terça-feira 10 2013

Prazo para pagar taxa de inscrição da Fuvest termina hoje

Ensino superior

Valor de 130 reais deve ser pago por meio de boleto originado no ato da inscrição, que foi encerrada na segunda-feira

Os candidatos convocados para a segunda fase da Fuvest 2013 fazem nesta segunda-feira (7) a prova de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês
Os candidatos convocados para a segunda fase da Fuvest 2013 fazem nesta segunda-feira (7) a prova de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês (Ivan Pacheco)
Termina nesta terça-feira o prazo para pagamento da taxa de inscrição para o vestibular 2014 da Fuvest, que seleciona candidatos para os cursos da Universidade de São Paulo e o de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. As inscrições foram encerradas na segunda-feira – e só puderam ser feitas pela internet, no site da Fuvest (www.fuvest.br).
A taxa de inscrição, de 130 reais, deve ser paga por meio do boleto gerado no site. O número de inscrição, que pode ser consultado a partir de 27 de setembro, será importante para que o candidato obtenha os endereços dos locais de prova.
Neste ano, as provas serão realizadas em 32 municípios do estado de São Paulo. Em 2012, 11 082 vagas foram disputadas por 138 094 inscritos. Além disso participaram do vestibular mais 21 515 treineiros. O curso de medicina em São Paulo teve o maior número de candidatos - 15.517 - e também apresentou a maior de relação candidato por vaga: 56,43 estudantes concorrendo a cada uma das 275 vagas disponíveis.
A primeira fase da seleção será no dia 24 de novembro, às 13h. A primeira prova conta com 90 questões de múltipla escolha e terá algumas questões interdisciplinares. A duração é de cinco horas.
A segunda fase é composta de três provas expositivas e acontece entre 5 e 7 de janeiro de 2014. Na seleção, podem ser usados a norma ortográfica atualmente em vigor e o novo Acordo Ortográfico.
Neta segunda-feira também é a última oportunidade de inscrição para os interessados em um curso superior, mas que têm dificuldade de horário para frequentar a universidade. Um convênio entre a USP e a Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) oferece a quarta edição do curso de licenciatura em ciências.
O curso está estruturado em oito semestres, na modalidade semipresencial, com aulas presenciais obrigatórias aos sábados, no período da manhã e da tarde, em um dos sete polos criados pela USP nos campi de Piracicaba, Ribeirão Preto, São Carlos, Santos, Lorena, Jaú e São Paulo. 

Trilogias de bons livros


Hoje encerro minha trilogia de posts inspirada na Bienal do Livro do Rio de Janeiro! Duas semanas atrás, sugeri livros que eu amei, para quem estivesse querendo começar uma nova leitura, mas sem ideias. Na semana passada, dei dicas para quem tem vontade de também ser escritor. E hoje escrevo sobre algumas novas trilogias literárias, que têm tudo para conquistar os nossos corações. O primeiro volume de cada uma delas acaba de chegar às livrarias e eu já estou com todos eles aqui. Estou tão curiosa que dá vontade de parar o tempo, só para poder me dedicar à leitura!
A ilha dos dissidentes é o primeiro volume da trilogia Anômalos. Em um mundo distópico e futurista, o planeta é divido em dois grandes blocos que vivem em constante guerra. Sybil Varuna, uma garota órfã, de 16 anos, só queria sair de Kali, zona paupérrima da guerra, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que iria descobrir que era um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas e habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se enquadrar a uma nova realidade. Pela primeira vez, ela tem amigos, um lar confortável e uma vida normal. Mas nem tudo é o que parece. Em sua nova escola, descobre que as aulas de técnicas especiais são muito mais que simples lições. Ela percebe que está presa em uma intrincada engrenagem muito maior, da qual precisará escapar se quiser viver realmente em liberdade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.
Sou viciada em distopias e não vejo a hora de entrar no mundo da anômala Sybil!

