sexta-feira 02 2016
10 Medidas - Sérgio Moro x Gilmar Mendes
Em sessão no Senado Federal para debater PL 280/2016 (abuso de autoridade), Ministro Gilmar Mendes e juiz federal Sérgio Moro divergiram das mudanças feitas pela Câmara dos Deputados no projeto chamado 10 Medidas contra corrupção.

Gilmar elogia pacote anticorrupção aprovado pela Câmara
Ministro do STF participou de sessão no Senado ao lado de Sergio Moro. Juiz federal criticou duramente 'emenda da meia-noite' aprovada por deputados

O juiz federal Sérgio Moro ao lado do presidente do Senado, Renan Calheiros e do ministro do STF, Gilmar Mendes, durante sessão de debates destinada a discutir o Projeto de Lei nº 280, que define os crimes de abuso de autoridade - 01/12/2016 (Evaristo Sa/AFP)
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), elogiou nesta quinta-feira no Senado o papel dos deputados na aprovação do pacote anticorrupção, na madrugada de ontem. Gilmar avaliou que a Câmara “andou bem” ao retirar do projeto itens que tratam de habeas corpus e aceitação de provas ilícitas. O juiz federal Sergio Moro, que também participou da sessão na Casa, fez duras críticas à aprovação da emenda do abuso de autoridade por juízes, procuradores e promotores.
“A Câmara fez bem em rejeitar a questão do habeas corpus. Nesse ponto, a Câmara andou bem em rejeitar habeas corpus, a prova ilícita. Se esse projeto tivesse sido aprovado, isso acabava com o habeas corpus como o conhecemos”, disse Gilmar.
Ele também menosprezou o apoio popular que o pacote das dez medidas anticorrupção, apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF), recebeu, reunindo mais de dois milhões de assinaturas. “Duvido que esses dois milhões de pessoas tivessem consciência disso, ou de provas ilícitas, lá no Viaduto do Chá (SP). Não vamos canonizar iniciativas populares”, ironizou.
O ministro ainda criticou o vazamento de gravações por autoridades. Em março, foram vazadas na imprensa gravações autorizadas por Moro entre a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. “Há vazamentos, e é preciso dar nome pelo nome (que é)”, provocou Gilmar.
‘Emendas da meia-noite’
Também na sessão de hoje no Senado, Sergio Moro disse ter “severas críticas” à decisão da Câmara dos Deputados de aprovar dispositivo que prevê a responsabilização de juízes e membros do Ministério Público, e afirmou que a aprovação pelo Congresso de uma nova lei de abuso de autoridade pode passar mensagem errada à sociedade no momento em que são investigados diversos casos de corrupção pelo país.
“Emendas da meia-noite, que não permitem uma avaliação por parte da sociedade, que não permitem um debate mais aprofundado por parte do Parlamento, não são apropriadas tratando de temas tão sensíveis”, disse Moro ao comentar o projeto aprovado pelos deputados.
(com Estadão Conteúdo)
segunda-feira 28 2016
Calero: “Me choca que interesses particulares ainda prevaleçam”
Em entrevista ao "Fantástico" neste domingo, o ex-ministro da Cultura confirma que gravou conversas com o presidente Temer e alguns de seus ministros

