sexta-feira 11 2013

O QUE É DRT?




As profissões de Técnico e Operador de Som são regulamentas e
estão sujeitas às leis trabalhistas
DRT quer dizer Delegacia Regional do Trabalho, mas
também vem sendo como Documento de Registro
Técnico, para mais facilmente  interagir com os
profissionais. Esse registro, na Carteira de Trabalho,
está para o Técnico e para o Operador de som
espetáculos assim como o número do CRM para o
Médico. É isso mesmo: as profissões de Técnico e
Operador de Som são regulamentadas e estão sujeitas
às leis trabalhistas.
O órgão que faz essa verificação para habilitar os
profissionais com o DRT é o SATED, Sindicato dos
Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões. A
entidade, presente em todos os estados do Brasil, está
em ligação direta com o Ministério do Trabalho, que é
o órgão que expede os registros.
COMO CONSEGUIR
O SATED de São Paulo foi pioneiro no reconhecimento
do novo mercado que surgiu, pois, há alguns anos,
essas profissões (Técnico e Operador de Som
eram  somente ligadas à área teatral. Não havia
tecnologia como atualmente e nem a mesma
quantidade de espetáculos musicais em que a
sonorização e a iluminação são  tão importantes.
Hoje, porém, com o advento dessa tecnologia voltada
tanto para as gravações em  estúdio quanto para a
utilização de equipamentos em show de pequeno,
médio e grande porte, o número de profissionais se
multiplicou. Isso tornou necessária uma normatização
por parte do SATED,  para que os técnicos
capacita pudessem se nivelados por cima, ou seja,
com uma melhor qualificação profission
Para a obtenção desse registro, portanto, é necessário
estar realmente habilitado por um curso de áudio
uma das escolas credenciadas pelo SATED
currículo bem estruturado em uma dessas áreas, além
de passar por prova escrita ministrada pelo conselho
de capacitação, com média de aprovação 7,0. Após
esse procedimento, basta assistir à palestra sobre  as
leis que regem as  categorias profission
são regulamentas e
DRT quer dizer Delegacia Regional do Trabalho, mas
também vem sendo como Documento de Registro
interagir com os
profissionais. Esse registro, na Carteira de Trabalho,
está para o Técnico e para o Operador de som  em
espetáculos assim como o número do CRM para o
Médico. É isso mesmo: as profissões de Técnico e
tadas e estão sujeitas
O órgão que faz essa verificação para habilitar os
profissionais com o DRT é o SATED, Sindicato dos
Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões. A
entidade, presente em todos os estados do Brasil, está
ação direta com o Ministério do Trabalho, que é
São Paulo foi pioneiro no reconhecimento
do novo mercado que surgiu, pois, há alguns anos,
essas profissões (Técnico e Operador de Som e uz)
somente ligadas à área teatral. Não havia
tecnologia como atualmente e nem a mesma
quantidade de espetáculos musicais em que a
tão importantes.
Hoje, porém, com o advento dessa tecnologia voltada
estúdio quanto para a
utilização de equipamentos em show de pequeno,
médio e grande porte, o número de profissionais se
multiplicou. Isso tornou necessária uma normatização
para que os técnicos  que ele
r cima, ou seja,
ional.
anto, é necessário
estar realmente habilitado por um curso de áudio em
escolas credenciadas pelo SATED ou ter um
em uma dessas áreas, além
de passar por prova escrita ministrada pelo conselho
de capacitação, com média de aprovação 7,0. Após
esse procedimento, basta assistir à palestra sobre  as
sionais abrangidas
por esse órgão,
recebendo o CP, Certificado de Capacitação
profissional. Com esse documento em mãos, somado
à carteira profissional, cédula de identidade, título de
eleitor, certificado de alistamento militar etc., o
Ministério do Trabalho carimba na Carteira
profissional o (s) DRT (s) especificado (s) no CCP.
Esse registro coloca os profissionais na legalidade.
Exercer a profissão sem ele é ilegal, ficando o autor
sujeito às leis civis e trabalhistas que regem cada
categoria.
UNIÃO
O mais importante, contudo, é que está sendo
uma consciência entre os profissionais da área, pois os
órgãos públicos, como prefeituras, por exemplo, não
estão contratando trabalhadores sem DRT, já que
assim é a lei.
Existem no Brasil outras entidades e associações que
pretendem unir as catego
Operadores de Som. É bom lembrar, porém, que elas
não têm representatividade legal junto aos órgãos
competentes.
Em categorias profissionais como Rádio, Televisão e
Locução, os  sindicatos são outros. Por isso, é
importante saber que, par
profissional deve-se buscar o sindicato
correspondente para a obtenção do DRT.
por esse órgão,
bendo o CP, Certificado de Capacitação
profissional. Com esse documento em mãos, somado
à carteira profissional, cédula de identidade, título de
eleitor, certificado de alistamento militar etc., o
Ministério do Trabalho carimba na Carteira
s) DRT (s) especificado (s) no CCP.
Esse registro coloca os profissionais na legalidade.
Exercer a profissão sem ele é ilegal, ficando o autor
sujeito às leis civis e trabalhistas que regem cada
O mais importante, contudo, é que está sendo criada
uma consciência entre os profissionais da área, pois os
órgãos públicos, como prefeituras, por exemplo, não
estão contratando trabalhadores sem DRT, já que
Existem no Brasil outras entidades e associações que
pretendem unir as categorias de Técnicos e
É bom lembrar, porém, que elas
não têm representatividade legal junto aos órgãos
Em categorias profissionais como Rádio, Televisão e
sindicatos são outros. Por isso, é
importante saber que, para cada especialização
se buscar o sindicato
correspondente para a obtenção do DRT.
(fonte: Revista Home Studio)

