quinta-feira 08 2012

Cirurgia vaginal ajuda as mulheres a perderem a inibição no sexo


Pesquisa indica que mais de 20% da ala feminina gostaria de passar por uma cirurgia plástica na região vaginal; saiba quais são as intervenções mais requisitadas


Embora seja um assunto pouco comentado, a insatisfação com a aparência da região genital é um problema que incomoda muitas mulheres. Os números chamam a atenção: de acordo com uma pesquisa do site britânico “The Good Surgeon Guide”, realizada com mil mulheres, 24% delas evitam ter relações sexuais devido ao aspecto de suas vaginas, e mais de 20% gostariam de passar por uma cirurgia plástica na área. Os procedimentos, relativamente simples e com recuperação rápida, são cada vez mais procurados no consultório dos cirurgiões plásticos, e proporcionam uma intensa melhora na qualidade de vida e no prazer sexual feminino.

As alterações genitais são, na grande maioria das vezes, genéticas ou congênitas – adquiridas antes do nascimento. “No entanto, o crescimento anormal dos pequenos e grandes lábios pode também ser fruto de alterações hormonais, como o uso contínuo de anabolizantes na vida adulta”, afirma o cirurgião plástico André Colaneri, membro da Sociedade Brasileira deCirurgia Plástica. Segundo o profissional, esses são problemas que, hoje, podem ser resolvidos com operações muito simples, rápidas e com alta no mesmo dia.

Um dos fatores que favorecem o crescimento do número de cirurgias íntimas é o fato de o pós-operatório não ser doloroso, demandando somente a ingestão de antiinflamatórios e analgésicos comuns, e a volta ao trabalho ocorrer apenas três dias após a operação. Além disso, como os pontos não precisam ser retirados, muitas pacientes vêm de outros estados para operar e voltam para as suas cidades no dia seguinte, o que é uma grande vantagem nesse tipo de cirurgia, já que a grande maioria não revela a ninguém que será operada.

As operações de design vaginal, aliás, têm um importante impacto psicológico nas mulheres, afetando diretamente a vida sexual. “Elas se tornam mais confiantes e satisfeitas com o próprio corpo, parando de evitar relacionamentos íntimos e se sentindo mais à vontade com os parceiros”, explica o especialista. Ele ressalta que os benefícios, no entanto, não são meramente psicológicos ou estéticos, uma vez que as alterações na vagina, como o excesso de pele, podem provocar corrimento e assaduras no contato com a calcinha, gerando um ambiente propício para o surgimento de infecções dolorosas.

Colaneri, que realiza uma média de três cirurgias do tipo por semana, chama atenção, inclusive, para o fato de que o problema atinge muito mais mulheres do que se imagina. A hipertrofia dos pequenos lábios vaginais, por exemplo, é diagnosticada em uma a cada mil brasileiras. “A maior parte das pacientes tem entre 18 e 40 anos, faixa etária em que a atividade sexual é maior. Mas não há idade máxima ou mínima para operar, é preciso apenas que a mulher esteja com o corpo plenamente desenvolvido, o que, hoje em dia, já costuma acontecer por volta dos 15 anos”, diz.

As Cirurgias
Redução do Monte de Vênus
Monte de Vênus é o nome dado à região coberta de pelos acima do púbis. Batizada em homenagem à deusa do amor e da beleza, sua predominância confere um aspecto abaulado acima dos genitais. A cirurgia é indicada a pacientes com um aumento excessivo nessa região, muitas vezes visível sobre as roupas. Realizado com anestesia local, o procedimento dura em média quarenta minutos. Relações sexuais devem ser evitadas por quatorze dias após o ato cirúrgico.

Redução dos Grandes Lábios Vaginais
A cirurgia busca reduzir o comprimento dos grandes lábios, localizados na parte mais externa da vagina. O procedimento é indicado para as pacientes que apresentam excesso de pele ou flacidez na região, causando uma distorção estética da genitália. Assim como na redução do Monte de Vênus, a anestesia usada é local, e o tempo médio de duração é de quarenta minutos.

