quinta-feira 10 2015

Após rebaixamento, Levy volta a falar em aumento de impostos


Em entrevista ao 'Jornal da Globo', ministro da Fazenda diz que elevação de tributos pode ser o caminho para o equilíbrio fiscal e o crescimento

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante entrevista no 'Jornal da Globo'
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante entrevista no 'Jornal da Globo'(TV Globo/Reprodução)
Na noite em que o Brasil perdeu o grau de investimento na classificação da agência Standard & Poor's, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falou em cortes de gastos e aumento de impostos para elevar a arrecadação. Levy disse, em entrevista ao Jornal da Globo, que a população está "preparada" para chancelar um possível aumento pois se trata do caminho para se alcançar o equilíbrio fiscal. "Não adianta pedir para a população assinar um cheque em branco. É preciso olhar aonde dá para cortar, o que dá para cortar. E se a gente precisar pagar impostos, tenho certeza que a população vai estar preparada para fazer isso porque é o caminho para a gente ter o equilíbrio e voltar a crescer."
A piora do quadro fiscal do país, com o envio ao Congresso da proposta de Orçamento para 2016 com déficit de 30,5 bilhões de reais, foi a gota d'água para o rebaixamento. Em nota, a S&P apontou a desarticulação do governo como um dos fatores que motivou a antecipação do rebaixamento. O ministro, contudo, negou que o governo esteja desarticulado. "O que queremos todos é atingir o equilíbrio fiscal e as metas", afirmou.
Nesta semana, ao mesmo tempo em que a presidente Dilma Rousseff aventou a possibilidade de elevação tributária, um PMDB indignado se posicionou contra, capitaneado pelo vice Michel Temer. O partido sinalizou que elevações de tributos não devem passar no Congresso - no que depender deles - e que a solução é o corte de gastos "na carne".
Segundo Levy, uma nova proposta de cortes será feita na próxima semana, mas ele não quis adiantar o tema. O ministro disse que conta com a aprovação da reforma do ICMS e do PIS-Cofins para ajudar a aliviar a carga tributária e disse estar satisfeito com o fato de o Congresso querer reduzir a idade mínima para a aposentadoria - o que é, segundo ele, o principal peso contra o equilíbrio fiscal. O ministro sinalizou ainda a possibilidade em cortes de programas sociais, como o Fies.
Ao final da entrevista, Levy negou ter falhado no cargo, apesar do rebaixamento do Brasil pela S&P - e voltou a dizer que as pessoas precisam fazer sacrifícios. "Não houve falha. Há um problema que só vai ser vencido se as pessoas olharem com responsabilidade. A gente tem dado diagnóstico transparente, verdadeiro e agora as pessoas têm de tomar a sua responsabilidade. O governo deve cortar mais do que já cortou, mas (a população) tem de ter a disposição de fazer um sacrifício maior para todo mundo poder voltar a ver a economia crescendo", disse.

quarta-feira 09 2015

Temer entra na articulação fiscal e propõe aumento de imposto e corte de despesas (CORTAR DO FABULOSO SALÁRIOS DELES, ISSO NÃO, NÉ??


Vice-presidente sugeriu a deputados o aumento do tributo sobre combustíveis e deve apresentar proposta a governadores