Vinicius de Moraes/Toquinho - Tarde em Itapuã

Linda linda...

Por Onde Andei - Videoclipe oficial - Nando Reis e Os Infernais


Bom bom dia, Gente!

Quando os estupros vão chocar a África do Sul?


Atualizado: 11/01/2013 07:04 | Por BBC, BBC Brasil

Quando os estupros vão chocar a África do Sul?
"Ativista com cartaz contra abusos na África do Sul, em foto de arquivo (AFP)"
O jovem de 22 anos estava sentado dentro de um bar improvisado no bairro de Soweto, poucos dias antes do Ano Novo, quando a polícia apareceu atrás dele.
Segundo testemunhas, o jovem tinha acabado de atacar e estuprar uma menina de 17 anos em sua mesa de bar, mas aparentemente considerou o incidente tão trivial que sequer tentou fugir.
Os demais frequentadores do bar, exceto pela vítima, nem se deram ao trabalho de chamar a polícia.
Num momento em que a Índia está reexaminando sua sociedade por conta do estupro coletivo seguido de morte de uma jovem, a África do Sul parece continuar anestesia - incapaz de reagir coletivamente diante de estatísticas quase inacreditáveis e, aparentemente, muito piores do que as indianas.
Na África do Sul, quase 60 mil estupros são denunciados anualmente à polícia, o que é mais do dobro das denúncias na Índia (cuja população é 24 vezes maior que a sul-africana).
E especialistas acreditam que o número real de estupros seja ao menos dez vezes maior, ou 600 mil ataques ao ano.
Indignação isolada
Não é que a questão seja ignorada - longe disso.
Nesta semana, jornais sul-africanos estão reportando histórias assustadoras do que é descrito como uma nova tendência: o estupro de avós idosas, principalmente em comunidades rurais. Duas senhoras, de 82 e 73 anos, foram atacadas em 2 de janeiro.
Mas, apesar da indignação expressada pelos colunistas de jornais e por ouvintes das rádios locais, não foi criado na sociedade um sentimento unido de reação.
Recentemente, comentaristas e ativistas olharam para os desdobramentos na Índia quase com inveja, questionando-se quanto ao que pode ter provocado o atual sentimento de indignação coletiva e o debate sobre quem (ou o que) culpar - a história, as drogas, a pobreza...
'Ninguém vai me convencer de que o estupro de um bebê de três meses ou de uma vovó de 87 anos é causado pela pobreza, nem a queima de uma biblioteca ou o vandalismo de uma escola', disse recentemente pelo Twitter a sindicalista sul-africana Zwelenzima Vavi.
'Talvez o estupro esteja na nossa cultura, como parte da cultura patriarcal', disse à BBC a empresária e ativista Andy Kawa, que foi vítima de um estupro coletivo.
'É algo cotidiano. Acontece nos lares. Mas (é cercado de) silêncio por causa do medo; porque o estuprador, na maioria das vezes, detém o poder', afirmou.
Mpumelelo Mkhabela, editor de um jornal de Soweto, diz que 'o governo está fazendo o que pode, mas também precisamos que os cidadãos entrem na briga e assumam a campanha, em vez de ficarem apenas momentaneamente indignados'.
Sociedade violenta
Talvez a única certeza seja a de que a África do Sul é, há décadas, uma sociedade violenta, e as pessoas se acostumaram com isso.
Em muitas comunidades, jovens mulheres dizem que praticamente esperam ser abusadas, enquanto jovens homens crescem com um perigoso sentido de posse sobre elas.
Nesta semana, houve poucas reações públicas, exceto pela causada por algumas notícias de jornais, quando veio à tona a história de uma mulher de 21 anos foi vítima de um estupro coletivo na última terça-feira, durante sua viagem para se matricular em uma universidade nos arredores de Pretória.
Ela foi arrastada para uma mata por quatro homens ainda não identificados. Ela sobreviveu ao ataque.
No dia seguinte, a BBC foi à entrada da universidade conversar com outros estudantes. A maioria dos consultados não tinha ouvido nada a respeito do estupro, e nenhum pareceu nem um pouco surpreso. Estavam mais preocupados com guardar seu lugar na fila da universidade.
'Não estamos protegidas, não nos sentimos seguras', disse uma estudante.
Um passante acrescentou: 'Há muitos estupradores por aqui'.
Então, a jovem pensou por um momento, olhou para seus amigos e disse baixinho: 'Não sei o que está errado com os homens. Algo precisa ser feito a respeito deles'.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
http://noticias.br.msn.com/mundo/quando-os-estupros-v%c3%a3o-chocar-a-%c3%a1frica-do-sul-1

