sábado 10 2017

Plasticidade Emocional - Adriana Fóz



Adriana explica o conceito de plasticidade emocional e os aprendizados sobre o funcionamento do cérebro a partir de um grave AVC.Educadora-psicopedagoga, especialista em neuropsicologia, coordenadora do projeto Cuca Legal da Psiquiatria UNIFESP, diretora clínica da Unidade Integrativa Hospital Santa Mônica, pesquisadora CNPq - Neurociência da educação, consultora em educação e saúde da mente e autora de "As Aventuras de Newneu", o primeiro livro infantil brasileiro sobre neurociência e de "A Cura do Cérebro". 

Imagem relacionada

quarta-feira 07 2017

HIDRATAR OS CABELOS E ALISAR COM PRODUTOS NATURAIS


  1. 1 copo de leite (200ml) – Não pode ser desnatado
  2. 2 colheres de sopa de maisena.
  • Misture bem os ingredientes sem deixar bolhas ou embolorado.
  • Coloque a mistura em um borrifador.
  • Vá aspirando nos cabelos secos e limpos.
  • Enquanto borrifa vá penteando com um pente fino, alisando bem as mechas.
  • Vá penteando de vez em quando até secar por mais ou menos 1 hora.
  • Enxague usando água fria. Com shampoo e condicionador que você quiser.
Este cuidado deixa seus fios brilhantes e muito macios. Renova a vida dos fios.

ALISANDO COM MEL, IOGURTE E AMIDO DE MILHO

  1. 1 copo de iogurte natural (não pode ser light).
  2. 3 colheres de sopa de amido.
  3. 1 colher de mel (mel também clareia, veja aqui)
  • Misture tudo até formar um creme.
  • Aplique nos cabelos deixe agir por 1 hora.
  • Depois utilizando shampoo e condicionador de sua preferência.
Esta mistura deixa seus cabelos sem volume, reduz o frizz e promove um leve alisamento.



ALISAR COM CÔCO VERDE E AVEIA

Utilize:
  1. 1 coco verde – sua polpa
  2. Leite integral – apenas 1 xícara de chá
  3. Aveia – 1 colher de sopa (farinha de aveia)
  4. Maisena – 1 colher de sopa
  • Bata no liquidificador todos os ingredientes.
  • Leve ao fogo, mexendo sempre até que a mistura tome a consistência de mingau. Deixe amornar.
  • Lave os cabelos somente com shampoo e aplique o mingau ainda morno, nos cabelos limpos e deixe por 2 horas.
  • Lave com água em abundância.

Com côco

MÁSCARA DE OVO COM AZEITE PARA ALISAR NATURALMENTE

  1. 2 ovos
  2. 2 colheres de chá de azeite
Passo-a-passo da receitinha:
  • Separe a gema da clara, você só precisará da gema de ovo;
  • Bata tudo no liquidificador – pode bater num mixer ou no garfo também, mas dá mais trabalho pra deixar homogêneo
  • Aplique no cabelo por todo o comprimento, mas com ele úmido
  • Deixe nos fios por 20 minutos
  • Lave com shampoo e água fria
  • Pode secar como você sempre seca


Azeite para alisar cabelos secos

Alisar cabelos em casa sem problemas é só apostar no natural, gente. Pode ser que não fiquem totalmente lisos, mas ficarão hidratados, fáceis de pentear e muito lindos. Então, agora é só você experimentar e dizer para nós qual foi o efeito causado em seus cabelos.
https://salaovirtual.org/como-alisar-cabelos-casa/



segunda-feira 05 2017

Negócio para você comprar e vender milhas muda mercado de viagens


Conheça a história do empreendedor por trás da empresa mineira que movimenta mais de 4 bilhões de milhas aéreas no Brasil

Todos nós merecemos férias. Mas os custos de viajar de avião são tão proibitivos que, enquanto um americano viaja, em média duas vezes por ano, o brasileiro faz uma viagem a cada quatro anos.
Por outro lado, todo ano, cerca de 25 bilhões de milhas aéreas e 50 bilhões de pontos de cartão de crédito que poderiam ser trocados por passagens expiram por falta de uso.
Para conectar esses dois mundos, surgiu a MaxMilhas: uma plataforma online nascida em Belo Horizonte de compra de passagens aéreas e venda de milhas que já movimentou mais de 4 bilhões de milhas, transformando a vida de milhares de pessoas pelo caminho.
Por trás desse negócio está Max Oliveira, empreendedor mineiro que começou vivendo na pele o problema que, meses depois, viraria seu negócio.