O vice-presidente Michel Temer durante o EXAME Fórum 2015
O vice-presidente Michel Temer evitou falar sobre a posição elevação da Cide para os jornalistas, limitando-se a defender apenas o corte de gastos (Heitor Feitosa/VEJA)
O vice-presidente da República Michel Temer deu um passo em direção a um maior protagonismo nas discussões sobre o Orçamento de 2016. Ele se reuniu nesta terça-feira com líderes da Câmara dos Deputados e propôs a elevação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre os combustíveis, para ajudar a aumentar a arrecadação do governo. Estiveram também presentes os ministros Eliseu Padilha, da Aviação Civil, e Aloizio Mercadante, da Casa Civil.
Na noite desta terça, Temer é o anfitrião de um jantar no Palácio do Jaburu oferecido a governadores e parlamentares peemedebistas, no qual ele deve propor a elevação do imposto. O vice também conversou com a presidente Dilma Rousseff por cerca de 20 minutos antes do jantar. Na conversa, eles discutiram propostas para melhorar a previsão de receitas para o ano que vem. A movimentação do vice ocorreu no mesmo dia em que ele faltou à reunião de coordenação política, convocada pela presidente para discutir justamente formas de cortar gastos e elevar a arrecadação.
Segundo fontes próximas ao vice, a proposta de aumento de imposto será acompanhada de sugestões de cortes de gastos, que também devem ser apresentadas aos governadores. O objetivo da movimentação do vice é aliviar o déficit de 30,5 bilhões de reais previsto na proposta orçamentária para 2016 que o governo enviou na semana passada ao Congresso. Na saída do gabinete da vice-presidência, Temer limitou-se a falar sobre os cortes de gastos - ele não soube dizer se a proposta a ser discutida com governadores incluirá também corte de despesas obrigatórias, conforme vem estudando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
Entre o cofre e a inflação - A ideia da elevação do imposto surgiu depois que o economista e ex-ministro Delfim Netto desenhou um modelo de elevação da arrecadação com base em um aumento temporário do tributo sobre combustíveis. A ideia de Delfim foi apresentada nesta terça-feira em artigo no jornal Valor Econômico e prevê uma arrecadação de 15 bilhões de reais no ano que vem se houver alta de 60 centavos no imposto por litro de gasolina. Desse montante, 5 bilhões de reais iriam para os estados, que recebem, por lei, repasses de 25% do tributo. Segundo o senador Romero Jucá (PMDB-RR), a proposta precisa ser avaliada, pois tem chances de ter efeito inflacionário, já que incide diretamente sobre o preço dos combustíveis na bomba. "A priori, a medida beneficia o setor sucroalcooleiro, mas pode ter efeito inflacionário", afirmou.
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), saiu da reunião com Temer afirmando que foram discutidas formas de cortar despesas, mas também de melhorar o emprego da arrecadação. "Foram tratados hoje alguns temas que podem gerar despesas, como o projeto que regulamenta a MP [medida provisória] do seguro-desemprego, que tem impacto fiscal, e projetos que estão em comissão, que podem gerar gastos. Acho uma medida salutar. O governo está preocupado em observar antes, ainda na tramitação nas comissões, e atuar na discussão desses temas antes que eles cheguem ao plenário", acrescentou Picciani.
Segundo fontes, Temer teve acesso ao estudo de Delfim Netto durante o fim de semana. O vice-presidente evitou fazer a defesa do imposto a jornalistas que o aguardavam na vice-presidência e disse que "é preciso evitar remédios amargos". Foi uma menção à mesma expressão usada pela presidente Dilma na segunda-feira, embora com tom oposto - a presidente falou que a situação econômica do país exigia a adoção de "remédios amargos". Segundo Temer, elevar impostos deve ser "o último recurso". Contudo, nos bastidores, o vice trabalha na direção oposta.
A movimentação de Temer ocorre enquanto o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, está na Europa, em reuniões com investidores. Nesta terça, em Paris, Levy falou em aumentar o Imposto de Renda para contribuintes de classes mais abastadas. Não fez qualquer menção à Cide.
Num movimento oposto, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça que "a primeira coisa a se fazer é cortar despesa". "Aqui no Congresso não se discutiu nada com relação à elevação da carga tributária. Continuo achando que a primeira coisa a se fazer é cortar despesa", afirmou Renan.

terça-feira 08 2015

Eric Clapton - Wonderful Tonight





Governo admite devolver atribuições a militares


Após mal-estar, Ministério da Defesa anuncia que deve editar portaria para devolver aos comandantes militares o poder de movimentar pessoal nas Forças Armadas

O ministro Jaques Wagner
O ministro Jaques Wagner(Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Depois da controversa decisão da presidente Dilma Rousseff de retirar poderes dos comandantes das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, disse nesta terça-feira que deve delegar a Exército, Marinha e Aeronáutica as funções de editar atos relativos ao pessoal militar. Tradicionalmente cabia aos comandantes militares esta tarefa, mas a presidente baixou na última semana um decreto que dava ao ministro da Defesa atribuições como a reforma de oficiais, a transferência de militares para a reserva remunerada e até a escolha de capelães militares.
O texto original não foi bem recebido no Congresso Nacional, que acusou o Executivo de usar o decreto para abrir caminho para a ingerência ideológica do governo na formação de militares, já que o decreto também revoga uma antiga legislação, o decreto 62.104, de 1968, que delegava competência aos comandantes de aprovar os regulamentos das Escolas e Centros de Formação e Aperfeiçoamento.
"O Ministério da Defesa deverá publicar portarias de delegação de competência aos comandantes militares para a publicação de atos no âmbito de cada força, Marinha, Exército e Aeronáutica", disse em nota o ministro Jaques Wagner. Segundo ele, o novo texto apenas atualizaria legislações anteriores à criação do Ministério da Defesa. "A publicação do decreto 8.515/15 obedece ao processo de consolidação institucional do Ministério da Defesa e não fere o papel constitucional das Forças Armadas", afirmou o ministro. Oficialmente, nem Wagner nem os comandantes militares foram consultados sobre a edição do decreto.
A Casa Civil informou que o envio do decreto à presidente Dilma atendeu a uma solicitação da secretaria-geral do Ministério da Defesa, comandada pela petista Eva Maria Chiavon. O comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que estava ocupando o cargo de ministro interino da Defesa, e que viu seu nome publicado no Diário Oficial endossando o decreto, disse que não sabia da existência dele.

