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domingo, 10 de janeiro de 2016

Clóvis de Barros Filho - Felicidade





Clovis de Barros Filho - Melhor Palestra





A Constituição brasileira - Clóvis de Barros Filho





Negar a fórmula e viver a vida.





Nietzche e a Filosofia do Martelo

























Mulher de Delcídio do Amaral garante que Dilma se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras


A esposa do senador Delcídio do Amaral, Maika do Amaral defende que seu marido faça acordo de delação premiada e que fale para a justiça tudo que sabe sobre a podridão do PT, de Lula e Dilma.

Ela já discutiu o assunto com um advogado e pretende tentar convencer o marido ainda neste fim de semana, quando o visitará na cadeia. Maika tem dito que Delcídio não pode pagar sozinho por erros cometidos pelo PT e pelo Planalto.

A esposa do senador preso sabe que a Odebrecht pagou a campanha de Dilma com dinheiro roubado da Petrobras.

O jornalista Merval Pereira informa que a esposa do senador conhece todos os detalhes da conversa entre Delcídio Amaral e Dilma Rousseff no dia da prisão de Marcelo Odebrecht:

Tudo a mando de Lula e Dilma

 “Delcídio, de acordo com o relato de sua mulher, teria lembrado à presidente o papel importante que a Odebrecht teve no financiamento da campanha presidencial, tendo inclusive pagado ao marqueteiro João Santana com dinheiro de uma subsidiária em Angola“.

Dilma teria tentado tirar o corpo fora do problema e disse: ‘Isso é problema do Lula. Ele que resolva’.

Segundo Maika, Delcídio não se deixou levar e discordou de Dilma sem a menor hesitação:

‘Não senhora, a campanha era sua, é sua a responsabilidade’”.

Wall Street Journal desmascara Lula e Dilma e revela o que realmente afundou o Brasil


É algo relativamente fácil atribuir a crise econômica no Brasil à queda livre dos preços do petróleo no mercado mundial e de outras commodities, como tem feito o ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma rousseff. Mas também é errado. As feridas do Brasil foram auto-infligidas por uma combinação de políticas anti-crescimento que remonta a 2008, fruto da vaidade, inexperiência e falta de visão de futuro. Os resultados eram mais que previsíveis.

Segundo artigo publicado no The Wall Street Journal, a economia brasileira se contraiu assombrosos 4,5% no terceiro trimestre do ano anterior. O Fundo Monetário Internacional prevê que para 2015 o produto interno bruto do Brasil vai diminuir em 3% e 2% em 2016.

Em setembro, a Standard & Poors rebaixou a classificação de grau de investimento. Na quarta-feira Moody disse que ele está contemplando um rebaixamento similar de dívida do Brasil. A taxa de inflação anual no final de novembro foi de 10,5% e a CIBC Capital Markets prevê um déficit fiscal deste ano de 10,5%.

Os meios de comunicação internacionais tentam atribuir a crise econômica brasileira ao baixo preço do petróleo trouxe baixo, dólar forte e uma queda na demanda global. Mas o Brasil é uma das economias mais fechadas do G-20, e as suas exportações de bens como percentual do PIB em 2014 eram apenas 10,5%.  No México foram de 18,24%, de acordo com a CIBC Capital Markets.

Todos os exportadores de commodities latino-americanos estão sentindo a crise do petróleo e das commodities, mas nenhum foi afetado tão dramaticamente como o Brasil. Chile e Peru, os exportadores de commodities gigantes, ainda estão crescendo. Além disso, os preços mais baixos das commodities também compensar o alto custo de fazer negócios no Brasil. Em 2014, 40% das importações brasileiras estavam ligadas a commodities, inclusive fertilizantes, gasolina, alumínio para fabricação de aço.

Uma década atrás, houve razão para esperar que uma maior prosperidade brasileira aconteceria ao virar da esquina. Tal otimismo dependia da continuidade das reformas econômicas, fiscais e monetárias promovidas pelo presidente Fernando Henrique Cardoso 1995-2002.

Presidente Lula (PT) assumiu o cargo em 2003. Graças à sua história pessoal como um líder sindical militante e discípulo de Fidel Castro, os mercados entraram em pânico. Para impedir a debandada de capital, ele se comprometeu a não mexer com a autonomia do banco central ou a estabilidade do real, e não a alterar radicalmente a política econômica.

Lula ainda aprofundou o compromisso do governo para contenção fiscal. Mas em 2008, em seu segundo mandato, a crise financeira global atingiu o Brasil e o governo não se preveniu.

Inexperiente, Lula estimulou gastos, enquanto o banco central, supostamente autônomo, começou a permitir uma inflação mais elevada, como forma de estimular o crescimento.

Lula implantou uma cultura política temerária sob o ponto de vista da economia, predisposta a abusar do poder do governo, quebrando as regras estabelecidas projetadas para restringir os gastos.

Desde 1960 o Brasil tem perseguido industrialização através de altos níveis de protecionismo e subsídios para os produtores nacionais. O fracasso dessa estratégia é manifesto. Deixar as empresas sem competitividade foi uma falha que teve custos políticos que Lula e sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff, não estavam dispostos a pagar.

Em vez de estimular a competitividade entre as empresas, Lula promoveu o aumento do protecionismo, dos subsídios e o crédito foi ampliado através do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e outros bancos estatais. Os bancos também financiaram grandes déficits do governo com empréstimos. Os déficits foram exacerbados pela triplicação do serviço público durante os governos do PT.

O Mises Institute Brasil observou em 2010 que a partir de maio de 2009 a setembro de 2010, o crédito total expandiu 25%. Não por coincidência, em 2010 o Brasil cresceu 7,5%, mas este crescimento, como é bem compreendido agora, não foi por causa de ganhos de produtividade. Olhando para trás na má alocação do capital, "o que realmente aconteceu é que a economia brasileira foi mantida viva por doses novas e crescentes de crédito do Estado."

O crédito do BNDES foi barato para as empresas politicamente conectadas com o governo, uma camaradagem para as empresas amigas do PT que custou muito caro à nação. A farra com o dinheiro subsidiado também foi parar nas contas das famílias. O brasileiro médio está carregando um fardo de uma carga tributária igual a 46% de sua renda.


O Brasil está colhendo os frutos de uma política industrial que não pode produzir crescimento e prosperidade. A bolha de crédito estourou. Os consumidores, empresas e governo não vão voltar para o mesmo ponto em que Lula assumiu em 2003 sem um ajuste doloroso. E não adianta colocar a culpa no preço do petróleo.