A passagem aérea nunca comprada que levou o empreendedor mais longe

Max sempre viajou muito: já chegou a morar em Belo Horizonte, São Paulo e Vitória. Um dia, comprando uma passagem aérea de Vitória para BH, para visitar a namorada, o site apresentou um problema e o pagamento não foi realizado. Ele teve que reiniciar a compra, mas, nesse meio tempo, a passagem passou de R$ 100 para R$ 500,00.
“Tinha achado os 500 reais um absurdo e acabei não viajando. Acho que se eu não fosse pão-duro não existiria a MaxMilhas. Todo empreendedor é muito inconformado. Se não fosse essa indignação, a MaxMilhas nunca teria nascido.”
O que Max observou é que o valor da passagem em milhas não tinha mudado. O problema é que ele não tinha nenhum crédito para usar. Pensou em ligar para os amigos pedindo, mas percebeu que seria uma situação estranha.
Foi aí que veio a ideia: e se existisse uma plataforma em que as pessoas que têm milhas estivessem dispostas a vender a quem precisa viajar? “Eu não pensava em abrir um negócio, por isso contava pra todo mundo.”
Nessas conversas, Max só tinha a hipótese de que as pessoas gostariam de vender suas milhas. O que ia se confirmando cada vez que ele falava com alguém. Sem saber, essas conversas eram formas de validar com o público de interesse se o negócio que ele imaginava tinha demanda real e as pessoas estariam dispostas a pagar por ele.
Porém, ele não era especialista em milhas. Até então, sua única experiência com milhas era de uma viagem que fez para o exterior, usando os pontos do seu tio. O que não impediu o empreendedor de perseguir essa ideia.

Fazendo check-in no mundo para entender a que veio

A inspiração mais forte de Max está no seu próprio nascimento. Sua mãe deu à luz muito nova, quando tinha apenas 18 anos de idade. E, desde pequeno, ele sempre se esforçou para provar que fazia sentido ter vindo ao mundo, que sua existência tinha um significado maior.
Começou se dedicando ao esporte: desde a adolescência jogava futebol, praticava judô e até bateu recorde fazendo atletismo no colégio em que estudou nos Estados Unidos, durante o high school.
De lá, estudou engenharia e fez carreira nas duas maiores empresas privadas do Brasil: a Ambev e a Vale, como engenheiro de produção. Até então, seus planos eram trabalhar muito para um dia se tornar diretor.
Mas um dia, enquanto lia uma reportagem na Revista Época, deparou-se com outra figura que também influenciaria sua vida, mesmo que à distância: Jorge Paulo Lemann. Pela reportagem, Max passou a conhecer a trajetória do empreendedor e suas conquistas, o que fez ele refletir sobre o que um homem é capaz de realizar.
Na época, Max vivia um grande conflito de cultura na Vale, onde trabalhava. Não eram as pessoas, nem o trabalho que incomodavam o futuro empreendedor: era o modo de tomar decisões, e a política que envolvia todos os cargos da companhia.
“Até então, quando ouvia na faculdade que precisava encontrar uma empresa com valores parecidos com o meu, pensava que era besteira. A gente brincava que o único valor que importava era o do contracheque mesmo. Mas, conforme o tempo foi passando, comecei a achar sem graça um dia me tornar diretor.”
“Quando eu era menino, era muito sonhador. Escrevia música desde pequeno, já tive uma banda no colégio, me dedicava muito aos esportes. Mas, quando você vira adulto, tem que parar de sonhar, passar na faculdade, encontrar um emprego, fazer carreira…Eu via que tinha parado de sonhar e me perguntava: poxa, quando eu chegar no fim da vida, o que vão falar sobre mim?”
A trajetória empreendedora de Lemann acabou servindo de inspiração para quem Max um dia queria se tornar. “Quero que digam que eu vim ao mundo e mudei a vida das pessoas de forma significativa, pessoas que eu nem conheço.”
Essa foi a motivação que fez Max trazer aquela ideia da plataforma de milhas para o mundo real.

