segunda-feira 06 2014

Brasil pode conquistar vaga inédita na categoria de melhor animação do Oscar 2014

Cinema

Elogiado pela imprensa americana, o longa ‘Uma História de Amor e Fúria’ já deu um passo a mais que ‘O Som ao Redor’, promessa brasileira que morreu na praia: o filme entrou para a lista dos pré-selecionados da competição e pode ser a primeira animação nacional a concorrer a uma estatueta dourada

Rodrigo Salem, de Los Angeles
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro 'Uma História de Amor e Fúria', escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi ('Bicho de Sete Cabeças', 'As Melhores Coisas do Mundo', 'Chega de Saudade') - DIvulgação
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro 'Uma História de Amor e Fúria', escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi ('Bicho de Sete Cabeças', 'As Melhores Coisas do Mundo', 'Chega de Saudade') - Divulgação
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Cena do longa de animação brasileiro “Uma História de Amor e Fúria”, escrito e dirigido pelo premiado cineasta e roteirista Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Chega de Saudade”)
Enquanto os olhos dos cinéfilos brasileiros se voltavam para a campanha de O Som ao Redor, de Kléber Mendonça Filho, agora fora da corrida por uma vaga entre os cinco finalistas ao Oscar de melhor filme estrangeiro, outro longa nacional corria por fora, amealhando críticas positivas na imprensa americana e ampliando suas chances de quebrar um tabu histórico na maior premiação do cinema mundial. Em 16 de janeiro, quando as indicações da Academia de Hollywood forem anunciadas, Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi, pode tornar-se o primeiro desenho animado do país a competir pela estatueta de melhor longa de animação.

A afirmação não se baseia em patriotismos. A animação de Bolognesi, mais conhecido pelos roteiros de Bicho de Sete Cabeças (2001) e Chega de Saudade (2007), ambos dirigidos por sua mulher, Laís Bodanzky, está na lista dos 19 semifinalistas da categoria divulgada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas no início de novembro – já deu, portanto, um passo além de O Som ao Redor, que não ficou entre os 19 escolhidos.

A inclusão nesta lista exclusivíssima que nunca recebeu uma produção totalmente brasileira – não vamos esquecer que Rio (2011), apesar de dirigido pelo carioca Carlos Saldanha, é uma superprodução americana – já é um feito comparável ao da chegada de Gustavo Kuerten às semifinais de Roland Garros. Afinal, o Brasil não tem tradição alguma na animação (assim como no tênis) e as poucas produções do gênero no país costumam aparecer e sumir do mapa sem que o público tome nota (assim como as revelações do esporte de Kuerten).

Mas o desenho, que tomou nove anos da vida de Bolognesi, ganhou forma em três cidades diferentes (Águas de Lindoia, Santos e São Paulo) devido à contenção de custos (o orçamento, baixo para uma animação de qualidade, girou em torno de 4,5 milhões de reais) e empregou cerca de 30 jovens animadores, pode chegar longe. No fim de novembro, Rio 2096: A Story of Love and Fury estreou em um cinema de Los Angeles para que, de acordo com as regras do Oscar, se tornasse elegível à premiação. O título internacional espertamente destaca o seu lado ficção científica, caro aos americanos, indicando um Rio de Janeiro futurista que, como os cenários de muitas sagas distópicas hoje em alta, vive dias sombrios. A cidade é dominada por um político corrupto e evangélico e por uma corporação cruel chamada Aquabrás.
O site da revista The Hollywood Reporter adverte que as legendas podem confundir os não-familiarizados com a história do Brasil, já que o filme persegue uma história de amor de um casal de índios (vozes de Selton Mello e Camila Pitanga) por seis séculos e diversas revoluções do país, mas ressalta que a animação é “excelente” e que há “sofisticação nos temas e na execução”. “É um raro exemplo de um desenho feito para avançar nas ideias políticas”, conclui o texto de uma das mais importantes publicações dos Estados Unidos.