Ninfoplastia ou redução dos pequenos lábios vaginais
A Ninfoplastia, ou redução dos pequenos lábios vaginais, é a cirurgia íntima mais realizada no mundo. Os pequenos lábios localizam-se dentro dos grandes lábios e se estendem do capuz do clitóris até debaixo davagina, envolvendo o orifício vaginal e a abertura da uretra. A cirurgia busca diminuir o seu tamanho, porém sem deixá-los pequenos demais, já que eles têm a importante função de proteger a entrada da vagina. A redução exagerada da região pode causar o ressecamento vaginal, principalmente depois da menopausa. Realizado com anestesia local, o procedimento também tem duração média de quarenta minutos.

Aumenta a procura por cirurgias plásticas íntimas entre mulheres brasileiras




Prótese de silicone no seio e lipoaspiração estão no topo da lista de cirurgia plástica. Mas um novo procedimento, com objetivo puramente estético, está fazendo a cabeça das mulheres. As chamadas cirurgias íntimas cresceram 50% nos últimos dois anos no Brasil, segundo apontam médicos brasileiros, como Christiane Cursi Régis, ginecologista há 12 anos.
Nos EUA, são 1,5 milhão por ano. Em Santa Catarina, não é diferente. A cirurgiã plástica de Florianópolis Taís Saraceno chega a realizar cinco procedimentos deste tipo por mês, média que mantém desde o ano passado. Em 2010, a médica fazia cerca de duas intervenções por mês.
Cirurgia íntima ou ninfoplastia são procedimentos na região da vagina. A grande maioria implica na redução dos pequenos lábios. Mas há outras cirurgias (veja quadro).
Taís comenta que um número muito pequeno de mulheres vai ao consultório por desconforto em função de exercícios físicos ou uso de roupas mais apertadas.
— A maioria vem mesmo pela questão estética. Com frequência, chegam por indicação de alguma amiga que já fez. Em geral, são mulheres com idade acima de 30 anos — comenta a médica.
Segundo Taís, a cirurgia é indicada para mulheres que têm os pequenos lábios proeminentes — do tipo que se sobressai aos grandes lábios. Por ser uma região com muitas terminações nervosas, ela não aconselha realizar intervenções próximas do clitóris para que a mulher não corra o risco de perder sensibilidade ou prazer sexual.
— O que eu percebo é o contrário. Por ficar com a autoestima elevada depois da cirurgia, a mulher costuma melhorar seu prazer e performance sexual — comenta.
Segundo a ginecologista Christiane, o padrão estético muda de acordo com o país. Nos EUA, as mulheres querem vaginas menores e cor-de-rosa. Já no Brasil, a preferencia é pelo mesmo tom da pele, com lábios entre 1 cm a 1,5 cm.

A CIRURGIA
Redução de pequenos lábios ou labioplastia é indicada para mulheres que querem melhorar o design vaginal ou que sentem desconforto com calças apertadas ou na relação sexual.
O procedimento dura de 30 a 60 minutos. É feito em hospital, com anestesia local.
Consiste em fazer incisões finas nos lados de cada lábios, colocadas dentro de pregas e dobras naturais. O excesso de tecido é removido.
A paciente costuma ter alta cerca de duas horas depois do procedimento. Cuidados pós-operatórios são simples: repouso nos dois dias seguintes, evitar jeans e calças apertadas na semana seguinte, retornar às atividades físicas cerca de duas semanas depois e relação sexual após 45 dias.
O aumento dos pequenos lábios pode ser causado por gravidez e/ou parto, alguns esportes e efeitos hormonais. Algumas mulheres nascem com os pequenos lábios aumentados, enquanto outras desenvolvem o aumento com a idade.
A finalidade dos pequenos lábios é de proteger a vagina e a uretra de bactérias que ficam apenas no interior dos grandes lábios.
Fonte: Taís Saraceno, ginecologista