Pilotando o novo negócio

No início, o projeto não passava de um hobby. Max conta que, como não acreditava muito se aquilo daria certo, trabalhava nele à noite e nos finais de semana, enquanto trabalhava na Vale e ainda estudava para fazer um MBA no exterior.
A plataforma não passava de um Power Point interativo que tirava a dúvida das pessoas e indicava como o processo de troca das milhas poderia ser feito. O que hoje chamamos de MVP, para Max, era empreender na raça.
“Nossa meta era vender uma viagem por dia. Se nós conseguíssemos impactar a vida de uma pessoa todo dia, já valia a pena.”

Companheiros de bordo

Mas, para criar uma empresa de tecnologia quando a matéria na faculdade que mais teve dificuldades foi programação de computadores, era preciso ir atrás de um sócio. E ali estava o lado positivo de contar para todo mundo sua ideia.
Max encontrou dois parceiros: Conrado Abreu, que cuidava do lado operacional do negócio, e Hiran César, que era responsável pela tecnologia. Enquanto o primeiro era irmão de consideração de Max, o segundo chegou até ele por indicação de um amigo.
“Eu não conhecia ele e chamei para ser sócio. Era como conhecer alguém na balada, achar legal e já propor casamento e filhos.”
Como em todo casamento pode haver o divórcio, e a relação não durou tanto. Em 2014, o sócio saiu do negócio e Max continuou ao lado de Conrado, dividindo as responsabilidades da empresa.

O Day1 da MaxMilhas

Seis meses depois de dar o start, em julho de 2013, Max aproveitou as férias da Vale para viajar a São Paulo e fazer networking.
Voltou inspirado com as possibilidades que encontrava para o futuro da MaxMilhas e com o crescimento contínuo, mesmo que ainda tímido, no número de vendas.
Foi no primeiro dia de volta das férias, durante um feedback com a sua gerente, que ele pediu demissão. Era hora de se dedicar inteiramente para a MaxMilhas.
“No outro dia, peguei o carro e fui dirigindo de Vitória para BH, voltando para casa. Percebi que o site começou a ter muitas vendas. A média era de 5 por dia e estávamos com 30. Parecia mesmo que aquela tinha sido a decisão certa.”
“Porém, quando cheguei em casa, fui analisar de perto os números e levei um susto: descobri que aquele resultado era fruto de uma fraude. Estávamos sendo vítimas de um golpe. Foi ali que aprendi pela primeira vez como empreender é uma montanha-russa. Horas antes eu estava entusiasmado e radiante com a decisão de sair da Vale, e depois tudo já estava diferente.”

Passada a turbulência, o negócio decolou

No final daquele mesmo ano, a MaxMilhas ganhou o prêmio INFO Start como a startup do ano. E o mais inusitado é que, até ganhar esse prêmio, o Max não tinha ideia de que sua empresa era uma startup.
Sua bagagem de engenharia na Ambev e na Vale nunca o colocaram em contato com o ecossistema empreendedor. Foi a partir dali que ele traçou um paralelo entre o conceito de manufatura enxuta que viu nas fábricas que atuou e o de startup enxuta, de Eric Ries, para profissionalizar a gestão do negócio.
Em 2014, foi acelerado pela 21212 Digital Accelerator, onde encontrou uma comunidade com a qual poderia trocar, aprender e que apresentou a ele a Endeavor.
Enquanto ele crescia, participava de diferentes programas de apoio e mentoria. Começou no programa Startup Network; logo depois, participou do Scale-Up Minas Gerais e, agora, acaba de se tornar Empreendedor Endeavor, aprovado no Painel Internacional no Painel Internacional de Seleção (ISP) da Endeavor.
De todas as mentorias, uma das que mais marcou foi a de Ronaldo Cunha, padrinho do empreendedor durante o programa Scale-Up Minas. O ex-CMO da Netshoes, compartilhando muito da experiência que tinha, sempre provocava o empreendedor com a pergunta:
– E aí, quando vocês vão se tornar uma empresa de 1 bilhão?
“Eu achava que já pensava grande e ele me dizia pra pensar maior ainda”, conta Max. “Não era pelo faturamento em si, mas pelos recursos necessários para criar um negócio que revolucione o mercado. Uma empresa de 10, 100 milhões não tem um poder transformador tão grande quanto uma de 1 bilhão.”
É por isso que hoje o sonho grande de Max não é apenas consolidar um novo segmento de mercado, mas, principalmente, liderá-lo. “Quando digo isso na empresa, as pessoas ficam achando que sou louco. Mas eu quero levar isso para o resto do mundo. Nós sabemos que não existe um modelo de negócios assim nos EUA, na China, na Europa…”
O que eu quero é um dia olhar para trás e ver de maneira clara que existiu uma era pré e pós MaxMilhas no mercado de passagens aéreas.

