segunda-feira 20 2014

Petrolão faz petistas roerem as unhas: o debate que você não viu

Maquiavel

Se o confronto foi morno diante das câmeras, com Dilma e Aécio na retranca, na plateia o clima era quente - e tenso. A seguir, os bastidores do debate

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, chega para o debate realizado pela Rede Record em São Paulo, neste domingo (19)

Petrolão - A pergunta de Aécio Neves (PSDB) a Dilma Rousseff (PT) sobre a acusação de Paulo Roberto Costa contra o petista João Vaccari Neto deixou a fileira do PT na plateia em estado de atenção total. Os ministros Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo, Miguel Rossetto e o governador da Bahia, Jaques Wagner, levaram a mão ao rosto durante a resposta de Dilma - uns esfregaram o rosto, outros chegaram a roer as unhas.
Pernambuco - Depois de pedir incansavelmente para que Dilma e Lula fossem para Pernambuco, o senador Humberto Costa apareceu no debate da TV Record. "Eles não vão conseguir entregar o que prometeram, a vitória em Pernambuco", disse, sobre os ex-aliados do PSB-PE. Segundo o senador, pesquisas internas do partido mostram Dilma com folga na frente do tucano em Pernambuco.
Cestinha - Convidado do PSDB, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que lutou contra um câncer, capitaneou as críticas a Dilma na plateia. "Onde está o tesoureiro? Alguém viu?", ironizou sobre a ausência de João Vaccari Neto, enrolado até o pescoço no esquema de corrupção na Petrobras.
Crachá - Sem jeito, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tentava remendar a credencial que arrebentou antes mesmo das primeiras falas de Dilma. Ao final, apelou para um nó e resolveu o problema.
Álbum - Derrotado pelo tucano José Serra, o petista Eduardo Suplicy passou parte do debate tirando fotos. E resumiu uma boa notícia em meio a maré negativa: o Santos bateu neste domingo por 3 a 1 o arquirrival Palmeiras.
Primeirão - As principais autoridades do staff da presidente-candidata Dilma Rousseff tiveram de se contentar em ficar apenas na quarta fileira da plateia, o que motivou piadas entre os tucanos, posicionados estrategicamente "no gargarejo". "Bem feito, chegamos primeiro", comemoravam os deputados Antônio Imbassahy e Paulo Abi-Ackel.
Bateu, levou - O marqueteiro do PT, João Santana, tropeçou no palco e se estabacou no chão logo no início de debate. Aos pés de Dilma, foi socorrido, sem jeito, pelo jornalista da Record Celso Freitas.
Cadê a claque? - O governador da Bahia, Jaques Wagner, e o ministro Miguel Rossetto, de longe os mais empolgados petistas na plateia, comemoraram abertamente as falas de Dilma sobre inflação e, por via das dúvidas, convocaram a plateia, olhando recorrentemente para trás em busca de apoio.
'É isso aí' - O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o presidente do PT, Rui Falcão, vibravam e acenavam com a cabeça, em sinal de aprovação, cada vez que Dilma atacava Aécio e tentava minimizar o impacto das revelações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Só no pancake - Com transmissão em HD, a presidente-candidata Dilma Rousseff fez questão de utilizar uma maquiagem especial. "É uma Make-up Forever", justificou o "ministro do cabelo", Celso Kamura.
Rá! - Ao final do primeiro bloco do debate, diante de palmas efusivas da claque do PT, petistas faziam piada: "As palmas mostram que pelo menos aqui a gente está ganhando", disse o deputado Paulo Teixeira.
Cobras e lagartos - Os primeiros palavrões vindos da plateia ocorreram quando o candidato Aécio Neves acusou o governo de não ter fornecido água aos nordestinos com a Transposição do Rio São Francisco. Outros impropérios também foram ouvidos ao longo da noite.
Recado - Apesar de ligados no WhatsApp, os petistas escreveram bilhetinhos em papel para João Santana, marqueteiro de Dilma. Também usaram post-its para marcar os lugares no estúdio.