Métrica é o livro de estreia da trilogia Slammed. Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a se mudar do Texas para o Michigan. Além disso, ela precisa ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece forte, mas por dentro está prestes a perder as esperanças. Um garoto transforma tudo isso – o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor.
Os dois outros volumes já foram lançados nos Estados Unidos e quem já leu mal pode esperar para que eles sejam publicados também no Brasil. Eu adoro esses livros que falam de mudança e superação. Além disso, o livro é recheado com muita poesia. Não tenho a menor dúvida de que vou amar!


De volta aos quinze é o primeiro da trilogia Meu Primeiro Blog. O que você faria se pudesse voltar no tempo? Anita está prestes a descobrir. Ela tem 30 anos e sua vida é muito diferente do que havia sonhado. Um dia, ao encontrar seu primeiro blog, escrito quando tinha 15 anos, algo acontece e ela se vê novamente vivendo as aventuras de uma das épocas mais intensas de sua vida: o ensino médio. Ao procurar modificar acontecimentos, ela começa a perceber que as consequências de suas atitudes nem sempre são como ela imagina. Em meio a amores impossíveis, amizades desfeitas e atritos familiares, Anita tentará escrever seu próprio final feliz em uma página misteriosa na internet.
Ao ler sobre esse livro, imediatamente me lembrei do filme De repente 30e também do seriado Being Erica, que estão na minha lista de favoritos! E isso só aumentou minha curiosidade para ler De Volta aos Quinze, pois eu mesma adoraria poder voltar a essa idade, para dar uns conselhos a mim mesma…

Trono de vidro é o livro que dá nome a essa trilogia, inspirada inicialmente na Cinderela. Segunda a autora Sarah J. Maas, tudo começou quando ela pensou: “E se a Cinderela fosse uma assassina? E se ela fosse ao baile não para dançar com o príncipe, mas para matá-lo?”. E assim nasceu a protagonista Celaena Sardothien, de 18 anos. Depois de um ano de trabalho forçado por causa de seus crimes, ela é arrastada até o príncipe Dorian, que lhe oferece liberdade com uma condição: ela deve atuar como sua campeã em uma competição para encontrar o novo assassino real. Se ela derrotar assassinos, ladrões e guerreiros em uma competição para encontrar o maior assassino da Terra, ela será livre depois de servir o reino por três anos. Celaena topa, mas acaba se entediando com a vida da corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela… Mas é o rude capitão Westfall, seu treinador, que parece entendê-la melhor. E uma princesa de um país estrangeiro será única a coisa que Celaena não pensava ter novamente: uma amiga. Porém, algo maligno habita o castelo. Pessoas começam a aparecer mortas. E então a luta de Celaena pela liberdade se torna uma luta pela sobrevivência e uma busca desesperada para acabar com a fonte do mal antes que ele destrua seu mundo.
A autora já avisou que está tão empolgada com a escrita dessa Cinderela assassina que pode até transformar a trilogia em uma série inteira de livros!
Dos Bailes para a Fama é o único dos que estão nessa lista que não é o primeiro, mas sim o segundo da trilogia (Sábado à Noite). O livro fala sobre amizade, superação e um amor que vem sendo construindo com o tempo. A protagonista Amanda, a garota mais popular da cidade, agora está sozinha e passa a ser o novo alvo de insultos no colégio. Por isso, terá que provar para todos que mudou. Já os marotos, antes tão detestados, agora serão as celebridades da vez. Será que eles terão maturidade suficiente para enfrentar essa nova fase? Entre brigas e partidas de paintball, bailes aos sábado com novos integrantes e um festival de música que irá mudar a vida de todos, esse livro tem todos os ingredientes para nos prender do início ao fim!