quinta-feira 10 2013

E o Vento Levou...



O clássico conta a história da atrevida Scarlet O'Hara, vivida pela atriz Vivien Leigh, tendo como pano de fundo a Guerra Civil Americana, quando fortunas e famílias foram destruídas, e sua relação de ódio e amor com Rhett Buttler (vivido por Clark Gable). Ele é um aventureiro que com ela acaba produzindo cenas clássicas de conflito e amor.

Assim, basicamente, o filme "E o Vento Levou" narra a trajetória de Scarlett O'Hara (Vivien Leigh), uma mulher rebelde e decidida que sobrevive à Guerra Civil americana e luta para defender sua terra (Tara) e para conquistar o amor de Rhett Butler (Clark Gable).
É notável o número de frases que o filme consagrou, dentre as quais, em uma tradução livre, temos:
.  "Francamente, minha querida,não dou a mínima" foi considerada a frase mais marcante do cinema, dita por Clark Gable no filme. Arrogante e sarcástico, Rhett sabe como deixar uma mulher zangada...e apaixonada.
. "Jamais passarei fome outra vez', quando Scarlet ficou praticamente na miséria causada pelos yankees aos sulistas.
. "É a única coisa pela qual se vale a pena viver', em relação à Tara (plantação rica e próspera na Geórgia) dita pelo pai de Scarlet.
. "Amanhã será outro dia", frase que melhor representa a heroína na luta pelos seus sonhos, pela recuperação de tudo que perdeu e pela sua determinação.
"... Tara! ... Lar.  Irei para o meu lar e pensarei numa forma de tê-lo de volta!  Afinal, amanhã é um novo dia!"
Na última cena, Scarlett aparece sozinha, debaixo de uma enorme árvore de Tara a silhueta de uma heroina forte e guerreira, que não se abate com a derrota.
- Recebeu 10 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Vivien Leigh), Melhor Atriz Coadjuvante (Hattie McDaniel), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia Colorida, Melhor Edição e Melhor Roteiro, além um Oscar honorário para William Cameron Menzies e um Oscar técnico, para Don Musgrave.

- Recebeu ainda outras 5 indicações ao Oscar: Melhor Ator (Clark Gable), Melhor Atriz Coadjuvante (Olivia de Havilland), Melhor Som, Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Especiais.
O filme (1939) foi baseado em um romance escrito entre 1926 e 1929 por Margaret Mitchel.
A inesquecível música é de Max Steiner
Vale a pena ver ou rever!
"Por ser ao mesmo tempo antigo e tão atual, o filme nos mostra que existem momentos e existem pessoas que o vento nunca levará."
http://pt.wikipedia.org/wiki/E_Tudo_o_Vento_Levou

Ayn Rand - Nascimento e Primeira Infância



Biografia


Nascimento e Primeira Infância 
Ayn Rand nasceu no dia 2 de Fevereiro de 1905 em São Petersburgo, Rússia. Seu nome real era Alissa Rosenbaum. Seus pais, como sugere o nome, eram judeus. Ela só veio a adotar o nome Ayn Rand (que tem as mesmas iniciais de seu nome real) anos depois, como um "nom de plume".
Seus pais eram proprietários de um próspero negócio na cidade e a família vivia confortavelmente em um amplo apartamento. As férias de verão eram passadas em resorts no campo - quando não em viagens à Inglaterra ou à Suíça.