Wally - Figura rara nos debates entre os presidenciáveis, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), assistiu ao debate sem desgrudar o olho de Dilma e Aécio nos dois monitores de TV virados para a plateia. Sentado ao lado da cúpula petista, só sorriu ao ver Aécio mandar um abraço para José Ivo Sartori (PMDB), candidato que virou as eleições no Rio Grande do Sul e agora é favorito contra o governador Tarso Genro (PT).
Sansão - O cabeleireiro oficial de Dilma, Celso Kamura, foi posicionado na segunda fila da plateia, com livre acesso ao palco. O '"hair stylist" ficou preocupadíssimo com uma falha na iluminação que conferia a Dilma uma sombra em sua face esquerda.
Bola dividida - A divisão de tela que mostrava ao mesmo tempo os dois candidatos foi criticada pelos petistas. O artifício usado para mostrar as reações dos oponentes conferia a Dilma um ar de "braveza". “Aí é ruim para a gente...", lamentou um membro da comitiva presidencial.
Faixa de Gaza - Na primeira fila, na ala reservada aos convidados dos partidos, uma cadeira separava petistas e tucanos. No estúdio lotado ninguém se atreveu a sentar.
Confiança - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, acompanhou todo o debate olhando para a tela que mostrava Dilma em um monitor. "Acho mais agradável ficar só de olho nela...", afirmou. "Ela me passa confiança e paz."
Café com leite - A cada marca do governo de São Paulo citada por Aécio, Alckmin sorria discretamente. Sentado na segunda fila, admitiu: "Ah fico orgulhoso! Dá uma satisfação quase de pai".
Leite quente - Convidados acomodados na plateia comentavam, ao final do segundo bloco, que o debate estava morno em comparação com o enfrentamento anterior, no SBT. "Meio sonolento, né?", questionava um convidado dos tucanos.
Ar e Luz - Aécio deixou os estúdios reclamando da temperatura do ar condicionado e da velocidade do vento sobre ele. Dilma reclamou que tinha de virar de lado para fugir do feixe de luz sobre seus olhos. A presidente afirmou que fez operação de miopia, o que lhe incomoda.
Recuo - Os estrategistas de Aécio decidiram recuar e adotar tom ameno para contrapor a propaganda petista que acusa o tucano de ser agressivo com as mulheres. "Dependia do tom dela, ela baixou, nos baixamos também", disse um dos conselheiros de comunicação. Aécio também tocou a palavra "mentira" pela expressão "não é verdade."
Carioca da gema - Aécio confessou nos corredores do camarim que ficou emocionado com o ato de campanha deste domingo em Copacabana, Rio de Janeiro. "Foi o melhor da minha vida", disse. Aécio disse ter sentido um apoio não ao PSDB, mas agora a ele mesmo.
É nós - A campanha do PSDB monitorou 24 eleitores indecisos de São Paulo e do Rio de Janeiro ao longo de todo o debate promovido pela Record. Ao final, as pesquisas qualitativas tucanos mostraram que catorze eleitores optaram Aécio, três por Dilma e sete se mantiveram indecisos.
Dilmês - questionada sobre seu temperamento ao longo do debate, a presidente respondeu em Dilmês. "Eu não digo que eu fui uma dilminha paz e amor em tempo integral. Mas digo que eu fui uma dilminha paz e amor sempre que as condições permitiram. Porque também precisa de haver meio ambiente para dilminha paz e amor."
Você por aqui? - Dilma não viu que Temer estava na plateia. Ela foi surpreendida pelo vice-presidente pouco antes de entrar no carro oficial e o cumprimentou. "Ué, você estava aí, Temer? Sabe o que é, eles batem aquela luz e eu não enxergo vocês. Eu fiz operação de miopia, aquela antiga, e quando bate a luz ela reflete na cicatriz e dá um mal estar danado."(Bruna Fasano, Felipe Frazão, Laryssa Borges e Talita Fernandes)

Governo liberou, via Lei Rouanet, mais de R$800 mil para namorada de Chico Buarque


A cantora e compositora Thaís Gulin pode arrecadar até R$ 801.200, pela Lei Rouanet, para produzir seu terceiro CD. A informação é do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.


Thaís, que é namorada de Chico Buarque, também vai usar o dinheiro arrecadado para organizar uma turnê por oito capitais brasileiras.

