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domingo, 11 de dezembro de 2016

3 Dicas Práticas Para Eliminar as Dívidas

**Artigo escrito por Cleiton Oliveira, do site “Resenha Virtual”**
Nós do Resenha Virtual e do Clube de Valor, temos o compromisso de disseminar a Educação Financeira.
Por isso, estamos compartilhando conteúdo entre nossos blogs.
Neste artigo, escrito por Cleiton Oliveira, do “Resenha Virtual”, vamos listar 3 dicas práticas para eliminar as dívidas.
Dicas, estas, que você poderá colocar em prática hoje mesmo.
Uma das dicas mais importante para reduzir ou eliminar as dívidas e que é um consenso entre os profissionais de finanças é: mapear o seu orçamento mensal.
Você pode estar condicionado a acreditar que sabe exatamente onde está gastando o seu dinheiro.
Porém, você terá uma enorme surpresa quando monitorar o seu orçamento, mesmo que seja durante um único mês.
Por meio do monitoramento de seu orçamento, você saberá exatamente para onde está indo cada centavo de seu suado dinheiro e, com isso, poderá verificar e diminuir consideravelmente as despesa supérfluas.
Para efetuar esse mapeamento, você pode utilizar um caderno, uma agenda, uma planilha financeira ou algum aplicativo para celular.
Hoje temos diversas opções.
Portanto, não há desculpas para iniciar essa tarefa.
Vamos detalhar as 3 dicas práticas para eliminar as dívidas abaixo.

DICA #1 – MAPEAR O ORÇAMENTO

Um dos maiores benefícios de monitorar o orçamento doméstico é fazer com que suas despesas sejam realizadas de acordo com seus objetivos, sem que elas ultrapassem a sua renda.
Com isso, você estará naturalmente gastando menos do que ganha.
É imprescindível que você anote todas as despesas, desde os gastos de altos valores como aluguel, financiamento de imóvel ou carro, até os gastos que passam despercebidos em diversos orçamentos como um café, uma bala ou uma gorjeta.
Alias, esses pequenos gastos causam um rombo sem precedentes.
Muitas pessoas não monitoram seu orçamento, por acreditar que sabem quais são suas despesas e seus respectivos valores.
Contudo, quando são confrontadas a anotar e a visualizar suas despesas por um certo período de tempo, ficam pasma com a quantidade de gastos que faz jorrar dinheiro de sua já combalida renda.
Você pode baixar gratuitamente a nossa Planilha de Orçamento Mensal.

DICA #2 – LISTAR SUAS DÍVIDAS

Se você está inadimplente, não tem como fugir das dívidas, pois sempre terá alguém ligando para sua casa para lembrá-lo.
A melhor solução para os endividados é eliminar as dívidas o mais rápido possível.
O primeiro passo é listar todas as suas dívidas existentes, sejam elas empréstimos do banco, cartão de crédito e cheque especial ou alguma conta em atraso.
Você pode utilizar um bloco de papel ou utilizar uma Planilha no computador.
Com todas as dívidas anotadas e com a lista em mãos, coloque-as em ordem de prioridade.
Você sabe qual a ordem para o pagamento de dívidas?
Vamos apresentar como deve ser feita a classificação!
Primeiro deve-se priorizar as dívidas essenciais como água, luz, condomínio ou gás.
Após o pagamento dessas dívidas, deve-se priorizar as que possuem bens como garantia, como o financiamento imobiliário e financiamento.
Logo após, as dívidas que possuem as maiores taxas de juros como o cartão de crédito e o cheque especial e, por último as dívidas que possuem as menores taxas e que não possuem bens como garantia.

DICA #3 – RENEGOCIAR AS DÍVIDAS

Após efetuar o levantamento das dívidas, é fundamental preparar uma proposta de pagamento que seja realista e adequada a seu orçamento.
Por isso, a importância de listar as dívidas de acordo com a prioridade apresentada.
Por meio do mapeamento de seu orçamento, você saberá o quanto de sua renda pode ser direcionada no pagamento das dívidas.
Ao preparar a proposta, leve em consideração a lista efetuada e o limite de seu orçamento.
Assim como você tem interesse em pagar suas dívidas, o credor tem interesse em receber.
Por isso, seja sincero em relação ao seu orçamento.
Não adianta fechar um acordo e descobrir depois que não terá capacidade de pagamento.
Hoje temos a opções de renegociar as dívidas online ou conversar pessoalmente com o credor.
Você pode verificar as duas opções e optar pela que seja melhor para o seu bolso.
Por mais que você deseja eliminar as dívidas, é muito importante não se intimidar durante a conversa e aceitar qualquer proposta.
É expressamente proibido oferecer serviços para renegociar as dívidas, por isso, não aceite qualquer imposição na hora da renegociação.