A site da revista Variety, bíblia do mercado cinematográfico americano, acredita que a animação brasileira pode surpreender no Oscar e a coloca como forte concorrente ao lado de The Wind Rises, de Hayao Miyazaki, ganhador da estatueta em 2003 por A Viagem de Chihiro. A revista ressalta a queda criativa da Pixar, que tem Aviões e Universidade Monstros na disputa, nenhum dos dois com a recepção favorável de longas como Up: Altas Aventuras (2009) e Toy Story 3(2010), com que a Pixar, ao lado da Disney, fez história.

O portal Examiner foi ainda mais elogioso. "Saia da frente, Pocahontas", escreveu a crítica Jana Monji, dando quatro estrelas ao filme brasileiro e comparando-o à história da indígena americana que casou com um colonizador inglês e virou desenho em 1995. “A Disney pode ter feito a sua história com animais bonitinhos e tê-la transformado em uma trama politicamente incorreta, mas Uma História de Amor e Fúria tem um olhar decididamente nativo: sangrento e, geralmente, triste.”

“Desde que a lista do Oscar foi anunciada, estamos cada dia mais fortes, principalmente por causa das críticas dos americanos, todas muito elogiosas”, comemora Bolognesi, que não recebeu nenhuma ajuda do Ministério da Cultura para promover a animação junto aos membros da Academia de Hollywood e teve a divulgação bancada pela Buriti Filmes em parceria com a produtora Gullane. “A Ancine deu 300 000 reais (na verdade, foram 284 000 reais) para O Som ao Redor, mas nós não tivemos nada. Deveríamos fazer sessões com debates, mas só conseguimos uma pequena assessora para nos ajudar em Hollywood.”

A ausência do apoio – o MinC só prevê o prêmio para o representante nacional ao Oscar de filme estrangeiro – é ainda mais marcante porque Uma História de Amor e Fúria conquistou o troféu de melhor filme do Festival de Annecy, em junho passado. Apesar de não ser tão famoso quanto Cannes ou Veneza, o evento francês, exclusivo para animações, é considerado o Oscar do gênero – nos últimos quatro anos, dois de seus vencedores, Coraline e o Mundo Secreto(2009) e O Fantástico Sr. Raposo (2010), foram indicados à estatueta americana.

“Nosso grande trunfo é a vitória em Annecy, que serve de termômetro para o Oscar. Existe um grande culto ao cinema francês entre os cinéfilos americanos, então, ter o reconhecimento do festival de animação mais importante do mundo nos transforma naquele cavalo que corre por fora, mas não baixa a cabeça”, brinca o cineasta, que já teve o desenho premiado na Argentina, Armênia, Japão e China. “Não éramos nada antes do evento, agora temos 5% de chances de concorrer ao Oscar.”

O reconhecimento internacional vem compensar o fracasso da animação nos cinemas brasileiros. Lançada em abril em 65 salas, Uma História de Amor e Fúria foi bem recebida pela crítica, mas naufragou nas bilheterias, acumulando apenas 30 000 espectadores. “Esperava algo em torno de 50 000 pagantes. Admito que entrei em depressão com esses números”, diz Bolognesi. “Mas o mal-estar acabou dois meses depois, quando ganhamos Annecy. Hoje, depois de percorrer tantos festivais, ter o filme lançado em DVD e contrato de exibição assinado com a HBO, já batemos os 100 000 espectadores, 70% deles fora do Brasil.”

Se a animação ficar entre os cinco (ou menos) finalistas do Oscar 2014, Bolognesi acredita que a visibilidade aumentará no Brasil, mas não vê possibilidade de outro lançamento no cinema. “Já está bombando entre os pirateiros”, conta.

