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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Câmara acelera apreciação de contas presidenciais antigas

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), antes da sessão para a votação da MP 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego, no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)(Marcelo Camargo/Agência Brasil/Divulgação)
Na primeira votação no retorno do recesso, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), colocou em prática uma de suas armas para constranger o governo: iniciou a análise das contas de governo antigas aprovando a urgência da apreciação de quatro delas, referentes a 1992, 2002, 2006 e 2008. Embora seja prerrogativa do Congresso analisar a prestação de contas de governo, a medida é ignorada pelos parlamentares há mais de uma década. Cunha, no entanto, decidiu retomar a prática às vésperas de o Tribunal de Contas da União (TCU) avaliar as prestações de presidente Dilma Rousseff de 2014 - a tendência é que a corte rejeite e encaminhe o parecer para o Legislativo. (Marcela Mattos e Gabriel Castro, de Brasília)

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