Sombra e Ossos
 é o primeiro volume da Trilogia Grisha. Foi lançado no ano passado nos Estados Unidos e fez tanto sucesso que seus direitos já foram vendidos para o cinema. Mas não vai ser um simples filme… Ele vai sair pelo estúdio Dreamworks, tendo David Heyman como produtor, o mesmo de Harry Potter!
Esse romance mescla fantasia e distopia. Nele, a heroína Alina Starkov é uma órfã da guerra que cresceu na companhia de Maly, seu inseparável amigo e inconveniente paixão. Eles ingressaram em uma espécie de escola de treinamento militar com oito anos, e cresceram juntos, servindo à corte. Em uma das expedições que precisam fazer, Alina vê Maly ser atacado por monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, e inesperadamente descobre um poder que ela nem imaginava ter. A partir de então, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling… Ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu mundo – e seu coração – em dois. Só que isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.
Boa leitura e abraços a todos!

Meryl Streep e Julia Roberts encarnam mulheres amargas em novo filme

Festival de Toronto

No longa 'August: Osage County', atrizes vivem uma complicada relação familiar e são apontadas como possíveis concorrentes ao Oscar

Mariane Morisawa, de Toronto
As atrizes Julia Roberts e Meryl Streep em cena do filme 'August: Osage County'
As atrizes Julia Roberts e Meryl Streep em cena do filme 'August: Osage County' (Divulgação)
Indicada 17 vezes ao Oscar e vencedora de três estatuetas, Meryl Streep deve concorrer a seu 18º prêmio na cerimônia do ano que vem, se não houver nenhum acidente de percurso. Ela é uma mulher que enfrenta o câncer com muitas drogas, amargura e uma língua afiada emAugust: Osage County, dirigido por John Wells e baseado numa peça de Tracy Letts.
O filme não esconde sua origem teatral, concentrando-se nos diálogos fortes e na interação dos personagens, quase sempre dentro da casa da matriarca, Violet Weston (Streep). O sumiço de seu marido, Beverly (Sam Shepard), provoca uma reunião familiar forçada. Ivy (Julianne Nicholson) mora nas redondezas, mas Barbara (Julia Roberts) e Karen (Juliette Lewis) chegam de longe. Barbara vem acompanhada do marido, Bill (Ewan McGregor), com quem vive uma crise, e da filha adolescente, Jean (Abigail Breslin), enquanto Karen apresenta seu noivo, Steve (Dermot Mulroney). O cenário também abriga a irmã de Violet, Mattie Fae (Margo Martindale), seu marido, Charles (Chris Cooper), e o filho do casal, o “pequeno” Charles (Benedict Cumberbatch).
Não são poucos os filmes em que um evento provoca uma reunião familiar forçada e, a partir daí, o desenterramento de mágoas e segredos do passado. Mas poucas vezes há personagens tão sólidos. Violet é um caso sério, uma mulher incapaz de segurar a língua, atacando a todos ao mesmo tempo. A aparentemente doce Mattie Fae logo mostra que não é muito diferente. E Barbara vai pelo mesmo caminho. São personagens difíceis de gostar, mas, de alguma forma, o texto, a direção e as interpretações fazem com que pareçam seres humanos de verdade.
Gerações - A paisagem aberta do centro dos Estados Unidos (a ação se passa em Oklahoma) é personagem do drama em que uma geração replica a outra e em que a dureza do cenário e da história refletem-se nas atitudes das pessoas. Violet e Mattie Fae tiveram um mãe horrível, são mães horríveis e provavelmente suas filhas deverão ser mães horríveis - a não ser que consigam quebrar esse círculo. As mulheres, aqui, dominam os homens – pelo menos até eles se cansarem.
A fotografia do brasileiro Adriano Goldman capta esse cenário a perder de vista do exterior em contraste com a claustrofobia do interior da casa de Violet. O elenco todo funciona bem, mas, além de Meryl Streep, é preciso destacar Julia Roberts, que se despe de qualquer imagem de estrela para encarnar, sem maquiagem, sempre de roupas largas, uma mulher endurecida. É outra que deve figurar entre os indicados no anúncio no dia 16 de janeiro de 2014.

segunda-feira 09 2013

Roger Waters & Eddie Vedder - Comfortably Numb - 12-12-12 Sandy Relief C...




