sábado 29 2012
sexta-feira 28 2012
Morador da Rocinha faz seguro para a casa depois 45 anos morando no local
http://www.correiobraziliense.com.br/
Publicação: 28/12/2012 21:08 Atualização:
José Martins mora há 45 anos na Rocinha, comunidade localizada na zona sul do Rio de Janeiro e incluída entre as maiores da América Latina. Ele chegou ali ainda garoto, vindo com os pais do Ceará. Agente social, trabalha há 22 anos na Fundação Bento Rubião e agora, depois da pacificação da comunidade, foi convencido pelo filho de 24 anos a fazer um seguro para a casa.
“É importante, porque é uma garantia de vida. A casa é o bem mais importante da pessoa”, disse José. Ele é um dos milhares de brasileiros da chamada nova classe C que estão aderindo aos contratos de seguro popular, conhecidos como microsseguros.
Leia mais notícias em Economia
Um desses seguros foi lançado pela Caixa Previdência e registrou, até este mês, 100 mil planos de previdência conjugados com seguros de vida. Trata-se do Crescer + Fácil e Viver + Fácil, vendido em todas as agências da Caixa Econômica Federal no país, no qual o segurado paga R$ 100 por mês, dos quais 50% para acumulação e 50% para seguro.
O gerente de Produtos da Caixa Previdência, Francisco Tarcísio, informou que os maiores índices de venda têm sido registrados até o momento nas cidades de Fortaleza (CE), no Nordeste brasileiro, e Campinas (SP), no Sudeste. O Rio de Janeiro aparece na quinta ou sexta posições, segundo Tarcísio. “O produto está pulverizado”.
Por ser um produto simples, ele tem boa aceitação nas comunidades carentes do país, assegurou o gerente da Caixa Previdência. “Quando você vende os dois produtos combinados – Previdência e seguro de vida, a pessoa tem dois benefícios ao mesmo tempo. E ele tem assistências vinculadas”.
No caso do Crescer, que se destina basicamente a crianças, há uma assistência educacional. Ou seja, se por algum motivo a criança não pode ir à escola e perde aulas, o plano garante a contratação de professor particular para repor aquela aula perdida, além de fazer reforço escolar. Para o produto Viver, voltado para os adultos, é garantida assistência funeral para a família do titular do plano. “Além disso, tem uma capitalização. Após 60 dias, ele concorre a um prêmio de R$ 5 mil por mês”.
O plano tem prazo de cinco ou dez anos. Segundo Francisco Tarcísio, a grande vantagem dos seguros da Caixa é que a taxa de carregamento, isto é, a taxa de remuneração da companhia, é zero, tanto na entrada como na saída do plano, ao contrário do que ocorre em seguros oferecidos por outras empresas, nos quais a taxa é zero somente para valores altos. Inclui-se nesse sistema o seguro Previdência da Caixa, cujos planos têm valor a partir de R$ 35 mensais.
“A Caixa foi a única instituição que se adaptou à nova realidade do mercado financeiro hoje, com juros baixos, seguindo a mesma linha do banco”. Tarcísio revelou que em qualquer instituição, a taxa de carregamento ou de remuneração da instituição varia entre 3% e 5% na entrada no plano e na saída, dependendo da empresa.
Tarcísio ressaltou que o valor de saída só é cobrado nos produtos Caixa se a pessoa sacar o dinheiro antes do prazo determinado, que é a partir de 36 meses. “Para as pessoas de baixa renda, isso é um benefício fantástico para o cliente”, disse.
A Caixa está desenvolvendo um novo produto destinado ao público feminino, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2013. “Se a gente avaliar hoje a nova classe C, vemos que a mulher [tem um papel relevante]. Ela é mais ativa, está no comando das famílias, participando ativamente dessa economia da classe C. Por isso, existe a necessidade de ter um produto específico, com assistências exclusivas e foco na mulher”, disse.
“É importante, porque é uma garantia de vida. A casa é o bem mais importante da pessoa”, disse José. Ele é um dos milhares de brasileiros da chamada nova classe C que estão aderindo aos contratos de seguro popular, conhecidos como microsseguros.