O presidente Michel Temer e o então ministro da Cultura, Marcelo Calero, durante a cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Cultural, em Brasília (Beto Barata/PR)
“Ficou patente que altas autoridades da República perdiam tempo com um assunto absolutamente paroquial.” Com esse desabafo, o diplomata Marcelo Calero justificou a decisão de pedir demissão do cargo de ministro da Cultura, detonando uma crise aguda que já se arrasta há mais de uma semana no governo do presidente Michel Temer. Em entrevista ao Fantástico deste domingo, Calero deu sua versão sobre os fatos que cercaram a saída do governo, motivada pela pressão que teria sofrido do colega Geddel Vieira Lima para liberar a construção de um edifício de alto padrão em Salvador, no qual Geddel teria adquirido um imóvel.
O empreendimento foi embargado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por estar localizado em área tombada como Patrimônio Cultural da União. A denúncia acabaria envolvendo o nome do próprio presidente e resultaria na demissão de Geddel do cargo de ministro da Secretaria de Governo.
No programa da Globo, Calero confirmou que fez gravações de conversas com nomes importantes da cúpula do governo – inclusive o presidente. Calero pediu demissão na sexta-feira (18) e, na quarta-feira (23), prestou depoimento à Polícia Federal e disse que o presidente Michel Temer o havia “enquadrado” e sugerido uma saída por meio da Advocacia-Geral da União para o caso. Por meio do porta-voz Alexandre Parola, Temer disse que buscou “arbitrar conflito” entre ministros e negou que ter pressionado Calero por uma saída para o caso. Temer voltou a falar sobre a questão em entrevista coletiva concedida na manhã deste domingo, quando já estavam no ar as chamadas anunciando a entrevista de seu ex-ministro no Fantástico. Temer classificou de “indigno” um possível ato de gravar suas conversas.
Na conversa com a repórter Renata Lo Prete, o ex-ministro Calero disse que, “até por sugestão de alguns amigos na Polícia Federal”, gravou várias ligações telefônicas para se municiar de elementos nas denúncias que faria. Só uma dessas gravações – de conteúdo “protocolar”, nas suas palavras – teria sido com Temer. “Foi a conversa da minha demissão”, disse. Quando questionado pela jornalista se também teria gravado Geddel e o ministro-chefe da casa Civil, Eliseu Padilha, Calero foi evasivo: “Não posso responder a essas perguntas” – segundo ele, para não prejudicar a investigação em curso.
Calero se queixou de ser alvo do que chamou da “boataria” de que teria pedido uma segunda audiência com Temer no mesmo dia só para gravar a conversa. “Por ser diplomata, eu jamais entraria no gabinete presidencial para fazer isso”, declarou.
Segundo Calero, em uma conversa inicial com o presidente, ele teria saído contente por achar que Temer havia lhe dado razão. Num segundo encontro menos de 24 horas depois, no entanto, ele teria se decepcionado ao ouvir o presidente falar em outro tom: “Marcelo, eu tenho muito apreço por você, mas essa decisão do Iphan nos causou bastante estranheza.” De acordo com Calero, o presidente reclamou que a decisão do Iphan teria causado “dificuldades operacionais” ao governo. A repórter então perguntou o que queriam dizer as tais “dificuldades operacionais”. “Ele não explicou, disse apenas que decorriam do fato de que o ministro Geddel teria ficado muito irritado.” Temer teria recomendado, ainda, que o caso fosse encaminhado à Advocacia-Geral da União. E ensinou: “Marcelo, a política tem dessas coisas.”
Na entrevista, Calero rejeitou insinuações de que teria sido desleal. “O servidor tem de ser leal, mas não cúmplice”, disse. “Me choca ver que interesses particulares ainda prevaleçam”, adicionou. Por fim, ele deu sua interpretação para as razões da crise: “Eles acharam que eu faria qualquer coisa para preservar meu cargo de ministro. Mas não faria nada que não concorde, por cargo nenhum.”
domingo 27 2016
TOP dos melhores filmes segundo o IMDb (CAUSOU POLÊMICA)
A grande maioria dos filmes lançados no mundo, sejam eles independentes ou não, tem sua página própria no site. Os espectadores cadastrados no site podem dar notas de 0 a 10 em cada filme e, a partir disso, é elaborada uma média, levando em conta diversos fatores, inclusive a nota dos críticos do site. Não costuma falhar: filmes com notas acima de 7 valem nosso tempo. Abaixo disso, pode ser cilada.
Utilizando as notas dos filmes, o IMDb elabora uma rigorosa lista, utilizando como base seus sistemas de “rating”. É a famosa Top 250. Nela, estão os 250 filmes com as notas mais altas. Está sempre sendo atualizada, e hoje trazemos os 25 filmes com a melhor classificação da lista.
Bora conferir os melhores filmes?
Os Suspeitos (1995) – Nota: 8.6