A Escola e a Decisão de se Tornar uma Romancista 
Aprendeu a ler quando tinha por volta de seis anos, basicamente sozinha, com pequena ajuda de seus pais. Quando entrou na escola, por volta dos oito anos (idade de começar a escola na sua região naquela época), já lia e escrevia com facilidade.
Achou a escola destestável (exceto pelas aulas de matemática, que a desafiavam). Especialmente ruim foi a experiência de ler os textos "água com açúcar" que lhe davam, cheio de melosidades. Consta que ela teria comentado que, não tendo o menor interesse em conhecer, na vida real, pessoas como as das histórias que a obrigavam a ler, por que deveria ler sobre elas? 
Fora da escola ela descobriu um dia uma história de detetive - e aquela história, cheia de enredo, de aventuras perigosas e arriscadas, com desafios ao raciocínio e à engenhosidade, capturou a imaginação da menina. 
Ayn Rand foi pouco a pouco percebendo que desejava encontrar pessoas interessantes, que valessem a pena conhecer - como o detetive da história... Por conseguinte, começou a procurar material para ler (em geral fora da escola) que lhe apresentasse pessoas do tipo que ela gostaria de conhecer.
Ela logo descobriu que não havia tanto material assim disponível. Descobriu ainda algo mais importante: que ela não deveria ficar passivamente esperando que outros lhe criassem os personagens que ela gostaria de conhecer: se ela quisesse que esses personagens heróicos existissem, teria que lhes dar vida ela mesma.
Assim, antes dos seus doze anos, Ayn Rand já havia escrito várias histórias (em geral durante as aulas maçantes) e decidido que seria uma romancista, porque descobriu que poderia criar, em suas histórias, pessoas e acontecimentos infinitamente mais interessantes do que aqueles que ela confrontava em sua vida diária. (Na verdade, a decisão parece ter sido tomada quando Rand tinha dez anos!)
Estava aqui, já em embrião, a visão (mais tarde elaborada por ela e um dia explicitada com muita clareza por Mário Vargas Llosa) de que a função do romancista, do autor de obra de ficção, é recriar a realidade, como ela deveria ter sido. Ela mesma exprimiu a idéia assim: 
"A arte é uma recriação seletiva da realidade de acordo com os juízos metafísicos de valor do artista. A finalidade da arte é concretizar a visão que o artista tem da existência. . . . Sou uma Romântica no sentido de apresento o homem como ele deveria ser. Sou uma Realista no sentido de que o coloco aqui e agora neste mundo".

A Revolução Russa
Vivia ela com essas idéias quando eclodiu a Revolução Russa de 1917, pegando-a com doze anos. Em regra uma menina normal de doze anos não teria uma visão muito clara do que estava acontecendo. Mas Rand não era uma menina normal. Era uma menina que já havia descoberto que o que é admirável no ser humano é a capacidade de ação e liderança do indivíduo, seu potencial de grandeza e heroísmo -- e que uma vez que se descubra isso, nada menos é aceitável. .
A essa visão individualista, a Revolução Russa contrapõe a massa informe; a essa visão de que o indivíduo deve agir e criar aquilo que ele deseja, a Revolução Russa contrapõe a idéia de que é o estado que deve dar as pessoas aquilo de que elas precisam...
Não é de surpreender que Rand e o comunismo não se dessem bem. E nem tanto porque os comunistas lhe roubaram a casa e destruíram o negócio de seu pai: mas porque o Comunismo representava um ideário totalmente incompatível com aquele que cristalizava a sua visão.
O que surpreendia a ainda menina era o fato de que as pessoas lamentavam as dificuldades, mas quase ninguém se preocupava em discutir a ideologia que havia trazido aquelas dificuldades...
A ideologia comunista roubava a Rand o direito de definir sua própria vida e de viver para si - e procurava obrigá-la a viver para os outros. Essa ideologia era voltada para destruir o indivíduo inteligente, competente, ambiciosa e independente - fazendo dele um refém nas mãos da turba, um animal sacrificial cuja destruição serviria para satisfazer a inveja dos incompetentes tribalizados.
Rand começou a perceber ali que o direito do indivíduo à sua própria vida, e aos frutos do seu trabalho (propriedade), é um direito inalienável, que nenhum outro indivíduo, grupo, coletivo, classe ou estado pode violar.