OUTROS TIPOS
Diminuição do púbis — o púbis pode ceder com a idade ou com o ganho de peso.  Ele pode ser elevado e reduzido em altura e largura. As cicatrizes resultantes são normalmente escondidas dentro dos pelos pubianos. O púbis proeminente pode ser tratado com a lipoaspiração.
Escurecimento da mucosa vaginal — retira-se, com anestesia local, uma pequena quantidade da mucosa dos lábios na região escurecida. Dura em media 30 minutos e o paciente recebe alta logo após a cirurgia.
Correções do clitóris — excesso de pele, flacidez e dobras extras podem ser removidas para melhora do contorno. Mas a avaliação deve ser muito criteriosa, pois a mulher pode perder o prazer sexual.
Diminuição do volume dos grandes lábios — em geral, o aumento dos grandes lábios se dá pelo aumento de peso corporal. Realiza-se a lipoaspiração infiltrativa para a remoção do excesso gorduroso da região.
Aumento do volume dos grandes lábios — algumas mulheres, com o envelhecimento, sofrem uma atrofia, uma diminuição do volume dos grandes lábios, deixando esta região murcha e com flacidez. Nestes casos indica-se a aplicação de enxerto de gordura, retirada da própria paciente, no mesmo ato cirúrgico.


Fonte: Diário Catarinense | Foto: Renato Nascimento e Felipe Parucci / Donna
http://www.tivinet.com.br/site/?pg=noticias&noticia=12828

Ter boa saúde cardíaca aumenta em até 14 anos a expectativa de vida


Expectativa de vida

A ausência de fatores de risco, como pressão e colesterol altos, não evitam que o problema apareça, mas contribuem para uma maior longevidade

idoso
Saudável: Adultos livres de fatores de risco para doenças cardíacas vivem 14 anos a mais do que pessoas com ao menos duas condições, como pressão alta e colesterol elevado, por exemplo (Thinkstock)
É quase impossível evitar que, em algum momento da vida, sejamos vítimas de um problema cardiovascular. Mas ter cuidado com o coração compensa, afirma um estudo da Universidade Northwestern, dos Estados Unidos, publicado nesta segunda-feira no periódico JAMA, da Associação Médica Americana. Ter um coração saudável acrescenta até 14 anos na expectativa de vida de uma pessoa comparada com outra que apresenta ao menos dois fatores de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão ou colesterol alto.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Lifetime Risk and Years Lived Free of Total Cardiovascular Disease

Onde foi divulgada: revista JAMA

Quem fez: John Wilkins, Hongyan Ning, Jarett Berry, Lihui Zhao, Alan Dyer e Donald Lloyd-Jones

Instituição: Universidade Northwestern, Estados Unidos

Dados de amostragem: 905.115 pessoas de 45 a 95 anos

Resultado: Pessoas que não têm nenhum fator de risco para doenças cardiovasculares, em comparação com indivíduos que apresentam ao menos dois, vivem, em média, 14 anos a mais
Essa pesquisa se baseou nos dados de mais de 900.000 pessoas que, de 1964 a 2008, estiveram inscritas em um entre cinco levantamentos diferentes feitos nos Estados Unidos sobre saúde cardíaca. No início desses estudos, nenhum participante apresentava doenças cardiovasculares. Esses indivíduos foram divididos em grupos de acordo com a faixa-etária: 45 anos, 55 anos e entre 65 e 95 anos.
A equipe, então, coletou dados sobre fatores de risco para doenças cardiovasculares, como pressão alta, níveis elevados de colesterol na corrente sanguínea, tabagismo e diabetes, e analisaram a incidência de condições como doença coronariana, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e mortes por doenças cardiovasculares.
As conclusões mostraram que a presença de fatores de risco na meia idade está fortemente associada à presença de doenças cardiovasculares na terceira idade. No entanto, a equipe concluiu que o risco de desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida é alto mesmo entre adultos livres de fatores de risco. O benefício de não apresentar nenhum desses fatores, portanto, 

está no aumento da expectativa de vida. "Nós precisamos fazer tudo o que está ao nosso alcance para garantir que as pessoas não apresentem fatores de risco para doenças cardiovasculares e que, assim, vivam por mais tempo e mais saudáveis", diz John Wilkins, coordenador do estudo.

Corrida em ritmo moderado aumenta expectativa de vida em até seis anos


tividade física

Estudo apontou que benefício é melhor com até 2,5 horas da prática na semana do que correr em intensidade exagerada

Praticar corrida já foi mais barato
Correr reduz risco de morte em até 44% (Thinkstock)
Praticar corrida regularmente aumenta a expectativa de vida de homens e mulheres em ao menos cinco anos, concluiu uma nova pesquisa apresentada nesta quinta-feira no encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC, na sigla em inglês), em Dublin, na Irlanda. Segundo o estudo, uma maior longevidade pode ser alcançada com entre uma e duas horas e meia da atividade por semana em ritmo lento ou moderado.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Jogging-healthy or hazard?

