terça-feira 15 2015

O desabafo do Presidente do grupo Habibs


"Quer me chamar de coxinha, paneleiro, elite branca, bebedor de Black Label (parabéns pra esse último! Sensacional!)...
Ok. Acho até divertido...
Mas faz um favor para o seu país antes!
Emprega alguém!
Na CLT!
Paga tudo direitinho!
Pega toda a sua grana e coloca na sua ideia...
No seu negócio.
Pega um financiamento, com a maior taxa de juros do mundo, e arrisca seu pescoço na sua iniciativa...
Aluga um escritório ou uma loja!
Compra um estoque!
Corre o risco de verdade!
Se o governo tirar o incentivo para o consumo, não desanima...
Pega outro empréstimo, com a maior taxa que o mundo moderno já viu!
Paga os juros do primeiro empréstimo com outro empréstimo!
E vai com fé na sua ideia!
Paga o décimo terceiro e as férias do teu funcionário!
Sem vender m..... nenhuma em Dezembro... Janeiro... Fevereiro...
Nem no mais lindo Carnaval do mundo, quando todo mundo pára de trabalhar...
Ou na Copa das Copas que te deu 12 dias úteis num mês corrente...
Paga mais para os teus fornecedores, já que os seus custos também aumentaram devido à energia, gasolina e dólar...
Mas, diminui o seu preço, pra tentar ser competitivo numa economia recessiva...
Então, tenta fazer com que uma estrutura enxuta seja perene. Acaba com sua eficiência!
Vai ser difícil, já que o seu cliente está quebrado e não pode te pagar mais...
E corre o risco de quebrar de vez, perdendo todo capital que você investiu...
Fez tudo isso?
Então beleza!!!
Me chama do que quiser... Você é um herói e não me interessa qual partido apoia!
Tem o meu respeito!!!
Não fez nada disso?
É político de carreira?
Está encostado em alguma bolsa?
Mama na teta do governo?
É vagabundo?
... E pensa que pode falar sobre patrão e empregado, classes sociais, oportunidades e exploração da cadeia produtiva...
Desculpa, mas... Cala a boca! E vá prá PQP!..
.... Só entende esse texto quem está no ramo do comércio, é empresário, é autônomo!!!!
Alberto Saraiva, presidente do grupo Habib's

Tom Jones & Janis Joplin - Raise Your Hand (1969) e mais...





Quem fez a cabeça de Dilma - EMPRESÁRIOS. PARA FERRAR O POVO, ELA ESTÁ TODA OUVIDOS...


Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do conselho de administração do Grupo Gerdau
Jorge Gerdau aconselhou Dilma a fortalecer Levy(Germano Luders/VEJA)
A decisão da presidente Dilma Rousseff de encampar as medidas de ajuste defendidas por seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não partiu apenas da pressão da Standard & Poor's, que tirou do Brasil o selo de bom pagador na quarta-feira passada. Dilma decidiu sair da bolha de assessores palacianos e andou ouvindo empresários. Luiz Carlos Trabuco falou mais de uma vez com a presidente por telefone na semana passada. Outro conselheiro crucial para a guinada foi Jorge Gerdau -- que costumava ocupar posto de interlocutor de Dilma no meio empresarial, mas abandonou a vaga quando a presidente decidiu subir o tom das críticas ao mercado. Ele reconheceu a necessidade temporária de elevação de imposto e aconselhou a presidente a fortalecer Levy. (Ana Clara Costa, de Brasília)

segunda-feira 14 2015

Depois do rebaixamento, governo anuncia medidas fiscais que somam R$ 66 bi


Todas as mudanças ainda dependem de aprovação do Congresso; entre elas, estão cortes no Minha Casa, Minha Vida e suspensão do reajuste de servidores