[A CONTINUAR]


II. LIVROS DE NATUREZA BIOGRÁFICA

Nathaniel Branden e Barbara Branden, Who Is Ayn Rand? 
(Random House, New York, 1962) 
Barbara Branden, The Passion of Ayn Rand (Doubleday, New York, 1987)
Nathaniel Branden, Judgment Day: My Years with Ayn Rand (Houghton Mifflin, Boston, 1989)
Michael Paxton, Ayn Rand: A Sense of Life - The Companion Book, livro publicado para acompanhar o Documentário de Longa Duração com o título Ayn Rand: A Sense of Life ( Gibbs Smith, Layton, UT, 1998)


III. FILME SOBRE AYN RAND 

Ayn Rand: A Sense of Life
, Documentário de Longa Duração indicado para o Oscar de 1998, produção de Image Entertainment, direção de Michael Paxton, estrelando Sharon Glass, em VHS e DVD (duração: 2h23m). [Cf. o livro, mencionado acima, Michael Paxton, Ayn Rand: A Sense of Life - The Companion Book, publicado para acompanhar o filme( Gibbs Smith, Layton, UT, 1998)]


http://aynrand.com.br/pages/biography.htm

A escrita - "Leia Ayn Rand"




Eu criei a maior escrita do mundo, usando um carro e um dispositivo de rastreamento GPS como "caneta". A escrita - "Leia Ayn Rand" - consiste de 12.328 milhas viajaram e se estende do Pacífico ao Oceano Atlântico e cobre 30 estados americanos.

A idéia foi concebida e "escrito" por mim, Nick Newcomen, durante a primavera eo verão de 2010. Todas as despesas foram pagas inteiramente por mim. A primeira etapa envolveu identificar no mapa a rota que eu teria que dirigir de modo a soletrar "Leia Ayn Rand". Então eu dirigi a rota. Eu usei um logger GPS (QSTARZ BT-Q1000X) para gravar a minha "escrita". Liguei o dispositivo quando eu queria escrever e desligou o aparelho entre as letras. Eu, então, a entrada do GPS gravado dados para o Google Earth que resulta na imagem que você vê acima. QUEM É Ayn Rand? Ayn Rand era um russo-americano romancista do século 20 e filósofo. Ela é mais conhecida por seus romances Atlas Shrugged e The Fountainhead, bem como para o desenvolvimento de um sistema filosófico que chamou Objetivismo. TOP 10 Razões para ler AYN RAND



Relevância. Os temas de seus livros, como o controle do governo contra a liberdade individual, são altamente relevantes hoje. Eventos específicos e personagens em seus romances são aparentemente puxado de notícias de hoje, embora os livros foram escritos mais de 50 anos atrás.
1. Popularidade. Seus livros estão vendendo melhor do que nunca. Atlas Shrugged, por exemplo, vendeu um recorde de meio milhão de cópias no ano passado.
2. O sucesso pessoal. Seus livros são em última instância sobre o indivíduo viver com sucesso e feliz usando seu julgamento independente e mente ao máximo.
3. Leitura prazer. Seus romances apresentam criativas, páginas virando histórias com personagens inesquecíveis.
4. Soluções. Ela explica com honestidade refrescante e clareza que as idéias básicas da América devem adotar e que deve rejeitar se é que se mantenha uma grande nação.
5. Controversa. Ayn Rand é apaixonadamente amado e odiado apaixonadamente.
6. Entendimento. Suas idéias têm ajudado milhões de pessoas fazem sentido de um mundo aparentemente incompreensível.
7. Verdade. Suas idéias em essência são verdadeiras.
8. Visão. Ayn Rand proporciona um vislumbre de um futuro radiante para toda a humanidade.
9. Influente.  Atlas Shrugged é o "segundo livro mais influente para os americanos hoje" depois da Bíblia, de acordo com uma pesquisa conjunta realizada pela Biblioteca do Congresso e do Livro do clube do mês.
http://worldsbiggestwriting.com/