Onde foi divulgada: encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia, Irlanda

Quem fez: Peter Schnohr, cardiologista chefe do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague

Instituição: Estudo do Coração da Cidade de Copenhague

Dados de amostragem: 20.000 homens e mulheres de 20 a 93 anos

Resultado: Correr de uma a duas horas e meia por semana reduz chances de morte em até 44% em homens em mulheres, além de aumentar em 6,2 e 5,6 anos a expectativa de vida dos sexos masculino e feminino, respectivamente. O benefício é maior quando a atividade é feita com essa frequência e em ritmo leve a moderado
Essa conclusão faz parte do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague, um trabalho que vem sendo feito na Dinamarca desde 1976 com mais de 20.000 pessoas com idades entre 20 e 93 anos. Esse levantamento busca aumentar o conhecimento sobre prevenção de doenças cardíacas e também sobre outros problemas, como os de sono e de alergia, por exemplo. Mais de 750 pesquisas já foram publicadas ao longo desses anos a partir de resultados do estudo.
Como explicam os pesquisadores, há diversos trabalhos que sugerem que a corrida pode ser prejudicial para a saúde de adultos e idosos. No entanto, o novo estudo, segundo os próprios autores, ao buscar oferecer uma resposta definitiva ao assunto, concluiu que correr é bom para a saúde e aumenta a longevidade. “A corrida proporciona vários benefícios à saúde: melhora a absorção de oxigênio, aumenta a sensibilidade à insulina, reduz a pressão arterial e melhora as funções cardíaca e respiratória. E a boa notícia é que você não precisa fazer muito para conseguir esses efeitos positivos”, afirma Peter Schnohr, cardiologista chefe do estudo.




A pesquisa — Foram acompanhados, de 1976 a 2003, 1.116 homens e 762 mulheres que costumavam praticar corrida, e suas informações foram comparadas com as do restante dos indivíduos cadastrados no estudo, os quais não costumavam correr. Todos os participantes responderam a questionários sobre a frequência e o ritmo (lento, médio ou rápido) em que corriam. Os dados foram coletados quatro vezes: entre 1976 e 1978; entre 1981 e 1983; entre 1991 e 1994; e de 2001 a 2003.
No período do estudo, 10.158 pessoas que não praticavam corrida e 122 corredores morreram. A análise feita pelos especialistas mostrou que a corrida reduziu em 44% o risco de morte em indivíduos de ambos os sexos e aumentou a expectativa de vida em 6,2 anos entre os homens e em 5,6 anos entre as mulheres. Segundo os pesquisadores, o melhor benefício foi conquistado com a prática de uma a duas horas e meia de corrida por semana, especialmente quando esse tempo foi dividido em três sessões da atividade, em ritmo lento ou moderado, em uma semana. De acordo com os autores do estudo, essa intensidade é caracterizada quando uma pessoa, ao fazer esforço, se sente um pouco ofegante, mas não com muita falta de fôlego.
Segundo o trabalho, essa frequência surtiu efeitos mais positivos do que quando uma pessoa não corria ou realizavam exercícios com frequência e intensidade extremamente intensos. “Essa associação se parece com a estabelecida em relação ao consumo de álcool. Ou seja, o consumo moderado é melhor do que ser abstêmio ou ingerir quantidades excessivas da bebida”, diz  Schnohr .

Atividades de lazer já garantem boa saúde cardíaca, diz estudo


Atividade física

Prática regular de qualquer tipo de exercício nas horas vagas reduz os níveis de uma proteína que indica quadros de inflamação no organismo

Família joga futebol
Horas vagas: optar por atividades físicas nos momentos de lazer beneficia o coração (Getty Images/Latinstock)
Movimentar-se nos momentos de lazer e nas horas vagas já garante uma boa saúde para o coração dos adultos que não costumam praticar nenhum exercício físico com frequência, concluiu um novo estudo da Universidade de Londres, na Inglaterra. Segundo os pesquisadores, que publicaram o trabalho nesta semana no periódico Circulation, entre essas atividades estão a caminhada, a prática moderada de esportes, e até jardinagem e trabalhos domésticos.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Physical Activity and Inflammatory Markers Over 10 Years: Follow-Up in Men and Women from the Whitehall II Cohort Study