Fábio Júnior, Chico Buarque, Fernanda Montenegro e o ódio ao povo brasileiro de fato!


Vejam esta foto. É um flagrante do Brazilian Day.
FOTO CARTAZ NOVA YORK
A fala do ator, cantor e compositor Fábio Júnior, no Brazilian Day, no domingo, em Nova York, merece um tratamento que vai além do jocoso, como se tenta aqui e ali, à esquerda e à direita. É coisa mais séria, que guarda mais intimidade com os males do Brasil do que parece.
As elites intelectuais, ou as pessoas que em tanto se arvoram, odeiam o povo que há. Para elas, sempre será o vulgo, a brutalidade, a estupidez, a tolice. Na cabeça desses vigaristas — e insisto: pouco importa se direitistas ou esquerdistas; eles só são diferentes, no particular, na forma de silenciar a plebe rude —, a função da patuleia é carregar pedras para os monumentos. Os dois grupos teriam dado, se existissem então, um pé no traseiro de Shakespeare e suas banalidades humanas…
A forma contemporânea que as elites intelectuais de esquerdas têm de isolar o povo é tomar a estética como uma ética. O produto mais elaborado tecnicamente carregaria consigo necessariamente uma utopia, digamos, superior. O terreno da fruição, que é o da arte, passa a ser tomado como o das dissensões e disputas sociais. Os artistas considerados mais elaborados pela crítica serão necessariamente tomados como portadores das melhores respostas coletivas.
Fiquemos no caso em questão. Fábio Júnior é um artista popular. Já foi considerado, em programas de humor da TV, o preferido das domésticas — e havia naquilo certo riso de escárnio. Suas letras não costumam dialogar com uma certa tradição literária — não mais do que isso — buscada por Chico Buarque. O “eu lírico” das letras tem menos matizes, é mais direito, exibe menos relevos existenciais. Em suma: na música, Fábio Júnior não é Chico Buarque.
Cito Chico Buarque como o exemplo de uma espécie de coronelismo moral que toma conta das artes no Brasil. Alguns luminares são dotados de uma espécie de monopólio das boas intenções, pouco importa a porcaria que digam, em razão de suas escolhas políticas. Há três dias, tentando explicar o desastre da novela “Babilônia” — que só naufragou porque era ruim —, Fernanda Montenegro preferiu criticar o suposto conservadorismo do Brasil e produziu as seguintes pérolas:
“Babilônia, de Gilberto Braga, tem uma importância histórica muito grande. O beijo gay do qual tanto se falou não foi um beijo lambido, chupado, uma comendo a boca da outra. Foi a expressão de carinho de duas mulheres de 80 anos que há 40 estão juntas. Mulheres que representam uma elite. Não são ripongas. São bem-sucedidas e responsáveis. Habitam bem, comem bem. Um beijo carinhoso causou todo esse escândalo? Para mim, foi uma manta protetora, para distrair a atenção. Porque a novela foi histórica por outra coisa. Pela afirmação da negritude. Negros, mulatos, pardos, todos se afirmaram pela atitude. Ninguém era subserviente. Ninguém de uniforme, servil. O único de uniforme foi o motorista negro, amante da patroa, e assassinado no começo. Glorinha (Pires) ficou louca de desejo por um homem de outro estrato social. Essa foi a verdadeira revolução da novela. Nunca tantos negros se casaram com brancos, nunca houve tanta miscigenação. A negra que se forma advogada, o que tem sua barraquinha. Isso foi o que incomodou. O resto foi pretexto.”
Há aí uma tal soma de bobagens, de generalizações cretinas, de preconceitos enrustidos, que fica difícil saber por onde começar. Em primeiro lugar, hoje, o maior contingente de cor de pele do Brasil é a parda — portanto, os mestiços, os miscigenados. Antes de Gilberto Braga, o país misturou os brasileiros.
Sobra a sugestão de que as duas lésbicas deveriam ter sido aceitas porque, afinal, exibem os padrões da Zona Sul.
A observação, por sua vez, entra em choque com a bobagem racialista, jamais evocada pelos críticos da novela — e notem que foi o povo que se divorciou dela, justamente aquele formado por uma maioria de mestiços. Finalmente, noto que a atriz atribui certa, como posso chamar?, superioridade viril ao negro uniformizado que pega a patroa branca. Bem, nesse caso, já deixamos o terreno da sociologia para entrar no do fetiche.
Os esquerdistas e progressistas no geral podem ser os donos da pauta da imprensa, podem ser os donos dos meios influentes de divulgação de ideias, podem ser os donos “da arte”, mas não são os donos do povo. Independentemente do que digam ou divulguem, há uma realidade viva em construção, que consegue, de vez em quando, furar o muro da vergonha das placas de aço.
Ninguém precisa trocar os versos de Chico Buarque pelos de Fábio Júnior. Ninguém precisa trocar o preferido das patroas — sobretudo das que se banham no mar do Leblon — pelo preferido das domésticas. Nem Chico produz uma ética nem Fábio Júnior. São apenas dois compositores e cantores. Um saudado pelo crítica — às vezes, por maus motivos; outro, atacado — às vezes, também por maus motivos.
Chico Buarque, Caetano Veloso ou quantos outros vocês queiram incluir aí, inseridos à esquerda no debate cultural, não deveriam, por pudor, jamais misturar o prestígio que angariaram no terreno da estética para tentar nos vender uma ética — especialmente quando, no caso de Chico, ela se confunde com o apoio descarado a uma elite corrupta e truculenta que hoje toma conta do estado brasileiro. Caetano é um pouco mais matizado, mas se deixou fantasiar de black bloc num momento em que o país, sem querer parecer meramente retórica, tem é de tirar a máscara.
Fábio Júnior nunca ganhou um tostão com proselitismo político. Considerando o trabalho que faz, é possível que mais tenha dissabores do que ganhos com o discurso que fez no Brazilian Day. Não confundiu a sua opinião — muito sensata: ele atacou a roubalheira, certo? Não tentou justificá-la, como Chico Buarque — com os seus versos; não procurou o apoio irrestrito que lhe conferem os meios de comunicação para tentar vender uma tese política.
O Brasil, meus caros, mesmo quando se manifesta lá em Nova York, está mudando. Há uma gente nova na rua, para desespero dos que se queriam donos da opinião.
Vejam lá o cartaz que reproduz uma frase deste escriba. Os petistas adorariam que fosse exibido por um louro, de olhos azuis. Assim, eles, que se consideram donos dos negros, poderiam fazer seu proselitismo vigarista, me associando a uma elite branca que estaria contra o povo.
Mas não! Quem porta o cartaz é um negro. O negro em nome dos quais procuram falar Fernanda Montenegro e Chico Buarque. Para o delírio dos brancos de esquerda da Zona Sul.
Esse país, felizmente, está chegando ao fim.
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/fabio-junior-chico-buarque-fernanda-montenegro-e-o-odio-ao-povo-brasileiro-de-fato/

