domingo 02 2013

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Plantas na varanda exigem cuidados com o vento; veja dicas

Atualmente, boa parte dos brasileiros vive em apartamentos. Mas, isso não significa que, por conta do espaço compacto, as pessoas deixaram de conviver com as plantas e flores.
Os paisagistas Alexandre Braga e Maier Gilbert da Maier&Ale Paisagismo dão dicas de como adaptar as espécies verdes a varanda.

publicado em 02/05/2013 às 9:10 ,
atualizado em 02/05/2013 às 10:22
Fonte: ZAP Imóveis


Pleomeli, léia-rubra e palmeira fênix são as espécies mais indicadas (Fotos: Divulgação)

Em primeiro lugar, os profissionais ressaltam que para a escolha das plantas deve-se levar em conta que elas sejam resistentes ao vento, com folhas mais grossas, pois devido à altura, plantas colocadas em varandas são suceptíveis à forte ação do vento.
Também é necessário prestar atenção na ensolação do local, se predomina meia sombra, sombra completa ou bate sol. Ao contrário de jardins, onde as plantas são plantadas diretamente na terra, as plantas de varandas são colocadas em vasos e por isso deve-se atentar para que suas raízes não sejam maiores que a capacidade do vaso, pois caso isto ocorra, a planta é sufocada.
Um tamanho ideal de vaso seria com a boca de 50cm de diâmetro e além da terra, recomenda-se cobrir com pedras 
brancas palha e cinza para irrigação, além de casca de árvore.
Maier e Alexandre também aconselham a fazer uma composição de tamanhos de vasos para dar volume a formar massa verde na área e dar um bom toque ornamental.
Existem algumas plantas que são peças-chave na composição de um terraço, pois suportam bem suas intempéries. São elas: pleomeli, léia-rubra, palmeira fênix, beocarnia, dracena arbórea, beaucarnea, clúsia e cyca revoluta.
As plantas devem ser resistentes ao vento
Ultimamente existe a tendência de cultivar em casa pequenas hortas de ervas aromáticas, mas os paisagistas advertem que ervas não suportam bem a ação do vento e não são adequadas para o cultivo em apartamentos.
Para garantir que as plantas sigam saudáveis e tenham longevidade os paisagistas dizem que não se pode esquecer das regas, adubagem e ao combate às pragas que deve ser realizado de forma manual.
Se o terraço tiver um tamanho um pouco maior, havendo espaço, pode ser colocado um banco, namoradeira ou mesinha, que garante que a área externa possa ser mais disfrutada pelos habitantes da casa e suas visitas.

Proteja seu animal de estimação contra perigos do jardim


Plantas tóxicas podem causar problemas de saúde aos bichos e até mesmo levá-los ao óbito
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Quem gosta de ter um jardim bem cuidado em casa fica arrepiado só em imaginar o bicho de estimação arruinando toda a grama. Horas e horas dedicadas à jardinagem e, em minutos, o cachorro resolve cavar a terra e destruir todo o visual. Já imaginou?



Evite que os bichos de estimação comam plantas, pois elas podem ser tóxicas a eles (Fotos: Thinkstock)


Apesar de parecer um desastre ter o jardim desfeito pelos animais, são os pets quem mais sofrem com a bagunça provocada por eles mesmos – além das flores, é claro. Plantas tóxicas e espinhosas podem causar doenças e, algumas vezes, até a morte dos bichinhos.


