuravam como sócios, diretores, administradores ou responsáveis técnicos de empresas que mantiveram negócios com a companhia. A pratica é vetada pelo Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Companhia. O TCU ainda detectou indício de existência de contratados sem especialização técnica ou formação acadêmica compatível com o exercício da função e fiscalização de contratos realizada por terceirizados.
As principais causas identificadas pela equipe de auditoria para ocorrência do nepotismo foram a desatualização e a falta de regulamentação dos normativos internos, de “forma a englobar as medidas preventivas e corretivas para mitigar riscos de novas ocorrências, bem como definir responsabilidades, faltas disciplinares e cominação de penas; e inexistência ou insuficiência de controles internos eficientes”.
A Petrobras possui aproximadamente 60.000 empregados efetivos, dos quais mais de 10.000 ocupam função comissionada, e mais de 240.000 são contratados de empresas prestadoras de serviço (terceirizados). O volume de recursos fiscalizados alcançou o montante de 732.023.668,80 reais.

O relator do processo, ministro Raimundo Carreiro, ressalta que as conclusões do trabalho não podem ser generalizadas porque são baseadas em amostras envolvendo informações prévias e análises subjetivas. “ Considerando o risco envolvido em função da ausência de controles internos específicos para evitar as ocorrências constatadas, além da elevada materialidade, deve ser determinado à Petrobras a adoção das medidas corretivas”, afirma Carreiro.

A estatal terá, assim de atualizar seus normativos internos que tratem do assunto, além de encaminhar ao TCU documentos sobre regulamentos e procedimentos em contratações e informar as providências a serem tomadas mediante da apuração. Ainda de acordo com a Contas Abertas, a Petrobras também deverá apresentar estudo de viabilidade e plano de ação com o objetivo de implantação de sistema informatizado de controle capaz de coletar, armazenar, atualizar e gerenciar as informações, e criar ferramentas automáticas de bloqueio e alerta aos gestores, nos casos de identificação de algumas das situações enquadradas no Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petrobras.

Twitter abre QG no Brasil e acrescenta 9 cidades aos TTs


Mercado

País é o terceiro a receber escritório da empresa, além dos EUA

Guilherme Ribenboim, novo diretor-geral do Twitter no Brasil
Guilherme Ribenboim fala pela primeira vez como diretor-geral do Twitter no Brasil
Enfim, o Twitter iniciou oficialmente sua operação no Brasil, nesta quarta-feira. O país é o terceiro a receber um QG do microblog, excetuando-se a sede da companhia, os Estados Unidos: Grã-Bretanha e Japão já contam com escritórios locais. A companhia aproveitou o anúncio para revelar a expansão do número de Trending Topics locais: nos próximos dias, será possível saber quais os assuntos mais populares na rede social em mais nove cidades brasileiras – Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Porto Alegre, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas e São Luís. Atualmente, seis cidades são listadas.

Sob o comando do economista Guilherme Ribenboim, ex-CEO do site de compras coletivas Clickon, o Twitter no Brasil aposta fundamentalmente na operação de negócios. Isso significa manter contato com empresas que queiram usar a rede para se aproximar de consumidores em potencial. "Quatro pilares mostram o objetivo do Twitter no Brasil: manter contatos com seus usuários, empresas de mídia, anunciantes e personalidades", disse Ribenboim.
O Brasil já é um dos cinco maiores mercados do microblog, que reúne em todo o mundo cerca de 140 milhões de usuários ativos. A plataforma não informa, contudo, o número de cadastrados em cada país.
"Nosso desembarque ao Brasil mostra que a ferramenta se tornou parte importante da vida das pessoas. Nosso foco é continuar encantando nossos usuários", disse Shailesh Rao, vice-presidente internacional da empresa, que também participou do evento. Ribenboim revelou um dado ilustrativo da presença da ferramenta no Brasil. "Em 2012, registramos um recorde no país: 3.548 tuítes por minuto durante a final da Taça Libertadores da América, entre Corinthians e Boca Juniors."
O evento desta quarta-feira foi realizado em Sâo Paulo. A empresa não informou, contudo, onde ficará sua sede, nem o número de funcionários. Há cinco vagas abertas no site oficial da empresa.

Twitter ganha nova versão – e fica parecido com Facebook



O Twitter anunciou nesta terça-feira a terceira grande mudança estrutural de sua história, iniciada em março de 2006. A nova interface, que fica bastante parecida com a do Facebook, já está disponível a usuários e será aplicada tanto nas versões web quanto naquelas exibidas em dispositivos móveis.
A principal mudança é a adoção de uma foto de capa na página principal do usuário no microblog (imagem acima), recurso já apresentado pelos rivais Google+ e Facebook. Para aderir à nova funcionalidade, o cadastrado na rede deve acessar o campo de “Configurações”, presente no canto superior direito da tela, clicar na opção “Aparência” e  escolher a imagem que deseja inserir no perfil.
O Twitter também liberou novas versões de seu apps para iOS e Android, dando maior destaque às fotos. “Agora, você também vai conhecer pessoas a partir de imagens”, diz o comunicado oficial da rede. A atualização dos aplicativos para Android, iPad e iPhone já estão disponíveis na Play Store, do Google, e na App Store, da Apple.
A primeira grande renovação no site aconteceu em outubro de 2010, quando o microblog introduziu mudanças visuais significativas, com o objetivo de reunir mais informações sobre o comportamento do usuário. Essa mudança introduziu o lay-out que ainda está no ar.
Em dezembro passado, o microblog tratou de apresentar uma nova interface, que valoriza a essência do serviço: o compartilhamento e discussão de histórias. Hoje, com meio bilhão de usuários cadastrados, chega o momento de valorizar o uso de imagens.

Twitter anuncia executivo para comandar empresa no Brasil


Mercado

Economista Guilherme Ribenboim, ex-CEO do site de compras coletivas Clickon, assume cargo de diretor-geral do microblog no país

Guilherme Ribenboim, primeiro diretor-geral do Twitter no Brasil
Executivo de 39 anos vai liderar as operações do microblog no Brasil (Divulgação)
O economista Guilherme Ribenboim (na foto ao lado), que comandava as operações do site de compras coletivas Clickon, é o primeiro diretor-geral do Twitter no Brasil. A informação foi divulgada pelo próprio executivo em seu perfil no microblog nesta quinta-feira (tuíte abaixo). Ribenboim, de 39 anos, será responsável por liderar as operações da empresa e o escritório no país, que deve ser criado até o fim do ano.
Mestre em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), o executivo trabalhou por mais de 12 anos no Yahoo. Lá, ocupou diversos cargos: o último deles foi o de vice-presidente da empresa na América Latina.
Em agosto, uma equipe do microblog, usado por mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo, visitou São Paulo: especula-se que o objetivo era estudar a abertura da sede da companhia no Brasil. O país está entre os quatro maiores mercados do Twitter no planeta: em setembro, o site recebeu 8,9 milhões de visitantes únicos, valor ligeiramente inferior ao registrado no mês anterior, com 9,2 milhões, segundo a empresa de medição com Score.