Considerando que umas das tramas de Uma História de Amor e Fúria é sobre um traficante transformado em herói, nada mais coerente que essa força underground do filme. “Senti falta da nossa intelectualidade discutindo o longa, reverenciado em outros países como um desenho de resistência”, dispara Luiz Bolognesi. “Ainda somos ignorantes em relação a animação.”


domingo 05 2014

... E o Vento Levou - Cammie King Conlon - Era a filha dos protagonistas da trama, Rhett Butler e Scarlett O'Hara

Cammie King Conlon


Data de Nascimento: 5 de Agosto de 1934 (76 anos)
Data de Falecimento: 1 de Setembro de 2010
Local de Nascimento: Los Angeles, California
Pais: Estados Unidos da América
Sexo: Feminino

Biografia

Eleanore Cammack King, mais conhecida como Cammie King é mais lembrada ao público hoje por sua performance no filme "E o Vento Levou", de 1939, onde interpretou Bonie Blue Butler (sua personagem era a filha dos protagonistas da trama, Rhett Butler e Scarlett O'Hara, vividos respectivamente pelos atores Clark Gable e Vivien Leigh). Cammie King conseguiu seu papel neste filme quando acharam sua irmã, Diane, velha demais. Diane sugeriu que tentassem com Cammie, de 5 anos, que fez o teste e foi contratada quase que imediatamente.
A voz da atriz-mirim não agradou muito o produtor de E o Vento Levou, David O. Selznick, que sugeriu que ela fosse dublada.
Atualmente, ao lado de Alicia Rhett, Olivia de Havilland, Ann Rutherford, Mary Anderson e Mickey Kuhn, Cammie King é um dos seis nomes do filme que ainda estão vivos. Destes Alicia Rhett é a mais velha, pois nasceu em 1915. Cammie King, que trabalhou no filme com apenas 5 anos de idade, é a mais nova.
Depois de E o Vento Levou, Cammie King só fez mais um filme na vida: em 1942, dublou a corsa Faline em Bambi, de Walt Disney. Depois ela diria, brincando: "Meu auge veio aos 5 anos". Ela, hoje, não tem mais nenhuma ambição nem vontade de ser atriz, e leva uma vida relativamente normal em Los Angeles, onde nasceu.















O que pensam os presidenciáveis na área econômica

Eleições 2014

Vinte anos após o Plano Real, a eleição presidencial no Brasil será marcada por intenso debate econômico; saiba o que pensam Dilma Rousseff, Aécio Neves, Eduardo Campos e Marina Silva sobre oito diferentes temas

Talita Fernandes e Gabriel Castro
Dilma Rousseff, Eduardo Campos, Marina Silva e Aécio Neves
Dilma Rousseff, Eduardo Campos, Marina Silva e Aécio Neves (Reuters/AFP/Folhapress)
Depois de vinte anos da conquista da estabilidade com o Plano Real, a situação econômica do país deve voltar a balizar uma campanha eleitoral. Se o cenário não é tão caótico como no início da década de 1990 – com inflação galopante, falta de credibilidade e elevada dívida externa –, também não é tão otimista quanto o da época em que a presidente Dilma Rousseff assumiu o poder. Desde janeiro de 2011, a taxa de crescimento minguou de 7,5%, em 2010, para apenas 0,6%, em 2012. A inflação chegou a estourar o teto da meta em junho do ano passado, superando os 6,5% no acumulado em doze meses, e a deterioração das contas públicas preocupa diante da ameaça de um rebaixamento da nota de crédito do país pelas agências de classificação de risco.
A menos de um ano das eleições – a corrida oficial ao Palácio do Planalto começará em julho –, os potenciais candidatos de oposição ao governo Dilma Rousseff, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), o senador Aécio Neves (PSDB) e a ex-senadora Marina Silva (PSB), já afiaram seus discursos contra a chamada “nova matriz econômica”, que trouxe como consequências a perda da credibilidade fiscal e o fraco crescimento do país. Com essa nova política macroeconômica, o governo Dilma trocou rígidas metas de inflação e superávit primário por intervenção no mercado de câmbio e pela adoção de medidas que visam mascarar a inflação e melhorar as contas públicas por meio de manobras fiscais.