Quem também vai utilizar do recurso do Ministério da Cultura é Carlinhos Brown. O técnico do The Voice Brasil (Globo) vai arrecadar R$ 1.426.820 para o desfile de seu trio elétrico, no carnaval de 2014, em Salvador. O órgão já autorizou a captação da grana.

R7; 11/2013
Editado por Política na Rede

PETISTAS ESTÃO USANDO A ATRIZ NICETTE BRUNO PEDINDO VOTOS PARA DILMA, É ...





O debate entre Aécio e Dilma não teve pancadaria, mas isso não quer dizer que a petista não tenha espancado a verdade

O debate entre os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) rendeu uma média de 13 pontos no Ibope, o que é muito bom para o horário. O encontro, desta feita, foi um pouco mais frio do que o das outras vezes, embora não tenha deixado de ser tenso. A menos que eu tenha perdido, não se ouviu a palavra “mentira”, ainda que os dois candidatos tenham concordado em discordar sobre todos os assuntos. Mais uma vez, Dilma quis falar de um Brasil que já passou, citando números conforme lhe dava na telha, e Aécio, de um país que pode ser. Assim, de novo, ela investiu na política do medo, e ele, na da esperança de dias melhores. Dilma repetiu a relação absurda estabelecida no debate da Jovem Pan-UOL-SBT: afirmou que o país só conseguiria chegar a uma inflação de 3% com um choque de juros e triplicando o desemprego. É espantoso que uma presidente da República trate de assunto tão sério com tamanha ligeireza. Dá para entender por que os mercados entram em pânico se acham que sua situação eleitoral melhora? Mais: se, no sábado, ela admitiu que houve roubalheira na Petrobras, no domingo, já ensaiou um recuo. Basta rever o embate para que se constate que essa não é uma leitura que manifesta boa vontade com ele e má vontade com ela.
Um debate, a rigor, para ser sério, tem de contar com honestidade intelectual. A fala final de Dilma foi, de fato, a síntese de suas intervenções: segundo ela, estão em confronto dois modelos: um que teria proporcionado “avanços e conquistas” (o seu), e outro que teria condenado o povo ao desemprego e ao arrocho salarial” (o da oposição). Resumir os oito anos de governo FHC a esses dois termos nem errado chega a ser; é apenas estúpido.
Pela enésima vez foi preciso ouvir Dilma a afirmar que o governo FHC proibiu a criação de escolas técnicas: falso! Que apenas 11 foram construídas na gestão tucana. Falso. Que seus adversários tentaram privatizar a Petrobras. Falso. Que eles pretendem cortar direitos trabalhistas. Falso. Que são contra a participação dos bancos públicos na economia. Falso. O problema do PT na propaganda e no debate é responder a um adversário que o partido inventou, que não existe.
PetrobrasO debate deste domingo serviu para evidenciar como é realmente sensível o caso Petrobras. Se, no sábado, ela admitiu que houve desvios na Petrobras, no debate deste domingo, já foi mais ambígua, falando que há apenas “indícios de desvios”. Uau! Só os “indícios” que foram parar no bolso de Paulo Roberto Costa somam admitidos R$ 70 milhões. João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, é apontado por Costa e Alberto Youssef como um dos chefões do esquema. O partido ficaria com 2% de todos os grandes contratos. O tucano quis saber se Dilma confia em Vaccari, já que o homem é até conselheiro de Itaipu. Ela não respondeu.
Dilma apelou, mais uma vez, ao Mapa da Violência para afirmar que, em Minas, o número de homicídios cresceu mais 50% na gestão de Aécio. E ainda pediu que ele fosse ver a tabela. Eu fui. Ele governou o Estado entre janeiro de 2003 e março de 2010 — logo, os números que lhe dizem respeito são aqueles desse período. Vejam as tabelas abaixo, que trazem os mortos por 100 mil habitantes dos Estados brasileiros e das capitais.
Mapa da Violência - Minas
Mapa da Violência - capitais
Os homicídios no Estado entre 2003 e 2009 tiveram um crescimento de 14%, não de mais de 50%, e os da capital caíram 13,7%. Agora olhem este outro quadro:
Mapa da Violência Minas - ranking
Minas tem a segunda maior população do Brasil, mas está em 23º lugar no ranking dos Estados em que há mais mortes. Vejam lá o que se deu na Bahia do petista Jaques Wagner: ele chegou ao poder com 23,5 mortos por 100 mil, e a taxa saltou para 41,9 em 2002, um crescimento de 78,2%. Que tal analisar o Piauí? Os petistas pegaram o Estado com taxa de homicídios de 10,2; em 2012, era de 17,2, com aumento de 58,2%. A tragédia da incompetência petista na área se repetiu em Sergipe: os petistas assumem em 2007 com taxa de 29,7, e esta se elevou para 41,8 dez anos depois, com crescimento de 40,7%. Mas o PT se comporta como professor de segurança pública. Se deixar, eles dão aula até para São Paulo, que hoje tem a menor taxa do país.
O debate deste domingo não teve pancadaria, mas isso não quer dizer que a verdade não tenha sido sebveramente espancada.
Texto publicado originalmente às 5h05 desta segunda

Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-debate-entre-aecio-e-dilma-nao-teve-pancadaria-mas-isso-nao-quer-dizer-que-a-petista-nao-tenha-espancado-a-verdade/

domingo 19 2014

Delator: Gleisi leva petroinjeção de R$ 1 milhão

Josias de Souza



José Cruz/ABr
Logo que deixou a Casa Civil da Presidência para retomar o mandato de senadora, Gleisi Hoffmann guerreou com disposição inumana contra a instalação das CPIs requeridas pela oposição para esquadrinhar os negócios da Petrobras.
Em sua delação premiada, o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa revelou, por assim dizer, que a senadora petista também está sujeita à condição humana. Carrega na escrituração de sua campanha para o Senado em 2010 uma petroinjeçao de R$ 1 milhão.


Suposto portador do mimo, o marido de Gleisi, o ministro petista Paulo Bernardo (Comunicações), tomou distância: “Chance zero de Alberto Youssef pedir para fazer uma doação para Gleisi. Ele não a conhece e não me conhece. A troco de quê vai fazer isso?'' É justamente o que a Procuradoria e a Polícia Federal estão tentando responder: a troco de quê?

Cloreto de magnésio: cura natural para diversos males - See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2008/03/cloreto-de-magnsio-cura-natural-para.html#sthash.cxAXMtz7.dpuf

Os desenganados de bico-de-papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação têm cura perfeita, indolor, fácil e barata. E ao mesmo tempo cura para todas as doenças causadas pela carência de magnésio no passado, até a artrose.



CURA DO PADRE BENO
Dez anos antes de começar o tratamento com o cloreto de magnésio, padre Beno J. Schorr estava com 61 anos e quase paralítico. O processo começou com pontadas agudas na região lombar, diagnosticadas como um bico de papagaio, incurável segundo o médico. Depois, tinha um peso crescente na barriga da perna direita, que acabou virando uma dor que só aumentava. Já mal se levantava da cama, sentindo um formigar descer pela perna até aos pés, causado pelo bico de papagaio, que apertava o nervo ciático e quando em pé e curvado lhe dava folga.

Fazia praticamente todos os seus trabalhos sentado, menos a missa, até que sua situação piorou e acabou tendo que rezar a missa também sentado.

Consultando novos médicos, soube que tinha um bando de bicos-de-papagaio calcificados, em grau avançado, e que nada era possível fazer. Aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não tiravam a dor. Dormia enrolado na cama como um gato, sem poder se endireitar, pois a dor o acordava. 


Foi então que, num encontro dos jesuítas cientistas em Porto Alegre, encontrou padre Suarez, que falou da cura com CLORETO DE MAGNÉSIO, mostrando o livrinho do padre Puig, jesuíta espanhol que a descobriu.

Contou que sua mão estava até dura de tão calcificada, mas com esse sal voltou a se movimentar e que outros parentes seus também já haviam se curado.