A altitude do sonho é grande, mas a rota é segura

“O que me guiou foi a vontade de fazer acontecer. Não lembro de termos feito um planejamento em longo prazo, com foco nos resultados. Era muito mais vontade e execução, do que fé.”
E se o objetivo de Max, ao iniciar esse negócio, era impactar a vida das pessoas, algumas histórias já mostram que isso está se realizando.
Como a do casal que convidou o empreendedor a se tornar padrinho de casamento deles. Isso porque o relacionamento a distância dos dois, durante o namoro, só foi possível por conta do preço baixo das passagens aéreas que eles compravam pelo site.
Outro exemplo legal é o do pai que enviou um e-mail para o time contando que, graças a eles, ele pôde assistir ao nascimento do seu filho. Sua esposa tinha entrado em trabalho de parto antecipado, enquanto ele viajava, e o preço das passagens aéreas estava muito alto, por conta da urgência. As milhas de outra pessoa, que ele nem conhecia, acabaram sendo usadas para ele viajar.
Essa visão de impacto não está associada apenas aos clientes, mas também aos 90 funcionários da empresa.
“Hoje, todo mundo da MaxMilhas ganha 20 mil milhas pra viajar nas férias. Tinha gente que nunca tinha viajado de avião, então a gente proporciona a essa gente a experiência que os nossos clientes também têm, para que entendam o impacto daquilo que fazemos todos os dias.”
“No começo, eu não acreditava muito que aquela ideia poderia ser um negócio, muito menos com a visão de horizonte e impacto que temos hoje. Mas, de certa forma, sempre fui guiado por uma frase: ‘se não existisse impossível, até onde você conseguiria ir?’. Ouvi isso na Endeavor e carrego comigo desde então. Se não der certo, eu vou menos longe; mas ainda assim, vai ser muito mais alto do que um dia pensei em chegar.”
http://exame.abril.com.br/pme/como-este-negocio-mudou-o-mercado-de-milhas-no-pais/

domingo 04 2017

O DEUS de SPINOZA



“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.
Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade
fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo
o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem,
no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos,
de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?
Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar
a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar,
que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida,
que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar.
Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse.
Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada,
terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste,
se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti.
Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias
teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam.
Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.
Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui,
que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti.
Baruch Spinoza

sábado 03 2017

Por que a Vigilância Sanitária fecha alguns restaurantes?

Em busca de maior comodidade e praticidade no dia a dia, grande parte dos brasileiros tem se alimentado cada vez mais fora de casa. Apesar deste aumento de consumo ter impulsionado a abertura de novos restaurantes, a desconfiança dos consumidores cresceu diante dos relatos de interdições feitos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Em 2014, o Ministério da Saúde e a ANVISA apontaram que apenas 38% de dois mil restaurantes pesquisados estão de acordo com as normas da vigilância. O estudo ouviu estabelecimentos distribuídos por 26 cidades brasileiras. Entre os itens analisados estão o controle de temperatura, condição de higienização, utilização de água potável e prevenção de contaminação.

Presença de Insetos e roedores, alimentos mal armazenados, vencidos e a falta de limpeza no local são os motivos mais comuns que levam a Vigilância Sanitária fechar esses estabelecimentos. Grande parte destas falhas acontece por falta de capacitação dos manipuladores de alimentos ou até mesmo da ausência de estrutura para armazenagem de produtos perecíveis.