Nesta semana, uma reportagem publicada pela revista inglesa The Economist apontou que o cenário econômico terá peso fundamental na disputa pelo Planalto. "A criação de empregos e o crescimento dos salários agora estão esfriando, enquanto os preços ainda estão subindo. As finanças públicas se deterioraram – e não vão ser reparadas em um ano de eleição", diz a reportagem.
O argumento da continuidade da política econômica, usado pelo PT para levar Dilma ao poder em 2010, não deverá ter o mesmo poder de convencimento: a renda já não cresce no ritmo dos últimos anos e a inflação tem diminuído o poder de compra do trabalhador. Se é verdadeiro o adágio de que a economia é quem define o resultado das eleições presidenciais, o resultado de 2014 é incerto. Diante desse cenário, os prováveis candidatos apostam ainda mais em um tom de reformas e de retomada do tripé econômico, usando o discurso que o Brasil não pode colocar em risco a custosa estabilidade econômica, conquistada há duas décadas.  

Família, amigos e fãs dão adeus a Nelson Ned em SP

Memória

Cantor morreu aos 66 anos; ele estava internado por causa de uma pneumonia

Familiares e amigos se despedem do cantor Nelson Ned, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP)
Familiares e amigos se despedem do cantor Nelson Ned, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP) - Francisco Cepeda/AgNews

Familiares e amigos se despedem do cantor Nelson Ned, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP)
Familiares e amigos se despedem do cantor Nelson Ned, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP) - Francisco Cepeda/AgNews

Monalisa e Veronica, filhas de Nelson Ned se despedem do cantor, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP)
Monalisa e Veronica, filhas de Nelson Ned se despedem do cantor, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP) - Francisco Cepeda/AgNews

Movimentação na capela do cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP), onde o cantor Nelson Ned, morto neste domingo (05), está sendo velado
Movimentação na capela do cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP), onde o cantor Nelson Ned, morto neste domingo (05), está sendo velado - Francisco Cepeda/AgNews

Neuma, irmã de Nelson Ned
Neuma, irmã de Nelson Ned - Léo Franco/AgNews

Ator Felipe Folgosi comparece ao velório do cantor Nelson Ned, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP)
Ator Felipe Folgosi comparece ao velório do cantor Nelson Ned, no cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP) - Léo Franco/Agnews

Capela do cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP), onde o corpo do cantor Nelson Ned está sendo velado
Capela do cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra (SP), onde o corpo do cantor Nelson Ned está sendo velado - Francisco Cepeda/AgNews

O corpo do cantor Nelson Ned será cremado na noite deste domingo no Cemitério e Crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, São Paulo, onde está sendo velado. Ele morreu pela manhã, aos 66 anos, no Hospital Regional de Cotia, em São Paulo. Ned foi internado no último sábado com pneumonia em estado grave, afirmou a assessoria de imprensa do local. A cerimônia de cremação será as 21 horas.
Conhecido no cenário da música brega, Ned fez sucesso nos anos 1960 e 1970. Alcançou projeção internacional e lançou 32 discos ao longo de sua carreira. Entre seus principais hits está a canção Tudo Passará, que teve mais de 40 regravações. Na década de 1990, converteu-se à religião evangélica e passou a gravar música gospel. Lançou, em 1996, a autobiografia O Pequeno Gigante da Canção, referência à sua altura de 1,12m.
Natural de Ubá, cidade no estado de Minas Gerais, o cantor sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em 2003, que afetou sua voz e também a memória. Desde então vivia sob os cuidados de Neuma, uma de suas irmãs. Há duas semanas havia sido internado na casa de repouso Recanto São Camilo, onde recebeu o primeiro atendimento. 