Leia mais notícias em Economia
Um desses seguros foi lançado pela Caixa Previdência e registrou, até este mês, 100 mil planos de previdência conjugados com seguros de vida. Trata-se do Crescer + Fácil e Viver + Fácil, vendido em todas as agências da Caixa Econômica Federal no país, no qual o segurado paga R$ 100 por mês, dos quais 50% para acumulação e 50% para seguro.
O gerente de Produtos da Caixa Previdência, Francisco Tarcísio, informou que os maiores índices de venda têm sido registrados até o momento nas cidades de Fortaleza (CE), no Nordeste brasileiro, e Campinas (SP), no Sudeste. O Rio de Janeiro aparece na quinta ou sexta posições, segundo Tarcísio. “O produto está pulverizado”.
Por ser um produto simples, ele tem boa aceitação nas comunidades carentes do país, assegurou o gerente da Caixa Previdência. “Quando você vende os dois produtos combinados – Previdência e seguro de vida, a pessoa tem dois benefícios ao mesmo tempo. E ele tem assistências vinculadas”.
No caso do Crescer, que se destina basicamente a crianças, há uma assistência educacional. Ou seja, se por algum motivo a criança não pode ir à escola e perde aulas, o plano garante a contratação de professor particular para repor aquela aula perdida, além de fazer reforço escolar. Para o produto Viver, voltado para os adultos, é garantida assistência funeral para a família do titular do plano. “Além disso, tem uma capitalização. Após 60 dias, ele concorre a um prêmio de R$ 5 mil por mês”.
O plano tem prazo de cinco ou dez anos. Segundo Francisco Tarcísio, a grande vantagem dos seguros da Caixa é que a taxa de carregamento, isto é, a taxa de remuneração da companhia, é zero, tanto na entrada como na saída do plano, ao contrário do que ocorre em seguros oferecidos por outras empresas, nos quais a taxa é zero somente para valores altos. Inclui-se nesse sistema o seguro Previdência da Caixa, cujos planos têm valor a partir de R$ 35 mensais.
“A Caixa foi a única instituição que se adaptou à nova realidade do mercado financeiro hoje, com juros baixos, seguindo a mesma linha do banco”. Tarcísio revelou que em qualquer instituição, a taxa de carregamento ou de remuneração da instituição varia entre 3% e 5% na entrada no plano e na saída, dependendo da empresa.
Tarcísio ressaltou que o valor de saída só é cobrado nos produtos Caixa se a pessoa sacar o dinheiro antes do prazo determinado, que é a partir de 36 meses. “Para as pessoas de baixa renda, isso é um benefício fantástico para o cliente”, disse.
A Caixa está desenvolvendo um novo produto destinado ao público feminino, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2013. “Se a gente avaliar hoje a nova classe C, vemos que a mulher [tem um papel relevante]. Ela é mais ativa, está no comando das famílias, participando ativamente dessa economia da classe C. Por isso, existe a necessidade de ter um produto específico, com assistências exclusivas e foco na mulher”, disse.
Filme com Fernanda Montenegro é candidato a seriado na Globo, revela diretor
Mauricio Stycer
Do UOL, em São Paulo
- Divulgação/TV GloboFernanda Montenegro vive Dona Picucha no especial de fim de ano "Doce de Mãe", da Globo
Filme feito especialmente para a televisão é coisa rara na programação das principais emissoras brasileiras. O que a Globo exibe em horário nobre na noite desta quinta (27), "Doce de Mãe", merece toda a atenção do espectador.
Em primeiro lugar por ter Fernanda Montenegro como protagonista, em cena ao longo de quase todos os seus 70 minutos. E segundo porque o programa é candidato a virar um seriado, de acordo com o que contou ao UOL o diretor Jorge Furtado.
Em primeiro lugar por ter Fernanda Montenegro como protagonista, em cena ao longo de quase todos os seus 70 minutos. E segundo porque o programa é candidato a virar um seriado, de acordo com o que contou ao UOL o diretor Jorge Furtado.