Os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; e do Planejamento, Nelson Barbosa; anunciam cortes no Orçamento durante coletiva - 14/09/2015
Os ministros da Fazenda, Joaquim Levy; e do Planejamento, Nelson Barbosa; anunciam cortes no Orçamento durante coletiva - 14/09/2015(Pedro Ladeira/Folhapress)
Cinco dias depois de assistir à perda do grau de investimento do Brasil, anunciada pela agência Standard & Poor's, o governo apresentou nesta segunda-feira medidas de ajuste que somam 66,2 bilhões de reais entre cortes de gastos e previsão de elevação de receitas. Praticamente todas dependem de aprovação do Congresso. Entre as medidas anunciadas, há a suspensão do reajuste de servidores públicos e dos concursos, corte de gastos de custeio, redução dos repasses ao Minha Casa Minha Vida e ao PAC.
Para elevar as receitas, o governo anunciou a ressurreição da CPMF, o imposto do cheque, com uma alíquota de 0,2%, a elevação do imposto sobre ganhos de capital de pessoas física, além da redução de subsídios da indústria. Somente as medidas de elevação tributária devem aumentar a arrecadação em 33,8 bilhões de reais. Mas, como o governo também reduziu a previsão de arrecadação no ano que vem em 5,5 bilhões de reais, a previsão de novas receitas com impostos recuou em 28,4 bilhões de reais.
Duas semanas atrás, a equipe econômica havia convocado a imprensa para anunciar um déficit de 30,5 bilhões de reais nas contas do ano que vem, alegando tratar-se de uma atitude "transparente". Agora, depois do rebaixamento, os ministros se comprometem a poupar 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB), dos quais 0,55% correspondem à economia da União, o que equivale a 34,4 bilhões de reais. Isso significa que, ao se levar em conta o déficit apresentado dias atrás, o governo precisará encontrar espaço fiscal para acomodar 64,9 bilhões de reais. Se todas as medidas apresentadas nesta segunda-feira forem aprovadas e gerarem os resultados previstos, a economia será suficiente para reverter o rombo. Contudo, pairam dúvidas sobre a capacidade do governo de aprovar tais medidas diante de um clima de total desarticulação no Congresso. Parlamentares da oposição e da própria base aliada, incluindo o vice Michel Temer, já afirmaram que não vão encampar elevação de impostos.
No lado dos cortes, o maior impacto virá do adiamento dos reajustes dos servidores públicos, que, se aprovado, trará economia de 7 bilhões de reais ao governo. Em segundo lugar, há os cortes no Minha Casa Minha Vida, no valor de 4,8 bilhões de reais, que representa um terço da dotação orçamentária para o programa no ano que vem. O governo prevê ainda cortes de 3,8 bilhões de reais em gastos com o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).
Já do lado dos impostos, a CPMF terá o maior peso, representando uma arrecadação de 32 bilhões de reais. Antes de anunciar a recriação do tributo, extinto em 2007, o ministro da Fazenda Joaquim Levy voltou a falar na "participação de todos" para a recuperação do país. "Vivemos um momento difícil em que o governo tem de ajustar muitas coisas. O governo conseguiu aqui cortar 26 bilhões de reais sem deixar de cumprir suas obrigações, além de manter os recursos necessários para não só fazer o estado funcionar, mas também financiar projetos em andamento", afirmou o ministro.
Diante do fato de os contribuintes terem de arcar com os malfeitos do governo, Levy recorreu ao argumento da "consciência fiscal" da população para conseguir fazer com que a elevação tributária seja digerida. "Tem de haver uma consciência fiscal da população, enquanto o governo terá a sensibilidade de diminuir e eliminar gastos", afirmou. Sobre a elevação da CPMF, Levy disse que é preciso "uma ponte" para se chegar a uma nova economia, sinalizando que tal ponte pode ser representada pelo novo imposto. "Os dois milésimos sobre o preço do sanduíche (em alusão à CPMF) darão gás para a economia se a gente fizer o nosso trabalho. Nós entendemos que devemos fazer o nosso trabalho, manter a disciplina", disse o ministro da Fazenda.
O ministro do Planejamento Nelson Barbosa, inicialmente avesso às medidas de ajuste e autor do projeto que previa déficit de 30,5 bilhões de reais, disse que "a parte do governo é propor medidas", ao ser questionado sobre o fato de a população ter de arcar com o rombo nas contas. Visivelmente contrariado, o ministro falou que o governo tem instrumentos para a melhorar a parte fiscal. "Isso envolve um custo que vamos tentar distribuir da maneira mais equilibrada possível", afirmou. Mas se negou a explicar por que, diante de tantos "instrumentos", o governo deixou a situação chegar aonde está.
Medida para corte de gastos - Economia em 2016
Adiamento do reajuste dos servidores públicosR$ 7 bilhões
Suspensão de concursos públicosR$ 1,5 bilhão
Eliminação do abono de permanênciaR$ 1,2 bilhão
Teto remuneratório do serviço públicoR$ 1,2 bilhão
Custos administrativosR$ 2 bilhões
Minha Casa Minha VidaR$ 4,8 bilhões
PACR$ 3,8 bilhões
SaúdeR$ 3,8 bilhões
Subvenção de garantia de preços agrícolasR$ 1,1 bilhão
TotalR$ 26 bilhões
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/depois-do-rebaixamento-governo-anuncia-medidas-para-economizar-r-66-bi

sábado 12 2015

Adilson Dallari - A coisa pública é pública, não é do PT!





"A coisa pública é pública, não é do PT!
Brasil 12.09.15 09:55
Adilson Dallari deu ontem à noite na casa de Hélio Bicudo uma breve aula sobre como o governo do PT viola a Constituição ao defender o sigilo sobre os empréstimos do BNDES.
Disse ele: "Quem contrata com o poder público está abrindo mão do sigilo, porque o principio constitucional é o da publicidade. Não se pode admitir negócio público sigiloso."
Uma aula para Marcelo Odebrecht, Lula, Dilma, Luciano Coutinho e afins. Site o Antagonista".