Onde foi divulgada:  periódico Circulation

Quem fez: Mark Hamer, Severine Sabia, David Batty, Martin Shipley, Adam Tabàk, Archana Singh-Manoux e Mika Kivimaki

Instituição:  Universidade de Londres, Inglaterra

Dados de amostragem: 4.200 pessoas com idade média de 49 anos

Resultado: Praticar ao menos 150 minutos de qualquer atividade física moderada por semana, seja trabalhos domésticos ou caminhadas, reduz os níveis de um marcador inflamatório no organismo e, consequentemente, diminui as chances de um evento cardíaco
Os pesquisadores selecionaram 4.200 pessoas que tinham, em média, 49 anos de idade e mediram níveis de um marcador inflamatório no sangue desses participantes em dois momentos: no início do estudo e após dez anos. O marcador analisado foi a proteína C-reativa, que em quantidades acima do normal indica uma inflamação nas artérias e, consequentemente, um alto risco de doenças cardíacas. Os autores também olharam para a prática de exercícios moderados que esses adultos realizavam nos momentos de lazer.
Os indivíduos que eram fisicamente ativos — ou seja, que praticavam ao menos 150 minutos de qualquer tipo de exercício moderado por semana — apresentaram níveis baixos dessa proteína tanto no começo quanto no final da pesquisa. Além disso, aqueles que eram sedentários no início do estudo, mas passaram a realizar alguma atividade física nos dez anos seguintes, reduziram significativamente os níveis do marcador.







"Não são apenas exercícios intensos e esportes profissionais que são importantes. As atividades de lazer representam exercícios moderados que também são essenciais à saúde, principalmente entre pessoas mais velhas, já que ser fisicamente ativo garante um envelhecimento melhor", diz o coordenador da pesquisa, Mark Hamer. "Outros estudos haviam associado marcadores inflamatórios a atividades físicas, mas eles foram feitos a curto prazo, diferentemente do nosso trabalho, que foi realizado em um período maior de tempo.”

Filmes mostram um Israel Dividido de seus vizinhos ea própria



Verde Productions
Maysa Abed Alhadi, à esquerda, e Hila Vidor em "Wherever You Go", dirigido por Ronny Sasson Angel.



Mozer Films
 "Os Homens Invisíveis", de Yariv Mozer retrata o mundo gay de Tel Aviv.