- 3.dez.2012 - Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo participaram da coletiva de "Doce de Mãe", especial de final de ano da Rede Globo, que aconteceu no Rio
O filme, que vai ao ar depois de "Salve Jorge", conta a história de dona Picucha, viúva, 85 anos, que reúne os quatro filhos em torno de um banquete de panquecas para contar uma notícia bombástica: a empregada que cuida dela há décadas está indo embora.
Tem início, então, uma delicada comédia, com os filhos se desdobrando, de forma atabalhoada, para cuidar da mãe. Coadjuvantes de luxo em "Doce de Mãe", os herdeiros de dona Picucha são vividos por Marco Ricca, Louise Cardoso, Mariana Lima e Matheus Nachtergaele.
"Eles estão brilhantes, mas o filme foi escrito para a Fernanda. É dela", conta Furtado, diretor de "Meu Tio Matou um Cara" e "Houve uma Vez Dois Verões", além de vários trabalhos como roteirista ou diretor de TV, entre os quais o seriado "Comédia da Vida Privada" e "Decamerão: a Comédia do Sexo".
Furtado jamais havia trabalhado com Fernanda. E ficou encantado. "É a maior atriz do mundo. É impressionante. Não repete duas cenas", conta. "Foram três semanas de filmagem e convivência intensa". Em entrevista no início de dezembro, a atriz falou do trabalho: "Tenho meu lado de comediante. E a Picucha tem esse lado de palhaça. Ela é descontraída, mas tem consciência da finitude dela"
O filme é uma co-produção da Globo com a produtora Casa de Cinema, de Porto Alegre. Furtado, que assina a direção com Ana Luiza Azevedo, define "Doce de Mãe" como uma "comédia humanista", pensando nos "valores bacanas" que o filme discute, ligados a família, amizade e camaradagem.
Ao final da história, a vontade de conhecer melhor Dona Picucha e seus filhos é enorme. "Pode dar um seriado", conta Furtado. "Os personagens estão apenas indicados no filme. Há muitas possibilidades de desenvolvimento, de fazer uma série".
Segundo o diretor, os principais envolvidos no projeto, do núcleo de Guel Arraes, dentro do Globo, estão de acordo com a ideia. "Tudo depende da disponibilidade do elenco". Vamos torcer.
"Eles estão brilhantes, mas o filme foi escrito para a Fernanda. É dela", conta Furtado, diretor de "Meu Tio Matou um Cara" e "Houve uma Vez Dois Verões", além de vários trabalhos como roteirista ou diretor de TV, entre os quais o seriado "Comédia da Vida Privada" e "Decamerão: a Comédia do Sexo".
Furtado jamais havia trabalhado com Fernanda. E ficou encantado. "É a maior atriz do mundo. É impressionante. Não repete duas cenas", conta. "Foram três semanas de filmagem e convivência intensa". Em entrevista no início de dezembro, a atriz falou do trabalho: "Tenho meu lado de comediante. E a Picucha tem esse lado de palhaça. Ela é descontraída, mas tem consciência da finitude dela"
O filme é uma co-produção da Globo com a produtora Casa de Cinema, de Porto Alegre. Furtado, que assina a direção com Ana Luiza Azevedo, define "Doce de Mãe" como uma "comédia humanista", pensando nos "valores bacanas" que o filme discute, ligados a família, amizade e camaradagem.
Ao final da história, a vontade de conhecer melhor Dona Picucha e seus filhos é enorme. "Pode dar um seriado", conta Furtado. "Os personagens estão apenas indicados no filme. Há muitas possibilidades de desenvolvimento, de fazer uma série".
Segundo o diretor, os principais envolvidos no projeto, do núcleo de Guel Arraes, dentro do Globo, estão de acordo com a ideia. "Tudo depende da disponibilidade do elenco". Vamos torcer.
-
O trabalho ininterrupto gera diversas consequências físicas e psicológicas ao empregado. A exigência constante por produtividade faz com ...
-
Já imaginou um óleo capaz de ajudar desde a hidratação da pele até o alívio de dores musculares? Se para muita gente o óleo de co...