CONCLUSÃO

Por meio de uma simples atitude que é realizada pelo mapeamento do orçamento doméstico, você terá o total controle de suas despesas e, consequentemente, ficará longe do endividamento.
Você sempre visualizará todos os gastos realizados dentro do mês, já que eles estarão anotados em uma planilha ou em um caderno.
Logo, você poderá eliminar os desperdícios de seu orçamento fazendo com que sobre mais dinheiro para eliminar as dívidas.
Esse controle também permitirá uma melhor distribuição de renda em seu orçamento, você poderá priorizar o que é mais importante e gastar com itens que agregue valor a sua vida.
Você estará efetuando o uso consciente e inteligente do dinheiro.
O mapeamento facilita no controle de gastos garantindo uma significativa redução de desperdícios, essa quantia de dinheiro economizada será a sua passagem para a liberdade financeira e te colocará no caminho da realização de seus maiores sonhos.
Publicamos um Infográfico Como Eliminar as Dívidas  que complementará essas 3 dicas práticas que apresentamos nesse artigo.

Procuradoria denuncia Lula por formação de quadrilha


O MP sustenta que filho caçula de Lula recebeu dinheiro de lobistas para que o pai defendesse interesses de empresas junto ao governo de Dilma Rousseff

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Deflagrada em março do ano passado, a Operação Zelotes surgiu com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em vender decisões do Carf, o tribunal que julga recursos contra multas aplicadas pela Receita Federal. No meio do caminho, investigando lobistas que participavam do esquema, procuradores e policiais esbarraram em outros balcões de negócios de Brasília. Descobriram, por exemplo, que alguns dos suspeitos, os mesmos que vendiam acesso a poderosos gabinetes da capital, tinham atividades extras no mundo do crime. Ofereciam, entre outras coisas, medidas provisórias editadas sob medida pelo governo para atender empresas interessadas em obter benesses oficiais, como incentivos fiscais. Um dos achados despertou especial atenção. Ao quebrar o sigilo de Mauro Marcondes, um megalobista conhecido por atuar em favor da indústria automobilística, apareceram pagamentos de 2,5 milhões de reais a uma empresa registrada em nome de Luís Cláudio Lula da Silva, o filho caçula do ex-presidente Lula. Era só a ponta aparente de um elo que, agora, os investigadores acreditam ter fechado – e que acaba de resultar em mais uma ação criminal contra o petista.
A descoberta dos pagamentos a Luís Cláudio exigiu a abertura de uma nova frente de investigação – e deu origem a uma sucessão de explicações desencontradas por parte de quem pagou e de quem recebeu. Preso, Mauro Marcondes primeiro disse que contratara o filho de Lula para desenvolver o projeto de um centro de exposições no interior de São Paulo. Depois, alegou que o dinheiro foi repassado a título de patrocínio a competições de futebol americano organizadas por Luís Cláudio. O rapaz se complicou ainda mais. Explicou que prestou serviços de consultoria à empresa do lobista e apresentou à polícia relatórios para supostamente comprovar o que dissera. Os documentos nada mais eram do que uma colagem malfeita de textos plagiados da internet. Restava no ar a pergunta: por que, afinal, o menino Lula recebeu a bolada do lobista? Foi na montanha de documentos coletados por outra operação, a Lava Jato, que os investigadores da Zelotes conseguiram a resposta, ou a parte que faltava para fechar o elo.
A suspeita, desde o começo, era que Mauro Marcondes pagara a Luís Cláudio para obter a ajuda de Lula em assuntos de interesse de seus clientes. Lula já era ex-presidente, mas, como se sabe, desfilava poder no Planalto de Dilma Rousseff. Marcondes, àquela altura, defendia causas bilionárias no governo. E, coincidência ou não, teve êxito nas principais delas. Conseguiu, por exemplo, a edição de uma medida provisória prorrogando benefícios fiscais a montadoras de automóveis e contribuiu para que o governo brasileiro fechasse com os suecos da Saab a compra de 36 caças para a Força Aérea, num contrato de 5,4 bilhões de dólares. Pelo lobby, Marcondes recebeu das montadoras e da Saab mais de 15 milhões de reais. Teria ele repassado uma parte desse dinheiro a Lulinha para que Lula o ajudasse em suas empreitadas junto ao governo Dilma? Para os procuradores da Zelotes, foi exatamente o que aconteceu. No material apreendido no Instituto Lula pela Lava Jato, eles encontraram o que consideram ser a prova cabal dessa relação: no mesmo período em que recebeu a bolada, Lulinha não só ajudou Mauro Marcondes a marcar reuniões com Lula para tratar dos interesses das empresas que o lobista representava como acompanhou pessoalmente os encontros.