Movimento filme
Agathe Bonitzer, centro, e Max Oleartchik, à direita, em "Uma garrafa no mar de Gaza", dirigido por Thierry Binisti.
É uma configuração satisfatória dramática: Duas mulheres que acreditam que eles não têm nada em comum descobrir uma necessidade comum para combater a claustrofobia cultural. Como eles aceleram o norte em estradas ressecados no novo filme israelense "Wherever You Go", eles projetam a imagem de um Oriente Médio "Thelma e Louise". Mas as pressões externas são muito grandes, como o final deixa claro.
"Onde quer que vá", dirigido por Ronny Sasson Angel, é uma entrada dizendo nos oito dias Outros Israel Film Festival , que abre quinta-feira em Manhattan. Festivais dedicados a coexistência buscam inspirar esperança, e os organizadores afirmam que continua sendo um dos seus objetivos. Mas as seleções deste ano, o festival de sexta, refletem o desespero sem ar que paira sobre o conflito israelense-palestino nestes dias. Quase ninguém fala sobre um ou outro lado cerca de convivência mais, e os filmes em oferecer ajuda deixar claro o porquê. Apesar dos personagens pode descobrir uma humanidade compartilhada com o outro lado, não é suficiente para superar o peso da dinâmica da cultura, história e grupo.Resta apenas um caminho para alívio, estes filmes parecem sugerir - escape - e para aqueles intimamente ligado à sua terra natal, que acaba por proporcionar alívio quase nenhum.
Comece com o documentário "Os Homens Invisíveis", de Yariv Mozer . Ele conta a história de Louis e Abdu, dois gays palestinos homens da Cisjordânia, cada um dos quais foi ameaçado de morte por sua própria família. Louis tem uma cicatriz horrível faca em seu rosto a partir de quando seu pai tentou matá-lo. Os homens não se conhecem, mas foram absorvidos e congratulou-se pelo mundo gay de Tel Aviv, tendo biscates e amantes judeus. Eles são introduzidos por amigos em comum, e Louis se surpreender ao encontrar uma alma gêmea Palestina depois de 10 anos de se esconder entre os judeus israelenses.Mas sua busca de aceitação é quase acabou. Os policiais israelenses estão atrás deles por estar em Israel ilegalmente.
"Os palestinos não aceitarão nós porque são gays, e os israelenses não vai aceitar porque somos palestinos sem autorização", diz Louis Abdu uma noite suave como se sentar em uma praia ouvindo a música da cantora egípcia Um Kultum. "Isso me deixa doente. Todo mundo aqui odeia todo mundo. "Com a ajuda da Universidade de Tel Aviv clínica lei, os dois homens, finalmente, encontrar uma maneira de sair, mas eles deixam claro que eles perdem suas casas desesperadamente.
Isaac Zablocki, diretor executivo do festival, e diretor de programas de cinema no JCC em Manhattan, onde muitos dos filmes estão jogando, disse que as perspectivas deste e de outros filmes do festival pode parecer sombrio, mas que o objetivo ainda é para inspirar o diálogo ea mudança.
"Nosso festival é uma espécie de última esperança", disse ele por telefone. "Nós atrair um público diversificado e um jovem. Vendo tantas pessoas na faixa dos 20 e 30 anos no festival do ano passado, fez-me esperança para a geração mais jovem. "
O festival foi criado por Carole Zabar, cujo marido, Saulo, é um proprietário de Zabar, o Upper West Side Food Emporium. Ms. Zabar, que coloca toda a 175.000 dólares que custa para executar o festival, viveu e estudou em Jerusalém, em 1960. Ela é ao mesmo tempo um grande amante de Israel e um crítico severo, especialmente de seu tratamento de palestinos. Ela disse que um objetivo do festival era fazer os judeus americanos enfrentam realidades difíceis.
"Eu estou fazendo isso para aqueles judeus que ir a Israel e ver apenas as partes finas e rosadas da vida lá", disse ela. "Eu acho que eles têm que ver isso. É o Israel real. Essa é a linha de fundo por isso que eu comecei este festival. "
Essa abordagem tem feito dela e esta discrepantes do festival, de uma forma, entre o estabelecimento judaico. Palestinos e outras organizações árabes são ainda menos favorável, com muitos deles pedindo que as pessoas não comparecer ou enviar seus trabalhos para o festival como parte de um boicote de todos os produtos israelenses, mesmo aqueles que destacar histórias palestinos. Esforços dos organizadores do festival para chegar aos grupos árabes reuniram-se com a rejeição ao longo dos últimos anos, o Sr. Zablocki disse.
Não obstante tais barreiras alcançando através permanece talvez o tema central dos filmes que estão sendo mostrados. Em "Uma garrafa no mar de Gaza" por Thierry Binisti, uma menina israelense de origem francesa que vive em Jerusalém quer entender o que motiva alguém a alça de uma bomba em seu corpo e explodir um café. Então, a menina, Tal, pede que, em uma mensagem e coloca-lo em uma garrafa. Seu irmão, um soldado de plantão na fronteira de Gaza, joga-a no mar.
Um grupo de moradores de Gaza jovens encontrá-lo e um, Naim, começa uma correspondência por e-mail com ela. Ela começa com a luta indiferente e amacia com o tempo em um de carinho mútuo. Naim é espancado por oficiais de segurança do Hamas, que suspeitam que o de colaborar com o inimigo. Quando a família de Tal descobre, não é muito mais compreensão.
Naim faz concreto ganho alguma coisa com sua correspondência com Tal. Ele torna-se intrigado com a língua francesa e começa a estudá-lo no instituto cultural francês em Gaza. Lá, ele vê um anúncio para uma bolsa de estudos para Paris, e com redação-de Tal habilidades como um auxílio, ganha uma. O final feliz? Como os palestinos dois gay em Tel Aviv, ele deixa a sua terra natal.

O Festival de Cinema Outros Israel vai de quinta-feira para 15 de novembro. Programa completo e horário: otherisrael.org.