Como evitar que a Vigilância Sanitária feche seu restaurante

Administrar um restaurante pode parecer uma tarefa simples, mas existe uma série de exigências que precisam ser cumpridas para que seu negócio não corra o risco de ser fechado. Se você quer garantir uma boa avaliação do órgão público, é preciso primeiramente seguir regulamentações, como leis sanitárias e trabalhistas, código de postura e zoneamento do município (regras municipais), normas de segurança e bombeiros (proteção e central de gás).
Resultado de imagem para closed
Estabelecimentos como hotéis, bares, cafés, restaurantes e fast foods devem prestar atenção em outros fatores que são os campeões para a interdição, como a falta de higiene do local, as más condições de armazenagem dos alimentos, ausência do alvará de funcionamento, licença da vigilância, produtos vencidos e sem identificação ou procedência.
Outro ponto primordial para o bom funcionamento de um negócio está no treinamento da equipe. É importante que o gestor invista em cursos profissionalizantes para motivar os funcionários a trabalharem em um ambiente que siga os conceitos de manipulação e segurança de alimentos em todas as etapas do processo. Uma boa dica sem custo é o treinamento online de manipulação de alimentos oferecido pela ANVISA, onde o colaborador pode realizar de qualquer lugar que estiver, e recebe um certificado se atingir a nota mínima.

Como seguir as práticas da Vigilância Sanitária em seu restaurante?

Além da capacitação profissional, os estabelecimentos devem seguir alguns requisitos primordiais que vão de encontro com as normas da ANVISA, como a manutenção e higienização das instalações, dos equipamentos e utensílios, o controle da água de abastecimento, controle de pragas urbanas, o descarte de resíduos e a garantia do alimento preparado.
Resultado de imagem para Como seguir as práticas da Vigilância Sanitária em seu restaurante?
Quando o assunto é higiene, os uniformes também têm papel fundamental. É recomendável que eles sejam da cor branca, para que a sujeira seja notada com facilidade. Esta é uma das funções do avental: proteger o uniforme principal. Não devemos nos esquecer dos calçados emborrachados, das luvas e toucas.
Porém, para não correr o risco de ficar na mira da Vigilância Sanitária, a saída é procurar uma empresa responsável por gestão e segurança de alimentos, para que seu estabelecimento esteja com a documentação e estrutura em ordem.
Tem alguma dúvida sobre como deixar seu restaurante de acordo com as normas da ANVISA? Deixe seu comentário, pois queremos saber quais são as suas dúvidas. Acompanhe nosso blog e saiba tudo sobre gestão de qualidade e segurança de alimentos.


Teremos o maior prazer em te dar todas as instruções para que seu Fast Food e restaurante atenda 100% da documentação exigida pela Vigilância Sanitária.

Exames obrigatórios para manipuladores de alimentos

EXAMES OBRIGATÓRIOS PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS

Manipular alimentos não é uma tarefa tão fácil quanto parece. Afinal, quando se tem um restaurante, transmitir Doenças Transmitidas por Alimentos, as famosas DTAs, aos consumidores pode resultar em um sério problema de saúde pública. Por isso, é de extrema importância ficar atento à saúde de cada funcionário de seu estabelecimento e a melhor maneira disso acontecer é fazer exames periodicamente, pois, somente assim é possível identificar com antecedência qualquer condição inadequada que impeça que o contratado exerça sua devida função.
Além disso, esta é uma maneira de assegura-los e garantir a integridade física de cada um, evitando futuras complicações. Nesta matéria te contaremos quais exames precisam ser realizados pelos os manipuladores de alimentos e sua periodicidade. Continue lendo para descobrir!

O que é PCMSO e PPRA?