"Can't Keep" Ukulele Songs - Eddie Vedder



Governo quer afrouxar controle sobre gasto em ano eleitoral

Orçamento 2014

Planalto retirou da previsão orçamentária de 2014 tabelas com referências de preços de obras em estradas e de construção civil

Operários do Dnit, órgão vinculado aos Transportes, trabalham na BR 070
LDO: governo retira referências em preços para obras de estradas e construção civil (Dida Sampaio / AE)
O governo federal tenta afrouxar o controle sobre custos de obras públicas em 2014, ano de eleições. O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviado ao Congresso, que valerá para o ano que vem e começa a ser votado quarta-feira, suprimiu trechos que instituem tabelas da Caixa Econômica Federal e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) como referências de preço para licitações rodoviárias e de construção civil.
As mudanças atendem ao lobby das empreiteiras, que estão entre as principais financiadoras de campanhas e, nos bastidores, pressionam pela flexibilização. Retiradas da proposta, as mesmas regras foram editadas num decreto presidencial de abril, que pode ser alterado pelo Planalto a qualquer momento, sem aval dos congressistas, e que só vale para as obras do Executivo. Com a nova diretriz, o Legislativo e o Judiciário podem usar outras tabelas de preço, a seu critério.
Desde 2000, a LDO prevê o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) - mantido pela Caixa, com valores pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - como base para precificar obras públicas dessa natureza. Para os projetos de rodovias, vale o Sistema de Custos Referenciais de Obras (Sicro), do Dnit. As duas bases de dados devem ser usadas sempre, salvo exceções justificadas pelo gestor público.
As referências lançadas nos dois sistemas servem para que órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU), confiram se há sobrepreço ou superfaturamento. No ano passado, o tribunal fiscalizou 200 obras, encontrando 2,5 bilhões de reais em irregularidades de todo tipo. Em quase metade delas (92) os preços estavam inflados.
Críticas - A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional pretende votar o projeto da LDO na quarta-feira para levá-lo a plenário no dia 17. A retirada do Sinapi e do Sicro como parâmetros rende críticas até da base aliada. O relator da proposta, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), apresentou substitutivo ao texto original, reincluindo artigo que prevê os dois sistemas. Mas, em reunião na terça-feira, técnicos e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, insistiram pela retirada. Não houve acordo.
Forte diz que só tomará uma decisão depois de discutir a questão, nesta terça-feira, com líderes partidários. "O decreto não tem a rigidez de uma lei. Minha tendência é manter [o substitutivo] como está, mas depende do colegiado", afirma. "Acho importante não discriminar: o que vale para o Executivo tem de valer para o Judiciário e o Legislativo. Não tem sentido ter uma orientação só para um poder".
Se o relatório ficar como está, aliados do governo vão tentar votar o trecho em destaque, derrubando-o. "Não concordo com essa flexibilização. Se precisar, vamos para o voto", diz o senador Lobão Filho (PMDB-MA), presidente da CMO.
Integrantes da oposição, como o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), apresentaram emendas pela inclusão do Sinapi e do Sicro na LDO 2014. Esse instrumento, diz ele, "é importante para auxiliar o gestor na elaboração de orçamentos".
Queixas - Em processos no TCU e na Controladoria-Geral da União, as empresas reclamam que o uso das tabelas é, não raro, inadequado, pois elas não levam em conta "fatores circunstanciais", como o tipo e a localização da obra. Outra crítica é o uso dos sistemas para apurar valores praticados em concessões e no Regime Diferenciado de Contratações (RDC), cujas cotações são por preços globais, e não de item por item. Para as construtoras, as tabelas não devem ser referência nesses casos, pois não há definição de quantitativos e preços unitários.


(Com Estadão Conteúdo)

Kurt Cobain and Eddie Vedder Dancing (Pearl Jam Twenty)