Após uma explosão no cais, a polícia contabiliza 27 corpos e há apenas duas testemunhas: um húngaro em estado crítico e um conhecido ladrão, que é portador de um defeito físico, testemunhou o ocorrido no cais e saiu completamente ileso. Quando os dois dão seus depoimentos, fica clara a participação de Keyser Soze, um húngaro misterioso e impiedoso, como o homem que foi o mentor intelectual de um golpe contra um grupo de traficantes de drogas da Argentina. O prêmio pelos sobreviventes que desapareceram foi estipulado em 91 milhões de dólares.
A Felicidade Não Se Compra (1946) – Nota: 8,6

Estrelado pelo inesquecível James Stewart, como George Bailey, o homem que recebe o maior de todos os presentes de Natal. Com um fantástico elenco, incluindo Donna Reed e Lionel Barrymore, este conto natalino de altíssimo astral é dirigido pelo imortal Frank Capra e é considerado o favorito de todos os tempos por fãs e críticos.
O Silêncio dos Inocentes (1991) – Nota: 8,6
Um psicopara conhecido como Buffalo Bill está raptando e assassinando jovens mulheres. Acreditando que um bandido reconhece o outro, o FBI envia a agente Clarice Starling (Foster) para entrevistar um prisioneiro demente que pode fornecer uma percepção do perfil psicológico e pistas para os atos do assassino. O prisioneiro é um psiquiatra, Dr. Hannibal Lecter (Hopkins), um brilhante e prigoso canibal, que decide ajudar Starling apenas se ela alimentar sua curiosidade mórbida com detalhes sobre sua própria complicada vida.
Guerra nas Estrelas (1977) – Nota: 8,6

Os Cavaleiros Jedi foram exterminados e o Império comanda a galáxia com punho de ferro. Um pequeno grupo de Rebeldes ousou desafiar a potência roubando os planos secretos da mais poderosa arma do Império, a Estrela da Morte. O servo de maior confiança do Imperador, Darth Vader, precisa encontrar os planos e localizar o esconderijo dos Rebeldes. Aprisionada, a líder dos Rebeldes, Princesa Leia, envia um pedido de socorro que é interceptado por um simples fazendeiro, Luke Skywalker. Seguindo seu destino, Luke aceita o desafio de resgatar a princesa e ajudar a Rebelião a enfrentar o Império.
Os Sete Samurais (1954) – Nota: 8,6

Um dos melhores filmes clássicos do cinema mundial, Os Sete Samurais é um marco na carreira do mestre do cinema Akira Kurosawa, considerado um dos maiores cineastas de todos os tempos. O filme narra a história de um veterano e decadente samurai que é contratado por um pequeno e pobre vilarejo para lhes defender de um bando de 40 criminosos.
Matrix (1999) – Nota: 8,7
Em um futuro próximo, Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador de computador que mora em um cubículo escuro, é atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando no exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter dúvidas sobre a realidade. Por meio do encontro com os misteriosos Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), Thomas descobre que é, assim como outras pessoas, vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia.
Os Bons Companheiros (1990) – Nota: 8,7
Henry (Ray Liota), Tommy (Joe Pesci) e James Conway (Robert DeNiro) vivem para e pela máfia. Os três companheiros resistem a tudo: brigas de gangues, golpes bem sucedidos e fracassados e até mesmo à prisão. Mas quando se metem com traficantes de drogas, eles sabem que estão vivendo a mais perigosa aventura de suas vidas. A história real de Henry, que originou o bestseller de Nicholas Pileggi, virou um clássico de aventura e emoção nas mãos do genial diretor Martin Socresese.Um Estranho no Ninho (1975) – Nota: 8,7

Repousar num hospício é melhor do que cumprir pena na cadeia, certo? Randle P. McMurphy (Jack Nicholson), um malandro, rebelde e enrolador, simula loucura para ser internado. Imediatamente seu senso contagiante de desordem entra em choque com uma rotina entorpecente. Não dá pra aceitar que seus companheiros passem o tempo todo dopados quando lá fora há um campeonato de basebal ! É guerra! McMurphy contra a enfermeira Ratched (Louise Fletcher), algoz mais fria e monstruosa da história do cinema. O destino de todos os pacientes está em jogo.
O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (2002) – Nota: 8,7