O QUE É PCMSO E PPRA?
Os dois programas estão relacionados com a saúde e a segurança das colaboradores. Esses programas são obrigatórios a todas as empresas conforme as legislação do Ministério do Trabalho, NR 7 e NR 9, respectivamente.
O PPRA é o Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais e seu objetivo é localizar riscos existentes de acordo com as atividades realizadas no estabelecimento, e apresentar recursos de controle, ou seja, o PPRA estabelece um sistema de prevenção para garantir a preservação da saúde e, claro, da integridade de cada trabalhador, já que o ambiente de trabalho pode oferecer diversos riscos.
Após a identificação dos riscos conforme as atividades é necessário implementar: o PCMSO, que é o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e tem a função de identificar quais exames de saúde cada colaborador precisa realizar conforme a função exercida. Todo empregador precisa ficar atento e não deixar de exigir esse controle.
Vale ressaltar que os exames devem ser solicitados por um médico especialista em medicina do trabalho: só ele é capaz de identificar todas as exigências necessárias. Alguns dos exames são: admissionalperiódicoretorno ao trabalhomudança de função e demissional.
Ambos os programas devem ser realizados anualmente, já que eles se complementam. Entenda: o PPRA identifica os riscos existentes e propõe medidas de controle. Já o PCMSO descreve quais exames de saúdes serão necessários par controlar os efeitos dos riscos expostos.
Resumindo: é necessário que os trabalhadores que mantêm contato com alimentos realizem exames médicos e laboratoriais antes de iniciar suas atividades e, periodicamente, após tê-las iniciado. Além disso, exames também devem ser realizados quando o funcionário estiver com suspeita de alguma infecção.

Quais são os exames exigidos pela Anvisa?

QUAIS SÃO OS EXAMES EXIGIDOS PELA ANVISA?
Atualmente, a legislação sanitária municipal, a Portaria 2619/11 recomenda: Os exames de coprocultura e o coproparasitólogico, que devem ser realizados semestralmente para aqueles que manipulem diretamente os alimentos ou participem diretamente da distribuição e oferta de refeições e anualmente para aqueles envolvidos exclusivamente com atividades nas quais os alimentos encontrem-se totalmente embalados.
Os Atestados de Saúde Ocupacional – ASOs com indicação da realização dos exames laboratoriais de coprocultura e coproparasitológico ou cópia destes, devem permanecer no local de trabalho.
A Legislação sanitária Federal, a Resolução RDC 216/04 recomenda: O controle da saúde dos manipuladores deve ser registrado e realizado de acordo com a legislação específica.

Afinal, qual a periodicidade desses exames?

AFINAL, QUAL A PERIODICIDADE DESSES EXAMES?
Vale ressaltar que a periodicidade varia de acordo com cada região. No município de São Paulo é necessário realizar os exames semestralmente, já fora do município é preciso realiza-los anualmente.

O que acontece se não forem realizados?

O QUE ACONTECE SE NÃO FOREM REALIZADOS?
Lembre-se! Segundo a Legislação, o estabelecimento/empresa que obtiver qualquer pendência ou não realizar esses exames obrigatórios em seus funcionários poderá pagar algumas multas e também será autuado junto aos órgãos fiscalizadores. Portanto, não deixe de exigi-los e garanta a proteção do seu negócio!
Você exige esses exames dos seus funcionários? Acredita que eles fazem diferença para a integridade do seu estabelecimento? Nós queremos saber! Não se esqueça de seguir nosso blog para ficar por dentro das principais noticias!
Para maiores orientações, contá-te nos.

NORMAS REGULAMENTADORAS - SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO


As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.
Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento de suas obrigações com a segurança do trabalho.
As Normas Regulamentadoras vigentes estão listadas adiante (clique no link para acessar a respectiva norma):
  • NR 01 - Disposições Gerais
  • NR 02 - Inspeção Prévia
  • NR 03 - Embargo ou Interdição
  • NR 04 - Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do Trabalho
  • NR 05 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
  • NR 06 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI
  • NR 07 - Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional
  • NR 08 - Edificações
  • NR 09 - Programas de Prevenção de Riscos Ambientais
  • NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
  • NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
  • NR 12 - Máquinas e Equipamentos
  • NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão
  • NR 14 - Fornos
  • NR 15 - Atividades e Operações Insalubres
  • NR 16 - Atividades e Operações Perigosas
  • NR 17 - Ergonomia
  • NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
  • NR 19 - Explosivos
  • NR 20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis
  • NR 21 - Trabalho a Céu Aberto
  • NR 22 - Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
  • NR 23 - Proteção Contra Incêndios
  • NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
  • NR 25 - Resíduos Industriais
  • NR 26 - Sinalização de Segurança
  • NR 27 - Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB (Revogada pela Portaria GM n.º 262/2008)
  • NR 28 - Fiscalização e Penalidades
  • NR 29 - Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
  • NR 30 - Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário
  • NR 31 - Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
  • NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde
  • NR 33 - Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados
  • NR 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval
  • NR 35 - Trabalho em Altura  
  • NR 36 - Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados               
  • NRR 1 - Disposições Gerais (Revogada pela Portaria MTE 191/2008)
  • NRR 2 - Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural (Revogada pela Portaria MTE 191/2008)
  • NRR 3 Comissão Interna De Prevenção De Acidentes Do Trabalho Rural (Revogada pela Portaria MTE 191/2008)
  • NRR 4 - Equipamento De Proteção Individual - EPI(Revogada pela Portaria MTE 191/2008)
  • NRR 5 - Produtos Químicos (Revogada pela Portaria MTE 191/2008)