Plantas como Comigo-ninguém-pode, Coroa de Cristo, Copo de Leite, Bico de Papagaio, Unha-de-gato, Aloe Vera (babosa), Tremoço, Tulipa, Samambaia, Azaleia, Chapéu de Napoleão, Espada de São jorge, Jasmin e Lírio da Paz estão na lista das que podem causar problemas desaúde aos animais.
“Algumas plantas causam alterações gastrointestinais, outras dermatites e algumas, como a erva-do-rato, pode causar até mesmo a morte súbita”, alerta Janaína dos Reis, médica veterinária da 
Ao planejar a jardinagem, dê preferência para os adubos naturais, caso tenha animais em casa
Determinados adubos também podem ser extremamente tóxicos, como é o caso da Torta de Mamona, de acordo com a profissional. “Quem tem pets em casa deve dar preferência a adubos naturais, pois os que são à base de substâncias químicas são mais perigosos, podendo causar quadros hemorrágicos”, diz Janaína.
“A ingestão de terra pode causar tétano, salmonelose e botulismo”, afirma a veterinária. Ao saber disso, o proprietário que quiser ter jardim em casa tem que evitar que seu animal de estimação coma este tipo de substância.
As mantas colocadas por baixo da grama, segundo a veterinária, são tóxicas, portanto é preciso evitar que o animal encontre uma oportunidade de comê-las. Plantas espinhosas também apresentam perigo. “Se o pet estiver correndo e bater em um arbusto com espinhos, pode lesionar os olhos”, lembra a profissional.
“Animal cansado é animal feliz”, enfatiza Janaína. A veterinária afirma que os animais não vão ter 
veterinária afirma que os animais não vão ter disposição para destruir nada se estiverem felizes. A dica da especialista é investir a energia dos bichinhos em passeios, brincadeiras e outras atividades positivas, assim eles estarão cansados demais para arruinar o jardim
Primeiros sinais de intoxicação por plantas são: vômitos, diarréia e salivação
Piscinas - Algumas casas têm piscinas perto do jardim, portanto colocar uma proteção sobre elas também é uma atitude sensata para que não ocorra um acidente com animais e crianças. “Existem alguns modelos disponíveis no mercado que cobrem este ambiente e é possível, dependendo do peso, até mesmo andar sobre tal cobertura”, diz a veterinária, que também aconselha como opção de precaução utilizar cercas em volta deste espaço.
Para proteger o jardim para que o animal não o estrague, o paisagista Carlos Lopes sugere colocar uma cerca viva no local, com espécies que não sejam tóxicas aos bichinhos. “Plante mudas em fileiras, uma do lado da outra na distância de cerca de 30 centímetros, para que elas, ao crescerem, façam um fechamento vegetal”, orienta o profissional.

sexta-feira 31 2013

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Má alimentação pode fazer mal à saúde dos dentes


Frutas, legumes e verduras são os alimentos mais indicados porque promovem uma autolimpeza nos dentes. Confira!

Má alimentação pode fazer mal à saúde dos dentes / Foto: Thinkstock
Má alimentação pode fazer mal à saúde dos dentes / Foto: Thinkstock






























Por REDAÇÃO
Com a correria do dia a dia, as pessoas cada vez mais se alimentam mal com refeições pouco saudáveis e, muitas vezes, sem mastigar os alimentos como deveria. E a alimentação inadequada pode fazer mal para a saúde dos dentes. Para a dentista da Odontoclinic, Renata Martins, a má alimentação traz problemas para a higiene oral.
"Os alimentos têm o potencial de destruir desde os dentes naturais, já que o ambiente da cavidade oral é contaminado e suscetível a transformações de acordo com a presença de determinados alimentos, até prejudicar técnicas de clareamento, facetas de porcelana e aparelhos ortodônticos", afirma a dentista. Renata explica que uma dieta saudável precisa conter vitaminas, sais minerais e fibras encontradas no arroz, no feijão, no peixe, no leite e nos ovos, alimentos imprescindíveis para o bom funcionamento do organismo. "Vale lembrar que a má nutrição e deficiências vitamínicas provocam a diminuição no fluxo salivar, gengivite e outras alterações na gengiva", adverte a dentista.
Alimentos adesivos, ácidos ou detergentes?
A especialista explica que os alimentos costumam ser classificados como alimentos 'adesivos', 'ácidos' e 'detergentes'. A classificação, segundo a dentista, poderá ajudar na escolha de alimentos para nossa dieta alimentar.
Os alimentos adesivos tendem a aderir aos dentes e são os responsáveis pela cárie. Desse grupo fazem parte os biscoitos, bolachas, doces e balas, por exemplo. Já os alimentos ácidos como abacaxi, laranja, limão, kiwi e cítricos, em geral (sucos, bebidas de frutas e refrigerantes), favorecem a erosão ácida, que se manifesta sob a forma de desgaste da estrutura do dente e na região próxima à gengiva, mesmo em bocas bem higienizadas.
Já os alimentos detergentes são os mais indicados para manter uma boa higiene oral porque eliminam resíduos de outros alimentos que se aderem à superfície dental. Nessa categoria estão as frutas, os legumes e as verduras, de modo geral, preferencialmente crus ou cozidos no vapor. "Esses alimentos necessitam de um maior tempo de mastigação, o que promove uma autolimpeza pelo atrito do alimento com o dente. Além disso, não provocam cáries e nem mau hálito, sendo importantes aliados na manutenção da higiene oral juntamente com a ingestão de dez copos de água por dia", destaca Renata.