Após a captura de Merry (Dominic Monaghan) e Pippy (Billy Boyd) pelos orcs, a Sociedade do Anel é dissolvida. Enquanto que Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin) seguem sua jornada rumo à Montanha da Perdição para destruir o Um Anel, Aragorn (Viggo Mortensen), Legolas (Orlando Bloom) e Gimli (John Rhys-Davies) partem para resgatar os hobbits sequestrados.
A Origem (2010) – Nota: 8,7

Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é o melhor naquilo que faz: roubar valiosos segredos do subconsciente das pessoas enquanto suas mentes se encontram vulneráveis quando sonham. Esta habilidade fez dele um colaborar cobiçado no mundo da espionagem industrial, mas também o transformou em um fugitivo e cobrou dele um alto preço. Agora, ele pode conseguir uma segunda chance se realizar algo aparentemente impossível: a princípio, plantar uma ideia na mente de uma pessoa é melhor do que roubá-la. Se Cobb e sua equipe conseguirem isso, serão capazes de cometerem o crime perfeito.
Forrest Gump: O Contador de Histórias (1994) – Nota: 8,7

Quarenta anos da história dos Estados Unidos, vistos pelos olhos de rapaz com QI abaixo da média que, por obra do acaso, consegue participar de momentos cruciais, como a Guerra do Vietnã e Watergate.
Star Wars – O Império Contra-Ataca (1980) – Nota: 8,7
Após sofrer um violento ataque das forças rebeldes, o vilão Darth Vader planeja uma contra-ataque. Enquanto isso, o herói Luke Skywalker procura o único mestre capaz de transformá-lo em um cavaleiro jedi.
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) – Nota: 8,8
Numa terra fantástica e única, chamada Terra Média, um hobbit recebe de presente de seu tio o Um Anel, um anel mágico e maligno que precisa ser destruído antes que caia nas mãos do mal. Para isso, o hobbit Frodo (Elijah Wood) terá um caminho árduo pela frente e encontrará perigo, medo e personagens bizarros. Ao seu lado, para o cumprimento desta jornada, aos poucos ele poderá contar com outros hobbits, um elfo, um anão, dois humanos e um mago, totalizando 9 pessoas que formarão a Sociedade do Anel. Um dos melhores filmes do ano
Clube da Luta (1999) – Nota: 8,8
Um explosivo sofredor de insônia (Edward Norton) e um carismático vendedor de sabonete (Brad Pitt) canalizam agressão primitiva masculina transformando-a em uma nova e chocante forma de terapia. Seu conceito pega, e formam-se diversos clubes da luta clandestinos em cada cidade, até que uma mulher sensual e excêntrica (Helena Bonham Carter) entra na jogada e desencadeia uma situação fora de controle rumo ao caos.
Três Homens em Conflito (1966) – Nota: 8,9
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003) – Nota: 8,9
Sauron planeja um grande ataque a Minas Tirith, capital de Gondor, o que faz com que Gandalf (Ian McKellen) e Pippin (Billy Boyd) partam para o local na intenção de ajudar a resistência. Um exército é reunido por Theoden (Bernard Hill) em Rohan, em mais uma tentativa de deter as forças de Sauron. Enquanto isso Frodo (Elijah Wood), Sam (Sean Astin) e Gollum (Andy Serkins) seguem sua viagem rumo à Montanha da Perdição, para destruir o Um Anel.
Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994) – Nota: 8,9
Bruce Willis, John Travolta e Samuel L. Jackson fazem uma carreira de assassinos triviais no submundo do crime em Los Angeles, onde corajosos confrontos, diálogos rápidos e humor perverso fazem parte de um cotidiano violento.
12 Homens e uma Sentença (1957) – Nota: 8,9 
Onze jurados estão convencidos que o réu é culpado por assassinato. O décimo segundo não tem dúvida sobre sua inocência. Como poderá este homem fazer com que os outros cheguem à mesma conclusão? É um caso em que aparentemente há provas avassaladoras contra um adolecente acusado de matar o pai. Um dos melhores filmes de todos os tempos.
A Lista de Schindler (1993) – Nota: 8,9
De Steven Spielberg, o filme apresenta a indelével história real do enigmático Oskar Schindler, membro de partido Nazista e bon vivant que lucrava com a guerra, que salvou a vida de mais de 1100 judeus durante o holocausto. É o triunfo de um homem que fez a diferença e o drama daqueles que sobrevivem a um dos mais negros capítulos da história da humanidade graças ao que fez.
Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) – Nota: 8,9
O Poderoso Chefão II (1974) – Nota: 9,0