Padre Beno começou a tomar o remédio e 20 dias depois acordou estirado na cama, sem dor. Depois de 30 dias nada mais doía. Aos 40 dias, caminhou o dia inteiro, com pequeno peso. Em 3 meses sentia crescer a flexibilidade. Depois de dez meses se dobrava quase como uma cobra.

O magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Além disso, padre Beno tinha a pulsação seguidamente abaixo de 40 e ela se normalizou. O sistema nervoso ficou notoriamente calmo, ganhou maior lucidez, o sangue ficou descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado sumiram, a próstata, que estava para ser operada, já não incomodava muito. E outros efeitos devolveram ao padre a alegria de viver.

Por isso, ele se viu obrigado a repartir o "jeitinho" que o bom Deus deu a ele, divulgando o remédio.

Centenas se curaram em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc. E mandam também cópias a outros desenganados.


IMPORTÂNCIA DO CLORETO DE MAGNÉSIO
O magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos e suas funções (catalisadoras), como os rins para eliminar o ácido úrico nas artroses. Descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, para evitar enfartes, purificando o sangue. Vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade.

Depois dos 40 anos, o organismo absorve sempre menos magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso ele deve ser tomado como preventivo conforme a idade: 


a) de 40 aos 55 anos – ½ dose diária.

b) de 55 aos 70 anos – 1 dose pela manhã.

c) de 70 aos 100 anos – 1 dose pela manhã e 1 dose à noite.
Atenção: para as pessoas da cidade com alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados), um pouco mais; e para as pessoas do campo, um pouco menos.
Não cria hábito, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados.

O magnésio não é remédio, mas alimento sem contra-indicação, por isso é compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a 3 doses e, não o conseguindo, deveria complementá-los, à parte, para não adoecer. Dificilmente passará do limite, por isso as doses indicadas para os de 40 a 100 anos são as mínimas.

Tomando as doses para uma doença só, as demais serão curadas ao mesmo tempo, porque o sal põe em ordem todo o corpo.


FORMAÇÕES ORGÂNICAS


a) Bico de papagaio, nervo ciático, coluna, calcificação, surdez por calcificação: Tomar 1 dose pela manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.

b) Artrose (o ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, visivelmente nos dedos, até que incham, porque os rins estão falhando por falta de magnésio): Tomar uma dose de manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não reparar em anormalidades, tomar uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Depois de curado, continuar com as doses como preventivo.

c) Próstata: Tomar 2 doses de manhã, 2 doses à tarde e 2 doses à noite. Ao melhorar tomar como preventivo.

d) Problemas da velhice – rigidez muscular, câimbras, tremor, artérias duras, falta de atividade cerebral: 1 dose de manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite.

e) Câncer: Consiste em células mal formadas por falta de alguma substância (refinados) ou presença de partículas tóxicas. Essas células anárquicas não se harmonizam com as sadias, mas são inofensivas até certa quantidade. E o magnésio consegue combatê-las facilmente, vitalizando as sadias. Infelizmente todo processo canceroso não causa nenhuma dor de alerta, até aparecer o tumor, que segrega tóxicos (vírus muito variados), que invadem as células sadias em ramificações. Aí o magnésio só pode frear um pouco, curar não.

Se no parentesco já houve câncer, nódulos debaixo da pele do seio, o magnésio é o melhor preventivo. Além dos alimentos cancerígenos que devemos evitar, o mais importante é guardar o equilíbrio mineral, tomando cloreto de magnésio em doses de prevenção.

Basta o corpo estar devidamente mineralizado para se ver livre de quase todas as doenças.


ATENÇÃO!
O cloreto de magnésio para uso humano tem que ser do tipo PA (puro para análise) e sua cor é bem branca. É normal empedrar, mas isso não altera seu teor de qualidade.

COMO PREPARAR
Dissolver numa jarra 100 gramas de cloreto de magnésio em 3 litros de água filtrada (33 gramas por litro). Depois de bem misturado, colocar em vidros (não usar recipientes de plástico). A dose é de um copinho de café, conforme a idade e a necessidade.

Texto adaptado do site
http://www.tssal.com.br/tssal_saude_br_mgcl.html
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SAIBA O SEGREDO PARA TOMAR UM BOM CHIMARRÃO