Vida com Vivien Leigh: Fotos de uma lenda do cinema


Peter Stackpole-Time & Life Pictures / Getty Images
Vivien Leigh, como Scarlett O'Hara, em uma cena de E o Vento Levou , de 1939

Vivien Leigh era uma das verdadeiras lendas da tela de prata: um talento incendiário que conquistou dois melhores Oscars actriz, famosa casados ​​(e divorciados) outro artista altaneiro, Laurence Olivier, e foi celebrada durante boa parte de sua vida como uma estrela de primeira grandeza, tanto no palco e no cinema.
Mas Leigh, que teria sido 100 anos hoje (ela nasceu 05 de novembro de 1913, em Darjeeling, Índia), também enfrentou dificuldades infernais durante a demasiado curta vida. Ela sofria de transtorno bipolar, se jogou em casos extraconjugais calamitosos e morreu de tuberculose - a partir do qual ela havia sofrido durante anos, quando ela finalmente sucumbiu à doença, em apenas 53 anos de idade, em 1967.
Aqui, em seu 100 º aniversário, LIFE.com lembra a bela, mercurial Leigh com duas fotografias: uma dela no papel da belle Sul tempestuoso arquetípica, Scarlett O'Hara, e outra feita em 1940, em sua casa na Califórnia, com a atriz segurando o Oscar que ela ganhou para que o desempenho icônico em E o Vento Levou .
Seu segundo Oscar de Melhor Atriz, por sua encarnação como Blanche DuBois em 1951 Elia Kazan clássico, Um Bonde Chamado Desejo , homenageado um desempenho que, para muitos fãs de cinema, foi, de longe, mais poderoso do que a vez dela como Scarlett. Leigh-se, no entanto, mais tarde, teria dito que jogar o alcoólico, idealista, Blanche profundamente danificado "derrubado [ela] sobre a loucura."
Vivien Leigh foi enterrado em East Sussex, Inglaterra. Para este dia, embora ela apareceu em menos de duas dezenas de filmes em toda sua carreira, ela ainda é considerada uma das maiores estrelas de cinema do sexo feminino de todos os tempos.
Vivien Leigh coloca o Oscar que ganhou por seu papel como Scarlett em 'Gone With The Wind' em seu mantlepiece em casa, 1940.
Peter Stackpole-Time & Life Pictures / Getty Images
Vivien Leigh coloca o Oscar que ganhou por seu papel como Scarlett em Gone With the Wind em seu manto em casa, 1940.
http://life.time.com/culture/vivien-leigh-on-her-100th-birthday-portraits-of-a-movie-legend/#1

Vivien Leigh- A Legend In Colour



Morre o cantor Nelson Ned, aos 66 anos

Nelson Ned
O cantor Nelson Ned - Luizinho Coruja

Nelson Ned, em 1974
O cantor Nelson Ned, em 1974 - Paulo Salomão

Nelson Ned, cantor, sentado no capô de um Mercedes, em 1973
O cantor Nelson Ned sentado no capô de um Mercedes, em 1973 - Paulo Salomão

Nelson Ned, em 1973
O cantor Nelson Ned, em 1973 - Paulo Salomão

Benito Di Paula, Angela Maria, Nelson Ned e Roberto Carlos, em 1977
Benito Di Paula, Angela Maria, Nelson Ned e Roberto Carlos, em 1977 - Arnaldo Silva

Nelson Ned, em 1968
O cantor Nelson Ned, em 1968 - Paulo Salomão

O cantor Nelson Ned, 66 anos, morreu neste domingo no Hospital Regional de Cotia, em São Paulo. Ned foi internado no último sábado com pneumonia em estado grave, afirmou a assessoria de imprensa do local. O corpo será velado no Cemitério e Crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, onde será cremado às 21 horas. 
Conhecido no cenário da música brega, Ned fez sucesso nos anos 1960 e 1970. Alcançou projeção internacional e lançou 32 discos ao longo de sua carreira. Entre seus principais hits está a canção Tudo Passará, que teve mais de 40 regravações. Na década de 1990, converteu-se à religião evangélica e passou a gravar música gospel. Lançou, em 1996, a autobiografia O Pequeno Gigante da Canção, referência à sua altura de 1,12m.
Natural de Ubá, cidade no estado de Minas Gerais, o cantor sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em 2003, que afetou sua voz e também a memória. Desde então vivia sob os cuidados de Neuma, uma de suas irmãs. Há duas semanas havia sido internado na casa de repouso Recanto São Camilo, onde recebeu o primeiro atendimento.