Atividade física de lazer aumenta a expectativa de vida em até sete anos


Longevidade

Estudo feito em Harvard mostrou que caminhar no parque, passear de bicicleta e praticar algum esporte amador contribuem com a longevidade independentemente do peso de uma pessoa

Atividade física praticada nos momentos de lazer já garante maior expectativa de vida
Atividade física praticada nos momentos de lazer já garante maior expectativa de vida (Thinkstock)
Praticar alguma atividade física nos momentos de lazer, como caminhar ou pedalar no parque, aumenta a expectativa de vida independentemente da intensidade do exercício ou do peso do indivíduo, concluíram pesquisadores da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Saúde (NIH, sigla em inglês) dos Estados Unidos. Em uma nova pesquisa, eles mostraram que unir momentos de folga a exercícios físicos pode acrescentar até sete anos na longevidade de uma pessoa.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Leisure Time Physical Activity of Moderate to Vigorous Intensity and Mortality: A Large Pooled Cohort Analysis

Onde foi divulgada: revista PLoS Medicine

Quem fez: Steven Moore, I-Min Lee e outros

Instituição: Univdersidade de Harvard e Instituto Nacional de Saúde (NIH), Estados Unidos

Dados de amostragem: 654.827 de 21 a 90 anos

Resultado: Atividades de lazer como caminhada rápida aumenta a longevidade em 1,8 ano (75 minutos por semana), 3,4 anos (150 minutos por semana) ou 4,5 anos (450 minutos por semana). Ter peso normal e praticar 150 minutos do exercício, em comparação com ter IMC maior do que 35 e ser sedentário, aumenta em 7,2 anos a expectativa de vida
Embora uma grande quantidade de pesquisas científicas já tenham comprovado os vários de benefícios da prática de atividade física, inclusive em relação à redução do risco de mortes prematuras, nenhum estudo havia estabelecido quantos anos cada tipo de exercício feito nos momentos de lazer pode acrescentar à vida de uma pessoa, tanto em relação aos indivíduos de peso normal quanto aos obesos. Foi o que fizeram os pesquisadores americanos. Os resultados desse trabalho foram divulgados nesta terça-feira na revistaPLoS Medicine.
Os autores levantaram dados de seis estudos diferentes sobre atividades de lazer que, ao todo, envolveram mais de 650.000 participantes de 21 a 90 anos, sendo a maioria acima dos 40 anos de idade. São consideradas atividades físicas de lazer aqueles exercícios cuja prática não é obrigatória e nem tem data e horário certo para acontecer. São atividades como esportes amadores, caminhadas ou corridas ao ar livre e um passeio de bicicleta, por exemplo. 





Caminhada rápida — De acordo com I-Min Lee, epidemiologista do Hospital Brighan and Women da Universidade de Harvard e coordenadora do estudo, o nível mínimo de atividade física que é necessário para aumentar a longevidade é o acréscimo de 75 minutos de caminhada rápida (ou outra atividade moderada) por semana. Essa atividade, em comparação com não praticar nenhuma atividade, acrescenta 1,8 ano na expectativa de vida de uma pessoa acima dos 40 anos de idade, segundo a pesquisa. Os resultados ainda mostraram que esse mesmo exercício, se realizado 150 minutos por semana, que são os níveis recomendados pelas autoridades de saúde, eleva em 3,4 anos a longevidade de uma pessoa. Se praticado durante 450 minutos semanais, esse aumento chega a 4,5 anos.
“Essa associação foi encontrada entre homens e mulheres e tanto entre indivíduos de peso normal quanto entre aqueles com sobrepeso ou obesidade”, disse Lee. No entanto, quando os pesquisadores compararam indivíduos com obesidade severa (índice de massa corporal maior do que 35) que eram sedentários a pessoas de peso normal que cumpriam 150 minutos de caminhada rápida por semana, o aumento da expectativa de vida foi de 7,2 anos. A obesidade, portanto, foi relacionada a um menor aumento da expectativa de vida — o que não significa que os exercícios físicos não aumentem a longevidade de pessoas acima do peso.
"Nossos resultados destacam a importante contribuição que as atividades de lazer têm, especialmente entre adultos", diz Steven Moore, um dos autores do estudo. "O exercício físico regular prolongou a vida de todas as pessoas que foram examinadas em nosso estudo, independentemente do peso.”