E-mails, atas de reuniões e agendas do Instituto Lula foram juntados à investigação como prova. Para os investigadores, o conjunto não deixa dúvida: o lobista pagou ao filho para obter a ajuda do pai. Somado, o material embasa mais uma acusação criminal contra Lula na Justiça. É a quarta denúncia proposta pelo Ministério Público Federal contra o ex-presidente. Desta vez, os procuradores acusam Lula de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, crimes cujas penas podem passar dos quinze anos de prisão. O filho de Lula foi denunciado por lavagem de dinheiro.
Ao longo da investigação, os sigilos bancário e fiscal de duas empresas de Luís Cláudio foram quebrados. E o que saiu da análise das contas torna ainda mais nebulosas as transações financeiras do caçula da família Lula. De 2011 a 2015, as duas empresas dele receberam o número mágico de 13 milhões de reais – parte das movimentações, segundo a Receita Federal, é incompatível com as declarações de renda apresentadas no período. A maior parcela foi repassada por grandes empresas, a título de patrocínio para os torneios de futebol americano organizados pelo rapaz, mas nem tudo é o que parece. No rol há, por exemplo, uma empresa que deu dinheiro mas nunca figurou entre os patrocinadores das competições. Entre os pagadores aparece também uma empresa da família de José Carlos Bumlai, o lobista amigo do peito de Lula que tinha passe livre em seu governo (e que, anos depois, acabaria apanhado pela Lava-Jato). Uma parte significativa dos valores recebidos pelo caçula de Lula foi aplicada em fundos de investimento. O destino de pelo menos 3,5 milhões os peritos da Receita simplesmente não conseguiram identificar, e 840 000 reais foram transferidos para a conta de uma empresa de fachada sediada em um casebre na periferia de São Paulo.
Luís Cláudio, como se vê, virou um portento dos negócios, a exemplo de seu irmão Fábio Luís, o Lulinha, ex-tratador do zoológico paulistano que ficou milionário graças a negócios nebulosos feitos durante o governo do pai. Quando os negócios de Fábio vieram à luz, Lula defendeu o primogênito. Disse que ele era um “Ronaldinho dos negócios”. O que ninguém sabia àquela altura era que havia um outro gênio na família ensaiando os primeiros passos rumo à fortuna. Tampouco se sabia que tamanho sucesso viria a complicar sobremaneira a vida do orgulhoso pai.

Leia a delação que mostra como a Odebrecht comprava o poder


A íntegra do documento de 82 páginas que Claudio Melo Filho entregou à Procuradoria-Geral da República

O ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, entregou à Procuradoria-Geral da República um anexo de 82 páginas nas quais ele diz que cerca de quarenta políticos receberam 68 milhões de reais pagos pelo setor que a empresa chama de Área de Operações Estruturadas, que logo ficou conhecido como “departamento de propinas”.
Entre eles estão o chefe da Casa Civil Eliseu Padilha, o empresário Paulo Skaf, o então deputado Eduardo Cunha, o senador Romero Jucá e o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima. Ainda segundo a delação explosiva do lobista da Odebrecht, o presidente Michel Temer pediu “apoio financeiro” para as campanhas do PMDB em 2014 a Marcelo Odebrecht. Ele teria se comprometido com um pagamento de 10 milhões de reais.

Renan Calheiros vai ser novamente denunciado na Lava-Jato

Sua hora vai chegar
Sua hora vai chegar
Por Renato Onofre
Rodrigo Janot confidenciou a um ministro do STF que entrará com nova denúncia contra Renan Calheiros. Será mais uma ação ligada à Lava-Jato.