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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ligado ao PT, ex-gerente da Petrobras aceita devolver R$ 250 milhões

Se um gerente da Petrobrás devolve 250 milhões , quanto não deveria devolver um diretor?
E o presidente da empresa?
E a PresidentA do conselho de Administração da Petrobrás?
E o presidentO, ou PresidentA, da República?!
Então era por isso que alguns "amigos" simpatizantes do PT defendiam tanto a PTrobrás? E agora?
Cadê os posts enaltecendo a PTrobras? Falando do crescimento, do faturamento, dos lucros? -- Tudo besteiras, pois a dívida é imensa. As ações continuam caindo.
Ou era para defender a mina de corrupção que alimentava o PT e PMDB?
E pra 2015, com o preço do petróleo em queda a situação vai ficar bem pior.
Petralhas e simpatizantes do PT acham que todos somos idiotas: a queda do preço do barril do petróleo ainda nem teve reflexos de quando os EUA - o maior improtador de petróleo do mundo - começar a baixar violentamente suas compras, em função da produção interna que vão ter com extração de petróleo de xisto, cuja nova tecnologia de extração tornou economicamente compensador.
Aguardem petralhas e simpatizantes, quando o governo defendido por vocês - talvez antes do final de 2015 - tiver que privatizar as refinarias para que a PTrobras não quebre.
Ai então vão ter que por saco, ou em outro lugar, suas teorias socialistas irracionais e burras de que estatização e monopólios são decisões "progressistas".

Lava Jato

Segundo jornal, braço-direito de Renato Duque e apontado como um dos operadores do partido no petrolão, Pedro Barusco fechou acordo de delação

Presos na operação Lava-Jato deixam a sede da Policia Federal com destino ao IML da cidade de Curitiba para fazer o exame de corpo de delito

Braço-direito do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, Pedro Barusco fechou acordo de delação premiada com as autoridades e se comprometeu a devolver aos cofres públicos 97 milhões de dólares – ou 253 milhões de reais – nesta segunda-feira. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Barusco era gerente-executivo de serviços da estatal, subordinado a Duque. O ex-chefe do agora delator foi preso na sexta-feira, durante a sétima fase da Operação Lava Jato da Polícia Federal.
Os executivos Júlio Camargo e Augusto Mendonça Neto, delatores do núcleo empresarial investigado na Lava Jato, relataram em depoimentos que pagaram mais de 30 milhões de reais a Renato Duque Pedro Barusco. Os pagamentos de propina eram exigidos como condição para que a estatal assinasse contratos com empreiteiras do cartel investigado na operação, de acordo com os delatores. Foram denunciadas propinas em contratos da Refinaria de Paulínea (Replan), do Gasoduto Urucu-Manaus, do Terminal Cabiúnas 3, da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) no Paraná, no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e no Projeto Cabiúnas 2.
O caminho do pagamento de propinas, providenciado pelos delatores na maioria das vezes, foi descrito em diferentes projetos da Petrobras. Em contratos da Repar, por exemplo, o consórcio Interpar contratou a empresa Auguri Empreendimentos, uma das firmas mantidas por Camargo, e o dinheiro seguiu para contas do exterior de Duque e Barusco. Em relatório, o Ministério Público Federal destaca ainda que Barusco teve recentemente 20 milhões de dólares apreendidos administrativamente na Suíça, como informou o site de VEJA.
Segundo o jornal, Barusco só escapou da prisão porque aceitou falar e devolver o dinheiro. Ao lado de Duque, ele é considerado pela PF um dos principais operadores do PT no esquema. Assim como o ex-chefe, Barusco foi indicado pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado no julgamento do mensalão. Se confirmada, a devolução dos 97 milhões de dólares será o maior montante já recuperado pelas autoridades brasileiras em investigações de casos de corrupção.

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