O que é PCMSO e PPRA?

O que é PCMSO e PPRA?
Os dois programas estão relacionados com a saúde e a segurança das colaboradores. Esses programas são obrigatórios a todas as empresas conforme as legislação do Ministério do Trabalho, NR 7 e NR 9, respectivamente.
O PPRA é o Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais e seu objetivo é localizar riscos existentes de acordo com as atividades realizadas no estabelecimento, e apresentar recursos de controle, ou seja, o PPRA estabelece um sistema de prevenção para garantir a preservação da saúde e, claro, da integridade de cada trabalhador, já que o ambiente de trabalho pode oferecer diversos riscos.
Após a identificação dos riscos conforme as atividades é necessário implementar: o PCMSO, que é o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e tem a função de identificar quais exames de saúde cada colaborador precisa realizar conforme a função exercida. Todo empregador precisa ficar atento e não deixar de exigir esse controle.
Vale ressaltar que os exames devem ser solicitados por um médico especialista em medicina do trabalho: só ele é capaz de identificar todas as exigências necessárias. Alguns dos exames são: admissionalperiódicoretorno ao trabalhomudança de função e demissional.
Ambos os programas devem ser realizados anualmente, já que eles se complementam. Entenda: o PPRA identifica os riscos existentes e propõe medidas de controle. Já o PCMSO descreve quais exames de saúdes serão necessários par controlar os efeitos dos riscos expostos.
Resumindo: é necessário que os trabalhadores que mantêm contato com alimentos realizem exames médicos e laboratoriais antes de iniciar suas atividades e, periodicamente, após tê-las iniciado. Além disso, exames também devem ser realizados quando o funcionário estiver com suspeita de alguma infecção.

Quais são os exames exigidos pela Anvisa?

Atualmente, a legislação sanitária municipal, a Portaria 2619/11 recomenda: Os exames de coprocultura e o coproparasitólogico, que devem ser realizados semestralmente para aqueles que manipulem diretamente os alimentos ou participem diretamente da distribuição e oferta de refeições e anualmente para aqueles envolvidos exclusivamente com atividades nas quais os alimentos encontrem-se totalmente embalados.
Os Atestados de Saúde Ocupacional – ASOs com indicação da realização dos exames laboratoriais de coprocultura e coproparasitológico ou cópia destes, devem permanecer no local de trabalho.
A Legislação sanitária Federal, a Resolução RDC 216/04 recomenda: O controle da saúde dos manipuladores deve ser registrado e realizado de acordo com a legislação específica.

Afinal, qual a periodicidade desses exames?

Vale ressaltar que a periodicidade varia de acordo com cada região. No município de São Paulo é necessário realizar os exames semestralmente, já fora do município é preciso realiza-los anualmente.

O que acontece se não forem realizados?

Lembre-se! Segundo a Legislação, o estabelecimento/empresa que obtiver qualquer pendência ou não realizar esses exames obrigatórios em seus funcionários poderá pagar algumas multas e também será autuado junto aos órgãos fiscalizadores. Portanto, não deixe de exigi-los e garanta a proteção do seu negócio!
Você exige esses exames dos seus funcionários? Acredita que eles fazem diferença para a integridade do seu estabelecimento? Nós queremos saber! Não se esqueça de seguir nosso blog para ficar por dentro das principais noticias!
Legislação do Ministério do trabalho e Emprego.

Estamos à disposição para quaisquer orientação sobre as normas regulamentadoras do MTE.
E-mail: contato@higienopolissaudeocupacional.com