segunda-feira 07 2015

דניאל אהביאל Daniel Ahaviel אמן הכינר היהודי והאירי - Artista Daniel Ahaviel Daniel Ahaviel judaica e Mar da Irlanda da Galiléia





STF envia a Moro documentos sobre campanhas de Lula e Dilma


Parte do processo remetida à primeira instância da Justiça Federal tem como base delação de Ricardo Pessoa, dono da UTC

Lula e Dilma conversam durante festa dos 10 anos do PT
Lava Jato investiga campanhas de Lula (2006) e Dilma (2010)(Folhapress/VEJA)
O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou à Justiça Federal no Paraná trechos de investigação originados pela delação do dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, um dos réus que firmou acordo de colaboração premiada. O desmembramento da investigação foi solicitado pela Procuradoria-Geral da República, porque os nomes citados não possuem foro privilegiado.
Entre os trechos remetidos ao juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na Justiça de primeira instância, estariam as menções a envolvidos nas campanhas presidenciais do PT de 2010 e 2006, suspeitos de terem arrecadado dinheiro proveniente de propina no esquema da Petrobrás para as eleições.
As solicitações de investigação, por parte da Procuradoria, não recaem sobre os candidatos, mas sobre coordenadores e responsáveis pelas finanças eleitorais. No caso da campanha de 2014, Zavascki já autorizou a abertura de investigação contra o ministro da Comunicação Social e ex-tesoureiro da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, Edinho Silva.
Entre os nomes citados por Pessoa cuja possível investigação deve ficar a cargo de Moro está o do ex-tesoureiro da campanha de Dilma em 2010, José de Filippi, e do ex-tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto, um dos presos pela Polícia Federal. O dono da UTC relatou em depoimento ter repassado 3,6 milhões de reais entre 2010 e 2014 para os dois e também mencionou repasses à segunda campanha do ex-presidente Lula.
(Com Estadão Conteúdo)