Este brilhante capítulo do original O Poderoso Chefão continua a saga de duas gerações de poder sucessivo da família Corleone. O diretor Francis Ford Coppola conta duas histórias nesta segunda parte: as raízes e a ascensão de um jovem Don Vito, interpretado com extraordinária habilidade por Robert De Niro e a ascensão de Michael (Al Pacino) como o novo Don.
O Poderoso Chefão (1972) – Nota: 9,2

A obra-prima épica é um dos melhores filmes de Francis Ford Coppola. Nele o diretor apresenta Marlon Brando em seu papel premiado, como o patriarca da família Corleone. O diretor Coppola mostra um arrepiante retrato da ascensão e queda do clã siciliano na América, magistralmente equilibrando a história entre a família Corleone e o crime organizado na qual está envolvida. Baseado no livro de sucesso de Mario Puzo.
Um Sonho de Liberdade (1994) – Nota: 9,2
Um Sonho de Liberdade (1994) – Nota: 9,2
Baseado numa história de Stephen King, Freeman vive Red Reeding, um condenado a prisão perpétua que conhece bem as regras de Shawnshank, uma prisão estadual no Maine. Robbins é o recém-chegado Andy Dufresne, um banqueiro quieto injustamente condenado por assassinato. O espírito indomável de Andy ganha a amizade de Red; sua habilidade em solucionar problemas no dia-a-dia da prisão traz novas esperanças e mudanças à vida dos prisioneiros. Andy é cheio de surpresas – e ele reserva a melhor delas para o final.
http://www.cromossomoy.com.br/melhores-filmes-top-25/
domingo 20 2016
O CRIME PODE NÃO COMPENSAR, MAS A DELAÇÃO, SIM.
Dos 94 condenados por crimes investigados na Operação Lava Jato, 27 optaram pela colaboração com a Justiça, contaram o que sabiam sobre o escândalo de corrupção e tiveram suas penas drasticamente reduzidas: de 627 anos, somadas todas as sentenças, para 87 - um desconto de 85%. E isso sem contar os efeitos de 15 acordos ainda protegidos por segredo de Justiça.
Os maiores beneficiados foram o doleiro Alberto Youssef, que deixou o Complexo Médico Penal nesta quinta-feira (17), e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto, que já tirou a tornozeleira eletrônica e progrediu do regime semiaberto para o aberto no início deste mês. Peças centrais do esquema desbaratado na Lava Jato, eles receberam as penas mais altas entre todos os condenados (122 e 74 anos de prisão), mas, tendo puxado a fila das delações, foram bem recompensados e acabaram sentenciados a apenas 3 e 2 anos, respectivamente.
Para quem optou pelo silêncio, a perspectiva é duríssima. Até agora, as sentenças somam 846 anos, uma média de 12 anos para cada um dos 67 condenados que não fizeram acordo de delação. As mais severas são as do ex-diretor da Petrobras Renato Duque (que soma 50 anos de pena), do ex-presidente da Eletronuclear Othon Pinheiro da Silva (43 anos), do ex-presidente da Engevix Gerson Almada (34 anos) e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto (30 anos). Certos da condenação, muitos decidiram negociar com os procuradores — caso dos empresários da Odebrecht e OAS, entre outros.
A maior parte dos processos foi julgada pelo juiz federal paranaense Sergio Moro, mas há também condenações – igualmente duras – decididas pelo juiz Marcelo Bretas, da Justiça Federal do Rio de Janeiro, no caso do eletrolão. Outras ações tramitam no Distrito Federal e em São Paulo. E há, ainda, os casos que estão no Supremo Tribunal Federal por envolverem políticos com foro privilegiado. Nenhum desses processos foi julgado até o momento.
penas.
http://veja.abril.com.br/complemento/brasil/lava-jato-penas/
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